Músicas católicas

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A música “És o meu socorro” com a Irmã Ana Paula

O último programa da Canção Nova “Cantarolando” da temporada com a Irmã Ana Paula foi encerrado com ‘chave de ouro’.
A convidada cantou e ministrou um momento de oração especial ao som da música “És o Meu Socorro”.

Ela também encorajou os internautas a se manterem firmes na fé diante das dificuldades, além de ressaltar que Deus não abandona e socorre aqueles que O clamam.

“Talvez, você tenha desistido de lutar, mas eu venho declarar que, na sua vida, levanta-se um Deus que te ergue e fala: ‘Eu acredito em você, Meu filho!’”

Confira a cifra da canção:
Baixe aqui!

Sobre a Irmã Ana Paula

“Através da arte podemos expressar a beleza do nosso Criador! O Grande Artista, que criou os sons, nos envia a ser no mundo uma manifestação de Seu Amor através das canções. Ele é meu Maestro, meu Esposo, minha Canção. ” (Irmã Ana Paula, CMES)

Irmã Ana Paula Neves Ramalho nasceu no dia 15 de novembro de 1984 em Ponto Belo/ES. Desde muito pequena acompanhava o pai que cantava e tocava violão nas festas dos amigos. Entre batidas de colher e cantatas, Ana foi introduzida na arte. Quando tinha 13 anos aprendeu a tocar violão e começou a ajudar em sua paróquia, porém, não sabia cantar. O desejo era tão grande que Irmã Ana Paula pedia este dom para Nossa Senhora e consagrou a voz à ela. A partir daí o dom foi surgindo e quando percebeu estava ministrando em retiros de várias cidades na Diocese de São Mateus, no estado do Espírito Santo.

Ainda aos 13 anos sentiu um forte chamado em seu coração, iniciou então um processo de discernimento para compreender e buscar a vontade de Deus. A oração, reflexão e a profunda comunhão com Cristo, fez com que encontrasse em seu caminho uma porção de sinais, principalmente através da biografia de Santa Teresinha do Menino jesus, que lhe indicaram que a vontade do Pai é que ela fosse inteiramente Dele. E assim o fez, ingressando no Instituto das Irmãs Carmelitas Mensageiras do Espírito Santo aos 19 anos de idade no dia 15 de maio de 2004.

Dentro do Carmelo sempre desenvolveu trabalhos voltados a arte, principalmente envolvendo música. Já atuou como ajudante de formação, coordenadora de grupo de oração e do Ministério Mensageiros do Espírito, onde esteve à frente da produção dos últimos CDs, além de outros trabalhos internos. Atualmente é ministra de música, compositora e pregadora dentro do Instituto das Irmãs Carmelitas.

Com o Ministério Mensageiros do Espírito lançou 3 CDs, sendo eles:
– Mensageiros do Espírito (2008)
– Incomparável Deus – Ao Vivo (2014), no qual está a canção “Sopra em Nós”, sua música mais conhecida
– Glória Sobrenatural – Ao Vivo (2017)
Durante sua estadia no ministério conquistou 4 troféus no Festival Carmelitano de Artes.

Como compositora teve a oportunidade de criar diversas canções para o Ministério que participava. Foi convidada pela ACN Brasil a compor duas músicas: “Teu Grito”, ao povo nigeriano que sofre com perseguições religiosas, e “Povo da Cruz”, para os iraquianos. As canções foram apresentadas a importantes figuras da igreja, como por exemplo Dom Kaigama, arcebispo da Nigéria e Dom Arbach, bispo da Síria.

A vontade de Deus, sempre muito presente em sua vida, a chamou para maiores desafios. Irmã Ana Paula saiu do Ministério Mensageiros do Espírito para seguir carreira solo e alçar voos ainda maiores, mostrando ao mundo o amor e a misericórdia de Deus através de seu ministério, cumprindo a missão dentro de seu Carisma Carmelitano que diz: “Contemplar para Evangelizar à Luz do Espírito Santo”.

Prêmios:

– Ganhadora de 4 troféus do Festival Carmelitano

Canção Nova / Portal Kairós

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Ziza Fernandes apresenta musical “Arsenal – As armas da Paz”

O musical “Arsenal – as armas da paz” é o espetáculo da turnê Show Viva. Ele é dirigido pela cantora Ziza Fernandes, além de ser o sexto musical realizado pela Oficina Viva Produções. Nos dias 15 e 16, em São Paulo, ele será apresentando, já no dia 5 de novembro, a apresentação do musical será no Rio de Janeiro.

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A bondade que desarma e combate a inércia e o conformismo é o coração de “ARSENAL, as armas da paz”, dirigido por Ziza Fernandes.
Esse espetáculo, que foi exibido em 2016, inclui, agora, a história do Arsenal de Esperança, obra de SERMIG – Fraternidade de Esperança, nascida em Turim, em 1964, que, na sua sede em São Paulo, desde 1996, recebe 1.200 pessoas em situação de rua todos os dias.

“O Arsenal não fala apenas das realidades que enfrentaram os fundadores do Arsenal da Esperança, mas aquela que nós enfrentamos quando conseguimos executar uma obra de paz que parece impossível aos olhos do mundo”, conta Ziza Fernandes.

Datas, locais e horários

São Paulo – 15 e 16 de outubro, às 21h
Local: Teatro Tuca; R. Monte Alegre, 1024 – Perdizes, São Paulo
Rio de Janeiro – 5 de novembro, às 19h e às 21h
Local: Theatro NET Rio; 2º Piso, Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro

Sobre a Oficina Viva

A Oficina Viva é um projeto realizado por Ziza Fernandes, com o objetivo de treinar seres humanos e cantores musicais em todo o país. Atividades que compreendem o Show Viva, shows de bolso e workshops paralelos são centrados nos Cursos de Expressão Viva o qual a cantora conduziu este ano em São Paulo e no Rio de Janeiro, com duração de dez meses consecutivos onde reuniu mais 150 alunos.

Sobre a Ziza Fernandes

Estudou piano por 12 anos no Conservatório Santa Cecília, Maringá – PR, aperfeiçoando-se com o professor Paulo Giovanini, na Universidade Estadual de Maringá. Em 1993, no Instituto Musical Solar do Som de Maringá, iniciou seus estudos em Técnica Vocal. Em Curitiba, no Conservatório de Música Popular Brasileira, estudou Técnica Vocal e Interpretação da Canção Brasileira com a professora Liane Guariente e com a cantora Elza Soares. Também cantou como mezzosoprano no Grupo Vocal Brasileirão, em sua formação inicial, por três anos e meio, no qual gravou seu primeiro trabalho em 1996, com arranjos e regência do Maestro Marcos Leite (in memorian), fundador do grupo Garganta Profunda.
Em outros cursos de Técnica Vocal e Interpretação, estudou com as professoras Liane Guariente, Regina Luccato e Ná Ozzeti. No Canto e Coro Lírico fez cursos com Marcos Thadeu, Martha Herr, Neide Thomas e Denise Sartori. Estudou também com a Fisiologista da voz e professora de Técnica Vocal e Canto, Sira da Silva, na Escola de Música Laudate de Curitiba.

É bacharel em Musicoterapia desde 1998, pela Faculdade de Artes do Paraná, em Curitiba.Tem realizado por todo o Brasil um trabalho de Formação Vocal e de Interpretação da Voz, voltado para uma melhor qualificação dos profissionais e amadores da voz e do corpo. O primeiro fruto deste trabalho está documentado no livro intitulado: “Voz, expressão da vida”, lançado pela Editora Paulinas em 2005.

Foi aluna particular de piano erudito de Thiago Teixeira. Em 2010, foi responsável pela área de música do Instituto de Filosofia, em Curitiba, onde lecionou piano erudito e teoria musical. Lecionou o Curso de Alfabetização Musical online, por meio do site do mesmo Instituto.

Atualmente está à frente do Projeto Oficina Viva, idealizado e conduzido por ela há 15 anos, mas que agora traz uma nova versão: a formação continuada vocal, direcionando todos os cursos ministrados pelo Brasil e exterior para um só linha: a experiência da voz emitida com arte, despertando uma melhor percepção sobre valores e experiências da vida. A Oficina Viva tem seu escritório em São José dos Campos, cidade onde hoje a cantora reside. Um novo tempo!

Ziza Fernandes / Portal Kairós

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Músico católico, seja o promotor do dom do outro

Todos os artistas que se relacionam com a música, sejam compositores, cantores ou músico, ou seja, toquem algum instrumento, obrigatoriamente exercem a sua função para o bem da música. Em uma orquestra com vários músicos, todos (sem exceção) estão lendo sua partitura e seguindo a regência do maestro. Isso resulta numa grande apresentação!

Com o trabalho de todos, a música mostra-se em sua total e plena beleza. Já aqueles que estão na plateia, desfrutam do resultado desse trabalho. Se falta um músico, se alguém se “perde” ou comete um erro, ficará um vazio, uma pausa indesejada ou, ainda, a apresentação toda se perde. 

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É sábio sair de cena para deixar o outro “aparecer”

Analisando um outro ponto: naturalmente, quando se toca em conjunto, acontece a promoção do dom do outro. Como é bonita a dinâmica da música acontecendo. Instrumento que aparece faz sua parte e novamente retorna para o meio do todo. Um bom exemplo disso é visto no final de um grande show, quando acontece a apresentação dos músicos. Já percebeu que para o guitarrista tocar, a banda toda, diminui sua dinâmica e deixa o guitarrista ser o “músico do momento”? Até o cantor se coloca de lado para que o baixista, o baterista, o tecladista etc., possam ter esse momento de demonstração da sua música em particular. É sábio sair de cena para deixar o outro “aparecer”, principalmente quando se é mestre de alguém. Mas é também estratégico para a evangelização.

Abaixo descrevo 5 pontos que naturalmente acontecem na música como um todo:

– Todos trabalham em unidade seguindo o mesmo mestre;

– Naturalmente promove-se o dom do outro;

– Cada um tem o seu valor;

– Se não fizer o que é preciso, ficará um vazio na canção ou a tragédia do espetáculo;

– Cada um precisa fazer o seu trabalho, ter espaço e incentivo para isso.

Todos os músicos da Igreja trabalham pelo bem não só da música como também da evangelização

Sem falar de religião, já temos uma lição só em refletir um pouco sobre a música em si. Vamos trazer esse pensamento para dentro da nossa realidade de ministério de música, que tem como missão a evangelização.
Em primeiro lugar, todos os músicos da Igreja trabalham pelo bem não só da música como também da evangelização. Trabalhando para que a evangelização aconteça, trabalho para a salvação da alma daquele que me ouve. Esta é a meta: o bem da alma do fiel.

Eu tenho comigo que: todos os músicos que trabalham hoje pela evangelização, um dia, se assim merecerem, cantarão juntos ao coro dos anjos no Céu. Se é assim, porque então não antecipamos isso na terra? Sabe como? Simples: aprendendo com a música!
Infelizmente, hoje, parece que existe um medo de promover o dom do outro. Talvez, lá no fundo, a pergunta seja: “E se o outro crescer mais do que eu?”. Então, encontramos músicos fazendo, muitas vezes, a política da “boa vizinhança”, falam bem da pessoa na frente, mas pelas costas a despreza ou até fala mal dela. Questiono-me o porquê disso.

Será medo de promover o outro e aquele que o promoveu ficar esquecido? Ou, será receio em ouvir a canção do outro e constatar que ela é melhor? Ou ainda, perder o prestígio, espaço e por aí vai…

Você já parou para pensar quantas pessoas no mundo não são batizadas nem evangelizadas?

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A música inspirada pelo Espírito Santo

Consagre sua voz, seu instrumento e sua interpretação ao Senhor, pois tudo precisa ser inspirados pelo Espírito Santo de Deus.
O Salmo 95/96 anuncia a vida nova no Senhor; Ele virá para governar a Terra e, até que venha, precisamos cantar um cântico novo.

Nós, povo de Deus, fomos criados para ser sal e fermento. Não podemos perder nossa essência. Ser uma canção nova e cantar uma canção nova não é só para nós. O Senhor não quis que apenas nós fizéssemos isso, Ele quis um cântico novo cantado por todos.

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A música nunca é neutra: ou ela leva para o Céu ou leva para o inferno

Pelo amor de Deus, não queira ficar na situação limítrofe, adentre no canto novo e avance nele. Fique o mais longe possível da canção velha que nos leva para o inferno! Você sempre será músico, tocando, regendo, cantando ou gravando. Aqueles que gravam, também estão no campo da música.

Você não pode ficar na posição limítrofe pulando de um lado para outro, pois há muita gente saltitando como passarinho nos dois galhos da fogueira. Você não pode tocar nos barezinhos e no grupo de oração ao mesmo tempo. Não dá para misturar!

O cântico novo cria o Céu em nós

A música não é só letra, ela é principalmente ritmo e “mexe” conosco. Ela pega todo o nosso sistema nervoso e afeta todas as áreas da sexualidade, todas as regiões do corpo, tanto o masculino quanto o feminino. Nós não podemos ter músicas que mexam com nossas fragilidades. Até mesmo o surdo sente a música no seu sistema nervoso e tem os afetos alterados por ela.

O gregoriano é o canto mais autêntico de Deus. A música do Céu ressoa no templo, que quer dizer “pedaço do Céu”. Quando se canta o cântico novo, ali se torna um pedaço, um recorte do Céu. O cântico novo cria o Céu em nós.

A música mexe com nossas glândulas, com nossos hormônios da parte da sensualidade e faz de nós pessoas sedutoras. Depende de nós se queremos jogar constantemente em nossa corrente sanguínea o que nos constrói humanos ou o que nos desumaniza, criando em nós ódio, sexualidade desvirtuada e desejo de corrupção. Não fique escutando música popular brasileira para cantar da mesma forma, para fazer o mesmo arranjo. Você não precisa disso, você tem a inspiração do Céu!

Escute as palavras de um pai: não se deixe enganar

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A luta pela santidade vivida por nós, músicos católicos

O músico católico trava uma constante batalha espiritual pela santidade

É tão bom nos sentirmos amados… E, é tão bom amar! No amor é comum o desejo de agradar ao outro, de fazer-lhe gentilezas. É comum o esforço em fazer a pessoa amada feliz. Isso é lindo e faz parte do movimento do amor em nós. E, em nossa vida e caminhada espiritual, somos chamados a manter com Deus esse relacionamento recíproco de amor.

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Há um Deus que tanto nos ama, tantas provas de amor nos deu e nos dá, que seria até mesmo injusto não Lhe retribuir com amor. Claro que, Ele não nos obriga a amá-Lo, afinal, quando nos fez, também por amor, nos dotou de liberdade. Somos livres para amá-Lo ou não, servi-Lo ou não.

Então, a partir do reconhecimento de que somos amados profundamente por esse Deus e, a partir da nossa livre decisão de também amá-Lo, de entregar-Lhe nossa vida e dons por amor, voltemos à reflexão inicial sobre fazer o outro feliz.
“Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação” (I Ts 4, 3).

Se amamos a Deus e se, por amor, queremos agradá-Lo, fazer o nosso Amado feliz, nada melhor do que fazermos Sua vontade e buscarmos com fervor a nossa santificação. Isso nos custa, por muitas vezes, renúncias, sacrifícios. No entanto, faz parte do amor sacrificar-se pela pessoa amada. Por muitas vezes teremos de abrir mão de algumas coisas para viver de forma mais plena  os nossos propósitos de fidelidade com Deus, na luta contra o pecado de cada dia.

A luta pela santidade vivida pelo músico

Sendo músicos, como diz o nosso querido monsenhor Jonas Abib, temos uma sensibilidade mais aflorada que é parte integrante de nosso temperamento. Ela nos ajuda, pois precisamos dela para nosso ser artístico e para nos ajudar a transmitir a mensagem que desejamos. Em contrapartida, ela também nos atrapalha, porque sendo mais sensíveis, somos também um pouco mais suscetíveis às tentações, principalmente após os momentos de apresentação musical, onde estamos todos com a sensibilidade à flor da pele e onde nossas carências podem vir muito à tona.

Faz-se necessário que, por amor a Deus e no desejo constante de agradá-Lo, nos esforcemos por fugir das ocasiões de pecado. Isso é fácil? Com certeza, não. Mas, como disse anteriormente, o nosso amor sincero por Deus precisa ser mais revelado no nosso esforço contínuo em agradar-Lhe.

Neste artigo, trago o que, para mim, tem sido de grande ajuda: a imitação dos santos. Em toda a Bíblia Sagrada e na história da Igreja, temos inúmeros exemplos de pessoas de carne e osso que, como nós, também tinham suas fraquezas e inclinações para o mal, entretanto, amavam profundamente a Deus e queriam agradá-Lo. Então, lutaram por viver uma vida santa.

Eu sonho muito com a santidade! Para muito além da ideia de, futuramente, ver paróquias tendo como padroeira: Santa Fátima Souza (risos). Quero ser santa para agradar a Deus, para Lhe retribuir amor, para fazê-Lo feliz, pois eu O amo. É um caminho árduo de renúncias e de luta contra as minhas fraquezas, mas sei que é possível.

O exemplo de mulheres e de homens que conquistaram a santidade deve nos impulsionar a, também, buscá-la. Convido você a estudar um pouco mais a Bíblia; a descobrir ou redescobrir nela algum personagem com quem você se identifique. Faça um bom estudo bíblico, de preferência diariamente. Vá fundo! Reflita sobre sua história, seu temperamento, suas lutas.

Santos que nos inspiram a viver a santidade

Na história da Igreja, busque conhecer mais sobre a vida dos santos. Quando achar algum ou alguma com quem se identifique, “grude” nele (a)! Estude mais sobre sua vida, suas lutas e também peça sua intercessão constantemente.

Particularmente, eu identifico-me muito com Santa Gianna Beretta Molla, uma santa que foi esposa e mãe como eu. Era romântica, apaixonada por Deus, pela vida, pelo marido e pelos filhos. É uma história linda de amor demonstrado nas pequenas coisas do dia a dia, que culminou com a entrega de sua vida para que sua filha caçula pudesse viver.  A vida e o exemplo de santa Gianna, uma santa tão próxima de nós no tempo (ela faleceu em 1962), trouxe e traz a mim mais motivação para caminhar na busca diária de santidade.

Trago isso diretamente para a minha vivência ministerial também. Dentro do meu ser artístico, no meu serviço de compor, cantar e ministrar louvor, sou chamada a ser santa também nas pequenas coisas. E, tudo isso, por amor ao Deus que com tanto amor me consagra.
Meus irmãos, a santidade é possível sim! Nada mais é do que amor; uma correspondência de amor ao Deus que nos ama! E, apesar da busca da santidade nos exigir as renúncias e as lutas, vale a pena por ser o caminho que nos levará à felicidade plena.

A partir dessa leitura, te convido a retomar com mais afinco sua busca de santidade, pura e simplesmente por amor a Deus! Não para provar algo a alguém, para “aparecer”, mas por amor a quem tanto nos ama.

O amor torna tudo mais leve… Torna tudo mais belo. Sinta-se profundamente amado(a) por esse Deus e viva de tal forma que, seu amor por Ele, seja traduzido por muito mais do que lindas palavras, lindas orações ou belas canções, e sim por uma vida de busca pela santidade.

Com carinho, de sua irmã em Cristo,
Fátima Souza / Portal Kairós