Reflexão e sugestão para a Missa do 8º Domingo do Tempo Comum 2025 do Ano C

Para o Domingo: 02/03/2025

Missa do 8º Domingo do Tempo Comum 2025 – Ano C

Eclo 27,5-8; Sl 91; 1Cor 15,54-58; Lc 6,39-45

8º Domingo do Tempo Comum 2025

O Livro do Eclesiástico deixa-nos claro como devem ser nossas atitudes ou nosso modo de ser. Se o Senhor se revelou a nós por meio de suas obras, nossas palavras pode manifestar o que somos interiormente, diz-nos o Eclesiástico. Jesus vem completar essa verdade, lembrando-nos que “a boca fala do que o coração está cheio”. Jesus faz várias comparações de atitudes, mostrando-nos um caminho que devemos percorrer. Porém nada poderá se realizar, se não nos empenharmos em nossa própria mudança.

A Palavra do Senhor sempre nos chama a atenção, pois deseja unicamente nosso bem e nossa salvação. Quando o Senhor nos dirige sua Palavra, espera nossa conversão, mudança de atitudes, de gestos e tudo o mais que exige mudança. Por isso nos deixa claro que “um cego não pode guiar outro cego”, ou ainda, “tirar o cisco do olho do irmão, se há uma trave no meu?” Jesus nos faz pensar seriamente na hipocrisia humana, que diz, mas não faz, que aponta, mas não muda a si mesma. Essa falsidade, dissimulação jamais foi aprovada por Jesus. O Cristo não admite que a exterioridade seja “senhora” em nossas relações humanas e religiosas.

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Retiro Quaresmal 2025 dos Jesuítas, mais uma opção para a Quaresma

Retiro Quaresmal 2025: saiba mais sobre a metodologia e utilização do livro

Para oferecer um apoio a todos que farão a experiência do Retiro Quaresmal 2025, o Pe. Adroaldo Palaoro, SJ, coordenador da obra, preparou um vídeo de apoio no qual explica a proposta e a metodologia do livro. O jesuíta também esclarece pontos importantes sobre a organização do conteúdo e a como utilizá-lo em seu caminho de conversão espiritual.

O Retiro Quaresmal oferece um roteiro de oração diária para ajudar a viver de um modo inspirador este tempo de preparação para a Páscoa. Elaborada pelo CEI Brasil e Rede Servir, em parceria com a Rede Diakonia, a publicação reflete sobre o tema Fraternidade e Ecologia Integral e o lema Deus viu que tudo era muito bom (Gn 1, 31), da Campanha da Fraternidade 2025.

O livro está disponível para a venda nos canais de Edições Loyola e nas obras da Companhia de Jesus em todo o Brasil.

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Reflexão e sugestão para a Missa do 7º Domingo do Tempo Comum 2025 do Ano C

Para o Domingo: 23/02/2025

Missa do 7º Domingo do Tempo Comum 2025 – Ano C

1Sm 26,2.7-9.12-13.22-23; Sl 11; 1Cor 15,45-49; Lc 6,27-38

7º Domingo do Tempo Comum 2025

O Evangelho é nosso Catequista, indispensável pedagogo que nos faz adentrar o mistério salvífico de Cristo. Que riqueza insondável temos ao alcance de nossas mãos. Hoje ele vem nos dizer que precisamos amar sempre, que não podemos ter as mesmas atitudes que tínhamos, que nossa resposta é bem diferente de qualquer outra pessoa. Se formos iguais, qual é então a diferença? Nenhuma! Por isso Jesus nos ensina a tomar atitudes conforme a lógica do Reino, e não conforme outra lógica qualquer.Jesus ensina como viver decididamente em seu Reino. Para isso, é preciso ter atitudes iguais às dele. Com toda a razão, pois não há separação entre o Evangelho e a Pessoa de Cristo. Seu ensinamento exige um coração sempre pronto para perdoar e amar, para acolher, para ajudar, para amar, independentemente de quem esteja a nosso lado. Jesus deixa claro: se amamos só aqueles que nos amam, de que adianta isso? Amor autêntico não tem discriminação ou escolha.

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Reflexão e sugestão para a Missa do 6º Domingo do Tempo Comum 2025 do Ano C

Para o Domingo: 16/02/2025

Missa do 6º Domingo do Tempo Comum 2025 – Ano C

Jr 17,5-8; Sl 1; 1Cor 15,12.16-20; Lc 6,17.20-26

6º Domingo do Tempo Comum 2025

Fragmento de pintura mural restaurada recentemente de cena bíblica com pregação de Jesus Cristo no Mosteiro de Tolga, Yaroslavl, Rússia.

O evangelista Lucas vem nos falar sobre o “discurso da planície”, que é o anúncio de Cristo de seu programa libertador em favor dos pobres, dos menos favorecidos, dos desprezados. Jesus diz para a multidão, para os discípulos e para nós que chegou a hora da vida, da graça, da misericórdia. As Bem-aventuranças se dirigem a todos os esquecidos e desprezados, que testemunham a verdade do Reino. Sim, o Evangelho tem autoridade e nos “impõe” a verdade de Cristo.

Depois de descer do monte, Jesus dirige à multidão e aos discípulos sua Palavra, que orienta à pertença ou à recusa do Reino. Por isso, as quatro Bem-aventuranças, anúncio de felicidade, de alegria, como também as quatro maldições ou ameaças, que são por ele apresentadas.

Os mais desprotegidos são os pobres, os que têm fome, os que choram, os que são perseguidos. Mas estes são os destinatários do anúncio do Reino que Jesus faz. Estão privados de muitos direitos, inclusive do direito ao bem comum, o direito de pátria, de cidadania. Estão sujeitos à arbitrariedade dos poderosos e dos maus dirigentes da pátria. Estão privados, por isso choram, passam fome, são perseguidos.

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Quaresma da Canção Nova: o livro A Luta de Cada dia 2025

A Luta de Cada dia 2025

Nos primeiros séculos da como preparação para a Páscoa, havia apenas um jejum Igreja não havia Quaresma realizado no dois dias anteriores. Isso porque os primeiros cristãos viviam tão intensamente a sua entrega ao Senhor que preferiam ser mortos a terem que negar sua fé em Jesus. Uma vez que eram tempos de perseguição, não dava para ser cristão “morno” ou por mera conveniência; era perigoso demais e, portanto, não se sentia a necessidade de reservar um tempo para renovar a conversão já assumida no batismo. Só mais tarde, com o fim das perseguições, quando muitos foram se tornando menos empenhados em viver a fé, é que se notou o quanto seria importante dedicar um tempo mais largo para exortar os fiéis a terem uma vida de maior coerência com a graça que haviam recebido. Nascia assim a Quaresma.

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