Reflexão e sugestão para a Solenidade de Todos os Santos e Santas 2020 – Ano A

01/11/2020

Solenidade de Todos os Santos e Santas 2020 – Ano A

Ap 7,2-4.9-14; SI 23; 1Jo 3,1-3; Mt 5,1-12a

Todos os Santos e Santas 2020 - Ano A

Londres – O mosaico de azulejos dos patriarcas do Velho Testamento e a pessoa na igreja de Todos os Santos, desenhado por Butterfield e pintado por Alexander Gibbs (1873).

Cartaz Especial de Todos os Santos e Santas 2020 – Ano A
Baixe a imagem acima em Alta Resolução 300px para imprimir para sua paróquia: 

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Bem-aventurados!

Eis o dia jubiloso dedicado a celebrar todos os santos e todas as santas de Deus. O livro do Apocalipse os descreve como uma multidão incontável, composta por pessoas provenientes de todas as nações da terra. Eis a glória de Deus: ver que seu amor deu frutos, quebrando todos os tipos de barreira. Por isso não se trata de elencar as virtudes heroicas de cada um, mas de afirmar que lavaram suas vestes no sangue do Cordeiro. Essa expressão evidencia a fidelidade a Jesus a ponto de doarem suas vidas a exemplo do Mestre.

Jesus mesmo traçou o programa de santidade que jamais será ultrapassado. Ele declara felizes os pobres em espírito, que choram, que perseveram na mansidão e têm fome e sede de justiça, que veem na misericórdia a transformação profunda e eficaz do mundo; aqueles que, mesmo diante de sistemas corruptos, mantêm a pureza do coração e o empenho na promoção da paz. Para finalizar, declara felizes os perseguidos por causa da justiça, ou seja, por sua causa.
Fica evidente que a santidade é a consequência de uma entrega total a Cristo, que nos permite ver que a felicidade não pode jamais desvincular-se da vida fraterna, da solidariedade e da justiça. Caso contrário, a felicidade tão almejada se torna motivo de autocondenação.

Você sabe realmente o que é Advento?

Santidade ontem e hoje!

Grande parte dos fiéis acredita que a santidade é privilégio de alguns poucos. Ainda pior, pensa que é algo do passado. A santidade, ao contrário, é a meta de vida de todos os que se decidem seguir Jesus com radicalidade evangélica. Não se trata de desligar-se do mundo, mas de inserir-se nele transformando-o.

Em todas as fases da vida, viver a santidade significa viver a fé, a esperança e a caridade sem jamais se deixar levar pelas ondas negativistas, que nos afrontam constantemente. Significa olhar para o mundo de um modo renovado, deixando de lado as felicidades pré-fabricadas e vendidas a altos preços pela dinâmica capitalista. É testemunhar que nossa vida vale mais quando o sentido profundo de nossa existência vem do amor de Deus por nós.

Celebremos todos os santos e todas as santas, que já estão na glória de Deus. Que a intercessão deles fortaleça nosso caminho de santidade em meio aos desafios e às tribulações, alegrias e realizações.

Sugestões litúrgicas para a Solenidade de Todos os Santos e Santas 2020 – Ano A

– Celebração oportuna para ressaltar a importância do santo(a) padroeiro(a) no testemunho atual da comunidade.
– Entrada da Palavra: Pedir para alguém entrar com um cartaz grande, com a frase: BEM-AVENTURADOS. Em seguida, entrar cartazes menores: OS POBRES; OS QUE CHORAM; OS MANSOS; OS QUE TÊM FOME E SEDE DE JUSTIÇA; OS MISERICORDIOSOS; OS PUROS DE CORAÇÃO. Juntamente com a Bíblia entrar outro cartaz: OS QUE ACOLHEM E VIVEM A PALAVRA DE DEUS.
– Profissão de fé: antes da profissão de fé, enfatizar que TODOS OS SANTOS professaram essa mesma fé. Ela nos une e nos convida a formarmos comunidades santificadoras.
– Preces dos fiéis: pode ser substituída por uma ladainha de todos os santos, com uma melodia festiva.
– Momento de ação de graças pós-comunhão: fazer uma breve oração de agradecimento pelo novo mês que se inicia sob a intercessão de todos os santos.

01 de novembro – Solenidade de Todos os Santos e Santas 2020

Leituras de Domingo: Solenidade de Todos os Santos e Santas 01/11/2020

Sugestões de repertório para a Solenidade de Todos os Santos e Santas 2020 –  Ano A (O Domingo)

Abertura: Amém, aleluia!
Aclamação: Aleluia! Vinde a mim
Oferendas: A vida dos Justos
Comunhão: Bem-aventurados

Cifras e partituras das sugestões CNBB

Semanário litúrgico – catequético – Cantos para a Celebração – Todos os Santos e Santas 2020

 

Áudios para a Solenidade de Todos os Santos e Santas 2020 –  Ano A CNBB:

 

Padre Anísio Tavares, C.Ss.R. / Portal Kairós

01 de novembro – Solenidade de Todos os Santos e Santas 2020

Solenidade de Todos os Santos e Santas 2020

Os santos e santas que hoje celebramos estão diante de Deus, contemplando sua glória e participando da alegria que nunca se acaba. Neste mundo viveram a santidade no caminho das bem-aventuranças, buscando o Senhor na doação da vida aos irmãos e irmãs, especialmente aos pobres e desvalidos. Alegremo-nos, nesta Eucaristia, por tão grandes intercessores e encontremos neles exemplos para nossa caminhada cristã.

Encontramos a verdadeira felicidade quando amamos e servimos a Deus na pessoa dos nossos irmãos e irmãs.

01 de novembro - Solenidade de Todos os Santos e Santas 2020

SANTIDADE NO MUNDO DE HOJE

Falar de santidade no mundo de hoje pode soar estranho e inadequado. Mas o que ela é? O Evangelho da solenidade de Todos os Santos e Santas nos apresenta um caminho perene de santidade: as bem-aventuranças. Elas são o programa assumido pelo próprio Mestre. Não raro as bem-aventuranças foram vistas como um convite à passividade e uma forma de acomodar os pobres e os sofredores. Longe disso, elas convidam as pessoas a superar as próprias limitações e deficiências, como o mostram claramente as ações e os gestos de Jesus. As bem-aventuranças são uma contestação de uma sociedade injusta, violenta e consumista.

Felizes (santos) são os pobres, aqueles que põem sua confiança em Deus e não se deixam manipular pelas ideologias adversas ao projeto de Jesus. Não se deixam levar pela propaganda mercadológica do consumismo. Rejeitam as idolatrias que substituem os valores do Evangelho.

Santa é a vida, e santos são todos os que procuram valorizá-la, defendê-la e potencializá-la. São felizes (santos) todos aqueles que têm fome e sede de justiça, os que são perseguidos por causa do empenho em favor da justiça para os injustiçados. Muitos mártires continuam a morrer em defesa da vida dos empobrecidos e explorados.

A motivação primeira para a busca e a vivência da santidade é o próprio Deus, porque ele é o Santo por excelência. Fomos criados à sua imagem e semelhança. A santidade de Deus convida todos os seres humanos a serem santos. Ao nos criar, ele colocou em nosso coração o desejo de santidade. Portanto, esta não é ideia ultrapassada, própria de séculos remotos, mas é dom presente no coração de cada pessoa. A santidade consiste em revelar o divino existente em cada ser humano.

Felizes são as comunidades cristãs moldadas pelo espírito das bem-aventuranças. Uma comunidade tem sua credibilidade quando procura traçar seu rumo segundo os caminhos propostos pelo Mestre. Assim terá condições de mostrar o rosto de Jesus às pessoas do mundo de hoje.

 

Pe. Nilo Luza, ssp / Portal Kairós

Reflexão e sugestão para a Missa do 30° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A

Missa do 30° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A

Êx 22,20-26; SI 17; lTsl,5c-10; Mt 22,34-40

30° Domingo do Tempo Comum 2020 - Ano A

O amor sintetiza todas as virtudes

A liturgia da palavra continua a nos chamar atenção para o testemunho da fé no emaranhado da história. Na primeira leitura, Deus se pronuncia em favor dos mais fracos e excluídos da sociedade da época: a viúva, o órfão e o estrangeiro. O Senhor não apenas liberta o povo, mas caminha com ele para evitar que a opressão e a injustiça, sofridas sob o domínio do faraó, possam se repetir ao caminhar para a terra prometida e quando nela se instalar. É o amor divino a manifestar toda sua força em forma de misericórdia: “Se ele me invocar, escutá-lo-ei, porque sou misericordioso”.

Continuamos a ler a experiência da comunidade dos Tessalonicenses, que vive a fé anunciada por Paulo em meio a tribulações, mas o amor é a força maior a conduzi-los. A força atrativa da comunidade está na vivência testemunhal do amor. Ainda que a fé seja colocada em primeiro plano, sabemos que, na pena do Apóstolo, o amor sintetiza todas as virtudes. Sem ela, nem a fé, nem a esperança se sustentam.

O maior de todos os mandamentos

O evangelho nos mostra novamente Jesus sendo interpelado sobre qual dos mandamentos seria o maior. Jesus não hesita em colocar o amor a Deus e ao próximo como base para a vivência humana em Deus. Com essa afirmação, Jesus enfatiza que os mandamentos divinos não podem ser entendidos como um código de leis fora de nós, ao qual temos de nos submeter cegamente. O amor é uma dimensão profundamente antropológica, pois podemos amar e sermos amados. Aí Deus se faz presente e dignifica o ser humano, aprimorando sua capacidade não só de amar e ser amado, mas, sobretudo, de acolher o Supremo Amor.

Nesse sentido, Jesus enfatiza que a vivência do amor nos torna plenamente humanos, já que nossas relações são restauradas e elevadas pela prática do amor. Agindo assim, nossa fé sai do plano puramente intimista e se abre para um olhar mais abrangente, provocando em nós a prática da acolhida, do cuidado e da misericórdia.

Neste fim de mês missionário, peçamos ao Senhor o dom do amor em nossa obra evangelizadora. Não são raras as vezes em que nos preocupamos mais com discursos do que com ações; mais com estruturas do que com atitudes. Reafirmamos nosso desejo de sermos discípulos-missionários que fermentam a história com o fermento bom do amor, que faz crescer a fraternidade e nossa caminhada rumo à Pátria definitiva.

Sugestões litúrgicas para a Missa do 30° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A

– Hino de Louvor: imediatamente antes do Hino, fazer memória das ações missionárias da comunidade. Podem-se apresentar alguns símbolos de tais ações.
– Entrada da Palavra: na celebração noturna, pode-se fazer uma dinâmica de introduzir a Bíblia com as luzes apagadas. Três pessoas, uma de cada vez, podem sair do meio do povo, ir até o Círio Pascal, aceso em seu lugar próprio, para acenderem suas velas, e andar pelo meio do povo, dizendo: “Senhor, Tua Palavra é lâmpada para meus pés, Luz para meu caminho”. Após o terceiro fazer esses gestos, as luzes da igreja podem ser acesas e acontecer a entrada da Bíblia, acompanhada pelas três pessoas com suas velas acesas.
– Momento das oferendas: apresentar um novo projeto missionário de Igreja em Saída, como foi sugerido no primeiro domingo deste mês de outubro.
– Envio da comunidade: uma breve oração de envio missionário da comunidade pode ser feita pelo presidente da celebração. Em seguida, pode ser feita a entronização da Imagem de Nossa Senhora e de um rosário grande, ressaltando Maria como a primeira missionária de Jesus, Mãe e exemplo para todos nós.

Sugestões de repertório para a Missa do 30° Domingo do Tempo Comum 2020 –  Ano A (O Domingo)

Abertura: Exulte de Alegria
Aclamação: Aleluia, Eu vos escolhi
Oferendas: Bendito Seja Deus
Comunhão: Ó Pai, Somos Nós

Cifras e partituras das sugestões CNBB

Semanário litúrgico – catequético – Cantos para a Celebração – 30° Domingo do Tempo Comum 2020

 

Áudios para a Missa do 30° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A CNBB:

 

Padre Anísio Tavares, C.Ss.R. / Portal Kairós

25 de outubro – Missa do 30° Domingo do Tempo Comum 2020

Missa do 30° Domingo do Tempo Comum 2020

Nesta Eucaristia, somos convidados a acolher com gratidão o amor de Deus por nós e assim partilhá-lo a cada dia com o nosso próximo. O verdadeiro sentido da nossa existência está em viver esse amor belo e gratuito e, por meio dele, ajudar a construir um mundo mais feliz. Celebrando este dia da juventude, recordemos todos os jovens, especialmente os que ainda não fizeram a experiência do amor de Deus.

O amor nos une verdadeiramente a Deus, nosso Pai, e aos nossos irmãos e irmãs.

A DUPLA FACE DO AMOR

Em meio à abundância de leis e tradições, os fariseus procuram testar a sabedoria de Jesus a respeito dos mandamentos contidos na Torá e lhe perguntam: Qual é o mais importante? Jesus, ótimo conhecedor da Torá, responde sabiamente: Amar a Deus sobre todas as coisas. E acrescenta o segundo: Amar ao próximo. Desses dois mandamentos – amar a Deus e amar ao próximo – dependem todos os outros. Os dois andam de mãos dadas.

Amar não é questão de teoria, mas de prática; não se manifesta com belas palavras, mas com ações concretas em favor dos outros. Portanto, não há como provar que se ama a Deus sem amar ao próximo. O único sinal que de fato exprime o amor por Deus é o amor que se tem pelos outros. Em outras palavras, o amor a Deus se traduz no amor às pessoas. Deus não nos pede provas de amor dirigidas a ele, mas pede amor ao próximo.

Amar o próximo como a si mesmo é querer o bem aos outros, desejar que todos tenham vida digna de filhos e filhas de Deus. Não posso dizer que amo a Deus se não assumo o desejo e o compromisso de que os pobres melhorem suas condições de vida, os trabalhadores tenham trabalho e salário dignos, os sem-teto encontrem um abrigo, os doentes tenham os cuidados necessários. É preciso vencer a “globalização da indiferença” a tantos males que atingem as pessoas. Quando se ama a Deus, não se pode tolerar tanta injustiça, pobreza e miséria e ficar indiferente a essas realidades.

O amor nos leva a ver e a ser uma Igreja que sai do “eu” para formar o “nós”. Uma comunidade de pessoas fechadas em si mesmas precisa se abrir para uma comunidade de irmãos e irmãs que se auxiliam, se solidarizam, partilham e se respeitam.

Às vezes as comunidades cristãs se preocupam com muitas regrinhas e esquecem o mais importante, o amor. O convite é para sairmos de “comunidades de regrinhas” e construirmos “comunidades de amor”. O bom andamento de uma comunidade é a vivência fraterna, solidária e amorosa entre seus membros. O primeiro passo a ser dado é nos relacionarmos com Deus e com as pessoas mediante atitudes de amor e respeito.

 

Pe. Nilo Luza, ssp / Portal Kairós

Reflexão e sugestão para a Missa do 29° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A

Missa do 29° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A

Is 45,1.4-6; SI 95; lTsl,l-5b; Mt 22,15-21

29° Domingo do Tempo Comum 2020 - Ano A

Deus se revela para o ser humano na história

Do começo ao fim, os relatos bíblicos mostram Deus embrenhado na história humana, em seus conflitos e suas realizações. A ação divina não é desconexa da lida do dia a dia do povo. Não há uma história divina e outra história humana, mas somente uma história da salvação, na qual o divino e o humano se entrelaçam.

A primeira leitura nos mostra como as questões políticas são lidas à luz da fé. Ciro é um rei Persa e, portanto, pagão. Diante de seu poder político crescente, o povo de Deus, exilado na Babilónia, vê-o como libertador enviado por Deus. Assim, Isaías catequiza o povo para fortalecê-lo na esperança. Aos poucos, compreende-se que as escolhas de Deus não se deixam restringir somente ao povo de Israel, mas todos participam, a seu modo, da ação salvífica de Deus.

O Evangelho nos apresenta a resposta dos interlocutores de Jesus diante das parábolas que ouvimos na liturgia dos últimos domingos. Eles querem pegar Jesus em alguma palavra. Na passagem que ouvimos, eles propõem a Jesus a delicada questão do tributo que o povo tinha de pagar ao imperador de Roma. Dizer sim era o mesmo que compactuar com o sistema injusto e opressor. Dizer não significava afrontar o sistema estabelecido de modo imprudente, pois seria associado a tantos movimentos revolucionários da época.

Jesus trata da questão de modo profundo, pois não visa apenas questionar o sistema tributário, mas mostra que toda a ordem social dever ter por centralidade a fonte de todos os bens, Deus. E, quando se dá a Deus, a justiça acontece, e a fraternidade triunfa.

Dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus

A segunda leitura apresenta a comunidade de Tessalônica sendo louvada por Paulo, Silvano e Timóteo. Os tessalonicenses abraçaram de tal modo o evangelho a ponto de serem transformados pela mensagem de salvação. As obras e as ações do Espírito complementam as palavras do anúncio e geram vida.

Diante desse testemunho, pensemos como vai o testemunho de fé de nossas comunidades. Vivemos no emaranhado de nossa história, também marcados pelo peso insuportável dos tributos e das tantas questões político-econômicas. Seria possível abraçar a fé como fizeram os tessalonicenses? Não só é possível, como é nosso compromisso primeiro mostrar na prática que temos Deus como centro de nossa vida e dele parte todas as nossas relações sociais.
Se não abraçarmos a fé com vivacidade e firmeza, dificilmente saberemos dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.

Seguindo a Cristo, que se encarnou em nossa história e nela permanece vivo e ressuscitado, somos convidados a considerar mais de perto nossos compromissos sociais e fazer valer a civilização do amor, no qual a paz seja fruto da justiça e a caridade seja o caminho que una a humanidade inteira nas veredas da salvação.

Sugestões litúrgicas para a Missa do 29° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A

– Ato Penitencial: o presidente da celebração pode fazer uma breve meditação sobre a temática “dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, convidando todos ao arrependimento e à conversão. Em seguida, pode aspergir a assembleia.
– Entrada da Palavra: convidar as crianças para entrarem com a Palavra de Deus, enfatizando o dia da Infância Missionária. A Bíblia pode ser colocada na mochila de uma das crianças, e, ao chegar ao presbitério, retirá-la e apresentá-la ao povo. Pode-se elaborar uma coreografia tal que mostre a importância de a criança evangelizar as crianças. Também pode-se destacar a dinamicidade das crianças e fazer com que elas passem correndo pelo meio da assembleia com a Bíblia. Seria bom as crianças proclamarem as leituras.
– Preces dos Fiéis: cada criança pode rezar uma prece, seguida de um refrão orante.
– Oferendas: o grupo dos coroinhas pode entrar com as oferendas, enquanto as demais crianças acompanham, levando alguns símbolos missionários: a Bíblia, a cruz, o terço e um cartaz da INFÂNCIA MISSIONARIA.
– Envio da comunidade: um breve histórico da Infância missionária pode ser apresentado à Assembleia. Em seguida, o presidente da celebração pode convidar todos para fazerem uma oração pelas crianças e por todos os presentes, com foco no aumento do vigor missionário de todos os batizados. Em seguida, cantara consagração a Nossa Senhora.

Sugestões de repertório para a Missa do 29° Domingo do Tempo Comum 2020 –  Ano A (O Domingo)

Abertura: Exulte de Alegria
Aclamação: Aleluia, Eu vos escolhi
Oferendas: Bendito Seja Deus
Comunhão: Ó Pai, Somos Nós

Cifras e partituras das sugestões CNBB

Semanário litúrgico – catequético – Cantos para a Celebração – 29° Domingo do Tempo Comum 2020

 

Áudios para a Missa do 29° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A CNBB:

 

Padre Anísio Tavares, C.Ss.R. / Portal Kairós