A liturgia de cada dia de agosto de 2023

Agosto de 2023

Agosto de 2023

INTENÇÕES DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO

Pela Jornada Mundial da Juventude: Rezemos para que a Jornada Mundial da Juventude em Lisboa ajude os jovens a pôr-se a caminho, testemunhando o Evangelho com a própria vida.

DIA

MÊS VOCACIONAL 2023

O mês de agosto, conforme o costume da Igreja no Brasil, é dedicado à oração, reflexão e ação nas comunidades sobre o tema das vocações. Por isso, lembra-se:

1ª semana: vocação para o ministério ordenado: diáconos, padres e bispos;
2ª semana: vocação para a vida em família (atenção especial aos pais);
3ª semana: vocação para a vida consagrada: religiosos(as) e consagrados(as) seculares;
4ª semana: vocação para os ministérios e serviços na comunidade;

Último domingo de agosto: Dia Nacional do Catequista.

01 – Br. 3ª-feira. Santo Afonso Maria de Ligório, Bispo e Doutor da Igreja, Memória
Leituras: Ex 33,7-11; 34,5b-9.28
Sl 102(103),6-7.8-9.10-11.12-13 (R. 8a)
Mt 13,36-43

02 – Verde. 4ª-feira. 17ª Semana do Tempo Comum
Br. Santo Eusébio de Vercelli, Bispo, MFac.
Br. São Pedro Julião Eymard, Presbítero, MFac.
Leituras: Ex 34,29-35
Sl 98(99),5.6.7.9 (R. cf. 9c)
Mt 13,44-46

03 – Verde. 5ª-feira. 17ª Semana do Tempo Comum
Leituras: Ex 40,16-21.34-38
Sl 83(84),3.4.5-6a e 8a.11 (R. 2)
Mt 13,47-53

04 – Br. 6ª-feira. São João Maria Vianney, Presbítero, Memória
1ª Sexta-feira do mês
Leituras: Lv 23,1.4-11.15-16.27.34b-37
Sl 80(81),3-4.5-6ab.10-11ab (R. 2a)
Mt 13,54-58

05 – Verde. Sábado. 17ª Semana do Tempo Comum
Br. Santa Maria no Sábado, MFac.
Br. Dedicação da Basílica de Santa Maria Maior, MFac.
Leituras: Lv 25,1.8-17
Sl 66(67),2-3.5.7-8 (R. 4)
Mt 14,1-12

06 – X Br. Domingo. TRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR, Festa
2ª Semana do Saltério
Leituras: Dn 7,9-10,13-14
Sl 96(97),1-2.5-6.9 (R. 1a.9a)
2Pd 1,16-19
Mt 17,1-9 (Transfiguração)

07 – Verde. 2ª-feira. 18ª Semana do Tempo Comum
Verm. São Sisto II, Papa, e Companheiros, Mártires, MFac.
Br. São Caetano, Presbítero, MFac.
Leituras: Nm 11,4b-15
Sl 80(81),12-13.14-15.16-17 (R. 2a)
Mt 14,13-21

08 – Br. 3ª-feira. São Domingos, Presbítero, Memória
Leituras: Nm 12,1-13
Sl 50(51),3-4.5-6a.6bc-7.12-13 (R. cf. 3a)
Mt 14,22-36

09 – Verde. 4ª-feira. 18ª Semana do Tempo Comum
Verm. Santa Teresa Benedita da Cruz, Virgem e Mártir, MFac.
Leituras: Nm 13,1-2.25-14,1.26-30.34-35
Sl 105(106),6-7a.13-14.21-22.23 (R. 4a)
Mt 15,21-28

10 – Verm. 5ª-feira. São Lourenço, Diácono e Mártir, Festa
Leituras: 2Cor 9,6-10
Sl 111(112),1-2.5-6.7-8.9 (R. 5a)
Jo 12,24-26

11 – Br. 6ª-feira. Santa Clara, Virgem, Memória
Leituras: Dt 4,32-40
Sl 76(77),12-13.14-15.16 e 21 (R. 12a)
Mt 16,24-28

12 – Verde. Sábado. 18ª Semana do Tempo Comum
Br. Santa Maria no Sábado, MFac.
Br. Santa Joana Francisca de Chantal, Religiosa, MFac.
Leituras: Dt 6,4-13
Sl 17(18),2-3a.3bc-4.47 e 51ab (R. 2)
Mt 17,14-20

13 – X Verde. 19º DOMINGO DO TEMPO COMUM
3ª Semana do Saltério
Leituras: 1Rs 19,9a.11-13a
Sl 84(85),9ab-l0.11-12.13-14 (R. 8)
Rm 9,1-5
Mt 14,22-33 (Jesus e Pedro caminham sobre a água)

14 – Verm. 2ª-feira. São Maximiliano Maria Kolbe, Presbítero e Mártir, Memória
Leituras: Dt 10,12-22
Sl 147(147B),12-13.14-15.19-20 (R. 12a)
Mt 17,22-27

15 – Verde. 3ª-feira. 19ª Semana do Tempo Comum
Leituras: Dt 31,1-8
Dt 32,3-4a.7.8.9 e 12 (R. 9a)
Mt 18,1-5.10.12-14

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Apresentando a liturgia de 2023

Apresentação

O Ano Litúrgico é um calendário religioso organizado conforme os principais eventos da História da Salvação. Diferentemente do calendário civil, que se inicia em 1º de janeiro e termina no dia 31 de dezembro, o Ano Litúrgico tem início com o Primeiro Domingo do Advento, que é celebrado quatro semanas antes do Natal, e termina no último sábado do Tempo Comum, véspera do Primeiro Domingo do Advento.

O rito romano, utilizado nas celebrações da Igreja católica, possui um conjunto de leituras bíblicas que se repetem a cada três anos, perpassando os domingos e as solenidades. A cada ano, a liturgia das celebrações segue uma sequência de leituras próprias, divididas em anos A, B e C. No ano”A”, a leitura principal do evangelho na celebração segue o Evangelho de São Mateus. No ano “B”, a leitura principal do evangelho segue o Evangelho de São Marcos. No ano “C”, a leitura principal do evangelho segue o Evangelho de São Lucas. Já o Evangelho de São João é reservado para as ocasiões especiais, principalmente as grandes Festas e Solenidades. Durante os dias da semana as leituras litúrgicas são diferentes nos anos pares e ímpares. Assim, quem participa da missa e acompanha a liturgia da Palavra de cada dia lê quase toda a Bíblia em três anos.

As celebrações que acontecem ao longo do Ano Litúrgico nos ajudam a compreender e a viver em plenitude o mistério de Cristo, atualizado pelos sacramentos. O mistério que celebramos na liturgia é o dom da vida, que Deus quis manifestar e comunicar aos homens em seu Filho, morto e ressuscitado, com a efusão do Espírito Santo.

O Ano Litúrgico A, que iniciamos em dezembro de 2022, traz como destaque o evangelista Mateus, o rico coletor de impostos, que respondeu ao chamado do Mestre com entusiasmo. Em seu evangelho ele esconde humildemente este alegre particular, mas a informação foi divulgada por Lucas: “Levi preparou ao Mestre uma grande festa na própria casa; numerosa multidão de publicanos e outra gente sentavam-se à mesa com eles”. Depois, no silêncio e com discrição, livrou-se do dinheiro, fazendo o bem. É dele de fato que nos refere a admoestação do Mestre: “Quando deres esmola, não saiba a tua esquerda o que faz a tua direita, para que a tua esmola fique em segredo; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará”.

O Portal Kairós (com sua ajuda) quer ser um apoio para os ministros ordenados e leigos na preparação das celebrações eucarísticas e da Palavra junto de suas comunidades, oferecendo-lhes reflexões elaboradas a partir dos textos bíblicos e sugestões litúrgicas para cada domingo do ano e também para as festas e solenidades previstas no calendário litúrgico. Nosso propósito é favorecer ainda mais a qualidade das reflexões e dinâmicas celebrativas em nossas comunidades, para que nossas eucaristias e celebrações da Palavra proporcionem às pessoas um verdadeiro e marcante encontro com Jesus, levando-as a viver já no presente o Reino de Deus.

A liturgia do mês de janeiro de 2023

A liturgia de cada dia de janeiro de 2023

Portal Kairós

Agenda da Pastoral Familiar Nacional para 2023

A Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) anunciou a programação nacional para o ano de 2023. O objetivo é mobilizar os integrantes de todo o país a participarem dos encontros e iniciativas que ocorrem em âmbito local ou nacional. A agenda foi repassada aos coordenadores regionais em reunião que contou com a  participação do bispo de Bacabal (MA), dom Armando Gutierrez, do assessor Eclesiástico Nacional, Pe. Crispim Guimarães, e do casal coordenador Nacional, Alisson e Solange Schila.

Pastoral Familiar Nacional para 2023

Calendário litúrgico 2023 simplificado em alta qualidade pra imprimir (Tabela):

Na Área Especial

Liturgia 2023:

Os Evangelhos de 2023:

Confira as datas:

Romaria 2023

Nos dias 4 e 5 de fevereiro, em Aparecida (SP), será realizada a 1° Romaria Nacional pela Vida e pela Família.

Encontro com os movimentos

A Pastoral Familiar e mais 16 movimentos e realidades da Igreja Católica se reúnem, em Brasília, no dia 25 de fevereiro para discutir formas de integração das ações realizadas. O evento ocorrerá na sede da Secretaria Executiva Nacional.

Métodos naturais

A segunda etapa do curso sobre métodos naturais, coordenado pela Pastoral Familiar, será realizada entre os dias 16 e 18 de fevereiro e nos dias 2 e 3 de março, de forma on-line. A primeira etapa ocorreu em outubro deste ano e reuniu cerca de 60 casais. O curso foi ministrado pela assessoria da Equipe de Métodos Naturais da Arquidiocese de Brasília.

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Advento: Convertei-vos, porque o Reino dos céus está próximo

“Convertei-vos, porque o Reino dos céus está próximo”

Celebramos, nesse primeiro domingo de dezembro de 2022, o segundo do tempo do Advento. Continuamos com a Campanha para a evangelização e vivenciando o ano vocacional no Brasil. Aqui em nossa arquidiocese começamos o ano vocacional missionário. Neste domingo, acenderemos a segunda vela da coroa do Advento e, pouco a pouco, a luz vai iluminando as trevas. O tempo do Advento é curto e nos introduz pouco a pouco no mistério do Natal. Na primeira e na segunda semana do Advento, as leituras trazem mais um caráter apocalíptico, ou seja, retratam mais sobre a segunda vinda de Cristo. Na terceira e quarta semana, retratam mais sobre a primeira vinda de Jesus, que aconteceu no Natal.

O Senhor quer vir ao nosso encontro nesse tempo do Advento, temos que purificar o nosso coração para receber o Senhor, por isso, somos convidados durante esse tempo a fazermos a nossa confissão sacramental. Temos que preparar a nossa casa, também, limpando de toda sujeira, semeando a paz, o amor e a concórdia e convidados, ainda, a realizar a Novena de Natal. Aquele que veio (natal) e virá (final dos tempos) vem hoje em nossa vida – acolhamo-lo.
Durante esse tempo do Advento, somos convidados a ser como João Batista e sair pelas ruas e anunciar que o Senhor está perto. Nos dias de hoje, mais do que nunca é necessário anunciar o amor de Deus. Temos que começar a mudança a partir de nós mesmos e sair para evangelizar os outros. Prepararemos para receber o Senhor que virá, coloquemos em prática aquilo que o tempo do Advento nos pede: “vigiai e orai”.

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Liturgia: o ciclo do Natal 2022

Ciclo do Natal 2022 contemplar a encarnação

“Ó quanto te custou ter-me amado!” (S. Afonso de Ligório)

Ciclo do Natal 2022

Confira o canal da Nossa Paróquia de Santa Rita de Cássia

I – INTRODUÇÃO

O Ano Litúrgico nos faz celebrar em comunidade duas dimensões maravilhosas da Revelação cristã: a Vida de Jesus por nós, em nós e conosco e a nossa vida em Jesus, com Ele e por Ele. Celebramos não apenas para recordar, mas principalmente para atualizar em nosso favor a graça redentora que o Espírito Santo vem derramando sobre a humanidade, desde que o Verbo divino se fez carne e veio morar no meio de nós. A primeira dimensão do Ano Litúrgico nos oferece dois ciclos: o ciclo do Natal e o ciclo da Páscoa. Neles celebramos tudo o que aconteceu com Jesus e tudo o que Ele fez e faz por nós. A segunda dimensão é chamada simplesmente de ciclo do Tempo comum, quando recordamos mais frequentemente os nossos santos e tantos dos nossos eventos atuais, alguns do quais nos provocam alegria e agradecimento, e outros nos fazem suplicar o socorro divino. O ciclo do Natal é aquele que abre o Ano Litúrgico da Igreja. Vamos refletir sobre a sua formação, a sua mensagem e a sua celebração.

II. HISTÓRIA

A celebração do Natal somente começou a se realizar a partir do século IV. Faz parte de um ciclo que compreende as 4 semanas do Advento e as Festas do Natal, da Epifania e do Batismo de Jesus. Entre o Natal e a Epifania, celebramos também as Festas de Santo Estevão, dos Santos Inocentes, de São João Evangelista e de Maria, Mãe de Deus. Embora o ciclo do Natal se encerre com o Batismo de Jesus, pode-se dizer que a festa da Apresentação de Jesus no templo, no dia 2 de fevereiro, ainda é um eco do tempo natalino.

O Advento foi se formando a partir de iniciativas das diversas Igrejas locais, como preparação ao Natal e, às vezes, também em preparação
ao Batismo de novos cristãos, que era celebrado na Epifania. No século VI o Papa São Gregório Magno fixa o período de 4 semanas para o rito romano e o caracteriza também como preparação à segunda vinda de Cristo.

A celebração do Natal para nós é a solenidade central desse ciclo. Começa com a Missa da vigília e se encerra com a solenidade da Mãe de Deus, no dia 1s de janeiro. A data de 25 de dezembro foi calculada a partir da festa da Anunciação do Anjo a Nossa Senhora, no dia 25 de março. Junto com a festa da Epifania, no dia 6 de janeiro, denominada “Natal bizantino”, é provável que tais celebrações tenham surgido no ambiente cristão da Palestina, de modo especial em Belém, por volta do século IV. Quando entre os séculos III e IV, os imperadores romanos tentaram reavivar o culto ao deus sol vitorioso, as comunidades cristãs do ocidente reforçaram a celebração do Natal como sendo a festa do nascimento de Jesus, o verdadeiro Sol da humanidade. São João Crisóstomo, no século IV, e o Papa São Leão Magno, no século V, com suas profundas homilias sobre a Encarnação, foram os grandes divulgadores desta festa. E somente no século XIII iniciou-se a tradição da montagem do presépio, a partir de uma iniciativa de São Francisco de Assis.

A segunda grande festa do Ciclo do Natal é a Epifania, no dia 6 de janeiro, que se formou na mesma época da celebração do Natal. Epifania significa manifestação divina. Para o rito latino, a celebração acontece ao redor do presépio, onde Jesus se manifesta como Salvador de todos os povos, representados pelos Magos do oriente.

A festa do Batismo de Jesus, ainda que cronologicamente não se encaixe no período do seu nascimento e da sua infância, faz parte da sua manifestação como o verdadeiro Salvador da humanidade. Na lógica litúrgica, o Batismo sublinha o fato de que, em Jesus, é toda a Trindade santa que se manifesta aos homens, indicando Jesus como o Messias enviado pelo Pai e envolvido pelo seu Espírito. No acontecimento do rio Jordão, começa a revelar-se o mistério da sua divindade como Filho eterno e querido do Pai.

As demais festas da oitava do Natal, de Santo Estevão, como o primeiro a dar a vida em testemunho à sua fé na divindade de Jesus, de São João Evangelista, como o grande teólogo do mistério da Encarnação com o prólogo do seu Evangelho, dos Santos Inocentes, que foram sacrificados cruelmente por Herodes, da Sagrada Família, como novo lugar sacro da presença divina e da própria festa da Mãe de Deus, destacando o papel privilegiado de Maria Santíssima no mistério da Encarnação, constituem celebrações que se encaixam naturalmente no Ciclo do Natal.

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