Resumo do Texto-base da Campanha da Fraternidade 2018

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2018

Tema: Fraternidade e superação da violência
Lema: “Vós sois todos irmãos” (cf. Mt 23,8)

Objetivo Geral
Construir a fraternidade, promovendo a cultura da paz, da reconciliação e da justiça, à luz da Palavra de Deus, como caminho de superação da violência.

Objetivos específicos

01 – Anunciar a Boa Nova da fraternidade e da paz, estimulando ações concretas que expressem a conversão e a reconciliação no espírito quaresmal.
02 – Analisar as múltiplas formas de violência, considerando suas causas e consequências na sociedade brasileira, especialmente as provocadas pelo tráfico de drogas;
03 – Identificar o alcance da violência nas realidades urbana e rural de nosso país, propondo caminhos de superação a partir do diálogo, da misericórdia e da justiça em sintonia com o Ensino Social da Igreja.
04 – Valorizar a família e a escola como espaços de convivência fraterna, de educação para a paz e de testemunho do amor e do perdão
05 – Identificar, acompanhar e reivindicar políticas públicas de superação da desigualdade social e da violência.
06 – Estimular as comunidades cristãs, pastorais, associações religiosas e movimentos eclesiais ao compromisso com ações que levem à superação da violência.
07 – Apoiar os centros de direitos humanos, comissões de justiça e paz, conselhos paritários de direitos e organizações da sociedade civil que trabalham para a superação da violência. Reflexões que podem iluminar o tema da CF 2018.

VER

Dividido em 3 eixos: histórico-antropológica, sócio estrutural e manifestações Violência e suas manifestações na sociedade

01 – A violência na convivência humana

a – Definição do conceito violência
b – A violência na história do Brasil
c – Constatação da cultura da negação do outro (fenômenos: individualismos, não abertura a alteridade; criação ideológica de necessidades e felicidade, enfraquecimento dos projetos de vida, cultura do descarte)

02 – A violência e as estruturas sociais

a – Economia/ mercado
b – Acumulação do capital
c – Consumo
d – Desigualdade e violência promovida pela lógica do mercado
e – Violação dos direitos fundamentais

03 – Violência e algumas manifestações na sociedade

a – Drogas
b – Processo de criminalização institucional (negligência do Estado em relação às políticas sociais; justiça punitiva)
c – Sujeitos violentados: juventude pobre e negra; povos indígenas, mulheres (feminicídio); exploração sexual e tráfico humano, mundo do trabalho
d – Violência no contexto urbano e rural (conflito pela terra)
e – Intolerância (raça, gênero e religião)
f – violência verbal
g – violência no trânsito
h – violência doméstica

 

JULGAR

Dividido em 2 eixos: Sagrada Escritura e Magistério

01 – Sagrada Escritura

Mt 23, 8: Vós sois todos irmãos!
Gn 2,4-25: Harmonia do Paraíso
Gn 3, 1-24: A violência fruto do pecado do homem
Gn 4, 1-16: A morte de Abel
Gn 20- 24: Ruptura da aliança: o mal que se espalha
Jn: Livro de Jonas: o profeta em meio a violência
Sl 122 (121): Pedido de paz para Jerusalém
Mc 7,14ss: A violência presente no coração do homem
Mt 16,1-4: O sinal de Jonas
Mt 5,9: As bem- aventuranças
Ap 21- 22: A nova Jerusalém

Outras citações:
Complementos que não aparecem no texto-base da CF 2018.

Dt 21,5
Mas ela lhe disse: “Não, meu irmão! Não me faça essa violência. Não se faz uma coisa dessas em Israel! Não cometa essa loucura.

2 Sm 13,12
Davi saiu ao encontro deles e lhes disse: “Se vocês vieram em paz, para me ajudarem, estou pronto a recebê-los. Mas, se querem trair-me e entregar-me aos meus inimigos, sendo que as minhas mãos não cometeram violência, que o Deus de nossos antepassados veja isso e julgue vocês”.

1 Cr 12,17
apesar de não haver violência em minhas mãos e de ser pura a minha oração.

Is 59,6
Não se ouvirá mais falar de violência em sua terra, nem de ruína e destruição dentro de suas fronteiras. Os seus muros você chamará salvação, e as suas portas, louvor.

Ez 28,16
“Assim diz o Soberano, o Senhor: Vocês já foram longe demais, ó príncipes de Israel! Abandonem a violência e a opressão e façam o que é justo e direito. Parem de apossar-se do que é do meu povo. Palavra do Soberano, o Senhor.

Jl 3,19
Cubram-se de pano de saco, homens e animais. E todos clamem a Deus com todas as suas forças. Deixem os maus caminhos e a violência.

Mq 2,2
Até quando, Senhor, clamarei por socorro, sem que tu ouças?
Até quando gritarei a ti: “Violência!” sem que tragas salvação? Jo 14:27
Deixo a paz a vocês; a minha paz dou a vocês.
Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo.

Rm 8:6
A mentalidade da carne é morte, mas a mentalidade do Espírito é vida e paz;

Fl 4:6-7
E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus.

02 – Magistério

Gaudium et spes (Cap. V)
Pacem in Terris
Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI: mensagens para o Dia Mundial da Paz
Francisco: o gesto de oração e diálogo (Com Perez e Abbas)

 

AGIR

Dividido em 3 eixos: Pessoa e família; Comunidade e Sociedade

01 – Pessoa e família e a superação da violência

a – Conversão pessoal e familiar à cultura da não violência.
b – Cultura da empatia: não somos adversários, mas irmãos.

02 – Comunidade e a superação da violência

a – As conquistas e experiências da comunidade eclesial na superação da violência
b – As obras sociais da comunidade eclesial como caminho para a superação da violência.
c – Promoção eclesial de uma espiritualidade que desperte para superação da violência.
d – Ecumenismo e Diálogo inter-religioso como caminho de superação da intolerância religiosa.

03 – A sociedade e a superação da violência

a – As diversas iniciativas sociais como promotoras da cultura.

Ano B – São Marcos
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CNBB
Portal Kairós

Primeiro material de formação sobre a Campanha da Fraternidade 2018

No Brasil, os homicídios dolosos são uma triste realidade: 56.000 pessoas são assassinadas todos os anos no País, o que equivale a 29 vítimas por 100.000 habitantes.

Com o tema, lema e objetivos da Campanha da Fraternidade 2018 definidos, podemos começar os nossos estudos.

O grande desafio daqui pra frente não é somente saber conteúdos, posto que esses estão disponíveis na Internet, mas quais informações são importantes e relevantes para o seu crescimento e da comunidade, como essas informações vão mudar o modo de ver o mundo e de fazer as pessoas crescerem espiritualmente.

A sociedade do conhecimento inaugurou uma nova era. Participe de redes sociais, se inscreva, interaja mais, colabore com o que você sabe e pergunte mais, procure saber, trocar ideias e informações. Não basta ter acesso ao dicionário gigante de informações é preciso que ele faça sentido a todos nós e o laboratório de troca de experiências são as redes sociais. E tenha um filtro para as chamadas “Fake News” (notícias e artigos falsos), não compartilhe sem saber a fonte e a veracidade dos fatos.

Acompanhe aqui no Portal Kairós todos os materiais e notícias da Campanha do ano que vem.


Baixe o primeiro material de formação e estudo sobre a CF 2018 –  155 páginas


Objetivo geral:
“Construir a fraternidade, promovendo a cultura da paz, da reconciliação e da justiça, à luz da Palavra de Deus, como caminho de superação da violência.

Objetivos específicos:
01 – Anunciar a Boa Nova da fraternidade e da paz, estimulando ações concretas que expressem a conversão e a reconciliação no espírito quaresmal.

02 – Analisar as múltiplas formas de violência, considerando suas causas e consequências na sociedade brasileira, especialmente as provocadas pelo tráfico de drogas;

03 – Identificar o alcance da violência nas realidades urbana e rural de nosso país, propondo caminhos de superação a partir do diálogo, da misericórdia e da justiça em sintonia com o Ensino Social da Igreja.

04 – Valorizar a família e a escola como espaços de convivência fraterna, de educação para a paz e de testemunho do amor e do perdão.

05 – Identificar, acompanhar e reivindicar políticas públicas de superação da desigualdade social e da violência.

06 – Estimular as comunidades cristãs, pastorais, associações religiosas e movimentos eclesiais ao compromisso com ações que levem à superação da violência.

07 – Apoiar os centros de direitos humanos, comissões de justiça e paz, conselhos paritários de direitos e organizações da sociedade civil que trabalham para a superação da violência.

 

Portal Kairós

Concurso para o Cartaz oficial da Campanha da Fraternidade 2018

Violência urbana: triste realidade do Brasil

Processo de escolha do Cartaz oficial da Campanha da Fraternidade 2018

I – A Campanha da Fraternidade – CF

Em 1964, em pleno desenvolvimento do Concílio Vaticano II, realizou-se a primeira Campanha da Fraternidade, em âmbito nacional, sob os cuidados da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB.
Expressão de comunhão, conversão e partilha, a Campanha da Fraternidade tem como objetivos permanentes: 1. Despertar o espírito comunitário e cristão na busca do bem comum; 2. Educar para a vida em fraternidade; 3. Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação evangelizadora, em vista de uma sociedade justa e solidária.
A cada ano, os Bispos do Conselho Episcopal Pastoral (CONSEP) da CNBB, acolhendo as sugestões vindas dos Regionais da CNBB, das organizações eclesiais, escolhem um tema e um lema para chamar a atenção sobre alguma situação que, na sociedade, precisa de cuidados para o bem de todos.
Para o ano de 2018, foi escolhido o tema “FRATERNIDADE E SUPERAÇÃO DA VIOLÊNCIA”, e o lema: “VÓS SOIS TODOS IRMÃOS” (Mt 28,3),

Objetivo geral: “Construir a fraternidade, promovendo a cultura da paz, da reconciliação e da justiça, à luz da Palavra de Deus, como caminho de superação da violência.

Objetivos específicos:
01 – Anunciar a Boa Nova da fraternidade e da paz, estimulando ações concretas que expressem a conversão e a reconciliação no espírito quaresmal.
02 – Analisar as múltiplas formas de violência, considerando suas causas e consequências na sociedade brasileira, especialmente as provocadas pelo tráfico de drogas;
03 – Identificar o alcance da violência nas realidades urbana e rural de nosso país, propondo caminhos de superação a partir do diálogo, da misericórdia e da justiça em sintonia com o Ensino Social da Igreja.
04 – Valorizar a família e a escola como espaços de convivência fraterna, de educação para a paz e de testemunho do amor e do perdão.
05 – Identificar, acompanhar e reivindicar políticas públicas de superação da desigualdade social e da violência.
06 – Estimular as comunidades cristãs, pastorais, associações religiosas e movimentos eclesiais ao compromisso com ações que levem à superação da violência.
07 – Apoiar os centros de direitos humanos, comissões de justiça e paz, conselhos paritários de direitos e organizações da sociedade civil que trabalham para a superação da violência.

II – O Tema da CF 2018

O tema da CF 2018 pretende considerar que a violência nunca constitui uma resposta justa. A Igreja proclama, com a convicção da sua fé em Cristo e com a consciência de sua missão, que a violência é um mal, que a violência é inaceitável como solução para os problemas, que a violência não é digna do homem. A violência é mentira que se opõe à verdade da nossa fé, à verdade da nossa humanidade. A violência destrói o que ambiciona defender: a dignidade, a vida, a liberdade dos seres humanos.

A busca de soluções alternativas à violência para resolver os conflitos assumiu atualmente um caráter de dramática urgência. É, portanto, essencial a busca das causas que originam a violência, em primeiro lugar as que se ligam a situações estruturais de injustiça, de miséria, de exploração, sobre as quais é necessário intervir com o objetivo de superá-las. (Cf. Compêndio da Doutrina Social da Igreja).

A proposta é a superação da violência, e nos ajuda nessa reflexão o discurso do Papa Francisco no encontro com os presidentes Abbas e Peres, no ano 2014: “Ouvimos uma chamada e devemos responder: a chamada a romper a espiral do ódio e da violência, a rompê-la com uma única palavra: “irmão”. Mas, para dizer esta palavra, devemos todos levantar os olhos ao Céu e reconhecer-nos filhos de um único Pai”.

III – O Lema da CF 2018

O lema da CF 2018 busca resgatar o sentido da Fraternidade dos povos somos todos irmãos e irmãs filhos e filhas de um mesmo Pai por isso iluminados pelo Evangelho do Reino somos chamados a não violência.

A mensagem do Papa Francisco para o 47º Dia mundial da Paz nos ajuda aprofundar essa realidade: “Surge espontaneamente a pergunta: poderão um dia os homens e as mulheres deste mundo corresponder plenamente ao anseio de fraternidade, gravado neles por Deus Pai? Conseguirão, meramente com as suas forças, vencer a indiferença, o egoísmo e o ódio, aceitar as legítimas diferenças que caracterizam os irmãos e as irmãs?

Parafraseando as palavras do Senhor Jesus, poderemos sintetizar assim a resposta que Ele nos dá: dado que há um só Pai, que é Deus, vós sois todos irmãos ( Mt 23,9). A raiz da fraternidade está contida na paternidade de Deus. Não se trata de uma paternidade genérica, indistinta e historicamente ineficaz, mas do amor pessoal, solícito e extraordinariamente concreto de Deus por cada um dos homens (Mt 6, 25-30). Trata-se, por conseguinte, de uma paternidade eficazmente geradora de fraternidade, porque o amor de Deus, quando é acolhido, torna-se no mais admirável agente de transformação da vida e das relações com o outro, abrindo os seres humanos à solidariedade e à partilha ativa.

Em particular, a fraternidade humana foi regenerada em e por Jesus Cristo, com a sua morte e ressurreição. A cruz é o “lugar” definitivo de fundação da fraternidade que os homens, por si sós, não são capazes de gerar. Jesus Cristo, que assumiu a natureza humana para a redimir, amando o Pai até à morte e morte de cruz (Fl 2, 8), por meio da sua ressurreição constitui-nos como humanidade nova, em plena comunhão com a vontade de Deus, com o seu projeto, que inclui a realização plena da vocação à fraternidade.

IV – A elaboração do Cartaz da CF 2018

a) O Cartaz deverá conter, além da arte, os dizeres: “Campanha da Fraternidade 2018”; “Fraternidade e superação da violência” e “Vós sois todos irmãos (Mt 28,3);
b) Visibilizar uma mensagem clara… possível de ser lida e entendida a uma razoável distância (10m). A ideia do Tema e do Lema deve ser facilmente assimilada pelo público.
c) Que seja de fácil/imediata leitura/assimilação por parte das pessoas ou do público a quem se dirige…
d) Apresentar uma mensagem que cause impacto no público…
e) Ante estas considerações, como deve ser o título/tema/ideia central do Cartaz (fonte, tamanho, cor, localização…) considerando ainda que o Cartaz da CF conjuga mensagem de texto (com diversas informações – ordem de prioridade/ importância…) e mensagem de imagem…?
f) Destaque maior ao Tema da CF.
g) Destaque um pouco menor ao Lema, mas destaque.
h) De forma mais reduzida as demais informações do Cartaz….
i) Não sobrecarregar demais o Cartaz (dizeres, imagens/desenhos…) – Confunde, diminui a assimilação da mensagem forte desse instrumento/meio de divulgação…
j) Pensar uma arte que seja viável para ser aplicada além do Cartaz, como por exemplo: adesivo, camiseta, bonés, mochilas.

V – Prazos, escolha e cessão de direitos

01 – O Cartaz deverá ser enviado à CNBB (endereço abaixo) até o dia 20 de julho de 2017;
02 – O Conselho Episcopal Pastoral (CONSEP) da CNBB procederá a escolha do Cartaz, tendo liberdade para sugerir as modificações que acharem necessárias para o bem pastoral da Conferência a ser distribuído em todo o território nacional;
03 – O autor do Cartaz escolhido será premiado com o Manual com os subsídios da CF 2017 e terá o nome em todos os textos impressos;
04 – Após aprovado o cartaz serão inseridos: o dia da Coleta nacional da solidariedade e as logomarcas da Campanha e da CNBB
05 – O Cartaz deverá ser acompanhado do termo de Cessão Gratuita de Direitos Autorais (ver modelo no site da CNBB), sem o qual o autor estará impedido de participar do concurso.
06 – O Cartaz deverá ser endereçado à:
CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL – CNBB
Setor Campanhas
SE/SUL – Quadra 801 – Conjunto ‘B’
70.200-014 – BRASÍLIA-DF

Edital em PDF

Os Bispos do Conselho Episcopal Pastoral (CONSEP) agradecem aos que se sentiram inspirados a partilhar do seu talento para construir o instrumental capaz de fazer chegar ao coração de cada irmão e irmã a mensagem de Jesus, nosso Senhor e Salvador.
Por intercessão de Nossa Mãe Aparecida, desça sobre o povo brasileiro a bênção de Deus Pai e Filho e Espírito Santo.
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB


CNBB

Edição e adaptação: Portal Kairós

CNBB lança edital de concurso do cartaz da CF 2018

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou no dia 20 de junho, o concurso para a escolha do cartaz da CF 2018. Os interessados deverão enviar suas propostas até o dia 20 de julho.

Embora muitos avanços tenham sido alcançados com a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), ainda assim, hoje, contabilizamos 4,8 assassinatos a cada 100 mil mulheres, número que coloca o Brasil no 5º lugar no ranking de países nesse tipo de crime.

Com base no tema da Campanha da Fraternidade 2018 “Fraternidade e superação da violência” e o lema “Vós sois todos irmãos”, o cartaz da Campanha da Fraternidade deverá conter além da arte, os dizeres do título e do lema. Além disso, é exigido também que a mensagem possa ser lida, entendida e assimilada pelo público a uma razoável distância de 10 metros.

Em relação às características, o edital sugere que a mensagem exposta no cartaz apresente um impacto no público e dê um maior destaque ao tema e, posteriormente, ao lema. Também é proposto que o candidato pense em uma arte que seja viável para ser aplicada além do cartaz como por exemplo, adesivo, camiseta, bonés, mochilas.

As criações deverão ser encaminhadas à sede da CNBB até o dia 20 de julho. O Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da CNBB procederá a escolha do cartaz, tendo liberdade para sugerir as modificações necessárias. O autor será premiado com o manual dos subsídios da CF 2017 e terá o nome em todos os textos impressos.

“Os bispos do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) agradecem aos que se sentiram inspirados a partilhar do seu talento para construir o instrumental capaz de fazer chegar ao coração de cada irmão e irmã a mensagem de Jesus, nosso Senhor e Salvador. Por intercessão de Nossa Mãe Aparecida, desça sobre o povo brasileiro a bênção de Deus Pai e Filho e Espírito Santo”.

Confira o edital completo

Campanha da Fraternidade

Em 1964, em pleno desenvolvimento do Concílio Vaticano II, realizou-se a primeira Campanha da Fraternidade, em âmbito nacional, sob os cuidados da CNBB. Expressão de comunhão, conversão e partilha, a CF tem como objetivos permanentes despertar o espírito comunitário e cristão na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade e renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação evangelizadora, em vista de uma sociedade justa e solidária.

A cada ano, os bispos do Consep da CNBB, acolhendo as sugestões vindas dos regionais da CNBB, das organizações eclesiais, escolhem um tema e um lema para chamar a atenção sobre alguma situação que, na sociedade, precisa de cuidados para o bem de todos. Para o ano de 2018, foi escolhido o tema “Fraternidade e superação da violência” e o lema: “Vós sois todos irmãos” (Mt 28,3). Um dos objetivos este ano é “construir a fraternidade, promovendo a cultura da paz, da reconciliação e da justiça, à luz da Palavra de Deus, como caminho de superação da violência”.

 

CNBB
Portal Kairós

Assassinatos de Jovens entrarão na pauta da Campanha da Fraternidade 2018

Assassinatos de Jovens entrarão na pauta da Campanha da Fraternidade 2018

Os assassinatos de jovens no Brasil entrarão na pauta da Campanha da Fraternidade em 2018, cujo tema central será Fraternidade e Superação da Violência. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (17), pelo arcebispo primaz do Brasil e titular da Arquidiocese Salvador, Dom Murillo Krieger, que recebeu a visita da senadora Lídice da Mata (PSB-BA) e do ex-vereador Fernando Schimidt.

Durante o encontro, que ocorreu na Cúria Metropolitana, no bairro do Garcia, em Salvador, a senadora entregou ao arcebispo um exemplar do relatório da CPI do Senado que investigou os assassinatos de jovens no Brasil, com audiências em todas as regiões do País, à qual ela foi presidente. “É um documento que traz relatos de mães e avaliações dos principais especialistas do Brasil no tema  violência e segurança pública. Creio que esse relatório vai contribuir com a campanha que será coordenada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)”, avaliou Lídice que também conversou sobre temas como a Reforma da Previdência e a Lei da Terceirização com Dom Murillo.

Os assassinatos de Jovens estarão na pauta da CF 2018

Conheça Dom Murilo S. R. Krieger

Ordenação Presbiteral: 07/12/1969
Ordenação Episcopal: 28/04/1985
Nomeação como Arcebispo de São Salvador da Bahia: 12/01/2011
Posse como Arcebispo de São Salvador da Bahia: 25/03/2011
Lema: “Deus é amor”

Catarinense de Brusque, onde nasceu a 19 de setembro de 1943, Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, scj, teve a vocação sacerdotal despertada ainda quando criança. Realizou os estudos de primeiro e segundo graus no Seminário de Corupá, SC, na Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus. Após receber a Ordenação Episcopal, trabalhou com Dom Afonso até março de 1991 e com Dom Eusébio Oscar Scheid de março a junho de 1991. Nesse ano, no dia 22 de julho, assumiu a Diocese de Ponta Grossa, PR.

No dia 11 de julho de 1997, assumiu a Arquidiocese de Maringá, no Paraná. Dom Murilo foi nomeado Arcebispo de Florianópolis em 20 de fevereiro de 2002, assumindo essa Arquidiocese no dia 27 de abril de 2002. A posse na Arquidiocese de Salvador aconteceu em 25 de março de 2011.

Dom Murilo é autor de vários livros, escreve em revistas e jornais e tem programas na televisão e na Rádio Excelsior da Bahia, sempre com o intuito de evangelizar. Dentre as obras publicadas, destacam-se: Shalom: A Paz ao Alcance da Juventude (Loyola); O Primeiro, o Último, o Único Natal (Loyola); Com Maria, a Mãe de Jesus (Paulinas); Um mês com Maria (Paulinas); Anunciai a Boa Nova (Canção Nova); Dai-lhes vós mesmos de comer (CNBB) e Se eu tivesse uma câmera digital… (Paulinas).