2018: o ano do Laicato no Brasil

Um dos sinais mais positivos de nossos tempos é, sem dúvida, a crescente e cada vez mais intensa participação dos leigos na vida da Igreja. Nesse histórico foi tão grande o número daqueles que transmitiram a fé, que podemos dizer que foi uma “primavera”, um florescer para um novo tempo: cristãos leigos testemunhando os valores do Evangelho também no mundo econômico e político, trabalhando para que o Reino de Cristo aconteça no mundo, transformando as relações pessoais, semeando a justiça e, fazendo valer no mundo o mandamento do amor, assim, apontando para a esperança do Reino.

Leigos e leigas assumem esse compromisso no dia do batismo. São eles a maioria do povo de Deus no anúncio e no testemunho do Evangelho, os leigos são sujeitos capazes de levar Jesus Cristo a todos os recantos da terra. Leigo é aquele que é consagrado, e enquanto consagrado tem uma missão, sendo ele enviado para “atuar” no mundo que não é consagrado. Essa é a missão secular do leigo.

Vinte anos após o Concílio Vaticano II, um novo documento, escrito pelo papa João Paulo II, a Exortação Christifideles laici, trouxe novamente à luz esse tema, firmando o passo nos avanços alcançados e possibilitando novas aberturas de consciência para que o laicato se revele como verdadeiro dom de Deus para a Igreja. Justamente agora, na comemoração dos 30 anos da Christifideles laici, o Ano do Laicato nos possibilita viver intensamente essa conquista.

O tema escolhido reflete o longo trajeto de estudos realizado pela Igreja no Brasil, que teve como fruto o documento 105: “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade”, aprovado na 54ª Assembleia Geral da CNBB. Nele se acentua que o leigo é membro do corpo de Cristo Jesus, responsável pela evangelização, sendo fermento, sal da terra e luz do mundo. Esse documento vem fazendo crescer a consciência da missão do laicato em todo o Brasil e, sem dúvida, o Ano do Laicato reacende a importância da missão dos leigos. A CNBB, neste documento vem ressignificar mais as mentes e os corações, na Igreja, para uma participação mais viva e consciente.

O papel do leigo na igreja

A vocação leiga é expressão de Cristo ao próximo, por meio do sacramento do Batismo, impulsionada pela graça do Espírito Santo. Nesse sentido, não se pode “fechar” os olhos, é preciso, antes, abri-los para enxergar os leigos como protagonistas da ação evangelizadora. É com eles que a Igreja parte para sua sublime missão de levar Jesus Cristo “a todos os povos”. Basta ouvir a voz da Igreja na Lumen Gentium, dizendo que o conjunto dos fiéis é chamado por Deus a contribuir, do interior, à maneira de fermento, para a santificação do mundo, por meio do cumprimento do próprio dever, guiados pelo espírito evangélico.

A grande forma de evangelizar, então, é abraçar a vocação, de modo a ser portador da palavra, levando a Igreja ao diálogo. O catecismo apresenta uma grande diretriz sobre a vocação leiga: “Os fiéis leigos estão na linha mais avançada da vida da Igreja: graças a eles a Igreja é o princípio vital da sociedade humana. Por isso, especialmente, eles devem ter uma consciência sempre mais clara, não somente de pertencerem à Igreja, mas de ser Igreja, isto é, a comunidade dos fiéis na terra sob a direção do chefe comum, o Papa, e os bispos em comunhão com ele. Isso é a Igreja”.

É essa comunhão que une e faz Igreja plena em Jesus. A vocação leiga é ser Igreja, viver pela Igreja e viver com a Igreja. E, como Igreja, deve-se olhar para as exigências sociais que os cercam, enxergar onde elas estão e descobrir o novo que nasce para, com a graça de Deus, tornar o rosto de Cristo visível aqui na terra.

Afinal, hoje a sociedade necessita de cristãos leigos que amem o que fazem e que levem suas experiências com Cristo a todos a sua volta. Falta alegria no que se faz! Mostrar a vocação de leigo, que é ser amor de Deus ao próximo, fará transparecer a face de Jesus à sociedade, levando a verdade e a justiça na política, na educação, na saúde, ou seja, em todo lugar, sendo verdadeiramente sal e luz.

Não dá para ficar indiferente às injustiças e não levar à comunidade a esperança do amor que brota e que vem de Cristo. O mundo está à frente! O Santo Padre, o Papa Francisco, nos exorta na Evangelii Gaudium: “Saí para evangelizar, a Igreja clama por vós! Sair para ir ao encontro do outro, o que atrai e une em Cristo Jesus”. De fato, a própria vocação é viver o Batismo para o caminho da santificação, é anunciar e colaborar com uma civilização do amor, na responsabilidade de povo de Deus, fiel aos seus ensinamentos. De tal maneira que não há vocação inferior, todas são para a busca da salvação e da santificação. Por isso, a vocação leiga é ser a face de Cristo no meio da humanidade. E que cada um abrace o seu apostolado para promover verdadeiras e frutuosas vocações, uma vez que todos são chamados à santidade!

 

Diego Medeiros – 4º ano de teologia
diocesedeosasco.com.br

ONU do Brasil lança campanha pelo fim da violência contra jovens negros

A Organização das Nações Unidas no Brasil lançará, nesta terça-feira dia 7 de novembro, em Brasília, a campanha “Vidas Negras”, pelo fim da violência contra jovens negros.

A iniciativa, ligada à Década Internacional de Afrodescendentes, envolve os 26 organismos da equipe de país da ONU. O objetivo é sensibilizar sociedade, gestores públicos, sistema de Justiça, setor privado e movimentos sociais a respeito da importONU do Brasil lança campanha pelo fim da violência contra jovens negrosância de políticas de prevenção e enfrentamento da discriminação racial.

Racismo

Para a ONU, o racismo é uma das principais causas históricas da situação de violência e letalidade a que a população negra está submetida. Atualmente, um homem negro tem até 12 vezes mais chance de ser vítima de homicídio no Brasil que um não negro, segundo o Mapa da Violência.

O lançamento, com divulgação de vídeos e materiais de campanha, terá início às 15h30, na Casa da ONU, em Brasília (DF), e contará com a presença do coordenador residente das Nações Unidas, Niky Fabiancic; de representantes do governo e da sociedade civil que atuam no tema; e do ator Érico Brás – apoiador da campanha “Vidas Negras” e participante dos vídeos e peças.

No Brasil, sete em cada dez pessoas assassinadas são negras. Na faixa etária de 15 a 29 anos, são cinco vidas perdidas para a violência a cada duas horas. De 2005 a 2015, enquanto a taxa de homicídios por 100 mil habitantes teve queda de 12% entre os não negros, para os negros houve aumento de 18%.

Agenda 2030

“O Brasil é um dos 193 países comprometidos com a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Um dos principais compromissos dessa nova agenda é não deixar ninguém para trás em relação às metas de desenvolvimento sustentável, incluindo jovens negros. Com a campanha Vidas Negras, a ONU convida brasileiras e brasileiros a se engajarem e promoverem ações que garantam o futuro de jovens negros”, comenta o coordenador residente da ONU, Niky Fabiancic.

Segundo pesquisa realizada pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e pelo Senado Federal, 56% da população brasileira concorda com a afirmação de que “a morte violenta de um jovem negro choca menos a sociedade do que a morte de um jovem branco”. O dado revela o grau de indiferença com que os brasileiros têm encarado um problema que deveria ser de todos.

A campanha quer chamar atenção para o fato de que cada perda é um prejuízo para o conjunto da sociedade. Além disso, deseja alertar sobre como o racismo tem restringido a cidadania de pessoas negras de diferentes formas.

Vítimas da violência

Segundo dados recentemente divulgados pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), de cada 1 mil adolescentes brasileiros, quatro vão ser assassinados antes de completar 19 anos. Se nada for feito, serão 43 mil brasileiros entre os 12 e os 18 anos mortos de 2015 a 2021, três vezes mais negros do que brancos.

Entre os jovens, de 15 a 29, nos próximos 23 minutos, uma vida negra será perdida e um futuro cancelado, segundo o Mapa da Violência. A campanha defende que esta morte precisa ser evitada e, para isso, é necessário que Estado e sociedade se comprometam com o fim do racismo – elemento-chave na definição do perfil das vítimas da violência.

Consciência Negra

As peças da campanha abordam diferentes facetas da questão, que vão da discriminação como obstáculo à cidadania plena; passam pelo tratamento desigual de pessoas negras em espaços públicos; e pelo vazio deixado pelos jovens assassinados nas famílias e comunidades; chegando até o problema da filtragem racial (escolha de suspeitos pela polícia, com base exclusivamente na cor da pele).

Participam dos vídeos e demais materiais, além de Érico Brás, Taís Araújo, Kenia Maria, Elisa Lucinda e o Dream Team do Passinho.

A campanha, principal ação do Sistema ONU Brasil no mês da Consciência Negra, não para por aí. Ela seguirá estimulando o debate sobre a necessidade urgente de medidas voltadas para superação do racismo nos diferentes segmentos da sociedade.

 

(MJ/ACNUR Brasil)

A Regional Sul 1 da CNBB lança série de vídeos com principais ações missionárias

O lançamento aconteceu durante a 36ª. Assembleia das Igrejas Particulares, em Itaici, Indaiatuba, SP, com a participação dos organizadores do material

O Regional Sul 1 da CNBB (São Paulo) através da Comissão para ação missionária e cooperação Interclesial lançou os vídeos das Ações missionária na Amazônia e na diocese de Pemba, (Moçambique, África).

Trata-se de uma iniciativa inédita que objetiva sensibilizar, despertar a consciência missionária na Igreja do estado de São Paulo e mobilizar as diversas dioceses de todo o Estado e membros das Pastorais, Movimentos e Organismos presentes no Regional.

Para isso foi criada uma Comissão de Trabalho com a intenção de auxiliar o Regional Sul 1 na divulgação da Missão da Igreja na Amazônia e da diocese de Pemba.

A equipe é composta pelo bispo de Mogi das Cruzes Dom Pedro Luiz Stringhini (vice-presidente do Regional Sul 1), do bispo de Registro, Dom José Luiz Bertanha, presidente da Comissão para a Ação Missionária e Cooperação interclesial, dos padres Everton Aparecido (Conselho Missionário Regional – Comire), Padre João Carlos Deschamps de Almeida (Regional Sul 1 da CNBB), e do diácono Domingues ligado à área administrativa do Regional Sul 1 da CNBB, entre outros.

Assista todos os vídeos:

Além destes vídeos, a Comissão produziu folders destas ações. Estes folders podem ser adquiridos para baixar pelas Dioceses e pastorais para serem impressos para distribuição.

Dessa forma, desde sua criação, a Comissão desenvolverá diversas ações a favor da Missão da Igreja da Amazônia e diocese de Pemba. Uma primeira Ação, foi uma coleta em prol da Ação missionária àquela Igreja na África. O dinheiro arrecadado será revertido para o Fundo Missionário do Regional Sul 1. No próximo mês, a comissão irá desenvolver outras ações, como o encontro de novos missionários.

O Lançamento do material aconteceu durante a 36ª. Assembleia das Igrejas Particulares, ocorrida em outubro, em Itaici, Indaiatuba – SP.

Além disso, os materiais estão disponíveis aqui.

Folders dos Projeto Amazônia  e Projeto Pemba:

Para superar a violência, CF-2018 alerta que somos todos irmãos

A realização do Encontro de Preparação para a próxima Campanha da Fraternidade, que tem como tema “Fraternidade e superação da violência”, e como lema “Em Cristo somos todos irmãos” (Mt, 23, 8), reuniu pessoas engajadas na CF e nos trabalhos pastorais das dioceses do estado de São Paulo e representantes de diversos segmentos da sociedade civil que trabalham diretamente com a temática da violência.

O Vigário episcopal para a Região Sé e Bispo referencial para a Campanha da Fraternidade do Regional Sul I, Dom Eduardo Vieira dos Santos, esteve presente a esse encontro, fez um breve relato de como foi o evento e uma reflexão em torno da próxima CF-2108.

Foi realizado entre os dias 27 e 29 de outubro em Itaici, município de Indaiatuba, SP, o Encontro de preparação para a Campanha da Fraternidade do ano que vem, promovido pela coordenação da campanha da fraternidade do Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que compreende as dioceses do estado de São Paulo.

Com o tema FRATERNIDADE E SUPERAÇÃO DA VIOLÊNCIA e Lema: “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8), a Campanha da Fraternidade de 2018 se aproxima. Das 08 (oito) Sub-regiões que compõem o Regional Sul 1 da CNBB, do Estado de São Paulo, de um total de 42 dioceses, 38 se fizeram presente através de seus representes.

Cerca de 200 participantes, entres estes padres, diáconos, religiosos, religiosas e leigos, tendo a mim, Dom Eduardo Vieira, como bispo referencial para a Campanha da Fraternidade no Regional, participaram do encontro de formação sob a coordenação do Padre Antônio Carlos Frizzo, do secretário Antônio Evangelista (Toninho), dos subsecretários das sub-regiões pastorais, contando com a assessoria de diversos especialistas na área.

Cultura de paz mobiliza dioceses no combate à violência

A Campanha da Fraternidade promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que acontece todos os anos, desde 1961, é realizada no período da quaresma e tem como intenção chamar a atenção da Igreja e da sociedade para uma determinada situação, propondo assim a caminhada quaresmal de jejum, esmola e oração como um caminho de tomada de consciência, conversão e transformação pessoal e comunitária. No próximo ano a quaresma terá inicio no dia 14 de março, quarta feira de cinzas, quando a todos os fiéis católicos é oferecida a recepção das cinzas sobre suas cabeças, num desejo de renunciar o mal e propósito de praticar o bem, conversão. O compromisso batismal cristão de sempre se esforçar pela busca e prática o bem, fortalecido pela ação do Espírito Santo, fiel à escuta da Palavra de Deus e na prática dos sacramentos, não pode ser deixado de lado.

Com o objetivo geral de “construir a fraternidade, promovendo a cultura da paz, da reconciliação e da justiça, à luz da Palavra de Deus, como caminho de superação da violência”, ao falar da superação da violência, a Campanha da Fraternidade de 2018 visa trazer presente a reflexão sobre a atmosfera de violência na qual vive o mundo hoje, em especial o Brasil, que é um dos líderes em práticas e em perpetuação de estruturas e sistemas que geram a violência. Ela se propõe também a rezar por aqueles que sofreram violências, bem como convidar a todos para que se unam na superação de toda forma de violência e a lutar por políticas públicas que garantam a paz e a harmonia entre todos. “Convertei-vos e crede no evangelho” é o convite quaresmal. Fraternidade e superação da violência é o desejo da Campanha da Fraternidade de 2018, visto que “em Cristo somos todos irmãos”. Como um tempo forte de penitência e de mudança de vida, a quaresma nos insere no mistério de Cristo, nos possibilitando conversão e retorno àquele que por nós nasceu, morreu e ressuscitou: Cristo. Desta forma, une-se quaresma e campanha da fraternidade, como tempo de graça, de alegria, tempo de aproximação de Deus e dos irmãos.

A Campanha da Fraternidade é um instrumento à nossa disposição e de nossas comunidades para reflexão, oração e conversão, na busca nos tirar do indiferentismo, muitas vezes despercebido por nós, nos tornando assim mais fraternos, mais solidários, mais irmãos. A Campanha da Fraternidade “nos desperta para uma cultura de fraternidade, apontando os princípios de justiça, denunciando ameaças e violações da dignidade e dos direitos, abrindo caminhos de solidariedade: Como meu Pai me ama, assim também Eu vos amo. Permanecei no meu amor” (Jo 15, 9). Não nos cansemos de trabalhar para que toda forma de violência, de desamor e de exclusão dê lugar à paz, ao perdão e à fraternidade, fazendo assim acontecer entre nós o Reino de Deus. “em Cristo somos todos irmãos”.

Confira no Portal Kairós todas as informações sobre a CF 2018 sempre atualizadas.

Dom Eduardo Vieira dos Santos é Bispo auxiliar de São Paulo, Vigário episcopal para a Região Sé e Bispo referencial para a Campanha da Fraternidade – Regional Sul I.

O que o Padre Zezinho acha da CNBB e você?

Ao contrário do que muitos pensam, a CNBB é uma organização oficial da igreja católica.

Você que usa minha página do Facebook para dialogar já deve ter lido os que aprovam a CNBB e os que mostram seu descontentamento e até sua raiva contra os bispos do Brasil.

Se você é católico e continua querendo ser católico entenda que isto de ofender os bispos do Brasil nunca foi nem nunca será catolicismo. Quem os ataca, em geral vem do viés conservador e anticomunista. Então, qualquer coisa que os bispos dizem, se não for conservador será todo como marxista, comunista ou anticatólico.

Por outro lado, os esquerdistas juramentados também agridem a CNBB toda vez que ela não defende ideias da esquerda.

Não lhes ocorre que estes bispos falam baseados nas encíclicas sociais dos últimos 9 papas desde o Concilio Vaticano II. Então, estão atacando 9 papas desde Leão XIII que escreveram sobre nossa doutrina social que não é nem conservadora nem comunista.

O viés desses católicos que atacam a CNBB é político. E eu também faço e prego política católica. Não sou nem esquerdista nem direitista. Sou padre católico que defende os papas e as mais de 50 encíclicas sociais que eles escreveram.

Não poderia ser diferente a reação desses católicos direitistas ou esquerdistas contra a CNBB. Não querem doutrina católica. Querem uma CNBB ou direitista ou esquerdista, mas não querem a CNBB católica.

Estudo e escrevo e leio a doutrina católica há 50 anos e impressiona-me a agressão e o quase ódio de alguns católicos contra a CNBB.

Eles têm opinião e eu também tenho. Eles não têm medo de bater contra a CNBB e eu não tenho medo desses católicos políticos irados. Já faz tempo que decidiram ser mais direitistas ou esquerdistas do que católicos.

Os bispos falaram. Quem era a favor continua a favor e quem era contra vai continuar contra. Para eles, a questão não é a fé nem catequese: é sua visão política radical. Não querem diálogo. Não querem ouvir os bispos.

Alguns deixaram minha página me ofendendo. Outros continuam ofendendo nossos bispos até que eu os exclua. E outros aceitam o diálogo. Como a página é minha, minha opinião é a favor da CNBB e dos bispos do Brasil.

E assino em baixo disso!

 

Pe. Zezinho, scj
https://www.facebook.com/padrezezinhoscj/