Lunação, o novo álbum do Rosa De Saron

Conheça a capa de LUNAÇÃO*, o novo álbum de inéditas que será lançado no dia 21 de Janeiro de 2020.

O álbum terá um total de 13 músicas: As já divulgadas “A Fênix”, “Um Dia”, “Sobre a Dúvida”, “Mire as Estrelas” e mais 9 músicas exclusivas. Entre elas participações de @juninho_afram e @eduardanuy, cada um fazendo seu solo de guitarra em uma música.

Fechando o trabalho, a faixa 13 traz um arranjo todo especial gravado por uma orquestra na Rússia realizando um antigo sonho de ter uma canção assim.

Mais uma contagem regressiva começando!

Conheça as músicas:

 

lunação
substantivo feminino
1.
ASTRONOMIA
período de tempo (cerca de 29 dias e meio) entre duas luas novas consecutivas.
2.
o desenvolvimento de uma planta ou animal no período de um mês.

A Banda

Banda de Rock/Pop Cristã, Católica, com 31 anos de estrada.
Pioneira do gênero no Brasil, um dos principais nomes da música cristã na atualidade

Formada hoje por Bruno Faglioni (voz), Eduardo Faro (guitarra), Rogério Feltrin (baixo) e Grevão (bateria), a banda Rosa de Saron surgiu em 1988 na cidade de Campinas/SP, dentro do movimento de Renovação Carismática da Igreja Católica.

Em pouco tempo o Rosa de Saron começava a compor suas próprias músicas e a participar de festivais, sempre garantindo as primeiras colocações, levando a banda a ser conhecida na cena musical de Campinas e em 1995 lança seu primeiro álbum, ampliando assim o alcance de seu trabalho e recebendo reconhecimento dentro e fora do meio cristão.

Após lançar dois álbuns e um EP, em 2002, a banda passa por uma troca de vocalista, saindo Marcelo Machado e entrando Guilherme de Sá, com o qual lança doze projetos, entre eles 4 DVDs ao Vivo, sendo dois elétricos e dois acústicos.
Foi nesse período constituído por 18 anos, que a banda alçou sucesso nacional ao assinar com uma grande gravadora, receber prêmios como Discos e DVDs de Ouro, um DVD de Platina e duas indicações ao Latin Grammy. Também em 2011, à convite da CNBB, apresentou-se na Jornada Mundial da Juventude em Madri, Espanha, como representante oficial da juventude brasileira no evento e em 2013 tocou na recepção ao Papa, e no encerramento da JMJ do Rio de Janeiro.

Em novembro de 2018 o então vocalista Guilherme anuncia sua saída da banda que promove para ele uma turnê de despedida.

Sem fazer parada, no dia 08 de Março, com lançamento do videoclipe e single inédito de A Fênix, o Rosa de Saron apresenta ao seu público seu novo vocalista Bruno Faglioni e já caem na estrada em nova turnê.

Com mais de 30 anos de estrada, o Rosa de Saron contabiliza 150 mil acessos/mês no site oficial, mais de 2,9 milhões de fãs no Facebook e mais de 200 milhões de views em seu canal do Youtube.

Apesar de todo reconhecimento e crescimento durante os anos, o objetivo do grupo continua o mesmo dos seus primeiros ensaios: Fazer rock com qualidade levando uma mensagem cristã de esperança, fé e amor para todos.

Contatos para shows:
shows@rosadesaron.com.br
Whatsapp:(19)98115-4265
Fone: (19)3368-7981

 

Portal Kairós

A música “És o meu socorro” com a Irmã Ana Paula

O último programa da Canção Nova “Cantarolando” da temporada com a Irmã Ana Paula foi encerrado com ‘chave de ouro’.
A convidada cantou e ministrou um momento de oração especial ao som da música “És o Meu Socorro”.

Ela também encorajou os internautas a se manterem firmes na fé diante das dificuldades, além de ressaltar que Deus não abandona e socorre aqueles que O clamam.

“Talvez, você tenha desistido de lutar, mas eu venho declarar que, na sua vida, levanta-se um Deus que te ergue e fala: ‘Eu acredito em você, Meu filho!’”

Confira a cifra da canção:
Baixe aqui!

Sobre a Irmã Ana Paula

“Através da arte podemos expressar a beleza do nosso Criador! O Grande Artista, que criou os sons, nos envia a ser no mundo uma manifestação de Seu Amor através das canções. Ele é meu Maestro, meu Esposo, minha Canção. ” (Irmã Ana Paula, CMES)

Irmã Ana Paula Neves Ramalho nasceu no dia 15 de novembro de 1984 em Ponto Belo/ES. Desde muito pequena acompanhava o pai que cantava e tocava violão nas festas dos amigos. Entre batidas de colher e cantatas, Ana foi introduzida na arte. Quando tinha 13 anos aprendeu a tocar violão e começou a ajudar em sua paróquia, porém, não sabia cantar. O desejo era tão grande que Irmã Ana Paula pedia este dom para Nossa Senhora e consagrou a voz à ela. A partir daí o dom foi surgindo e quando percebeu estava ministrando em retiros de várias cidades na Diocese de São Mateus, no estado do Espírito Santo.

Ainda aos 13 anos sentiu um forte chamado em seu coração, iniciou então um processo de discernimento para compreender e buscar a vontade de Deus. A oração, reflexão e a profunda comunhão com Cristo, fez com que encontrasse em seu caminho uma porção de sinais, principalmente através da biografia de Santa Teresinha do Menino jesus, que lhe indicaram que a vontade do Pai é que ela fosse inteiramente Dele. E assim o fez, ingressando no Instituto das Irmãs Carmelitas Mensageiras do Espírito Santo aos 19 anos de idade no dia 15 de maio de 2004.

Dentro do Carmelo sempre desenvolveu trabalhos voltados a arte, principalmente envolvendo música. Já atuou como ajudante de formação, coordenadora de grupo de oração e do Ministério Mensageiros do Espírito, onde esteve à frente da produção dos últimos CDs, além de outros trabalhos internos. Atualmente é ministra de música, compositora e pregadora dentro do Instituto das Irmãs Carmelitas.

Com o Ministério Mensageiros do Espírito lançou 3 CDs, sendo eles:
– Mensageiros do Espírito (2008)
– Incomparável Deus – Ao Vivo (2014), no qual está a canção “Sopra em Nós”, sua música mais conhecida
– Glória Sobrenatural – Ao Vivo (2017)
Durante sua estadia no ministério conquistou 4 troféus no Festival Carmelitano de Artes.

Como compositora teve a oportunidade de criar diversas canções para o Ministério que participava. Foi convidada pela ACN Brasil a compor duas músicas: “Teu Grito”, ao povo nigeriano que sofre com perseguições religiosas, e “Povo da Cruz”, para os iraquianos. As canções foram apresentadas a importantes figuras da igreja, como por exemplo Dom Kaigama, arcebispo da Nigéria e Dom Arbach, bispo da Síria.

A vontade de Deus, sempre muito presente em sua vida, a chamou para maiores desafios. Irmã Ana Paula saiu do Ministério Mensageiros do Espírito para seguir carreira solo e alçar voos ainda maiores, mostrando ao mundo o amor e a misericórdia de Deus através de seu ministério, cumprindo a missão dentro de seu Carisma Carmelitano que diz: “Contemplar para Evangelizar à Luz do Espírito Santo”.

Prêmios:

– Ganhadora de 4 troféus do Festival Carmelitano

 

Canção Nova / Portal Kairós

Ziza Fernandes apresenta musical “Arsenal – As armas da Paz”

O musical “Arsenal – as armas da paz” é o espetáculo da turnê Show Viva. Ele é dirigido pela cantora Ziza Fernandes, além de ser o sexto musical realizado pela Oficina Viva Produções. Nos dias 15 e 16, em São Paulo, ele será apresentando, já no dia 5 de novembro, a apresentação do musical será no Rio de Janeiro.

A bondade que desarma e combate a inércia e o conformismo é o coração de “ARSENAL, as armas da paz”, dirigido por Ziza Fernandes.
Esse espetáculo, que foi exibido em 2016, inclui, agora, a história do Arsenal de Esperança, obra de SERMIG – Fraternidade de Esperança, nascida em Turim, em 1964, que, na sua sede em São Paulo, desde 1996, recebe 1.200 pessoas em situação de rua todos os dias.

“O Arsenal não fala apenas das realidades que enfrentaram os fundadores do Arsenal da Esperança, mas aquela que nós enfrentamos quando conseguimos executar uma obra de paz que parece impossível aos olhos do mundo”, conta Ziza Fernandes.

Datas, locais e horários

São Paulo – 15 e 16 de outubro, às 21h
Local: Teatro Tuca; R. Monte Alegre, 1024 – Perdizes, São Paulo
Rio de Janeiro – 5 de novembro, às 19h e às 21h
Local: Theatro NET Rio; 2º Piso, Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro

Sobre a Oficina Viva

A Oficina Viva é um projeto realizado por Ziza Fernandes, com o objetivo de treinar seres humanos e cantores musicais em todo o país. Atividades que compreendem o Show Viva, shows de bolso e workshops paralelos são centrados nos Cursos de Expressão Viva o qual a cantora conduziu este ano em São Paulo e no Rio de Janeiro, com duração de dez meses consecutivos onde reuniu mais 150 alunos.

Sobre a Ziza Fernandes

Estudou piano por 12 anos no Conservatório Santa Cecília, Maringá – PR, aperfeiçoando-se com o professor Paulo Giovanini, na Universidade Estadual de Maringá. Em 1993, no Instituto Musical Solar do Som de Maringá, iniciou seus estudos em Técnica Vocal. Em Curitiba, no Conservatório de Música Popular Brasileira, estudou Técnica Vocal e Interpretação da Canção Brasileira com a professora Liane Guariente e com a cantora Elza Soares. Também cantou como mezzosoprano no Grupo Vocal Brasileirão, em sua formação inicial, por três anos e meio, no qual gravou seu primeiro trabalho em 1996, com arranjos e regência do Maestro Marcos Leite (in memorian), fundador do grupo Garganta Profunda.
Em outros cursos de Técnica Vocal e Interpretação, estudou com as professoras Liane Guariente, Regina Luccato e Ná Ozzeti. No Canto e Coro Lírico fez cursos com Marcos Thadeu, Martha Herr, Neide Thomas e Denise Sartori. Estudou também com a Fisiologista da voz e professora de Técnica Vocal e Canto, Sira da Silva, na Escola de Música Laudate de Curitiba.

É bacharel em Musicoterapia desde 1998, pela Faculdade de Artes do Paraná, em Curitiba.Tem realizado por todo o Brasil um trabalho de Formação Vocal e de Interpretação da Voz, voltado para uma melhor qualificação dos profissionais e amadores da voz e do corpo. O primeiro fruto deste trabalho está documentado no livro intitulado: “Voz, expressão da vida”, lançado pela Editora Paulinas em 2005.

Foi aluna particular de piano erudito de Thiago Teixeira. Em 2010, foi responsável pela área de música do Instituto de Filosofia, em Curitiba, onde lecionou piano erudito e teoria musical. Lecionou o Curso de Alfabetização Musical online, por meio do site do mesmo Instituto.

Atualmente está à frente do Projeto Oficina Viva, idealizado e conduzido por ela há 15 anos, mas que agora traz uma nova versão: a formação continuada vocal, direcionando todos os cursos ministrados pelo Brasil e exterior para um só linha: a experiência da voz emitida com arte, despertando uma melhor percepção sobre valores e experiências da vida. A Oficina Viva tem seu escritório em São José dos Campos, cidade onde hoje a cantora reside. Um novo tempo!

 

Ziza Fernandes / Portal Kairós

Músico católico, seja o promotor do dom do outro

Todos os artistas que se relacionam com a música, sejam compositores, cantores ou músico, ou seja, toquem algum instrumento, obrigatoriamente exercem a sua função para o bem da música. Em uma orquestra com vários músicos, todos (sem exceção) estão lendo sua partitura e seguindo a regência do maestro. Isso resulta numa grande apresentação!

Com o trabalho de todos, a música mostra-se em sua total e plena beleza. Já aqueles que estão na plateia, desfrutam do resultado desse trabalho. Se falta um músico, se alguém se “perde” ou comete um erro, ficará um vazio, uma pausa indesejada ou, ainda, a apresentação toda se perde. 

Músico católico, seja o promotor do dom do outro

É sábio sair de cena para deixar o outro “aparecer”

Analisando um outro ponto: naturalmente, quando se toca em conjunto, acontece a promoção do dom do outro. Como é bonita a dinâmica da música acontecendo. Instrumento que aparece faz sua parte e novamente retorna para o meio do todo. Um bom exemplo disso é visto no final de um grande show, quando acontece a apresentação dos músicos. Já percebeu que para o guitarrista tocar, a banda toda, diminui sua dinâmica e deixa o guitarrista ser o “músico do momento”? Até o cantor se coloca de lado para que o baixista, o baterista, o tecladista etc., possam ter esse momento de demonstração da sua música em particular. É sábio sair de cena para deixar o outro “aparecer”, principalmente quando se é mestre de alguém. Mas é também estratégico para a evangelização.

Abaixo descrevo 5 pontos que naturalmente acontecem na música como um todo:

– Todos trabalham em unidade seguindo o mesmo mestre;

– Naturalmente promove-se o dom do outro;

– Cada um tem o seu valor;

– Se não fizer o que é preciso, ficará um vazio na canção ou a tragédia do espetáculo;

– Cada um precisa fazer o seu trabalho, ter espaço e incentivo para isso.

Todos os músicos da Igreja trabalham pelo bem não só da música como também da evangelização

Sem falar de religião, já temos uma lição só em refletir um pouco sobre a música em si. Vamos trazer esse pensamento para dentro da nossa realidade de ministério de música, que tem como missão a evangelização.
Em primeiro lugar, todos os músicos da Igreja trabalham pelo bem não só da música como também da evangelização. Trabalhando para que a evangelização aconteça, trabalho para a salvação da alma daquele que me ouve. Esta é a meta: o bem da alma do fiel.

Eu tenho comigo que: todos os músicos que trabalham hoje pela evangelização, um dia, se assim merecerem, cantarão juntos ao coro dos anjos no Céu. Se é assim, porque então não antecipamos isso na terra? Sabe como? Simples: aprendendo com a música!
Infelizmente, hoje, parece que existe um medo de promover o dom do outro. Talvez, lá no fundo, a pergunta seja: “E se o outro crescer mais do que eu?”. Então, encontramos músicos fazendo, muitas vezes, a política da “boa vizinhança”, falam bem da pessoa na frente, mas pelas costas a despreza ou até fala mal dela. Questiono-me o porquê disso.

Será medo de promover o outro e aquele que o promoveu ficar esquecido? Ou, será receio em ouvir a canção do outro e constatar que ela é melhor? Ou ainda, perder o prestígio, espaço e por aí vai…

Você já parou para pensar quantas pessoas no mundo não são batizadas nem evangelizadas?

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A música inspirada pelo Espírito Santo

Consagre sua voz, seu instrumento e sua interpretação ao Senhor, pois tudo precisa ser inspirados pelo Espírito Santo de Deus.
O Salmo 95/96 anuncia a vida nova no Senhor; Ele virá para governar a Terra e, até que venha, precisamos cantar um cântico novo.

Nós, povo de Deus, fomos criados para ser sal e fermento. Não podemos perder nossa essência. Ser uma canção nova e cantar uma canção nova não é só para nós. O Senhor não quis que apenas nós fizéssemos isso, Ele quis um cântico novo cantado por todos.

A música nunca é neutra: ou ela leva para o Céu ou leva para o inferno

Pelo amor de Deus, não queira ficar na situação limítrofe, adentre no canto novo e avance nele. Fique o mais longe possível da canção velha que nos leva para o inferno! Você sempre será músico, tocando, regendo, cantando ou gravando. Aqueles que gravam, também estão no campo da música.

Você não pode ficar na posição limítrofe pulando de um lado para outro, pois há muita gente saltitando como passarinho nos dois galhos da fogueira. Você não pode tocar nos barezinhos e no grupo de oração ao mesmo tempo. Não dá para misturar!

O cântico novo cria o Céu em nós

A música não é só letra, ela é principalmente ritmo e “mexe” conosco. Ela pega todo o nosso sistema nervoso e afeta todas as áreas da sexualidade, todas as regiões do corpo, tanto o masculino quanto o feminino. Nós não podemos ter músicas que mexam com nossas fragilidades. Até mesmo o surdo sente a música no seu sistema nervoso e tem os afetos alterados por ela.

O gregoriano é o canto mais autêntico de Deus. A música do Céu ressoa no templo, que quer dizer “pedaço do Céu”. Quando se canta o cântico novo, ali se torna um pedaço, um recorte do Céu. O cântico novo cria o Céu em nós.

A música mexe com nossas glândulas, com nossos hormônios da parte da sensualidade e faz de nós pessoas sedutoras. Depende de nós se queremos jogar constantemente em nossa corrente sanguínea o que nos constrói humanos ou o que nos desumaniza, criando em nós ódio, sexualidade desvirtuada e desejo de corrupção. Não fique escutando música popular brasileira para cantar da mesma forma, para fazer o mesmo arranjo. Você não precisa disso, você tem a inspiração do Céu!

Escute as palavras de um pai: não se deixe enganar

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