Sei que alguns ateus e até cristãos de outras correntes de fé, põem objeções a nosso culto à mãe Jesus.
E não faço parte dos que desmerecem um ateu ou um evangélico que estudou a Bíblia e conhece a História do Cristianismo.
Eu também li e estudei centenas de livros e até me deram um título de doutor. Uma grande universidade, a PUC de Curitiba, achou que sei o bastante para defender a teologia que prego.
E na teologia que prego por escrito e por canções, MARIA, a mãe de Jesus está viva e está no céu junto ao seu Filho.
Seria um fracasso um cristão duvidar que Jesus não está no céu e não nos ame!
E seria estranho demais se, depois de 2 mil anos, Jesus ainda não tivesse levado sua mãe para o céu.
Mais estranho ainda se bispos, padres e pastores e pregadores da Bíblia pudessem interceder pelos fiéis pedindo curas a Jesus; e a mãe de Jesus não pudesse, porque ela está morta e não pode fazer nada pelos cristãos de agora. Eu penso diferente! .
Eu creio que Jesus levou bilhões de almas para o céu porque “ o sangue de Jesus tem poder”. E o céu está repleto de Santos que Jesus salvou. E a mãe dele está lá ao lado dele, como esteve sempre ao seu lado, desde Belém até à Cruz.

E é por isso que não adoro Maria, porque ela não é deusa.
Mas também é exatamente por isso que eu a venero porque, depois de Jesus nenhuma pessoa foi mais privilegiada do que a mulher que o gerou e viveu com ele até seu último instante neste mundo.
Eu sou padre e, se eu posso abençoar quem me pede uma bênção, tenho certeza de que a oração da mãe de Jesus vale mais do que as minhas pobres preces.
Jesus tem o poder. Mas nós temos o pedir. E o pedir de Maria é mais profundo porque vem com o conhecimento que ela teve e tem sobre Jesus.
Entre a sabedoria dos doutores laureados em teologia em tantas igrejas e a sabedoria de Maria, eu fico com a sabedoria dela. Para mim, Maria está viva e no céu. Para mim ela não está dormindo o sono de quem espera o soar da última trombeta. Jesus já disse que viria buscar os seus discípulos. É só conferir outras passagens da Bíblia! Jesus realmente salva!
Se alguém pensa diferente será respeitado. Mas, sendo padre católico que estudou Bíblia e HISTÓRIA DO CRISTIANISMO, esta é a minha convicção.
Não adoro Maria. Ela não é minha salvadora. Quem salva é Jesus. Mas o filho dela chamou Deus de MEU PAI e VOSSO PAI. E ele a chamou de Senhora e de Mãe e a confiou aos cuidados de João, o mais jovem dos apóstolos. Sinal de que Jesus não teve outros irmãos.
Mas creio que ela nos adotou e nós a vemos como nossa mãe.
É isso que prego e é isto que me leva a fazer centenas de páginas e centenas de canções para homenageá-la.
Isto! Eu amo a mãe de Jesus. E proclamo: “Quem está perto de Maria, nunca está longe de Jesus “. Até porque ela nunca ficou longe dele, nem aqui nem lá no céu! E creio que é para lá que um dia iremos!
E quando chegar a minha hora, espero ver os dois na glória eterna, como eles estão agora!
Dois tipos de evangélicos
Recebi no meu Facebook e em outras páginas que escrevo, muitas mensagens de amizade e de orações conosco, católicos, pela nossa alegria de nestes 300 anos festejarmos nosso amor por Maria. Eles sabem que não adoramos Maria porque eles também amam a mãe de Jesus, embora a cultuem da outra maneira.
Mas também recebi muitas agressões dizendo que sou um padre herege e inimigo de Jesus e ignorante de Bíblia.
Um deles enviou quase cem textos contra mim e nossa Igreja. Ele é agressivo e desafiador. E está na minha página que ele invadiu e deu um jeito de permanecer me provocando.
Sabem o que faço? Respondo a tudo dizendo a mesma coisa:
“Severino, você está na minha página. Eu não invadi a sua. Se quer debate procure outro evangélico como vc. Sou obrigado a deletar você porque você não quer diálogo. Quer provar que é sabe mais Bíblia do que eu! Procure seu pastor. Não invado o púlpito do seu pastor e você não invada o meu! ”
Pe. Zezinho, scj
Regional Oeste 1 da CNBB já discute o tema da CF 2018
Regional Oeste 1 expõe o perfil da violência em Mato Grosso do Sul e discute ações para Campanha da Fraternidade de 2018
Encontro reuniu Bispos e coordenadores de pastorais de todo o regional
Com o intuito de discutir as ações que integrarão a Campanha da Fraternidade de 2018, que tem como tema “Fraternidade e superação da Violência”, o Regional Oeste 1, reuniu representantes de diferentes repartições públicas e instituições sociais, que apresentaram o perfil sobre os vários aspectos da violência em Mato Grosso do Sul. Os dados apresentados servirão de ponto de partida para as ações que a Igreja irá realizar no regional durante o próximo ano.
A temática foi discutida durante a 55ª Assembleia Geral Ordinária de Pastoral do Povo De Deus, realizada dentre os dias 14 e 15 de outubro em Campo Grande. A convite de Dom Dimas Lara Barbosa, Arcebispo da Arquidiocese de Campo Grande e presidente do Regional Oeste 1, Bispos e coordenadores de pastorais do regional, participaram das discussões e diante dos altos índices de violência constatados no Estado, os participantes reforçaram a urgência de se trabalhar a superação da violência em todos os aspectos da nossa sociedade.
“As discussões foram ótimas e mostraram a amplitude da realidade do tema que abordaremos na Campanha da Fraternidade do ano que vem. Vimos que a violência é um tema que está presente em todas as comunidades e que acomete todas as realidades. Teremos um grande desafio e um amplo campo de trabalho que contará com a união de todas as pastorais e movimentos da nossa Igreja para juntos darmos um importante passo para a superação da violência e a valorização da vida”, disse Dom Dimas.
Durante as apresentações a presidente da Xaraes Consultoria e Projeto, Aparecida Gonçalves, disse que o Brasil é o quinto país onde mais se mata mulher, sendo que as cidades sul-mato-grossenses de Aparecida do Taboado, Amambai e Caarapó estão entre as 100 cidades brasileiras com a maior incidência de assassinatos de mulheres.
Sobre a juventude, a promotora Vera Aparecida Cardoso Bogalho Frost Vieira, titular da Promotoria da Infância e Juventude de Campo Grande, comentou que vê a urgência da elaboração de políticas públicas que atuem de forma preventiva. Segundo ela, grande parte dos adolescentes que cometem infrações e são encaminhados para as Unidades de Educação de Internação em Mato Grosso do Sul, têm em comum a desestabilização familiar e o uso de drogas. A partir desses índices, as infrações avançam para roubos, tráfico e até mesmo, latrocínio.
O juiz federal aposentado, Odilon de Oliveira, que também participou dos painéis, enfatizou a necessidade do fortalecimento da Família, tendo em vista, que ela é a matriz geradora da vida e, como muitas crianças têm crescido em um ambiente desestabilizado e repleto de violência, ela acaba refletindo essa criação, dando continuidade a violência e a desvalorização da convivência fraterna e da vida. “Temos que conscientizar os pais de que eles exercem uma função delegada por Deus. Se queremos um futuro melhor, temos que trabalhar no fortalecimento e na valorização das famílias”, disse o ex-juiz federal que viaja o Brasil ministrando palestras.
Outras formas de violência como as mortes no trânsito, atentados aos povos indígenas, aos idosos, às relações sociais e a vida em sua totalidade também foram apresentadas pelo médico psiquiatra, José Carlos Rosa Pires de Souza; o Procurador da República, Emerson Kalif Siqueira; a chefe da divisão de educação do Detran/MS, Inês Pereira Esteves; o membro titular da Comissão Regional de Justiça e Paz, Lairson Palermo e a coordenadora diocesana da Pastoral da Pessoa Idosa, da Diocese de Dourados, Alice Rosa Viegas.
Todos os temas foram debatidos em grupos e servirão de ponto de partida para a elaboração das ações que serão desenvolvidas pela Igreja em Mato Grosso do Sul durante a Campanha da Fraternidade de 2018.
Diác. Roberto Rabelati
Ray Santos
jornaldiadia.com.br
Formação CF-2018: Crescer sem Violência, parte 02
Que Exploração é Essa?
Que exploração é essa? – Episódio 01: A denúncia ajuda o próximo
Que exploração é essa? – Episódio 02: Redes hoteleiras
Que exploração é essa? – Episódio 03: Turismo
Que exploração é essa? – Episódio 04: Perigo virtual
Que exploração é essa? – Episódio 05: Quebrando rótulos
Que Exploração é Essa? O Projeto Crescer sem Violência apresenta a série “Que exploração é essa?”, resultado da parceria da Childhood Brasil com o Canal Futura e apoio Unicef Brasil.
Que exploração é essa? – Episódio 01: A denúncia ajuda o próximo
No primeiro episódio, um caminhoneiro viaja com seu filho e eles conhecem uma menina vítima da rede de exploração sexual de crianças e adolescentes.
Que exploração é essa? – Episódio 02: Redes hoteleiras
No segundo episódio da série “Que exploração é essa?”, o caminhoneiro Milton e o seu filho Diego decidem parar para descansar. Quando chegam ao hotel, se deparam com mais uma situação de exploração sexual de crianças e adolescentes, vitimas de uma rede de aliciadores.
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Formação CF-2018: Crescer sem Violência, parte 01
Crescer sem Violência
Em parceria com a Childhood Brasil, que entra com o apoio técnico ao conteúdo, Fundação Vale e Unicef Brasil. O Canal Futura criou as séries “Que exploração é essa?” e “Que abuso é esse?” para abordar o tema: violência sexual praticada contra crianças e adolescentes.
As narrativas fazem uso da linguagem lúdica para tratar de uma das mais graves violações de direitos humanos de crianças e adolescentes, previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei nº 8.069, de 1990, e aprofundar os debates sobre o tema.
Que Abuso é Esse?
Que abuso é esse? – Episódio 01: Desmascarando o abuso
Que abuso é esse? – Episódio 02: É só carinho?
Que abuso é esse? – Episódio 03: Perigo no lar
Que abuso é esse? – Episódio 04: Onde há fumaça
Que abuso é esse? – Episódio 05: É preciso ouvir
Que abuso é esse? – Episódio 06: A união faz a proteção
Que abuso é esse? – Episódio 07: Lobos em pele de cordeiro
Que abuso é esse? – Episódio 08: O caminho da denúncia
Que abuso é esse? – Episódio 01: Desmascarando o abuso
Dando continuidade ao Projeto Crescer Sem Violência, apresentamos a série “Que abuso é esse?”, parceria entre Childhood Brasil, Canal Futura, Fundação Vale e Unicef Brasil. O primeiro vídeo da série tem como tema “Desmascarando o abuso” e informa como diferenciar exploração, pedofilia, assédio e estupro. Tudo com uma linguagem lúdica e de fácil entendimento.
Que abuso é esse? – Episódio 02: É só carinho?
O segundo vídeo da série “Que Abuso é Esse?” mostra que, muitas vezes, o abuso sexual de crianças e adolescentes pode ter o “disfarce” de carinho. Nesse sentido, a escola tem papel fundamental em preparar a criança para que ela identifique os diferentes tipos de toque e peça ajuda ao se sentir ameaçada.
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Pe. Zezinho: romeiros de pés inchados
Romeiros de Aparecida, de Belém, Fátima, de Santiago de Compostela e de outros lugares de peregrinação ao redor do mundo, em geral terminam a peregrinação com os pés inchados e feridos.
Então, porque fazem isso? Em 85% a 90% dos casos, segundo enquete, caminham para agradecer por graça alcançada. Prometeram e agora cumprem. Acreditam que Jesus vê e que os santos a quem pediram intercessão junto a Jesus estão vendo.
Mas o mais bonito é que mais de 80% dos romeiros de pés inchados e joelhos esfolados fazem isso por pai, mãe, irmão, filhos e até por amigos. Os médicos não acharam a cura, mas Nossa Senhora ou o santo intercederam junto a Jesus e caminharam dois ou três dias, uma semana, 100 a 300 km para agradecer ou pedir.
Católico crê em prece solidária. Ora e se sacrifica pelo outro que não pode. Faz parte da nossa ascese e da nossa Teologia.
E como cremos que o céu está apinhado de Santos que já se salvaram, nada mais justo que peçamos que intercedam junto a Jesus por nós. Jesus leva a gente para o Pai onde faz trindade com o Espírito Santo. É a nossa ascende: amar como Jesus e levar um pedaço da Cruz dos outros. MARIA estava lá, aos pés da Cruz do Filho.
Cristão que não leva a própria Cruz e não carrega ao menos um pedaço da Cruz dos outros não entendeu Jesus. A recomendação foi dele.
Admiro romeiros de pés inchados e joelhos esfolados. Quando passam do limite os padres aconselham a levar a Cruz de outro jeito para que sua penitência não acabe num hospital. Mas que é bonito orar e ajudar os outros, isto é!
Romeiros saem de casa e caminham longe, mais para agradecer e pedir graças para os outros do que para si mesmos. E Deus vê tudo isso.
Fico em Aparecida onde me escondo e, de lá, vejo o povo católico orando mais pelos outros do que para si mesmos.
Entre eles há muita gente santa! É uma das minhas alegrias de padre e de católico!
A Catedral Basílica de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, também conhecida como Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, é um templo religioso católico localizado no município brasileiro de Aparecida, no interior do estado de São Paulo. É o maior templo católico do Brasil, segundo maior do mundo, menor apenas que a Basílica de São Pedro no Vaticano.
Romarias de súplica e de gratidão!
No grande dia dos 300 anos do resgate da imagem com sinais de que não foi por acaso, penso nos romeiros que caminham para os santuários de Aparecida e de Belém do Pará.
E minha experiência com eles é que caminham para suplicar a intercessão de Maria junto ao seu Filho Jesus. E caminham para agradecer as graças recebidas. E a maioria ora mais pelos outros do que por si mesma.
É uma das catequeses mais sólidas da nossa Igreja. Orar mais pelos outros do que em proveito de si mesmo.
Gosto desses romeiros. Tudo termina no sacrário porque 99% são corações solidários!
Pe. Zezinho, scj
Meu grande louvor e amor a Maria
Sei que alguns ateus e até cristãos de outras correntes de fé, põem objeções a nosso culto à mãe Jesus.
E não faço parte dos que desmerecem um ateu ou um evangélico que estudou a Bíblia e conhece a História do Cristianismo.
Eu também li e estudei centenas de livros e até me deram um título de doutor. Uma grande universidade, a PUC de Curitiba, achou que sei o bastante para defender a teologia que prego.
E na teologia que prego por escrito e por canções, MARIA, a mãe de Jesus está viva e está no céu junto ao seu Filho.
Seria um fracasso um cristão duvidar que Jesus não está no céu e não nos ame!
E seria estranho demais se, depois de 2 mil anos, Jesus ainda não tivesse levado sua mãe para o céu.
Mais estranho ainda se bispos, padres e pastores e pregadores da Bíblia pudessem interceder pelos fiéis pedindo curas a Jesus; e a mãe de Jesus não pudesse, porque ela está morta e não pode fazer nada pelos cristãos de agora. Eu penso diferente! .
Eu creio que Jesus levou bilhões de almas para o céu porque “ o sangue de Jesus tem poder”. E o céu está repleto de Santos que Jesus salvou. E a mãe dele está lá ao lado dele, como esteve sempre ao seu lado, desde Belém até à Cruz.
E é por isso que não adoro Maria, porque ela não é deusa.
Mas também é exatamente por isso que eu a venero porque, depois de Jesus nenhuma pessoa foi mais privilegiada do que a mulher que o gerou e viveu com ele até seu último instante neste mundo.
Eu sou padre e, se eu posso abençoar quem me pede uma bênção, tenho certeza de que a oração da mãe de Jesus vale mais do que as minhas pobres preces.
Jesus tem o poder. Mas nós temos o pedir. E o pedir de Maria é mais profundo porque vem com o conhecimento que ela teve e tem sobre Jesus.
Entre a sabedoria dos doutores laureados em teologia em tantas igrejas e a sabedoria de Maria, eu fico com a sabedoria dela. Para mim, Maria está viva e no céu. Para mim ela não está dormindo o sono de quem espera o soar da última trombeta. Jesus já disse que viria buscar os seus discípulos. É só conferir outras passagens da Bíblia! Jesus realmente salva!
Se alguém pensa diferente será respeitado. Mas, sendo padre católico que estudou Bíblia e HISTÓRIA DO CRISTIANISMO, esta é a minha convicção.
Não adoro Maria. Ela não é minha salvadora. Quem salva é Jesus. Mas o filho dela chamou Deus de MEU PAI e VOSSO PAI. E ele a chamou de Senhora e de Mãe e a confiou aos cuidados de João, o mais jovem dos apóstolos. Sinal de que Jesus não teve outros irmãos.
Mas creio que ela nos adotou e nós a vemos como nossa mãe.
É isso que prego e é isto que me leva a fazer centenas de páginas e centenas de canções para homenageá-la.
Isto! Eu amo a mãe de Jesus. E proclamo: “Quem está perto de Maria, nunca está longe de Jesus “. Até porque ela nunca ficou longe dele, nem aqui nem lá no céu! E creio que é para lá que um dia iremos!
E quando chegar a minha hora, espero ver os dois na glória eterna, como eles estão agora!
Dois tipos de evangélicos
Recebi no meu Facebook e em outras páginas que escrevo, muitas mensagens de amizade e de orações conosco, católicos, pela nossa alegria de nestes 300 anos festejarmos nosso amor por Maria. Eles sabem que não adoramos Maria porque eles também amam a mãe de Jesus, embora a cultuem da outra maneira.
Mas também recebi muitas agressões dizendo que sou um padre herege e inimigo de Jesus e ignorante de Bíblia.
Um deles enviou quase cem textos contra mim e nossa Igreja. Ele é agressivo e desafiador. E está na minha página que ele invadiu e deu um jeito de permanecer me provocando.
Sabem o que faço? Respondo a tudo dizendo a mesma coisa:
“Severino, você está na minha página. Eu não invadi a sua. Se quer debate procure outro evangélico como vc. Sou obrigado a deletar você porque você não quer diálogo. Quer provar que é sabe mais Bíblia do que eu! Procure seu pastor. Não invado o púlpito do seu pastor e você não invada o meu! ”
Pe. Zezinho, scj