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Papa alerta sobre invocar o nome de Deus em vão

Santo Padre se dedicou ao segundo Mandamento: “não pronunciarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão”

As catequeses do Papa Francisco sobre os Mandamentos continuam. O Pontífice se dedicou ao tema “respeitar o nome do Senhor”, refletindo sobre a necessidade de aprofundar essas palavras e não usar o nome de Deus em vão, inoportunamente, com hipocrisia.

A expressão “em vão”, explicou o Papa, é clara e faz referência a uma forma privada de conteúdo. Nesse sentido, não pronunciar o nome de Deus em vão significa não se apropriar do nome Dele de forma superficial, vazia ou hipócrita.

Francisco recordou a importância que tem o nome, citando que, na Bíblia, o nome é a verdade íntima das coisas e sobretudo das pessoas. Para os cristãos, este mandamento – “Não pronunciarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão” – é um chamado a lembrar-se do Batismo – em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo – como se afirma ao fazer o sinal da cruz, para viver as ações cotidianas em comunhão real com Deus. Nesse ponto, o Papa voltou a reiterar a necessidade de ensinar as crianças a fazer o sinal da cruz.

O Santo Padre alertou que, infelizmente, é possível tomar o nome de Deus de forma hipócrita, vazia. Trata-se, nesse caso, de viver uma relação falsa com Deus, como acontecia com os doutores da lei, que falavam de Deus, mas não faziam a vontade de Deus. “Esta Palavra do Decálogo é propriamente o convite a uma relação com Deus que não seja falsa, sem hipocrisia, a uma relação em que nos confiamos a Ele com tudo aquilo que somos”.

Uma vez que se multipliquem os cristãos que tomam sobre si o nome de Deus sem falsidade, então o anúncio da Igreja é mais ouvido e crível, observou Francisco. “Se a nossa vida concreta manifesta o nome de Deus, vê-se quão belo é o Batismo e que grande dom é a Eucaristia! (…) Cristo em nós e Nele! Unidos! Isso não é hipocrisia, isso é verdade. Isso não é falar ou rezar como um papagaio, isso é rezar com o coração, amar o Senhor”.

E a partir da cruz de Cristo, Francisco lembrou que ninguém pode desprezar a si mesmo e pensar mal da própria existência. “O nome de cada um de nós está nos ombros de Cristo. (…) Qualquer um pode invocar o santo nome do Senhor, que é Amor fiel e misericordioso, em qualquer situação que se encontre. Deus nunca dirá ‘não’ a um coração que O invoca sinceramente”.

Papa: a paz de Deus não se pode comprar, sem Cruz não é verdadeira paz

 

Vatican News / Portal Kairós

Papa pede orações para viagem à Irlanda

Viagem do Papa Francisco para o Encontro Mundial das Famílias acontecerá neste final de semana

O Papa Francisco pediu, ao final da Catequese desta quarta-feira, 22, a intercessão dos fiéis por sua viagem à Irlanda, que acontecerá neste final de semana, por ocasião do 9º Encontro Mundial das Famílias.

“Rezem também por mim, a fim de que a próxima viagem a Dublin, em 25 e 26 de agosto próximo, por ocasião do Encontro Mundial das Famílias, seja um momento de graça e de escuta da voz das famílias cristãs de todo o mundo.”.

Em sua conta no Twitter, o Pontífice reforçou a importância da família, Santuário da Vida: “Vamos cuidar da família: ali está o nosso futuro.”

O Encontro Mundial das Famílias acontece desde ontem, e vai até domingo, 26.

Programação do Papa em Dublin

O Papa chega a Dublin no sábado por volta das 10h30 (hora local). Sua chegada inclui a cerimônia de boas vindas, e visita ao presidente do país, Michael Higgins. O primeiro discurso do Papa deve acontecer no Castelo de Dublin, no encontro com as autoridades, a sociedade civil e o corpo diplomático.

No sábado a tarde, Francisco visitará a Catedral de Santa Maria, o centro de acolhida dos padres capuchinhos, e para as famílias sem-teto. O último compromisso do Papa no sábado é a Festa das Famílias no estádio Croke Park, ocasião em que fará um novo discurso.

No domingo, 26, o Papa visitará o Santuário de Knock, onde está a imagem de Nossa Senhora do Silêncio. De lá, rezará a oração mariana do Angelus com os fiéis.

Na parte da tarde, o Pontífice presidirá a Santa Missa no Phoenix Park e terá um encontro com os bispos no Convento das Irmãs Dominicanas. A cerimônia de despedida no aeroporto está prevista para as 18h30 (hora local).

Os Dois Franciscos: o de Assis e o de Buenos Aires

 

Canção Nova / Portal Kairós

Papa diz que entristece ao ver fiéis e bispos tirando fotos durante a Missa

Papa: Entristece-me ver fiéis e bispos que tiram fotos na Missa. Não é um espetáculo!

Que a Missa não pareça um espetáculo e nada de tirar fotos durante a celebração. Foi o que o Papa Francisco afirmou durante a catequese que ofereceu a milhares de peregrinos que se reuniram na Praça de São Pedro como acontece todas as quartas-feiras, na Audiência Geral.

O Pontífice iniciou um novo ciclo de catequeses sobre a “Santa Missa”, depois de mais de um ano falando sobre a “misericórdia”. Foi durante a primeira catequese, na qual explicou precisamente por que escolheu este tema para as próximas audiências, que improvisou e, deixando de lado os papéis, queixou-se da atitude de algumas pessoas durante as celebrações.

“Por que estamos lá? E as leituras da Missa, por estão ali? Por que se lê?”, perguntou na catequese. “Ou, por que em certo momento o sacerdote que preside a celebração diz: ‘Corações ao alto?’. Não diz: ‘Nossos celulares ao alto para tirar uma fotografia’!”.

“Não, isso é algo muito feio! E digo que me dá muita tristeza quando celebro aqui na Praça ou na Basílica e vejo tantos celulares levantados, não só dos fiéis, também de alguns sacerdotes e também bispos”.

“Por favor – continuou -, a Missa não é um espetáculo! É ir ao encontro da paixão e da ressurreição do Senhor. Por isso, o sacerdote diz: ‘Corações ao alto’. O que isso quer dizer? Recordem-se: nada de celulares”.

Na catequese, explicou que a Eucaristia “é fundamental para nós cristãos compreender bem o valor e o significado da Santa Missa, para viver sempre mais plenamente o nosso relacionamento com Deus”.

“A Eucaristia é um acontecimento maravilhoso, no qual Jesus Cristo, nossa vida, se faz presente” e “os sacramentos, e a celebração eucarística de modo particular, são os sinais do amor de Deus, as vias privilegiadas para nos encontrarmos com Ele”, acrescentou

 

acidigital.com

Papa: a misericórdia abre a porta da mente e do coração

“A misericórdia é a pedra angular na vida de fé”: palavras do Papa que antecederam a oração mariana do Regina Caeli neste II domingo de Páscoa, dedicado à Divina Misericórdia.

Aos milhares de fiéis reunidos na Praça S. Pedro, Francisco explicou que este domingo, na tradição da Igreja, era chamado “in albis” (alba). A expressão evocava o rito do batismo na Vigília de Páscoa e veste branca ofertada para a ocasião. No passado, esta veste era usada por uma semana, até o domingo in albis, quando era retirad, e os neófitas iniciavam sua nova vida em Cristo e na Igreja. Já no Jubileu do Ano 2000, São João Paulo II teve “a belíssima intuição” de dedicar o II domingo de Páscoa à Divina Misericórdia.

A misericórdia se apresenta como perdão dos pecados

No dia da ressurreição de Jesus, a misericórdia se apresenta como perdão dos pecados, como narrado no Evangelho deste domingo. Cristo diz aos seus discípulos: “A quem perdoardes os pecados eles lhes serão perdoados”; e transmitiu à sua Igreja, como primeira tarefa, a missão de levar a todos o anúncio concreto do perdão.

A misericórdia abre a porta da mente

A experiência da misericórdia, acrescentou o Papa, abre a porta da mente para compreender melhor o mistério de Deus e da nossa existência pessoal. “Faz entender que a violência, o rancor, a vingança não têm qualquer sentido, e a primeira vítima é quem vive desses sentimentos, porque se priva da própria dignidade.”

A misericórdia abre a porta do coração

Francisco ressaltou que a misericórdia abre também a porta do coração e permite expressar a proximidade sobretudo aos que estão sós e marginalizados, porque os faz sentir irmãos e filhos de um só Pai. “A misericórdia aquece o coração e o torna sensível às necessidades dos irmãos com a compartilha e a participação. A misericórdia, enfim, compromete todos a serem instrumentos de justiça, de reconciliação e de paz. Jamais nos esqueçamos que a misericórdia é a pedra angular na vida de fé, e a forma concreta com a qual damos visibilidade à ressurreição de Jesus.”

Devotos da Divina Misericórdia

Ao final da oração do Regina Caeli, o Papa saudou de modo especial os devotos da Divina Misercórdia, e recordou a beatificação em Oviedo, na Espanha do Pe. Luis Antonio Rosa Ormières. Francisco agradeceu e retribui os votos de feliz Páscoa que recebeu de milhares de fiéis.

br.radiovaticana.va

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Papa: alimentar desejo de paz e aspirar ambiente livre de degradação

O Papa Francisco rezou a oração do Regina Caeli, nesta segunda-feira (17/04), feriado na Itália e no Vaticano, com os fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro.

O Pontífice sublinhou que “nesta segunda-feira de festa, conhecida como ‘Segunda-feira do Anjo’, a liturgia faz ressoar o anúncio da Ressurreição”, proclamado no Domingo de Páscoa: ‘Cristo ressuscitou, aleluia!

“No Evangelho de hoje, podemos ouvir o eco das palavras que o Anjo dirigiu às mulheres que correram ao sepulcro: ‘Vão depressa contar aos discípulos que ele ressuscitou dos mortos’.”

“Sentimos como dirigido também a nós o convite a ir depressa anunciar aos homens e mulheres do nosso tempo esta mensagem de alegria e esperança. De esperança porque desde que, na aurora do terceiro dia, Jesus crucificado ressuscitou, a última palavra não é mais da morte, mas da vida! Esta é a nossa certeza. A última palavra não é o sepulcro, não é da morte, é da vida! Por isso, repetimos tanto: Cristo ressuscitou! Por que Nele o sepulcro foi vencido, e nasceu a vida.”

“Em virtude desse evento, verdadeira e própria novidade da história e do cosmo, somos chamados a ser homens e mulheres novos, segundo o Espírito, afirmando o valor da vida. Isso é começar a ressurgir!”

“Seremos homens e mulheres de ressurreição, homens e mulheres de vida se, em meio às vicissitudes que afligem o mundo, e são muitas, em meio à mundanidade que distancia de Deus, soubermos fazer gestos de solidariedade, gestos de acolhimento, alimentar o desejo universal de paz e aspirar um ambiente livre de degradação. São sinais comuns e humanos, mas que, sustentados e animados pela fé no Senhor ressuscitado, adquirem uma eficiência bem superior às nossas capacidades. Sim, porque Cristo está vivo e operante na história por meio de seu Santo Espírito: resgata as nossas misérias, alcança todo coração humano e doa novamente esperança ao oprimido e sofredor.”

O Papa pediu à Virgem Maria, “testemunha silenciosa da morte e da ressurreição de seu filho Jesus, para que nos ajude a ser sinais límpidos de Cristo ressuscitado entre os acontecimentos do mundo, a fim de que os que se encontram nas tribulações e dificuldades não permaneçam vítimas do pessimismo e da derrota, da resignação, mas encontrem em nós muitos irmãos e irmãs que oferecem o seu apoio e consolo”.

“Que a nossa Mãe nos ajude a crer fortemente na ressurreição de Jesus. Jesus ressuscitou! Está vivo aqui entre nós e este é um mistério de salvação admirável com a sua capacidade de transformar os corações e a vida. Que ela interceda de modo particular pelas comunidades cristãs perseguidas e oprimidas em várias partes do mundo, chamadas a um testemunho difícil e corajoso.”

Na luz e alegria da Páscoa, o Papa Francisco convidou todos os presentes na Praça São Pedro a rezar o Regina Caeli, oração que durante cinquenta dias, até o Pentecostes, substitui o Angelus.

Depois da oração do Regina Caeli, o Papa Francisco saudou as pessoas presentes na Praça São Pedro, famílias, grupos paroquiais, associações e peregrinos provenientes da Itália e várias partes do mundo.

“Que vocês transcorram serenamente estes dias da Oitava de Páscoa, em que se prolonga a alegria da Ressurreição de Cristo. Aproveitem esta boa ocasião para serem testemunhas da paz do Senhor ressuscitado.”

“Boa e Santa Páscoa a todos! Por favor, não se esqueçam de rezar por mim”, concluiu Francisco.

(MJ)

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