Hora da Vida 2019: Em Família Defendemos a Vida!

Semana Nacional da Vida (Hora da Vida de 2019)
Data: 01 a 08 de outubro 

Tema: Em família, defendemos a vida!

A Igreja no Brasil celebra, a cada ano, na primeira semana de outubro, a Semana Nacional da Vida. A iniciativa é organizada pelas comissões da Vida e Família e Pastoral Familiar da CNBB.
A celebração ocorre de 01 a 07 de outubro e termina com a celebração do Dia do Nascituro, no dia 08 de outubro, e neste ano traz o tema: “Em família, defendemos a vida!”.

Materiais / subsídios pra a Hora da Vida 2019

A Semana Nacional da Vida chega à sua décima quarta edição. Desde 2005 é uma atividade que busca conscientizar os católicos sobre o direito à vida desde o nascimento até a morte.

O tema deste ano indica que ninguém melhor que a família para ser responsável pelo cuidado permanente da vida, já que ela é o berço da vida e a guardiã dos valores mais preciosos do desenvolvimento da vida.

De acordo com o bispo de Osasco e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, Dom João Bosco Barbosa de Sousa, OFM, esse papel sempre foi da família, pois ela é “feita à imagem e semelhança do próprio Deus que é Pai, Filho e Espírito”,
assinala.

Neste ano, a CNBB escolheu para a Campanha da Fraternidade o tema “Fraternidade e Políticas Públicas” e, inspirado nele, a Pastoral Familiar apresenta o subsídio “Hora da Vida” para aprofundar e prolongar as suas reflexões.

“É hora de apresentarmos a necessidade de políticas públicas que defendam a vida, porque ela é dom precioso para todos, porque se quisermos uma sociedade mais desenvolvida, não basta simplesmente contar com os avanços da tecnologia, é necessário que ela seja mais humanizada e que encontre o próprio sentido a partir do sentido que dá à vida”, reforça o assessor nacional da Comissão para a Vida e a Família, padre Jorge Filho.

Para orientar a reflexão, as comissões lançam o subsídio “Hora da Vida”, que oferece temas que dizem respeito a todos os filhos de Deus, já que muitas vezes falta uma melhor compreensão sobre o que significa de fato defender a vida.

O “Hora da Vida de 2019” traz 7 temas que integram fé e vida, e reforçam por meio da análise de orientações dos documentos da Igreja e da Palavra de Deus, os direitos, deveres, e a atitude de cada cristão frente à vida. Além das reflexões, o material ainda traz uma Celebração da Vida para comemorar o dia 08 de outubro, Dia do Nascituro.

1º Encontro – Políticas públicas em defesa da Vida
2º Encontro – A missão da família na defesa da Vida
3º Encontro – Os avós como origem e transmissores dos valores da Vida
4º Encontro – Paternidade responsável na valorização da Vida
5º Encontro – Juventude e valorização da Vida
6º Encontro – Filhos e a transformação na Vida familiar
7º Encontro – A Família e a relação com a Vida

A data conhecida como Dia do Nascituro, foi uma decisão da 43ª Assembleia Geral, realizada em 2005. A data é dedicada à vida que ainda vive na barriga da mãe.

 

Pastoral Familiar – cnpf.org.br / Portal Kairós

A música inspirada pelo Espírito Santo

Consagre sua voz, seu instrumento e sua interpretação ao Senhor, pois tudo precisa ser inspirados pelo Espírito Santo de Deus.
O Salmo 95/96 anuncia a vida nova no Senhor; Ele virá para governar a Terra e, até que venha, precisamos cantar um cântico novo.

Nós, povo de Deus, fomos criados para ser sal e fermento. Não podemos perder nossa essência. Ser uma canção nova e cantar uma canção nova não é só para nós. O Senhor não quis que apenas nós fizéssemos isso, Ele quis um cântico novo cantado por todos.

A música nunca é neutra: ou ela leva para o Céu ou leva para o inferno

Pelo amor de Deus, não queira ficar na situação limítrofe, adentre no canto novo e avance nele. Fique o mais longe possível da canção velha que nos leva para o inferno! Você sempre será músico, tocando, regendo, cantando ou gravando. Aqueles que gravam, também estão no campo da música.

Você não pode ficar na posição limítrofe pulando de um lado para outro, pois há muita gente saltitando como passarinho nos dois galhos da fogueira. Você não pode tocar nos barezinhos e no grupo de oração ao mesmo tempo. Não dá para misturar!

O cântico novo cria o Céu em nós

A música não é só letra, ela é principalmente ritmo e “mexe” conosco. Ela pega todo o nosso sistema nervoso e afeta todas as áreas da sexualidade, todas as regiões do corpo, tanto o masculino quanto o feminino. Nós não podemos ter músicas que mexam com nossas fragilidades. Até mesmo o surdo sente a música no seu sistema nervoso e tem os afetos alterados por ela.

O gregoriano é o canto mais autêntico de Deus. A música do Céu ressoa no templo, que quer dizer “pedaço do Céu”. Quando se canta o cântico novo, ali se torna um pedaço, um recorte do Céu. O cântico novo cria o Céu em nós.

A música mexe com nossas glândulas, com nossos hormônios da parte da sensualidade e faz de nós pessoas sedutoras. Depende de nós se queremos jogar constantemente em nossa corrente sanguínea o que nos constrói humanos ou o que nos desumaniza, criando em nós ódio, sexualidade desvirtuada e desejo de corrupção. Não fique escutando música popular brasileira para cantar da mesma forma, para fazer o mesmo arranjo. Você não precisa disso, você tem a inspiração do Céu!

Escute as palavras de um pai: não se deixe enganar

Leia mais

Confira dinâmica para sua turma de perseverança

Dinâmica: Jogo dos desafios / problemas x pessoas x ajuda de amigo

Em vários papéis preparados pela catequista, estarão escrito problemas, dificuldades ou desafios. A catequista escolhe uma pessoa e lê o papel, ele escolhe dentre todas da sala para quem ele quer desejar isso. Depois que desejar pergunta-se quem pode ajudar – discussão.

Conclusão:
porque não desejou o desafio/problema para você mesmo? Foi ruim jogar isso pra outra pessoa cara a cara ou não? Quem ajudou foi proativo/amigo de verdade/preocupado O ajudado deve ser grato.

01 – Durante os encontros anteriores viemos conversando sobre relacionamentos… Relacionamento com Deus, relacionamento com família, relacionamento com nós mesmo… e hoje vamos falar do relacionamento da amizade, relacionamento com nossos irmãos, com as pessoas que estão dentro da nossa vida, que são nosso próximo.

02 – Quantas vezes você já ouviu falar sobre o próximo na bíblia?
– Relembrar encontro relacionamento com Deus: O ATO DE FALAR COM DEUS MUDA SEU JEITO DE FALAR COM AS PESSOAS!
– Relembrar encontro com família: dar valor, dar amor, carinho… o que somos em casa refletimos lá fora!
– Relembrar encontro do amor próprio. “Antes de olhar pro outro, olhe para você!”. Você tem sido amigo? Você tem sido lega, divertido, companheiro, fiel?

03- Temos que colocar Deus em primeiro lugar na nossa vida! Deus quer nos preencher e nos aperfeiçoar a cada dia! Quem tem Deus tem tudo! Foi ele que nos criou, que nos matem, que nos ama, que nos cuida, que nos ensina. Não basta dizer que sim com a cabeça, os cristãos têm que assumir o estilo de vida de Jesus (como um time de futebol).

04 – Deus é tão perfeito que nos fez um diferente do outro, vou fazer algumas perguntas, quem tem determinadas características abaixo?
Exemplos: Ajudar os outros, comunicativo, fechado, otimista, bravo, tímido, animado, irritado/estressado, diálogo, fidelidade, perdoar, sinceridade, amizade, cantar, ser insistente, sorrir, brincar muito, paciente, compreensivo, ter medo, ser estudioso, companheiro, alegre, carismático, música, rir, honestidade, timidez, perfeccionismo, tranquilo, hiper ativo,inteligência, conselho, fortaleza…
– Viu como somos diferentes? Deus da a cada um seu dom. Porém não quer dizer que alguns são melhores que os outros, e sim que temos que ensinar o outro. A amizade é um dom? A amizade tem a ver com carisma?

Leia mais

São Pio de Pietrelcina, alívio para os sofrimentos dos fiéis

São Pio de Pietrelcina

REGGIO EMILIA, ITÁLIA – 12 DE ABRIL DE 2018: A pintura moderna de Pater Pio com o Jesus na cruz, na igreja Chiesa dei Cappuchini por Erico Verona 2001.

Este digníssimo seguidor de São Francisco de Assis nasceu no dia 25 de maio de 1887 em Pietrelcina (Itália). Seu nome verdadeiro era Francesco Forgione. Ainda criança era muito assíduo com as coisas de Deus, tendo uma inigualável admiração por Nossa Senhora e o seu Filho Jesus, os quais via constantemente devido à grande familiaridade. Ainda pequenino havia se tornado amigo do seu Anjo da Guarda, a quem recorria muitas vezes para auxiliá-lo no seu trajeto nos caminhos do Evangelho.

Conta a história que ele recomendava muitas vezes as pessoas a recorrerem ao seu Anjo da Guarda estreitando assim a intimidade dos fiéis para com aquele que viria a ser o primeiro sacerdote da história da Igreja a receber os estigmas do Cristo do Calvário. Com quinze anos de idade entrou no Noviciado da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos em Morcone, adotando o nome de “Frei Pio” e foi ordenado sacerdote em 10 de agosto de 1910 na Arquidiocese de Benevento. Após a ordenação, Padre Pio precisou ficar com sua família até 1916, por motivos de saúde e, em setembro desse mesmo ano, foi enviado para o convento de São Giovanni Rotondo, onde permaneceu até o dia de sua morte.

Abrasado pelo amor de Deus, marcado pelo sofrimento e profundamente imerso nas realidades sobrenaturais, Padre Pio recebeu os estigmas, sinais da Paixão de Jesus Cristo, em seu próprio corpo. Entregando-se inteiramente ao Ministério da Confissão, buscava por meio desse sacramento aliviar os sofrimentos atrozes do coração de seus fiéis e libertá-los das garras do demônio, conhecido por ele como “barba azul”.

Leia mais

Fotógrafo remove celulares para mostrar nosso mundo estranho e solitário

Fotógrafo remove celulares para mostrar nosso mundo estranho

A hora de sair da internet (Abre numa nova aba do navegador)

Você está lendo isso em um dispositivo portátil? Há uma boa chance de você estar. Agora imagine como você ficaria se esse dispositivo desaparecesse repentinamente. Solitário? Ligeiramente louco? Talvez ao lado de uma pessoa que está sendo ignorada? À medida que somos cada vez mais atraídos pelas telas que carregamos, mesmo na companhia de amigos e familiares, a pose curvada do telefone absorvido parece cada vez mais normal.

O fotógrafo americano Eric Pickersgill criou “Removed“, uma série de fotos para nos lembrar de como essa pose é estranha. Em cada retrato, os dispositivos eletrônicos foram “editados” (removidos antes da foto ser tirada das pessoas que os usavam) para que as pessoas olhem para as mãos ou para o espaço vazio entre as mãos, ignorando frequentemente belos cenários ou oportunidades para a conexão humana.

Os resultados são um pouco tristes e assustadores – e talvez um lembrete para guardar nossos telefones um pouquinho.

Veja as fotos

 

Portal Kairós