Posts

A Regional Sul 1 da CNBB lança série de vídeos com principais ações missionárias

O lançamento aconteceu durante a 36ª. Assembleia das Igrejas Particulares, em Itaici, Indaiatuba, SP, com a participação dos organizadores do material

O Regional Sul 1 da CNBB (São Paulo) através da Comissão para ação missionária e cooperação Interclesial lançou os vídeos das Ações missionária na Amazônia e na diocese de Pemba, (Moçambique, África).

Trata-se de uma iniciativa inédita que objetiva sensibilizar, despertar a consciência missionária na Igreja do estado de São Paulo e mobilizar as diversas dioceses de todo o Estado e membros das Pastorais, Movimentos e Organismos presentes no Regional.

Para isso foi criada uma Comissão de Trabalho com a intenção de auxiliar o Regional Sul 1 na divulgação da Missão da Igreja na Amazônia e da diocese de Pemba.

A equipe é composta pelo bispo de Mogi das Cruzes Dom Pedro Luiz Stringhini (vice-presidente do Regional Sul 1), do bispo de Registro, Dom José Luiz Bertanha, presidente da Comissão para a Ação Missionária e Cooperação interclesial, dos padres Everton Aparecido (Conselho Missionário Regional – Comire), Padre João Carlos Deschamps de Almeida (Regional Sul 1 da CNBB), e do diácono Domingues ligado à área administrativa do Regional Sul 1 da CNBB, entre outros.

Assista todos os vídeos:

Além destes vídeos, a Comissão produziu folders destas ações. Estes folders podem ser adquiridos para baixar pelas Dioceses e pastorais para serem impressos para distribuição.

Dessa forma, desde sua criação, a Comissão desenvolverá diversas ações a favor da Missão da Igreja da Amazônia e diocese de Pemba. Uma primeira Ação, foi uma coleta em prol da Ação missionária àquela Igreja na África. O dinheiro arrecadado será revertido para o Fundo Missionário do Regional Sul 1. No próximo mês, a comissão irá desenvolver outras ações, como o encontro de novos missionários.

O Lançamento do material aconteceu durante a 36ª. Assembleia das Igrejas Particulares, ocorrida em outubro, em Itaici, Indaiatuba – SP.

Além disso, os materiais estão disponíveis aqui.

Folders dos Projeto Amazônia  e Projeto Pemba:

O que o Padre Zezinho acha da CNBB e você?

Ao contrário do que muitos pensam, a CNBB é uma organização oficial da igreja católica.

Você que usa minha página do Facebook para dialogar já deve ter lido os que aprovam a CNBB e os que mostram seu descontentamento e até sua raiva contra os bispos do Brasil.

Se você é católico e continua querendo ser católico entenda que isto de ofender os bispos do Brasil nunca foi nem nunca será catolicismo. Quem os ataca, em geral vem do viés conservador e anticomunista. Então, qualquer coisa que os bispos dizem, se não for conservador será todo como marxista, comunista ou anticatólico.

Por outro lado, os esquerdistas juramentados também agridem a CNBB toda vez que ela não defende ideias da esquerda.

Não lhes ocorre que estes bispos falam baseados nas encíclicas sociais dos últimos 9 papas desde o Concilio Vaticano II. Então, estão atacando 9 papas desde Leão XIII que escreveram sobre nossa doutrina social que não é nem conservadora nem comunista.

O viés desses católicos que atacam a CNBB é político. E eu também faço e prego política católica. Não sou nem esquerdista nem direitista. Sou padre católico que defende os papas e as mais de 50 encíclicas sociais que eles escreveram.

Não poderia ser diferente a reação desses católicos direitistas ou esquerdistas contra a CNBB. Não querem doutrina católica. Querem uma CNBB ou direitista ou esquerdista, mas não querem a CNBB católica.

Estudo e escrevo e leio a doutrina católica há 50 anos e impressiona-me a agressão e o quase ódio de alguns católicos contra a CNBB.

Eles têm opinião e eu também tenho. Eles não têm medo de bater contra a CNBB e eu não tenho medo desses católicos políticos irados. Já faz tempo que decidiram ser mais direitistas ou esquerdistas do que católicos.

Os bispos falaram. Quem era a favor continua a favor e quem era contra vai continuar contra. Para eles, a questão não é a fé nem catequese: é sua visão política radical. Não querem diálogo. Não querem ouvir os bispos.

Alguns deixaram minha página me ofendendo. Outros continuam ofendendo nossos bispos até que eu os exclua. E outros aceitam o diálogo. Como a página é minha, minha opinião é a favor da CNBB e dos bispos do Brasil.

E assino em baixo disso!

 

Pe. Zezinho, scj
https://www.facebook.com/padrezezinhoscj/

Mensagem oficial da CNBB sobre a polêmica que tomou conta do Brasil

Por meio de nota, divulgada em coletiva de imprensa na sede provisória da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília (DF), a presidência da CNBB manifestou mais uma vez sua apreensão e indignação com a grave realidade político-social vivida pelo país, que afeta tanto a população quanto as instituições brasileiras. No texto, a entidade repudia a falta de ética que se instalou nas instituições públicas, empresas, grupos sociais e na atuação de inúmeros políticos que “traindo a missão para a qual foram eleitos, jogam a atividade política no descrédito”.

A Conferência criticou também a apatia e o desinteresse pela política, que cresce cada dia mais no meio da população brasileira, inclusive nos movimentos sociais. Apesar de tudo, a entidade diz que é preciso vencer a tentação do desânimo, pois só uma reação do povo, consciente e organizado, no exercício de sua cidadania é capaz de purificar a política e a esperança dos cidadãos que “parecem não mais acreditar na força transformadora e renovadora do voto”.

“A arte é como uma porta aberta para o infinito, para uma beleza e para uma verdade que vão mais além da vida quotidiana” (Bento XVI – 2011)

Vencer a intolerância e o fundamentalismo

Confira, abaixo, a nota na íntegra:

“E Deus viu tudo quanto havia feito, e era muito bom” (Gn 1,31)

Os bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunidos em Brasília de 24 a 26 de outubro de 2017, dirigem esta mensagem ao povo brasileiro, diante de recentes fatos que, em nome da arte e da cultura, desrespeitaram a sexualidade humana e vilipendiaram símbolos e sinais religiosos, dentre eles o crucifixo e a Eucaristia, tão caros à fé dos católicos.

Em toda sua história, a Igreja sempre valorizou a cultura e a arte, por revelarem a grandeza da pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, fazendo emergir a beleza que conduz ao divino. “A arte é como uma porta aberta para o infinito, para uma beleza e para uma verdade que vão mais além da vida quotidiana” (Bento XVI – 2011). O mundo no qual vivemos, ensina Paulo VI, precisa de beleza para não cair no desespero (Cf. Mensagem aos Artistas – 1965).

Reconhecemos que “para transmitir a mensagem que Cristo lhe confiou, a Igreja tem necessidade da arte” (São João Paulo II – Carta aos artistas 1999). Somos, por isso, agradecidos aos artistas pela infinidade de obras que enriquecem a cultura, animam o espírito e inspiram a fé. Merecem destaque a pintura, a música, a arquitetura, a escultura e tantas outras expressões artísticas que ressaltam a beleza da criação, do ser humano, da sexualidade, e o espírito religioso do povo brasileiro. Arte e fé, portanto, devem caminhar unidas, numa harmonia que respeita os valores e a sensibilidade de cada uma e de toda pessoa humana na sua cultura e nos seus valores.

Lamentavelmente, crescem em nosso meio o desrespeito e a intolerância que destroem esta harmonia, que deve marcar a relação da arte com a fé, da cultura com as religiões. Se, por um lado, a arte deve ser livre e criativa, por outro, os artistas e responsáveis pela promoção artística não podem desconsiderar os sentimentos de um povo ou de grupos que vivem valores, muitas vezes, revestidos de uma sacralidade inviolável. O desrespeito e a intolerância, por parte de artistas para com esses valores, fecham as portas ao diálogo, constroem muros e impedem a cultura do encontro. Preocupam, portanto, o nível e a abrangência destas intolerâncias que, demasiadamente alimentadas em redes sociais, têm levado pessoas e grupos a radicalismos que põem em risco o justo apreço pela arte, a autêntica liberdade, a sexualidade, os direitos humanos, a democracia do País.

Vivemos numa sociedade pluralista, por isto, precisamos saber conviver com os diferentes. Isso, contudo, não subtrai à Igreja o direito de anunciar o Evangelho e as verdades nele contidas, a respeito de Deus, do ser humano e da criação. Em desacordo com ideologias como a de gênero, é nosso dever ressaltar, sempre mais, a beleza do homem e da mulher, tais como Deus os criou, bem como os valores da fé, expressos também nos símbolos religiosos que, com sua arte e beleza, nos remetem a Deus. Desrespeitar estes símbolos é vilipendiar o coração de quem os considera instrumentos sagrados na sua relação com Deus, além de constituir crime previsto no Código Penal.

Animamos a sociedade brasileira a promover o diálogo e o encontro, por meio dos quais as pessoas, em suas diferenças, respeitam e exigem respeito, e permitem sentir a riqueza que cada um traz dentro de si.

Nossa Senhora Aparecida, Mãe e Padroeira dos brasileiros, nos ensine o caminho da beleza e do amor, da fraternidade e da paz.

Brasília, 26 de outubro de 2017

Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

Seminário aprofunda o tema da violência para a CF 2018

De 22 a 23 de agosto, acontece no Centro Cultural Missionário (CCM), em Brasília, o Seminário Nacional da Campanha da Fraternidade (CF) 2018, cujo tema é “Fraternidade e Violência”. A atividade tem como objetivo avaliar como foi realizada a CF 2017 nos 18 regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e aprofundar o tema da próxima campanha para difundi-lo por meio de seminários regionais.

Segundo o secretário executivo da CF da CNBB, padre Luís Fernando, a mística que vai impulsionar a CF-2018 é a da Igreja em comunhão e participação. “A Igreja vai multiplicando sua mensagem profética por meio do compromisso dos fiéis leigos e leigas que atuam nos Regionais”, acredita.

O secretário executivo afirma que o seminário será um momento de revisitar a história da Campanha da Fraternidade e projetar os passos da próxima. “O seminário é núcleo primeiro que colabora com a multiplicação da CF no Brasil”, disse.

Representantes dos 18 regionais no Seminário Nacional

Violência mapeada

A atividade contará com a presença dos autores do texto-base da CF 2018, que ainda está em preparação. O professor da Puc-Minas, Robson Sávio Reis Souza, é um deles e fará um mapeamento da violência no Brasil.

A programação ainda contará com o aprofundamento dos caminhos sugeridos pela bíblia para a superação da violência a ser feito pelo padre Luís Fernando, secretário executivo da CF da CNBB. O professor Antônio Evangelista, de São Paulo, apresentará pistas para ações concretas da CF.

Durante o seminário, também serão apresentadas as versões, ainda em processo de acabamento, do hino e do cartaz da CF 2018. Participam da atividade 40 pessoas representando os 18 regionais da CNBB, cujo papel é multiplicar a mensagem da CF nos seus respectivos regionais.

Gravação do Hino da CF-2018

Andréia Zanardi (primeiro plano da foto) “Boa tarde, pessoal! No CD da Campanha da Fraternidade 2018, que terá como tema Fraternidade e superação da violência, vcs ouvirão nossas vozes, com arranjos do Maestro Luiz Karam.”

Refrão do Hino Oficial da Campanha da Fraternidade 2018:

“Fraternidade é superar a violência
É derramar em vez de sangue mais perdão
É fermentar na humanidade o amor fraterno
Pois Jesus disse que somos todos irmãos
Pois Jesus disse que somos todos irmãos”

Letra: Frei Zilmar Augusto, OFM
Música: Pe. Wallison Rodrigues

LEIA MAIS

CNBB define tema da Campanha da Fraternidade 2019

Políticas públicas são conjuntos de programas, ações e atividades desenvolvidas pelo Estado diretamente ou indiretamente, com a participação de entes públicos ou privados, que visam assegurar determinado direito de cidadania, de forma difusa ou para determinado seguimento social, cultural, étnico ou econômico.

Bispos do Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil escolheram, na quarta-feira, 09 de agosto, o tema da Campanha da Fraternidade 2019. Após empate com outra proposta, foi escolhido – por seis votos a quatro – o tema “Fraternidade e políticas públicas”.

A partir de 98 sugestões, enviadas por dioceses, regionais e órgãos governamentais, entre eles a Polícia Rodoviária Federal, os bispos chegaram a sete eixos temáticos postos em votação: políticas públicas, trânsito, comunicação, família, educação, direitos humanos e fraternidade.

Após debate de elementos importantes relacionados a cada temática, além da pertinência da reflexão no contexto social do Brasil, os bispos propuseram o título completo do tema para votação. Receberam votos as seguintes indicações: “Fraternidade e política públicas”, “Fraternidade: políticas públicas e direitos humanos” e “Trânsito: respeito à vida”.

A proposta vencedora ganhou peso com argumentos que destacavam que “políticas públicas” é um tema mais abrangente e envolve todas outras propostas apreciadas pelos membros do conselho, como direitos humanos e sociais, família, educação, trânsito e comunicação.

 

CNBB