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O pesar do Papa pela morte do Card. Nicora

O Papa manifestou seu pesar pela morte do Cardeal Attilio Nicora, que faleceu na noite de 22 de abril. O Cardeal italiano estava internado numa clínica romana e completou 80 anos no dia 16 de março passado.

Em telegrama, o Pontífice escreve que o Cardeal nascido em Varese (Arquidiocese de Milão) “deixa uma lembrança repleta de estima e de reconhecimento pelo precioso serviço que prestou com singular competência seja à Igreja, seja à sociedade civil italiana”, especialmente em campo jurídico para a revisão dos Pactos Lateranenses. Depois, à frente de sua gestão como presidente da Administração do Patrimônio da Sé Apostólica (Apsa) e da Autoridade de Informação Financeira (Aif).

O Papa Francisco confia suas orações de sufrágio à celeste intercessão de Maria e de São João Paulo II, que o enviou para guiar a Diocese de Verona e o criou Cardeal.

O purpurado não era eleitor. Com a sua morte, o Colégio Cardinalício resulta assim composto: 222 cardeais, dos quais 117 eleitores e 105 não eleitores.

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Papa recebe família real de Liechtenstein

O Papa Francisco recebeu no sábado (22/04) em audiência, no Vaticano, a família real do Principado de Liechtenstein: o Príncipe reinante Hans Adam II com a Princesa Marie e o Príncipe Hereditário Alois com a Princesa Sophie.

No decorrer da audiência, falou-se das boas relações bilaterais entre a Santa Sé e o Liechtenstein e foi reconhecido o papel histórico da Igreja Católica e a contribuição positiva que continua oferecendo para a vida do país. Sucessivamente, expressou-se apreço pelo empenho do Principado em âmbito internacional, especialmente na proteção dos direitos humanos.

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Papa aos carismáticos italianos: permanecer unidos no Espírito

O Papa Francisco enviou uma mensagem aos participantes da 40ª Convocação Nacional dos grupos e das comunidades da Renovação no Espírito Santo. Assinado pelo Secretário de Estado, Card. Pietro Parolin, o telegrama é destinado ao Presidente da Renovação, Salvatore Martinez.

Para que ninguém fique sem a luz da força do Evangelho

No texto, o Papa exorta todos os participantes a permanecerem unidos no amor e na oração ao Espírito Santo, que possibilita esta unidade. “A Igreja espera este testemunho, para que ninguém fique sem a luz da força do Evangelho.”

Realizado em Rimini, de 22 a 25 de abril, o tema do evento é “Exultai: o Senhor agiu! Retumbai com júbilo: o Senhor manifestou a sua glória!”.

Trata-se de um encontro de evangelização no qual se alternam testemunhos, conferências, momentos de oração comunitária e celebrações eucarísticas. A Convocação antecede o Jubileu de Ouro que a Renovação celebrará com o Papa Francisco na vigília de Pentecostes.

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Papa: a misericórdia abre a porta da mente e do coração

“A misericórdia é a pedra angular na vida de fé”: palavras do Papa que antecederam a oração mariana do Regina Caeli neste II domingo de Páscoa, dedicado à Divina Misericórdia.

Aos milhares de fiéis reunidos na Praça S. Pedro, Francisco explicou que este domingo, na tradição da Igreja, era chamado “in albis” (alba). A expressão evocava o rito do batismo na Vigília de Páscoa e veste branca ofertada para a ocasião. No passado, esta veste era usada por uma semana, até o domingo in albis, quando era retirad, e os neófitas iniciavam sua nova vida em Cristo e na Igreja. Já no Jubileu do Ano 2000, São João Paulo II teve “a belíssima intuição” de dedicar o II domingo de Páscoa à Divina Misericórdia.

A misericórdia se apresenta como perdão dos pecados

No dia da ressurreição de Jesus, a misericórdia se apresenta como perdão dos pecados, como narrado no Evangelho deste domingo. Cristo diz aos seus discípulos: “A quem perdoardes os pecados eles lhes serão perdoados”; e transmitiu à sua Igreja, como primeira tarefa, a missão de levar a todos o anúncio concreto do perdão.

A misericórdia abre a porta da mente

A experiência da misericórdia, acrescentou o Papa, abre a porta da mente para compreender melhor o mistério de Deus e da nossa existência pessoal. “Faz entender que a violência, o rancor, a vingança não têm qualquer sentido, e a primeira vítima é quem vive desses sentimentos, porque se priva da própria dignidade.”

A misericórdia abre a porta do coração

Francisco ressaltou que a misericórdia abre também a porta do coração e permite expressar a proximidade sobretudo aos que estão sós e marginalizados, porque os faz sentir irmãos e filhos de um só Pai. “A misericórdia aquece o coração e o torna sensível às necessidades dos irmãos com a compartilha e a participação. A misericórdia, enfim, compromete todos a serem instrumentos de justiça, de reconciliação e de paz. Jamais nos esqueçamos que a misericórdia é a pedra angular na vida de fé, e a forma concreta com a qual damos visibilidade à ressurreição de Jesus.”

Devotos da Divina Misericórdia

Ao final da oração do Regina Caeli, o Papa saudou de modo especial os devotos da Divina Misercórdia, e recordou a beatificação em Oviedo, na Espanha do Pe. Luis Antonio Rosa Ormières. Francisco agradeceu e retribui os votos de feliz Páscoa que recebeu de milhares de fiéis.

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Domingo da Divina Misericórdia: “Coração de Jesus eu confio em vós”

A primeira leitura deste domingo nos relata a vida dos primeiros cristãos. Ela está estruturada sobre quatro colunas: o ensinamento dos apóstolos, a partilha dos bens, a partilha do pão ou Eucaristia e as orações em comum.

O ensinamento dos apóstolos ou catequese provocava nos discípulos uma mudança de vida. A fé na palavra de Deus, revelada por e em Jesus Cristo, agora era explicada pelos apóstolos, e os cristãos deixavam de ser simples cidadãos, para com suas vidas, testemunharem Jesus Cristo. Esse testemunho veremos concretamente nas outras três colunas.

Se acreditavam em Jesus Cristo, elas criam que Deus era Pai de todos e isso os levava a um sentimento de radical fraternidade, daí a partilha de bens, a renúncia à propriedade particular, onde tudo é, livremente, colocado em comum e distribuído de acordo com as necessidades pessoais. Com isso não existe mais pobres.

A partilha do pão celebrava a memória de Jesus que partilhou sua vida. Assim, se reuniram para realizar o gesto e o mandamento de Jesus: “Fazei isso em minha memória de mim”.

O Senhor estava presente no meio deles de modo eucarístico e era partilhado como alimento, como sustento para o dia a dia.
Finalmente a Comunidade também se reunia para louvar o Senhor e, certamente, rezar o Pai-Nosso.

O autor dos Atos nos fala ainda que esse estilo de vida simples, fraterno e temente a Deus, suscitava a adesão de outras pessoas a fazerem parte do grupo dos amigos de Jesus.

Peçamos ao Senhor que nossa vida de batizados, de homens e mulheres que creem em Jesus, seja fiel à nossa profissão de fé.

Para isso vale que cada noite nossa consciência diante do Senhor nos diga até onde vivemos nossa fé, se fomos capazes de partilhar nossos bens, nosso tempo, nossa atenção, nossa capacidade de ajudar o outro.

A partilha do pão eucarístico da vida que é Jesus deverá refletir o meu dia, meu ato de partilhar os bens que geram vida, com aquele irmão ou irmã, aquele próximo que é carente deles. Feliz Páscoa!

(Reflexão do Padre Cesar Augusto dos Santos)

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