Semana Missionária de Porto Alegre: jovens em contato com a caridade

A partir da próxima segunda-feira (17), jovens de várias dioceses do Rio Grande do Sul estarão reunidos em Porto Alegre para a Semana Missionária, promovida pelo Serviço de Evangelização da Juventude do Regional Sul 3 da CNBB. Na oportunidade, eles poderão conhecer diversas realidades, acompanhando a rotina de pessoas que trabalham no cuidado com a vida, junto a crianças e adolescentes em vulnerabilidade, na reciclagem do lixo ou nos presídios, por exemplo.

A coordenadora do Serviço, Ir. Zenilde Fontes, explica que a metodologia dessa experiência missionária segue a pedagogia do diálogo, do anúncio e do testemunho de comunhão eclesial. Além disso, a partir dessa vivência da rotina do outro, se pode fazer o exercício de perceber Deus.

A Semana Missionária de Porto alegre será uma vivência de pastoral conjunta e orgânica. A Ir. Zenilde acrescenta que “um cristão que não vive a caridade fica com uma fé deficiente. A dimensão missionária da nossa fé faz parte do DNA do cristão e é o elemento comum entre todas as vocações. Assim que somos batizados, assumimos o compromisso com o anúncio”.

Os jovens poderão conhecer o trabalho feito na Fonte Colombo, junto às pessoas que vivem com HIV, no Presídio Central, no Centro de Promoção da Criança e do Adolescente São Francisco de Assis (CPCA), na Lomba do Pinheiro, no Galpão de Reciclagem da Vila dos Papeleiros, no Abrigo João Paulo II e no Centro Social Marista de Porto Alegre (Cesmar). Ao longo da semana, cada jovem vai visitar três lugares diferentes e, à noite, serão acolhidos em casas de famílias das paróquias da arquidiocese.

O jovem Bruno Trindade, da diocese de Cachoeira do Sul, participou das atividades há 2 anos e conta como a experiência trouxe a ele “a consciência e o despertar para uma Igreja em missão e em saída, uma Igreja unida, que vai muito além do carisma ou grupo de base. Percebi o quão é lindo e importante fazer parte de uma comunidade ativa, que se preocupa com o próximo, que vai ao encontro, que vê dignidade em todas as pessoas, que serve a Deus com amor e de todo o coração. E assim, despido de qualquer vaidade ou superficialidade, encontrei muito Deus e de uma forma bastante simples, no irmão que sofre”.

Já Natália Bernardo, da Arquidiocese de Pelotas, vai participar da Semana Missionária deste ano. “Já faz algum tempo que venho tentando tocar novas realidades. Acredito que quando vamos ao encontro do outro, encontramos o próprio Cristo”, disse a jovem.

 

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Semana Nacional da Família é tempo de olhar para grande dom de Deus

Presidente da Comissão Nacional da Pastoral Familiar fala sobre preparação para a SNF 2017

Semana Nacional da Família

De 13 a 19 de agosto, a Igreja no Brasil celebra a Semana Nacional da Família (SNF), neste ano com o tema “Família, uma luz para a vida em sociedade”. Este será um momento de “olhar para esse dom de Deus que é a família”, como anima o bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom João Bosco Barbosa de Sousa. Em sua 26ª edição, a data deve envolver vários grupos de paróquias e comunidades em ações voltadas para trabalhar o tema da família “dentro das nossas igrejas e, mais do que isso, dentro da sociedade em que nós vivemos”.

Dom João Bosco, Presidente da Comissão Vida e Família, convida toda a Igreja para envolver-se no cuidado Pastoral da Família. Neste sentido, convoca todos para fazer a maior.

“A Semana Nacional da Família vem crescendo a cada ano e ela tem como finalidade olhar para esse dom de Deus que é a família. Muita gente pensa que a família é um problema, que família é crise, algo que prende a liberdade das pessoas. Pelo contrário, família liberta, é um dom de Deus, deve ser o nosso grande motivo de agradecimento ao Deus de amor. A família é o lugar do amor”, reflete dom João Bosco. De acordo com o bispo, preside a Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), a intenção é que a Semana Nacional da Família seja um momento de aprofundar as grandes questões que envolvem a família no mundo de hoje. “E as comunidades todas se unem, refletem, estudam, rezam, celebram na Semana Nacional da Família esse grande dom de Deus”, afirma.

Ação conjunta

Dom João Bosco ressalta que a preparação e a celebração da Semana Nacional da Família vão além do âmbito dos grupos paroquiais que se dedicam à família: “O papa Francisco pediu para que todas as comunidades se envolvessem com a família, fizessem da família o centro da ação evangelizadora. Então, o melhor jeito da gente se preparar é aproximando os nossos grupos, as nossas pastorais, os nossos sacerdotes, diáconos, todos os agentes da Igreja. Não para que fique só na igreja, mas para que possa levar o tema da família como luz para a sociedade”.

Resgate histórico

A Semana Nacional da Família teve origem em 1992 como resposta à necessidade de defesa e promoção da família, cujos valores, já naquela época, eram agredidos sistematicamente na sociedade. Ela sempre acontece a partir do segundo domingo de agosto, quando é comemorado o Dia dos Pais. Desde o início, foi proposta como um momento forte no qual a Pastoral Familiar procura articular-se com todas as demais pastorais da Igreja no sentido de evangelizar a família na globalidade dos seus aspectos e realidades.

Subsídio

Para animar este momento de valorização da instituição familiar, a Pastoral Familiar propõe como subsídio o livreto “Hora da Família”. A primeira edição do material publicada em 1996, por iniciativa da arquidiocese do Rio de Janeiro, como preparação para o II Encontro Mundial das Famílias, que aconteceu no ano seguinte com a visita do papa João Paulo II. Nos anos seguintes, o Hora da Família, assumido pelo Setor Família da CNBB, animou grupos e comunidades do Brasil no tríduo rumo ao Jubileu do ano 2000 e foi somado ao texto usado na Semana Nacional da Família, que a partir de então formaram um só fascículo.

Editado anualmente, o material apresenta reflexões sobre temas relacionados à vida em família e à atuação da Pastoral Familiar. Desde o início, a publicação ainda traz sugestões de celebrações e orações para serem utilizadas em vários momentos do ano. “É uma publicação que pode ser utilizada de diversas maneiras e adaptadas às circunstâncias de cada comunidade. É um subsídio rico e a cada ano ele é preparado com muito carinho”, afirma dom João Bosco.

“Família, uma luz para a vida em sociedade” é o tema do subsídio Hora da Família 2017. Neste ano, a reflexão está em sintonia com o impulso da Igreja no Brasil para que seja percebida a importância das ações dos cristãos leigos e leigas na sociedade. O material propõe os sete encontros da Semana Nacional da Família, Leitura Orante da Palavra e celebrações em família.

Existem muitos subsídios que estão sendo preparados para a Semana Nacional da Família, mas eu acredito que seja importante aquilo que é feito pela própria Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar, a Secren, e a Pastoral da Família faz pelo Brasil inteiro.

Pastoral da Família não um pequeno grupo da paroquia que se dedica à família. O papa Francisco pediu para que todas as comunidades se envolvessem com a família, fizessem da família o centro da ação evangelizadora. Então, o melhor jeito da gente se preparar é aproximar os nossos grupos, as nossas pastorais, os nossos sacerdotes, diáconos, todos os agentes da Igreja. Não para que fique só na igreja, mas para que possa levar o tema da família como luz para a sociedade.

O subsídio Hora da Família é produzido anualmente. Ele consta de temas de reflexão sobre a família, celebrações… É uma publicação que pode ser utilizada de diversas maneiras e adaptadas às circunstâncias de cada comunidade. É um subsídio rico… A cada ano ele é preparado com muito carinho.

O “Hora da Família” é distribuído pela Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar (Secren). Encomendas podem ser feitas pela Loja virtual em www.lojacnpf.org.br, pelo telefone (61) 3443-2900 ou ainda pelo e-mail vendas@cnpf.org.br. O material também é distribuído pelos casais coordenadores e agentes da Pastoral Familiar nos regionais e dioceses.

 

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Formas de animar a Semana Nacional da Família 2017

A Semana Nacional da Família 2017 será em agosto, mas para que seja um momento único e bem vivenciado nas comunidades e nas famílias, nada melhor que preparar tudo com antecedência. O Regional Sul 4 da Pastoral Familiar da CNBB, através do casal Wolnei e Marivone, indicou algumas sugestões de ações e iniciativas que podem ser desenvolvidas para melhor aprofundamento das reflexões do Hora da Família e ter uma experiência evangelizadora de encontro com Cristo e valorização da família.

São elas:

01 – Articulação
No âmbito paroquial ou diocesano, é fundamental que haja a articulação da Pastoral Familiar com as demais pastorais, movimentos, escolas e serviços. Isso para que a promoção da Semana Nacional da Família seja universal e participativa. Cada grupo pode contribuir com seu testemunho de Igreja e de unidade, juntando todos os que amam a família para somar esforços a fim de protege-la e defende-la das grandes pressões e ameaças externas que sofre.

02 – Celebrações e orações
O subsídio Hora da Família é um material fundamental para quem deseja rezar em e pela família, nele são oferecidos os encontros para cada dia da Semana Nacional da Família e sugestões de celebrações, consagração e de leitura orante. As indicações para bem viver este momento é que sejam incentivadas nas comunidades a realização de missa de abertura e encerramento da Semana, distribuição de orações e mensagens sobre a família, realização de caminhadas com reza do terço nas ruas e momentos de reflexão nas residências das famílias.

03 – Visitação: o chamado do papa Francisco é claro
“Hoje, a pastoral familiar deve ser fundamentalmente missionária, em saída, por aproximação, em vez de se reduzir a ser uma fábrica de cursos a que poucos assistem” (AL, 230). Por isso, as equipes e grupos podem promover e incentivar programas de visitação às famílias na comunidade com bênção nas casas e entrega de orações. Por que não perguntar às pessoas que estão afastadas da Igreja se elas têm o interesse em receber algum encontro do Hora da Família?

04 – Família nas ruas
Uma ação interessante é marcar a presença da família na rotina da cidade por meio de uma carreata no momento de movimento do comércio, com carros de som e música da família ou uma caminhada paroquial em favor da família, com faixas e cartazes.

05 – Família nos meios de comunicação social
Os coordenadores paroquiais, diocesanos ou regionais da Pastoral Familiar podem se disponibilizar a atenderem jornalistas dos meios de comunicação impresso, do rádio, da televisão ou da internet. É possível articular nas próprias dioceses que geralmente têm seus próprios veículos de comunicação. As equipes da Pastoral Familiar também poderão preparar materiais de divulgação das ações para a Semana Nacional da Família e dos encontros do Hora da Família.

06 – Formação
Nas escolas ou na catequese, há uma oportunidade de convidar os pais e oferecer encontros com temas relacionados à família. As escolas são um lugar privilegiado para incentivar papais, mamães e responsáveis a assumirem a missão de ser “luz para a vida em sociedade”.

07 – Ação Social
Ser uma luz para a vida em sociedade é oferecer às famílias que passam por dificuldades mais duras a possibilidade de enfrentar e até se ver livre da condição de pobreza. No contexto da Semana Nacional da Família, as comunidades poderão promover ações caritativas em favor das famílias carentes como gesto concreto dos encontros do Hora da Família.

08 – Entretenimento: momentos de lazer também podem ser evangelizadores
Ao término do último encontro do Hora da Família, os grupos participantes podem se reunir para partilhar as experiências e bênçãos recebidas durante a realização de cada momento de oração em família. Este encerramento festivo da Semana da Família pode ser em uma chácara, onde podem ser promovidos jogos entre casados e solteiros, uma tarde juvenil, jantar com as famílias, piqueniques nas comunidades com momento de celebração, gincanas e concursos de desenhos.

09 – Músicas: Tenha os cantos apropriados para os encontros

O Catecismo da Igreja Católica aponta-nos que: “O canto e a música desempenham sua função de sinais de maneira tanto mais significativa por ‘estarem intimamente ligados à ação litúrgica’, segundo três critérios principais:  1 – a beleza expressiva da oração,  2 – a participação unânime da assembleia nos momentos previstos e  3 – o caráter solene da celebração.
Participam assim da finalidade das palavras e das ações litúrgicas: a glória de Deus e a santificação dos fiéis: ‘Quando chorei ouvindo vossos hinos, vossos cânticos, os acentos suaves que ecoavam em vossa Igreja! Que emoção me causava! Fluíam em meu ouvido, destilando a verdade em meu coração. Um grande elã de piedade, e elevava, e as lágrimas corriam-me pela face, mas me faziam bem’.

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Todas as músicas

Para adquir o subsídio Hora da Família e preparar a Semana Nacional da Família em sua comunidade acesse www.lojacnpf.org.br

O que é a Semana Nacional da Família?

A Semana Nacional da Família (SNF) é um momento forte no qual a Pastoral Familiar, em articulação com as demais pastorais, movimentos, serviços e a sociedade em geral, intensifica seus esforços no sentido de evangelizar a família na globalização de seus diversos aspectos e realidades.

Organizada pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) faz parte do calendário de praticamente todas as Paróquias do Brasil. É hoje uma realidade que teve início, em ambito nacional em 1992. Foi uma resposta à inquietação, ao descontentamento e desejo de se fazer alguma coisa em defesa e promoção da família, cujos valores vêm sendo agredidos sistematicamente em nossa sociedade.
Escolheu-se, para isso, a semana seguinte ao dia dos pais, no mês de agosto por ser o mês vocacional. Algumas comunidades não podem realizar a SNF nesta data, podendo então ajustar a realidade local!

 

CNPF / Portal Kairós

Apresentando o DVD da Campanha Missionária 2017

Campanha Missionária 2017

As Pontifícias Obras Missionárias (POM) apresentam o DVD da Campanha Missionária 2017 com o tema: “A alegria do Evangelho para uma Igreja em saída” e o lema: “Juntos na missão permanente”. A Campanha é promovida todos os anos no mês de outubro quando se realiza, no penúltimo domingo, a Coleta do Dia Mundial das Missões (este ano dias 21 e 22).

Produzido pela Verbo Filmes e organizado pelas POM, o DVD contém nove capítulos, um para cada dia da Novena, com destaque para testemunhos de missionários e missionárias que vivem a alegria de anunciar o Evangelho em diversos contextos de missão. Dispostos em temas, os capítulos seguem o roteiro da Novena Missionária conforme indicado no livrinho. Pode ser utilizado também em reuniões das pastorais, conselhos paróquias e comunitários, grupos e movimentos, e até mesmo nos encontros de oração.

“O Papa Francisco nos convida a uma nova etapa Evangelizadora marcada pela alegria (EG 1) que brota do encontro com Jesus Crucificado e Ressuscitado. Este DVD e os demais materiais da Campanha Missionária, pode ser utilizados de diversas formas: na família, na comunidade, na paróquia, nos grupos e pastorais”, explica padre Maurício da Silva Jardim, diretor das POM. “O DVD é animado pelo hino “Brasil Missionário” e nos convida a partilhar em forma de oração, fazer a Leitura Orante da Palavra e animar cada vez mais a Igreja em saída missionária. Por meio do testemunho profético nós queremos ser essa Igreja em missão nas periferias existenciais e geográficas”, complementa o diretor.

Materiais

Além do DVD, para animar a Campanha, as Pontifícias Obras Missionárias prepararam o cartaz com o tema e o lema; a Novena missionária; Mensagem do papa para o Dia Mundial das Missões; orações dos fiéis para os cinco domingos de outubro; envelopes para a Coleta do Dia Mundial das Missões e duas versões de marcadores de páginas com a oração missionária.

Todos os itens da Campanha estão sendo enviados até o final do mês de junho às 276 dioceses e prelazias do Brasil para serem distribuídos entre as paróquias e comunidades. É importante verificar se o material está chegando e organizar a sua distribuição. Além disso, os materiais estão disponíveis no site das POM para baixar e multiplicar livremente.

Novidade

Este ano, o cartaz, o livrinho da Novena e os marcadores de páginas trazem o Zapcode com acesso para três vídeos extras sobre a Campanha Missionária. Para utilizá-lo basta baixar gratuitamente o Aplicativo Zappar no Smartphone (celular e tablet). Depois, ao direcionar o aparelho para o cartaz é possível assistir aos vídeos e acessar os conteúdos da Campanha Missionária.

 

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Concurso para escolha do Hino da Campanha da Fraternidade 2018

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou no dia 21 de junho o edital para a escolha da música tema da campanha

Concurso para escolha do Hino da Campanha da Fraternidade 2018

Música deve ter caráter convocatório

Encontra-se aberto o Concurso para a escolha do Hino da Campanha da Fraternidade (CF) 2018, promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Desta vez, por decisão dos bispos do Conselho Episcopal de Pastoral (CONSEP), o concurso será realizado em um edital, letra e música, simultaneamente, podendo haver parceria entre letristas e músicos.

Conforme o edital do certame, a música deve traduzir, em linguagem poética, os conteúdos do tema: “Fraternidade e superação da violência”, do lema: “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8) e os objetivos da CF. É necessário também que os candidatos busquem inspiração nas sagradas escrituras e no magistério da Igreja. “A letra deve explorar o caráter convocatório aos cristãos para o engajamento concreto da fé”, diz o edital do concurso.

Os interessados em participar deverão apresentar suas produções de forma escrita, em pauta musical, com indicação de acordes (cifras) para o acompanhamento instrumental. As melodias que não estiverem anotadas na pauta serão desclassificadas. É necessário gravar a música em CD, com ou sem acompanhamento instrumental. O prazo para que as composições sejam enviadas à CNBB é até o dia 31 de julho de 2017.

Confira o edital oficial em PDF

 

CONCURSO PARA O HINO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE – 2018

Prezado(a) compositor(a),

Com alegria e expectativa, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, está lançando o Concurso para o Hino da Campanha da Fraternidade de 2018. Por decisão dos bispos do Conselho Episcopal de Pastoral (CONSEP), o concurso será realizado em um edital, letra e música, simultaneamente, podendo haver parceria entre letristas e músicos.

Tema e lema da CF 2018

Tema: Fraternidade e superação da violência Lema: “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8)

01 – Características da letra do hino:

a – Traduza em linguagem poética os conteúdos do tema, lema, objetivos (conferir ANEXO II) evitando explicitações desnecessárias, moralismos ou chavões;

b – Buscar inspiração em: Sagrada Escritura e Magistério da Igreja, conforme Anexo II;

c – Apresente um caráter convocativo: Os fiéis serão convocados para a adesão ao que se propõe a Campanha da Fraternidade. É Deus quem convoca sua Igreja, seu povo, para este engajamento concreto da fé;

d – Um embasamento bíblico: A referência bíblica é fundamental, pois ela orienta a vida e a história do povo, e confere sólidos fundamentos para o texto poético;

e – A coerência entre fé e vida: Contemplar a unidade fundamental entre fé e vida, evitando intirnismos ou sentimentalismos exagerados;

f – A esperança de um mundo novo, “um novo céu e uma nova terra … ” (cf. Ap 21,1-7). A força do texto deverá reavivar a esperança, a criatividade, o compromisso cristão. Uma mensagem que ajudará o povo de Deus a pôr-se em marcha;

g – Tenha em todas as estrofes o mesmo número de sílabas e de acentos, ou seja, uma métrica regular e fluente;

h – Tenha alguma forma de rima, embora possam ser usados versos livres. Contudo, a rima, quando bem utilizada, facilita a execução e a memorização do canto.

02 – Critérios para a análise da qualidade literária do texto:

Tratando-se de forma poética, serão observados, em especial, os seguintes critérios:

a – Emprego da função da linguagem mais adequada ao momento litúrgico: evocativa, exortativa, invocativa, narrativo-descritiva, experiencial, penitencial, informativa, laudativa, votiva, reflexivo-meditativa.

b – As qualidades do estilo, em especial quanto aos princípios da correção, da originalidade e da Expressividade poética mediante o emprego pertinente de figuras de linguagem (a exemplo de textos bíblicos poéticos, observar o melhor emprego de metáforas e comparações);

c – Prosódia poética e sua consonância com a prosódia melódica;

d – O desenvolvimento do texto quanto ao ordenamento das ideias. (início, meio e fim);

e – Recomenda-se a leitura do subsídio técnico: “Canto e música litúrgica pós Concílio Vaticano 11: Princípios teológicos, litúrgicos, pastorais e estéticos” (Edições CNBB).

03 – Características da música:

a – Caráter vibrante, vigoroso e convocativo;

b – Melodia e ritmo fluentes, acessíveis a qualquer tipo de assembleia;

c – Força melódica e rítmica eficazes para a dinamização das potencialidades de indivíduos e grupos;

d – Realce bem o sentido da letra. Antes de pensar na composição, ora) autor(a) deverá estudar bem a letra e observar os acentos tônicos (fortes) das palavras para que haja uma correspondência natural com os tempos fortes da melodia. Quando as sílabas não acentuadas (átonas) coincidem com os tempos fortes de cada compasso, a palavra fica deformada (por exemplo: terrá, horâ, vamós … );

e – Seja fluente, simples, porém, bela. A tessitura média das notas musicais deve-se acomodar entre o “dó 3” (dó central do piano ou órgão) e o “dó 4” (uma oitava acima);

f – Tenha pausas de respiração suficientes e nos momentos certos. É bom que haja uma breve respiração no final de cada frase do texto;

g – Seja construída a partir da escala diatônica. Sejam evitados cromatismos exagerados (semitons sucessivos) e intervalos de difícil entoação;

h – Seja artística, fugindo dos “chavões e clichês” já conhecidos e por demais gastos;

i – Tenha características da genuína música brasileira (por exemplo, da etnomúsica religiosa).

04 – Apresentação da composição:

a – Esteja escrita em pauta musical, com a indicação dos acordes (cifras) para o acompanhamento instrumental. As melodias que não vierem anotadas na pauta, automaticamente, não serão submetidas ao concurso.

b – Esteja gravada em CD, com ou sem acompanhamento instrumental.

c – A partitura em formato ‘pdf” e o áudio em formato MP3, juntos, também devem ser enviados para o seguinte e-mail: musica@cnbb.org.br.

05 – Prazo:

As composições sejam enviadas à CNBB até o dia 31 de julho de 2017, trazendo apenas o pseudônimo (nome de fantasia) do/a) autor(a), no remetente. Dentro da correspondência, num envelope fechado, estejam o nome verdadeiro dota) compositor(a), junto com o termo de Cessão de Direitos Autorais – Download – , preenchido e assinado, para o seguinte endereço:

CNBB (Setor Música Litúrgica) SE/Sul, Q. 801, Conj. “B” 70200-014 – BRASÍLIA – DF

Pe. Luiz Fernando da Silva – Secretário Executivo da CF
Dom Leonardo Ulrich Steiner – Bispo Auxiliar de Brasília – DF / Secretário-Geral da CNBB
Ir. Fernando Benedito Vieira, SJ – Assessor da CNBB para Música Litúrgica

Ano B – São Marcos
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