Participe do Sínodo sobre os jovens. Prazo está para se encerrar

O próximo dia 31 de julho marca uma etapa importante na preparação para o XV Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos. Até o último dia de julho, será possível enviar as contribuições e respostas ao questionário disponibilizado pela Santa Sé. Programado para 2018, o tema será “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) colocou à disposição dos jovens o seguinte endereço e-mail synodus@cnbb.org.br.

A fase de consulta foi aberta após a publicação do documento preparatório, em janeiro deste ano. Este processo levará à redação do instrumento de trabalho da assembleia sinodal. Às conferências episcopais, coube a responsabilidade de receber as contribuições e respostas, compilar o material e enviar à Secretaria do Sínodo. No Brasil, a CNBB disponibiliza desde janeiro o texto preparatório com o questionário.

Três modos de participar

O Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, Dom Vilsom Basso, Bispo de Imperatriz (MA), explica que estão à disposição dos jovens três maneiras de participar. Primeiro, respondendo ao questionário que já foi encaminhado a todas as dioceses do Brasil e enviando até o final de julho para a CNBB, para que seja feita uma síntese e enviada à Secretaria do Sínodo, no Vaticano – este material poderá ajudar na formulação de ações pastorais no âmbito brasileiro.

A segunda maneira é responder ao questionário diretamente no site do Sínodo, disponível desde o dia 14 de junho. O terceiro modo, de acordo com Dom Vilsom, é com a partilha de experiências no Facebook, com publicações usando a hastag #popeasks.

Questionário

O documento preparatório propõe uma reflexão em três partes. A primeira sobre as dinâmicas sociais e culturais. Na sequência, uma abordagem do “discernimento” como instrumento que a Igreja oferece aos mais novos para a descoberta da sua vocação. Por fim, são colocados em relevo os elementos fundamentais da pastoral juvenil vocacional.

Envie para a CNBB
1. BAIXE AQUI o formulário em word;
2. RESPONDA o questionário seguindo as orientações;
3. ENCAMINHE o documento em word para o e-mail: synodus@cnbb.org.br
Prazo final de envio: 31 de Julho de 2017

 

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A Ressurreição como fato histórico

No nosso espaço Memória Histórica – 50 anos do Concílio Vaticano II, vamos tratar no Programa de hoje sobre “a Ressurreição como fato histórico”.

Temos trazido neste nosso espaço uma série de reflexões sobre a Ressurreição do Senhor e sobre a Teologia do Terceiro Artigo, isto é, o Espírito Santo, inspiradas nas pregações do Frei Raniero Cantalamessa ao Papa e à Cúria.

No último programa, o Padre Gerson Schmidt, que tem nos acompanhado neste percurso, falou sobre o “Significado apologético da Ressurreição”, onde entre outros, propôs a frase do Pregador da Casa Pontifícia “Somente a ressurreição é o selo de autenticidade divina de Cristo”,

No programa de hoje, Padre Gerson nos fala sobre “A Ressurreição como fato histórico”:

“Aqui estamos fazendo uma abordagem da Páscoa, da riqueza do tempo pascal e a importância que o Concilio deu ao ano litúrgico. Aproveitamos aqui uma análise da historicidade da ressurreição, feita pelo Frei Raniero Cantalamessa.

Fundamentando que a ressurreição de Cristo foi um fato histórico comprovado, Cantalamessa cita o exegeta alemão Martin Dibelius nascido em Dresden, catedrático da Universidade de Berlim e Professor de Novo Testamento na Universidade de Heidelberg, que trabalha com o “método da história das formas” aplicando-o aos evangelhos sinópticos.

Seu método implica também a comparação com outras formas literárias extra bíblicas provenientes do contexto do Oriente Médio, para investigar as possíveis dependências e inter-relações e também a originalidade dos textos. Esse teólogo Martin Dibelius diz o seguinte:

“No momento decisivo, quando Jesus foi capturado e executado, os discípulos não cultivavam nenhum pensamento sobre a ressurreição. Eles fugiram e deram por encerrado o caso de Jesus. Algo teve de intervir que, em um curto espaço de tempo, não só provocou a mudança radical de seu estado de espírito, mas os levou também a uma atividade totalmente diferente e à fundação da Igreja. Esse “algo” é o núcleo histórico da fé pascal (Martin Dibelius, Iesus, Berlim 1966, p. 117.)”.

Qual é, então, o ponto de chegada da pesquisa histórica com relação à ressurreição? – pergunta Cantalamessa. Ele mesmo responde: “Podemos apreendê-lo nas palavras dos discípulos de Emaús. Alguns discípulos, na manhã da Páscoa, foram ao túmulo de Jesus e descobriram que as coisas estavam como haviam relatado as mulheres, que foram antes deles, “mas a ele, não o viram” (cf. Lc 24, 24).

Até a história vai a sepulcro de Jesus e deve constatar que as coisas estão da forma como disseram os testemunhos. Mas ele, o Ressuscitado, não o vê. Não basta constatar historicamente os fatos, é necessário “ver” o Ressuscitado, e isso a história não pode dar, mas só a fé. Quem chega correndo da terra firme rumo a costa do mar deve parar de repente; pode ir além com o olhar, mas não com os pés”.

Era preciso constatar que de fato Jesus aparece vivo e bem vivo depois de morto, e bem morto. O sepulcro vazio não é prova da ressurreição de Cristo, pois poderiam ter deslocado o cadáver de Jesus ou “roubado” como alguns Judeus pagaram alguns guardas para espalhar essa notícia desse possível roubo. Temiam eles uma insurreição – uma revolta popular pelo fato de Jesus haver ressurgido dos mortos.

Os Evangelhos narram historicamente 11 aparições do ressuscitado, após a sua morte. Nelas os apóstolos, apesar das dúvidas, até nas últimas aparições e acharem que ele é fantasma ou um espectro, constatam com aspectos concretos. Jesus fala com ele, deixa-se tocar, come com eles, reparte o pão e se mostra não ser uma ilusão, nem assombração. Há, portanto, uma constatação real, não ilusório, fictícia ou fantasmagórica, de que Cristo está vivo. Cristo mostra as chagas para identificar que o ressuscitado se identifica com o crucificado”.

 

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República Dominicana: Igreja denuncia tráfico de seres humanos

A Igreja na República Dominicana denuncia o tráfico de seres humanos no país.

Segundo o arcebispo-emérito de Santiago de los Cabarellos, Dom Ramón Benito de la Rosa y Carpio, “enquanto não forem combatidos os grupos mafiosos formados por dominicanos e estrangeiros que tiram proveito das necessidades dos haitianos, o problema da imigração clandestina na República Dominicana continuará”.

O prelado reiterou a necessidade de demolir o sistema criminoso no país caribenho. Para ele, os grupos mafiosos existem e administram o tráfico ilegal de pessoas do Haiti para a República Dominicana.

Esse negócio ilegal movimenta a cada ano milhões de Pesos dominicanos, moeda do país, e os mafiosos conseguem agir sem escrúpulos em várias partes do confim entre a República Dominicana e o Haiti.

A esse propósito o arcebispo lamentou o fato de as grandes nações terem abandonado completamente o Haiti e recordou como a Igreja sempre se mostrou solidária.

Esse apoio foi reiterado durante a última reunião dos bispos dominicanos, onde se decidiu prosseguir com o apoio pastoral aos haitianos.

“Entre a Igreja Católica dominicana e a pastoral haitiana existe uma grande relação e são abordados temas como o respeito e a soberania dos povos. Devemos recordar que a República Dominicana não é como as grandes potências que prometeram e depois desapareceram”, concluiu Dom Carpio.

 

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Bispos congoleses pedem imediata libertação de sacerdotes sequestrados

A Conferência Episcopal do Congo (CENCO) pediu às forças de segurança para “fazerem todo o possível para libertar” os Padres Pierre Akilimali e Charles Kipasa, sequestrados entre a noite de domingo e segunda-feira na Paróquia de Notre-dame des Anges de Bunyuka, Diocese de Beni-Butembo (Norte-Kivu).

No comunicado divulgado pela emissora católica local Radio Okaçi, a CENCO denuncia o clima de insegurança na região, recordando às autoridades congolesas o seu papel de “garantir a segurança das pessoas e de seus bens”.

Sem notícias de três sacerdotes sequestrados em 2012

A nota recorda ademais, que desde outubro de 2012 não se sabe nada da sorte dos três padres assuncionistas – Jean-Pierre Ndulani, Anselme Wasikundi e Edmond Bamutute – sequestrados na sua paróquia de Notre-Dame des Pauvres di Mbau, a 22 km de Beni.

“Os padres são homens de Deus que consagram a sua vida pelo bem da população, sem uma agenda política. Fazer mal a eles, significa atingir toda a comunidade onde servem”, sublinha o comunicado assinado pelo Arcebispo de Kisangani e Presidente da CENCO.

Completar a missão pastoral

Uma firme condenação pelo sequestro partiu também do Bispo de Butembo-Beni, Dom Melchisedec Sikuli Paluku, que em uma mensagem divulgada na terça-feira, 17 de julho, pediu a sua imediata libertação, “para que possam completar a sua missão pastoral”.

Segundo um comunicado enviado à Agência Fides pelo CEPADHO – ONG local pela defesa dos direitos humanos – os dois sacerdotes foram sequestrados por cerca de dez homens armados, vestindo roupas militares, depois de atacarem a paróquia.

Os homens agrediram alguns seminaristas que prestavam serviço na paróquia e roubaram dois automóveis e duas motos utilizadas pelos sacerdotes.

Os dois carros de tração foram posteriormente encontrados nas proximidades do Parque Nacional de Virunga.

 

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Coral da Capela Sistina conclui turnê na Coreia do Sul

O Coral da Capela Sistina realizou sua primeira turnê de concertos na Coréia do Sul, onde se apresentou em seis cidades.

O Cardeal Arcebispo de Seul, Dom Andrew Yeom Soo-jung, observou que era significativo que a apresentação inicial do coral fosse na Catedral de Myeongdong, em Seul.

“Na Catedral de Myeongdong – explicou ele – o Papa rezou pela paz e reconciliação da Península da Coreia”.

Paz pelas vozes celestiais

“Eu desejo que o público sinta o amor e a paz de Deus através das vozes celestiais do coro”, disse ele.

Entre as cidades visitadas pelo Coral da Capela Sistina estavam Daejeon, Gwangju e Busan, onde entoou cantos gregorianos e as canções de Giovanni Pierluigi, compositor do século XVI.

John Baptist Sim Ji-won, 11, participou do concerto realizado em Daejeon e apreciou muito a performance. “As vozes dos membros do coro que tem a minha idade eram como o som do céu”, observou ele.

Evangelizar pela música

O Maestro Massimo Palombella disse que o Coral da Capela Sistina se apresenta fora do Vaticano para divulgar o Evangelho.

“Espero que nossas apresentações na Coréia tornem-se uma chance para os católicos coreanos crescerem em sua fé e que nossa presença aqui ajude os não-crentes a conhecer Deus”, disse Monsenhor Palombella.

A Conferência Episcopal da Coreia convidou o coral no âmbito da comemoração do terceiro aniversário da visita do Papa Francisco à Coreia do Sul.

 

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