Reflexão e sugestão para a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora 2022 do Ano C

Para o Domingo: 21/08/2022

Solenidade da Assunção de Nossa Senhora 2022 – Ano C

Ap 11,19a;12,1-6a.10ab; Sl 44; ICor 15,20-27; Lc 1,39-56

Assunção de Nossa Senhora 2022

É sublime poder celebrar a Assunção de Maria ao céu. Aquela, que foi escolhida pelo Pai para a grande e nobre missão de ser a Mãe do Salvador, é bendita, é humilde, é simples, é presença de amor entre nós. Somos uma Igreja bonita, a mais bela, pois traz em seu seio a Mãe de Jesus. Principalmente nos Evangelhos de Lucas e João, Maria é figura, sinal do povo que permaneceu fiel até o fim. Maria liga o Antigo ao Novo Testamento, simboliza a caminhada do povo de Deus, de seu início ao encontro definitivo com Deus. Ela é a ponte entre a Velha e a Nova Aliança. Portanto a Igreja e nossa fé têm raízes profundas, pois é o próprio Deus que conduz nossa história.

Nessa solenidade da Assunção de Maria ao céu, o Evangelho nos aponta para o encontro de duas mães: Maria, Mãe de Jesus, e Isabel, mãe de João Batista. Isabel é a imagem do Antigo Testamento que está findando, e João Batista, em seu seio, será o último dos profetas. Maria é a imagem da Nova Aliança que está começando. Isabel se alegra com a presença de Maria, pois compreende que agora chegou o novo tempo em que os sofredores, os abandonados terão sua vez, seu espaço no coração de Deus. “Quando tua saudação chegou a meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria em meu ventre!”

À saudação de Isabel Maria respondeu com a beleza e a grandeza do Magnificat. Animada pelo Espírito Divino, Maria canta a novidade trazida por Deus. Ela proclama a imensidão da misericórdia divina, seu amor sem-fim e a oportunidade de vida que há para todos os que estão oprimidos ou desfalecidos no caminho. Maria proclama a força salvadora de Deus, que dispersa os orgulhosos, os presunçosos, destrona os poderosos e despede sem nada aqueles que não querem repartir porque são ricos e ainda se acham necessitados. O Senhor, por sua misericórdia, eleva os humildes e sacia de bens os famintos. É a justiça divina se realizando, justiça que é misericórdia, por isso exulta Maria: “Exulto de alegria em Deus, meu Salvador”.

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Reflexão e sugestão para a Missa do 20º Domingo do Tempo Comum 2022 do Ano C

Para o Domingo: 14/08/2022

Missa do 20º Domingo do Tempo Comum 2022 – Ano C

Jr 38,4-6.8-10; SI 39; Hb 12,1-4; Lc 12,49-53

20º Domingo do Tempo Comum 2022

O Senhor vem nos servir com sua Palavra. Ela nos orienta para a radicalidade do Reino e para a exigência da missão. Ele nos chama e nos confia uma missão. E, para que isso se realize, não podemos ficar parados, acomodados, sem tomarmos a iniciativa de ir ao encontro das pessoas, cumprindo a vontade do Senhor. A causa do Evangelho é a causa de cada cristão: o Reino de Deus.

Certamente, nossos dias exigem a profecia da esperança, da solidariedade, da defesa da vida, da dignidade humana dos pobres e oprimidos. É uma realidade que clama a nós, cristãos, para tomarmos uma atitude de acordo com os valores do Reino. Deus não aprova o mais ou menos, Deus não gosta do que é morno, mas sim, do decidido. Por isso nos diz no Apocalipse: “Assim, porque é morno, nem frio nem quente, estou para vomitar-te de minha boca” (Ap 3,16). Portanto, no seguimento de Jesus, haverá a exigência de uma radicalidade de vida: dedicar-se inteiramente à causa do Reino. É fácil viver uma fé descomprometida, porém não vai mudar nada em nós nem no mundo.

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A liturgia do mês de agosto de 2022

A Dignidade Humana

Liturgia do mês de agosto de 2022

O papa Francisco, na encíclica Fratelli Tutti, recorda-nos com ênfase que “cada ser humano é sagrado e inviolável” (n. 207). A dignidade de cada pessoa deve ser respeitada em qualquer situação, pois “não é uma invenção nem uma suposição nossa, mas existe realmente”(n. 213) e não depende das circunstâncias.”Que todo ser humano possui uma dignidade inalienável é uma verdade que corresponde à natureza humana, independentemente de qualquer transformação cultural. O ser humano possui a mesma dignidade inviolável em todo e qualquer período da história, e ninguém pode sentir-se autorizado pelas circunstâncias a negar essa convicção nem a agir em sentido contrário” (n. 213), afirma o papa.

Infelizmente, há uma tendência muito difusa de se definir o “valor” de uma pessoa com base em sua riqueza, profissão, estudo, moradia e aparência, entre outros fatores. As consequências disso são o desrespeito, a discriminação, a desigualdade, as violações à vida e aos direitos fundamentais. O valor de uma pessoa é inerente à sua condição de ser humano. Toda pessoa humana possui uma dignidade que deve ser reconhecida, defendida e promovida em qualquer condição ou situação em que estiver. Não se pode atribuir menor dignidade à vida que se encontra mais fragilizada. Ao contrário, a vida mais vulnerável necessita de maior atenção e cuidado. A dignidade de cada pessoa é dom do Criador, que fez o homem e a mulher à sua “imagem e semelhança” (Gn 1,26-27).

Intenção da liturgia do mês de agosto de 2022: Rezemos para que os pequenos e médios empreendedores, atingidos fortemente pela crise econômica mundial e social, encontrem os meios necessários para prosseguir com a própria atividade, a serviço da comunidade onde vivem.

A afirmação de que toda pessoa humana tem uma dignidade inviolável não deve, entretanto, ficar restrita a um princípio geral, mas deve ser traduzida na prática, nos diversos níveis, a começar da vida cotidiana. Temos a exigente e bela tarefa de fazer valer a dignidade de cada pessoa com quem convivemos ou que encontramos. Além disso, é necessário assegurar o respeito, a defesa e a promoção da comum dignidade da pessoa, nos diversos campos da vida social, por meio da ação dos órgãos públicos, das entidades da sociedade civil e das organizações religiosas.

Neste Mês Vocacional 2022, recordemos que o Concílio Vaticano 2º, ao tratar da variedade de dons e ministérios na Igreja, ressalta a “comum dignidade” dos seus membros. Valorizando cada vocação como dom de Deus, possa “reinar entre todos verdadeira igualdade quanto à dignidade”(LG 32).

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Reflexão e sugestão para a Missa do 19º Domingo do Tempo Comum 2022 do Ano C

Para o Domingo: 07/08/2022

Missa do 19º Domingo do Tempo Comum 2022 – Ano C

Sb 18,6-9; Sl 32; Hb 11,1-2.8-19; Lc 12,32-48

19º Domingo do Tempo Comum 2022

Pertencer ao Reino não significa cruzamos os braços, muito menos esperarmos que Deus tudo realize, sem nada fazermos. No comodismo e na resignação, não progredimos nem ajudamos fazer o Reino acontecer.

Vigiar será sempre necessário, lembra-nos Jesus. O discípulo verdadeiro sabe discernir a vontade divina em cada momento e em cada ação na história. Somente escutando os apelos do Senhor e acolhendo-os, é possível participar na construção do Reino.

A Primeira Leitura mostra-nos um sábio que compreende que só os valores de Deus podem trazer a paz e a felicidade. São os valores que geram a vida. A Comunidade autêntica estará sempre vigilante e saberá distinguir entre o que é passageiro e o que é duradouro, eterno.

Diante do que nos propõe a Palavra do Senhor, devemos nos perguntar sobre nossa confiança e nossa segurança. Será que estamos, de fato, vigiando nossos atos e nossas atitudes? Temos uma riqueza bem diante de nossos olhos e que devemos nos apegar fortemente: a fé, o Evangelho de Jesus, a Igreja, que, como Mãe e Mestra, vem nos ensinando o caminho que devemos seguir, pois a fé e a vida andam de “mãos dadas”.

Perceber os valores do Reino, que nos ajudam viver com liberdade e nos realizam, é saber bem administrar nossa responsabilidade no Reino de Deus. É o exemplo que Jesus nos dá do administrador da fazenda, enquanto seu patrão estava ausente. As palavras de Jesus são claras para Pedro e para nós: “Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa para dar comida a todos na hora certa? Feliz o empregado que o patrão, ao chegar, encontrar agindo assim!” (Lc 12,42). Eis nossa responsabilidade, pois ao Reino pertencemos como cristãos batizados. O Senhor espera e deseja que tenhamos um coração amoroso e paciencioso, misericordioso e carregado de ternura uns para com os outros.

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Sugestões de temas para a Semana da Família 2022

Semana Nacional da Família 2022
Tema: Amor familiar, vocação e caminho de santidade!

Data: 14/08 a 20/08 de 2022

​A Semana Nacional da Família é em agosto, mas as coordenações regionais e locais da Pastoral Familiar, paróquias e comunidades de todo o país já podem se antecipar e organizar os preparativos para celebrar este momento tão especial para a Igreja no Brasil. Os encontros relacionados ao evento estão disponíveis no Hora da Família anual 2022 da Pastoral Familiar da CNBB, que neste ano vem junto com as celebrações da Semana Nacional da Vida 2022, que ocorre em outubro.

Temas para a Semana da Família 2022

Dividido em sete encontros e uma celebração específica para o dia dos pais 2022, o material conta com subsídios e dicas para preparar este momento, inclusive com a participação das crianças. A Semana Nacional da Família 2022 tem como tema “Amor familiar, vocação e caminho de santidade!”, em sintonia com o X Encontro Mundial das Famílias convocado pelo Papa Francisco e o XVI Congresso Nacional da Pastoral Familiar, marcado para o final de agosto em Governador Celso Ramos (SC). Os encontros começam a ser celebrados no dia 14 de agosto.

Confira os temas para a Semana da Família 2022 e as dicas:

1º Encontro

– “Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus”
Para as crianças: Imprimir dois desenhos para pintar com personagens pobres e ricos e pedir às crianças para – ao pintarem – descrever o que pensam sobre eles. Um adulto fala às crianças sobre o valor da pobreza de espírito.

2º Encontro

– “Felizes os mansos, porque possuirão a terra”
– Dica: Providenciar uma imagem de Jesus Misericordioso, a Bíblia e, se possível, fotos de revistas ou jornais que apresentem pessoas chorando.
Para as crianças: Em dupla, as crianças, frente a frente, serão uma o espelho da outra. O “espelho” deve repetir todos os movimentos da outra e ver como é bom repetir atitudes de mansidão e como é ruim sentir ódio ou ser odiado. Se tiver várias crianças, troque as duplas de maneira que todos tenham sido também espelhos.

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3º Encontro

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