O cuidado e a valorização da vida, centro do Evangelho, estará ainda mais na pauta da Igreja Católica do Brasil nos próximos meses. Isso porque este é o apelo da Campanha da Fraternidade 2020, que tem na Santa Dulce dos Pobres sua principal inspiração. Para motivar, fazer refletir e instrumenalizar agentes de todo o Estado, o Regional Sul 3 da CNBB, em parceria com CEBI – Centro de Estudos Bíblicos e a Editora Paulus, organizou o Seminário Campanha da Fraternidade 2020, realizado em duas turmas lotadas nos dias 20 e 21 de novembro no auditório da Paulus, no Centro Histórico de Porto Alegre.

Além de chamar a atenção para a vida que deve ser preservada desde a concepção até o seu fim natural, a Campanha do próximo ano põe a atenção nas mais variadas formas de degradação da vida em nosso país, passando pelos migrantes, indígenas, presos, dependentes químicos, desempregados e também os que possuem alguma doença mental, causadora de sofrimentos diversos, como o suicídio. Discutido recentemente no Sínodo dos Bispos para a Amazônia, a Casa Comum, como o Papa Francisco chama a natureza e seus recursos, também está no centro da motivação da CF.
Conteúdos
A reflexão sobre o tema da Campanha (“Viu, sentiu compaixão e cuidou dele.” – Lc 10, 33-34), marcou os conteúdos da formação. As palestras foram realizadas pelo padre Patriky Samuel Batista, secretário executivo da CF Nacional; Dom Adilson Pedro Busin, bispo auxiliar de Porto Alegre e referencial do Conselho Missionário Regional (Comire); Dom Ricardo Hoepers, bispo de Rio Grande, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB e idealizador do Observatório de Bioética da CNBB no Estado; e padre Anésio Ferla, da Congregação Pobres Servos da Divina Providência, realizador de diversas ações sociais em Porto Alegre.
“Foram dois dias planejados com muito carinho. E como resposta, tivemos a significativa participação de muitas pessoas das Arquidiocese e Dioceses do Regional Sul 3. Isso nos lembra que temos uma Igreja viva e motivada para que a esta mesma vida ganhe sentido em todas as nossas atividades. Batizados e enviados, seguimos em comunhão e participação”, refletiu Sandra Zambon, secretária-executiva do Regional Sul 3 da CNBB.
Vista como um grande convite para exercer a empatia e para enxergar o Cristo no outro, a Campanha da Fraternidade 2020 traz como lema “Fraternidade e vida: dom e compromisso”. Para o padre Sereno Boesing, jesuíta da Arquidiocese de Porto Alegre, participante do Seminário, “estamos diante da necessidade de construir caminho para que o servir transforme a realidade que nos cerca”. Outro participante da formação, Jonison Mallmann, Coordenador de Pastoral da Diocese de Uruguaiana, afirmou que “a motivação é servir e cuidar como Jesus cuidou, para promover a vida e a dignidade da pessoa”.
“Minha principal motivação para a CF 2020 vem da frase do fundador de minha congregação (Congregação das Irmãs Missionárias de Carlos Borromeo/Scalabrinianas), que dizia ‘fazer o outro feliz é mais importante do que ser feliz’. O sorriso do olhar do irmão transforma meu olhar em um grande sorriso, desperta uma profunda gratidão pelo que sou e pelo dom que recebi gratuitamente para amar e servir”, afirmou a irmã Mareni Giaretta, que atua como enfermeira do Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre.
Regional Sul 3 / Portal Kairós
Regional Sul 3 realiza o Seminário da CF 2020
/em Campanha da Fraternidade, Campanhas da Igreja, CF 2020, Notícias CF 2020O cuidado e a valorização da vida, centro do Evangelho, estará ainda mais na pauta da Igreja Católica do Brasil nos próximos meses. Isso porque este é o apelo da Campanha da Fraternidade 2020, que tem na Santa Dulce dos Pobres sua principal inspiração. Para motivar, fazer refletir e instrumenalizar agentes de todo o Estado, o Regional Sul 3 da CNBB, em parceria com CEBI – Centro de Estudos Bíblicos e a Editora Paulus, organizou o Seminário Campanha da Fraternidade 2020, realizado em duas turmas lotadas nos dias 20 e 21 de novembro no auditório da Paulus, no Centro Histórico de Porto Alegre.
Além de chamar a atenção para a vida que deve ser preservada desde a concepção até o seu fim natural, a Campanha do próximo ano põe a atenção nas mais variadas formas de degradação da vida em nosso país, passando pelos migrantes, indígenas, presos, dependentes químicos, desempregados e também os que possuem alguma doença mental, causadora de sofrimentos diversos, como o suicídio. Discutido recentemente no Sínodo dos Bispos para a Amazônia, a Casa Comum, como o Papa Francisco chama a natureza e seus recursos, também está no centro da motivação da CF.
Conteúdos
A reflexão sobre o tema da Campanha (“Viu, sentiu compaixão e cuidou dele.” – Lc 10, 33-34), marcou os conteúdos da formação. As palestras foram realizadas pelo padre Patriky Samuel Batista, secretário executivo da CF Nacional; Dom Adilson Pedro Busin, bispo auxiliar de Porto Alegre e referencial do Conselho Missionário Regional (Comire); Dom Ricardo Hoepers, bispo de Rio Grande, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB e idealizador do Observatório de Bioética da CNBB no Estado; e padre Anésio Ferla, da Congregação Pobres Servos da Divina Providência, realizador de diversas ações sociais em Porto Alegre.
“Foram dois dias planejados com muito carinho. E como resposta, tivemos a significativa participação de muitas pessoas das Arquidiocese e Dioceses do Regional Sul 3. Isso nos lembra que temos uma Igreja viva e motivada para que a esta mesma vida ganhe sentido em todas as nossas atividades. Batizados e enviados, seguimos em comunhão e participação”, refletiu Sandra Zambon, secretária-executiva do Regional Sul 3 da CNBB.
Vista como um grande convite para exercer a empatia e para enxergar o Cristo no outro, a Campanha da Fraternidade 2020 traz como lema “Fraternidade e vida: dom e compromisso”. Para o padre Sereno Boesing, jesuíta da Arquidiocese de Porto Alegre, participante do Seminário, “estamos diante da necessidade de construir caminho para que o servir transforme a realidade que nos cerca”. Outro participante da formação, Jonison Mallmann, Coordenador de Pastoral da Diocese de Uruguaiana, afirmou que “a motivação é servir e cuidar como Jesus cuidou, para promover a vida e a dignidade da pessoa”.
“Minha principal motivação para a CF 2020 vem da frase do fundador de minha congregação (Congregação das Irmãs Missionárias de Carlos Borromeo/Scalabrinianas), que dizia ‘fazer o outro feliz é mais importante do que ser feliz’. O sorriso do olhar do irmão transforma meu olhar em um grande sorriso, desperta uma profunda gratidão pelo que sou e pelo dom que recebi gratuitamente para amar e servir”, afirmou a irmã Mareni Giaretta, que atua como enfermeira do Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre.
Regional Sul 3 / Portal Kairós
Formação CF 2020: discussão sobre Dom e Compromisso
/em Campanha da Fraternidade, Campanhas da Igreja, CF 2020, Notícias CF 2020Fraternidade e Vida: Dom e Compromisso. Esse será o tema que pautará as ações da Igreja no Brasil no próximo ano, na Campanha da Fraternidade 2020. As comunidades católicas, inspiradas pela parábola do Bom Samaritano (Lc 10, 25-37) e, também, pela vida e pelo testemunho de Santa Dulce dos Pobres e outras figuras simbólicas da caridade no país, poderão vivenciar uma experiência de profunda caridade em favor da vida, em todas as suas dimensões.
Para impulsionar o trabalho da CF nas comunidades, a Diocese de Guaxupé convidou o secretário-executivo para Campanhas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Patriky Samuel Batista, para assessorar um encontro com lideranças pastorais. Padres, leigos e religiosos participaram da formação no dia 23 de novembro, na Cúria Diocesana.
Com uma apresentação objetiva, padre Patriky apresentou o conteúdo do texto-base, além de comentar elementos que compõem a identidade da CF: o cartaz, a inspiração de Santa Dulce dos Pobres como modelo de santidade ativa, a parábola do Bom Samaritano como paradigma para a ação eclesial. O assessor apontou a adaptação do método Ver-Julgar-Agir, formato de identidade eclesial latino-americana, para o “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele”, ações trazidas pela parábola do Bom Samaritano que iluminam a CF 2020.
“O texto do Bom Samaritano é como um óculos para olharmos a realidade, onde precisamos viver o Evangelho”, explicou padre Patriky ao destacar o lema.
A CF 2020 terá como objetivo central: “Conscientizar, à luz da Palavra de Deus, para o sentido da vida como Dom e Compromisso, que se traduz em relações de mútuo cuidado entre as pessoas, na família, na comunidade, na sociedade e no planeta, nossa Casa Comum”.
Material disponibilizado pelo assessor, clique aqui.
Assessoria de Comunicação / Portal Kairós
1º de dezembro: 1º Domingo do tempo do Advento
/em Liturgia Católica1º Domingo do Advento
MOTIVOS PARA ESTAR SEMPRE ALERTAS
O tempo do Advento nos leva a considerar três modalidades da vinda de Deus ao nosso mundo e ao nosso coração. Antes de tudo, o Advento recorda o nascimento de nosso Salvador, Jesus Cristo. Quando o cruel rei Herodes governava a Judeia, Jesus nasceu em Belém. Nasceu de Maria e foi acomodado numa manjedoura. É fato histórico, ocorrido há mais de 2 mil anos. No dia 25 de dezembro de cada ano, celebramos este importantíssimo acontecimento da história da salvação: Deus se faz homem e vem morar entre nós. É o mistério da Encarnação.
Outro sentido do Advento é preparar-nos para a vinda gloriosa de Cristo, no final dos tempos. O Catecismo da Igreja Católica afirma que, “ao vir no fim dos tempos para julgar os vivos e os mortos, Cristo glorioso revelará a disposição secreta dos corações e retribuirá a cada um segundo suas obras e segundo tiver acolhido ou rejeitado sua graça” (n. 682).
O tempo entre as duas vindas do Senhor oferece ocasião para as constantes visitas que Deus nos faz a cada dia. Essas visitas podem realizar-se de diversas maneiras. As celebrações dos sacramentos são momentos privilegiados da presença de Deus em nossa vida, já que são sinais eficazes da graça divina. De resto, toda ação litúrgica é Deus agindo e nos salvando. Deus nos visita também na oração e na meditação, quando entramos em comunhão com ele. Igualmente, faz-se presente quando a assembleia dos fiéis está reunida em seu nome. Ainda, de forma bastante concreta, Deus se manifesta nos pobres. Servir aos pobres é servir a Deus: “Todas as vezes que vocês fizeram isso a um desses meus irmãos mais pequeninos, foi a mim que o fizeram” (Mt 25,40). Sabemos e sentimos que não existem limites para as manifestações de Deus. Ele vem nos visitar quando quer. Gratuitamente.
Às vezes, de modo surpreendente. Virá também na hora de nossa morte, para nos conduzir à glória eterna. Por isso, temos motivos de sobra para estar sempre alertas: não aconteça que Deus venha até nós repleto de graças e nos encontre distraídos, ausentes, preocupados unicamente com os bens terrenos. Sem condições de acolher o Hóspede divino.
No primeiro domingo do advento, qual vela acende?
As cores são importantes na Liturgia. Cada cor litúrgica tem seu significado. Entrando na igreja no primeiro domingo do Advento, você vai notar a presença da cor roxa.
Mais sobre o Advento
Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp / Portal Kairós
Indulgência plenária na solenidade de Cristo Rei
/em Liturgia CatólicaA Santa Mãe Igreja concede indulgência plenária ao fiel que, na solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, recitar publicamente com presidente da celebração da Santa Missa o ato de consagração do gênero humano ao mesmo Jesus Cristo Rei.
(cf. Enchir. Indulgentiarum, nº 2)
Note-se ainda que a recitação pessoal confere indulgência parcial*.
Qual a diferença entre a indulgência plenária e a parcial?
Indulgência plenária, o próprio nome diz, ela redime totalmente a pena que a pessoa teria que cumprir no purgatório. Enquanto a parcial, redime só em partes. A plenária é totalmente eficaz e definitiva para as pessoas mortas. Por exemplo, se eu tenho um parente que faleceu e cumpro uma obra indulgenciada, essa pessoa então, estaria liberta de todo o tempo do seu purgatório.
Dulcíssimo Jesus, Redentor do gênero humano, lançai sobre nós que humildemente estamos prostrados na vossa presença, os vossos olhares. Nós somos e queremos ser vossos; e a fim de podermos viver mais intimamente unidos a Vós, cada um de nós se consagra, espontaneamente, neste dia, ao vosso sacratíssimo Coração.
Muitos há que nunca Vos conheceram; muitos, desprezando os vossos mandamentos, Vos renegaram. Benigníssimo Jesus, tende piedade de uns e de outros e trazei-os todos ao vosso Sagrado Coração.
Senhor, sede rei não somente dos fiéis, que nunca de Vós se afastaram, mas também dos filhos pródigos, que Vos abandonaram; fazei que estes tornem, quanto antes, à casa paterna, para não perecerem de miséria e de fome.
Sede rei dos que vivem iludidos no erro, ou separados de Vós pela discórdia; trazei-os ao porto da verdade e à unidade da fé, a fim de que, em breve, haja um só rebanho e um só pastor.
Senhor, conservai incólume a vossa Igreja, e dai-lhe liberdade segura e sem peias; concedei ordem e paz a todos os povos; fazei que, de um polo a outro do mundo, ressoe uma só voz: louvado seja o Coração divino, que nos trouxe a salvação; honra e glória a Ele, por todos os séculos.
Amém.
Padre Ezequiel / Portal Kairós
Campanha para a Evangelização 2019 lança vídeo para TVs
/em Campanha para a Evangelização, Campanhas da Igreja, CE 2019Este ano, o cuidado com o anúncio da Palavra, com os pobres e com as comunidades são os eixos centrais da Campanha para a Evangelização. A Campanha, lançada oficialmente ontem, dia 17 de novembro, tem como lema: “Cuida dele”, a frase presente na parábola do Bom Samaritano, narrada no Evangelho de Lucas.
O padre Patriky Samuel Batista, secretário-executivo de Campanhas da CNBB, recorda o Catecismo da Igreja Católica quando ensina sobre o Advento: “Ao celebrar cada ano a liturgia do Advento, a Igreja atualiza esta espera do Messias: comungando com a longa preparação da primeira vinda do Salvador, os fiéis renovam o ardente desejo de sua Segunda Vinda”. E destaca o objetivo da Campanha para a Evangelização: “O objetivo é motivar os fiéis a participarem efetivamente da missão da Igreja por meio do testemunho de vida, de ações pastorais específicas e da garantia de recursos para a ação pastoral”.
Segundo padre Patriky, uma das grandes motivações para a realização da iniciativa “é a conscientização sobre a importância do compromisso evangelizador que deve ser assumido por cada cristão e o despertar para a corresponsabilidade pelo sustento das atividades pastorais da Igreja”.
As contribuições deste ano, serão feitas no terceiro domingo do Advento, nos dias 14 e 15 de dezembro. Ou seja, as contribuições são essenciais para que dioceses, especialmente, as mais pobres consigam realizar as ações pastorais de evangelização.
Os recursos arrecadados são distribuídos da seguinte maneira: 45% dos recursos ficam na própria diocese; 20% vão para o Regional da CNBB para as iniciativas evangelizadoras, como as atividades de formação e 35% se destinam à CNBB nacional que é usado para a manutenção da instituição e também o financiamento de ações pastorais.
Este ano, a Campanha para Evangelização completa 21 anos. Aprovada pela 35ª Assembleia Geral da CNBB, 1997, ela foi realizada pela primeira vez no advento de 1998.
CNBB / Portal Kairós