Liturgia

Em 2026

Epifania do Senhor (Domingo)  – 4 de janeiro
Batismo do Senhor –  11 de janeiro
Quarta-feira de Cinzas –  18 de fevereiro
Páscoa da Ressurreição –  05 abril
Ascensão do Senhor (Domingo)  –  17 de maio
Pentecostes – 24 de maio
Santíssima Trindade – 31 de maio
SS. Corpo e Sangue de Cristo – 4 de junho
Sagrado Coração de Jesus – 12 de junho
São Pedro e São Paulo (Domingo) – 28 de junho
Assunção da BVM (Domingo) – 16 de agosto
Todos os Santos – 1º de novembro
Solenidade de Cristo-Rei – 22 de novembro
1º Domingo do Advento ANO B – 29 de novembro
Sagrada Família – 27 de dezembro

Reflexão e sugestão para a missa do 4° Domingo da Quaresma 2020

4° Domingo da Quaresma 2020

ISm 16,1b.6-7.10-13a; SI 22; Ef 5,8-14; Jo 9,1-41 

A escuta que salva e liberta

O quarto domingo da quaresma nos convida a alegrar-nos com a salvação de Deus, revelada plenamente em Jesus Cristo. À luz de sua presença redentora, toda cegueira se dissipa, e a vida ganha novo vigor. Para manter-se na escuridão, diante de luz tão radiosa, é preciso fechar os olhos e o coração e declarar que não o aceita.

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Liturgia completa pra a Semana Santa 2020

As leituras podem ser compreendidas a partir do tema profundo da escuta de Deus. Samuel ouviu Deus no momento em que disse: é este, ungi-o. Eis que inaugura mais um momento da história do povo de Deus, sob a égide do pequeno e grande Davi. Paulo conclama os cristãos de Éfeso para uma escuta da voz de Deus, que fala em seus corações, chamando-os a viverem na luz! Bondade, justiça e verdade agora precisam resplandecer na comunidade cristã. Aquele que ouve a voz do Filho amado de Deus e assume sua própria vocação torna-se criatura nova, uma fonte de luz.

O evangelho de João apresenta-nos o sexto sinal realizado por Jesus ao dar a vista ao cego de nascença. É nítido o confronto entre a atitude de escuta do cego e a surdez proposital dos fariseus. Eles não querem admitir, primeiramente, que o tempo da graça chegou. Continuam a ver tudo na perspectiva do pecado. Assim, Jesus é um pecador porque desrespeita o sábado; o homem que agora vê é expulso da sinagoga. Perguntam, insistentemente, como foi que Jesus abriu seus olhos, mas não estão dispostos a ouvir e a assumir a simplicidade com a qual Jesus traz o Reino de Deus: “O homem chamado Jesus fez barro, passou em meus olhos e me disse: ‘Vá lavar-se em Siloé’. Eu fui, lavei-me e comecei a enxergar”.

A escuta que transforma nosso olhar

O caminho quaresmal convida-nos a ouvir a voz de Deus, a lançar-nos com confiança nos braços de Jesus, Luz do Mundo. Para isso, precisamos reconhecer que sua luz irradia em nosso coração, pois somos filhos livres e amados do Pai misericordioso. Não deixemos que a surdez espiritual tome conta de nós, impedindo-nos de ouvir a Palavra de Salvação. Há muitas vozes que privilegiam o pecado, a negatividade e o desespero. Eis nossa missão enquanto filhos e filhas da luz: mostrar que o Cristo nos oferece um outro ponto de vista, um outro modo de ver o mundo.

O cego fez um percurso: começando a enxergar, foi além, até o ponto mais importante de ver Jesus como o Filho do Homem, o Salvador. Abramos, pois, nossos ouvidos, nossos olhos e nosso coração ao Salvador. Eis que se aproxima o momento litúrgico de contemplar Jesus no alto da Cruz, em que será glorificado. Seremos capazes de reconhecer e assumir sua salvação em nossa vida? Que a quaresma nos abra os ouvidos para ouvir o irmão necessitado; abra-nos também o coração para não sermos profetas de desgraças, mas profetas da vida nova, que resplandece por meio da bondade, da justiça e da verdade.

Sugestões litúrgicas

– Enfatizar o sentido e a importância da caridade-esmola como prática evangélica neste tempo penitencial.
– Ato penitencial: no ato penitenciai, pode-se entrar cartazes, frases ou fazer uma pequena encenação, mostrando as “cegueiras” dos que não querem ver a ação de Deus: violência, corrupção, preconceito religioso e etc.
– Liturgia da Palavra: a proclamação da palavra pode ser precedida por um mantra, durante o qual se pode motivar a assembleia à frutuosa escuta no espírito quaresmal.
– Oferendas: durante as oferendas, apresentar nomes de pessoas que viveram em prol da caridade. Podem ser nomes  conhecidos no mundo e, sobretudo, na realidade local da comunidade. O santo padroeiro pode ser envolvido nessa dinâmica, a fim de motivar a comunidade à prática da caridade.

Sugestões de repertório (O Domingo)

Abertura: Alegres vamos
Aclamação: Louvor e glória
Oferendas: O Vosso coração
Comunhão: Dizei aos cativos

Cifras e partituras das sugestões CNBB

Semanário litúrgico – catequético – Cantos para a Celebração  – 4° Domingo da Quaresma 2020

Áudios para o 4° Domingo da Quaresma 2020 (Salmo 22 e refrão orante) CNBB:

Padre Anísio Tavares, C.Ss.R. / Portal Kairós

22 de março: missa do 4° Domingo da Quaresma 2020

4° Domingo da Quaresma 2020 – Ano A

Jesus é a luz que ilumina nossa existência e abre nossos olhos para enxergar as necessidades dos nossos irmãos e irmãs – particularmente das crianças que sofrem. Esta Eucaristia nos anime a buscar sempre o que agrada ao Senhor, vencendo as trevas do egoísmo e da indiferença e ajudando todos a ter uma vida digna e feliz.

Jesus abre nossos olhos e nosso coração para enxergarmos com amor as necessidades e os sofrimentos dos nossos irmãos e irmãs. Entre os próximos dias 26 e 28, o papa Francisco se encontrará (em Assis, na Itália) com economistas jovens para repensar a economia global. Que esta convocação do papa encontre acolhida em nosso coração, em favor de uma “economia que faz viver, humaniza e cuida da criação”.

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Reflexão e sugestão para a missa do 4° Domingo da Quaresma 2020
Liturgia completa pra a Semana Santa 2020

JESUS, LUZ DA HUMANIDADE

Na passagem do cego de nascença está o sexto sinal narrado pelo Evangelho de João. Para o autor, o relato não é um milagre, mas um sinal que aponta para além do fato em si. Esse episódio ocorre por ocasião da festa dos Tabernáculos, evento em que a iluminação desempenhava importante papel e que, portanto, contrastava com a situação de alguém cego, mergulhado na escuridão. O texto ressalta o contraste entre trevas (fariseus) e luz (Jesus).

O evangelho de hoje mostra o conflito existente entre os cristãos e a sinagoga no tempo da comunidade joanina. Confessar a messianidade de Jesus significava ser expulso da sinagoga. Foi o que aconteceu com o que era cego. O medo dos pais de se envolver no caso também demonstra isso. A fé autêntica em Jesus é sinal de risco e perseguição.

Na época, havia a mentalidade de que a doença seria castigo de Deus. Eis a razão da pergunta dos discípulos. Jesus esclarece que a cegueira do homem não é consequência de algum pecado dele ou dos pais, mas é meio para revelar as obras divinas. Atualmente ainda vemos, com frequência, pessoas que concebem Deus como alguém castigador e vingador, ao passo que Jesus nos mostra que ele é Pai e amigo.

O relato, assim como tantos outros no Evangelho de João, é rico em simbolismo. O cego pode representar a comunidade joanina em seu processo de descoberta de Deus na pessoa de Jesus, enviado (“Siloé”) para realizar as obras do Pai. As várias etapas do reconhecimento de Jesus por parte do homem que recuperou a vista podem simbolizar a caminhada da comunidade que, aos poucos, vai descobrindo e assumindo o projeto de vida do Mestre.

O cego recupera a visão, enquanto os fariseus se tornam sempre mais cegos, fechados em suas ideias fixas, incapazes de enxergar e reconhecer a diversidade e o diferente. A busca e a recuperação da fé constituem um processo em que pessoas e comunidades vão se inserindo à medida que se abrem aos “sinais dos tempos”. A ausência dos olhos da fé é grande entrave que não permite ver as pessoas, as coisas e o mundo com o olhar dado por Jesus.

Pe. Nilo Luza, ssp / Portal Kairós

Reflexão e sugestão para a missa do 3° Domingo da Quaresma 2020

3° Domingo da Quaresma 2020

Êx 17,3-7; SI 94; Rm 5,l-2.5-8; Jo 4,5-42

Reflexão e sugestão para a missa do 3° Domingo da Quaresma 2020

Milagrosa conversão de uma mulher samaritana

A liturgia de hoje nos convida a fazer uma avaliação do caminho quaresmal realizado até aqui. Estamos enfrentando os desafios da caminhada com esperança ou estamos olhando para trás, com saudades dos vícios e da escravidão do pecado?

A primeira leitura ajuda-nos nessa reflexão importante sobre a caminhada de fé. Em Massa e Meriba, afetados pela sede, o povo coloca em questão a presença de Deus. A falta de fé leva os caminhantes ao desânimo e à revolta contra Moisés. A falta de fé não permite que os filhos de Israel tomem consciência de que a presença de Deus não exime da responsabilidade e liberdade de cada um para empreender um caminho de vida nova. Bastou vir a sede, para se esquecerem dos prodígios que Deus tinha realizado ao abrir o Mar Vermelho e fazer com que todos o passassem a pé enxuto.

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Liturgia completa pra a Semana Santa 2020

O salmista louva a Deus por seus prodígios e exorta o povo a nunca mais fechar o coração às ações divinas. O coração endurecido só consegue ver as próprias necessidades e é incapaz de ver mais longe, para onde o amor de Deus os conduz. Muito mais grave que a secura do deserto é a secura do coração, que leva o povo a questionar o ponto essencial da fé: a presença de Deus a todo momento.

Um poço de água viva a saciar nossa sede

Hoje, somos nós o povo de Deus em caminho. Somos também tentados a saciar a sede sem enfrentar o caminho da verdadeira liberdade. Com a Samaritana do evangelho, Jesus nos convida a fazer uma parada de reflexão profunda para descobrirmos nossas sedes existenciais. Diante da crise de sentido presente em nossa sociedade, é preciso fazer a experiência do amor total de Deus, manifestado em Cristo. Ele morreu por nós quando éramos pecadores, afirma São Paulo. Hoje, ele continua a nos saciar para lembrar-nos que já somos novas criaturas em seu amor.

Somente após a escuta atenta, a Samaritana foi capaz de tornar-se fonte de água viva também para seus concidadãos. Ela deixa o balde (seus antigos projetos e objetivos) e se lança toda inteira no anúncio daquele que deu total sentido a sua vida. Que este tempo forte de oração nos ajude a revitalizar nosso encontro pessoal com Cristo. Quando formos capazes de ouvir sua voz em meio às provações, encontraremos força para superar os obstáculos, que nos impedem de anunciá-lo com todo o nosso ser.

SUGESTÕES LITÚRGICAS

Calendário do ano litúrgico 2020 Ano A – São Mateus

– A liturgia de hoje propicia enfatizar a importância do jejum na caminhada do cristão, mostrando a necessidade de se buscar o sentido mais profundo da vida em Deus.
– Entrada da Palavra: dinamizar a entrada da Palavra com a cena de Jesus e a Samaritana. Podem-se entrar jarros, dos quais saiam frases bíblicas, que motivem a caminhada penitenciai da comunidade.
– Preces dos fiéis: no momento das preces, podem-se destacar algumas necessidades que desafiam a caminhada perseverante da comunidade.
– Oferendas: motivar a doação de alimentos como resultado do jejum orante, que abre o coração às necessidades dos irmãos.

Sugestões de repertório (O Domingo)

Abertura: Senhor, eis aqui
Aclamação: Louvor e glória
Oferendas: O Vosso coração
Comunhão: Se conhecesses

Cifras e partituras das sugestões CNBB

Semanário litúrgico – catequético – Cantos para a Celebração  – 3° Domingo da Quaresma 2020

Áudios para o 3° Domingo da Quaresma 2020 (Salmo 94 e refrão orante) CNBB:

Padre Anísio Tavares, C.Ss.R. / Portal Kairós

15 de março: missa do 3° Domingo da Quaresma 2020

3° Domingo da Quaresma 2020 – Ano A

Jesus acolhe com ternura a todos nós, que dele nos aproximamos para saciar nossa sede de uma vida feliz. Com ele aprendemos a vencer preconceitos e indiferenças e tratar as pessoas com respeito e generosidade. Nesta Eucaristia celebremos a salvação que o Senhor nos oferece e o amor que ele quer derramar em nosso coração.

Jesus é a fonte da vida e da salvação. Dele podemos sempre nos aproximar certos de que somos acolhidos com ternura e amor.

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Reflexão e sugestão para a missa do 3° Domingo da Quaresma 2020
Liturgia completa pra a Semana Santa 2020

ENCONTRO TRANSFORMADOR

Foi transformador o encontro de Jesus com a samaritana junto ao poço de Jacó. O encontro pessoal com Jesus, o diálogo profundo com ele sobre a sede de Deus e de vida, simbolizados pela água, permitiram à samaritana rever a própria vida e testemunhar a novidade de uma Água que sacia a sede para sempre.

Num mundo em que a palavra de ordem é a autossuficiência, Jesus se mostra necessitado. Pede água a uma mulher da Samaria, terra considerada impura pelos judeus. Provoca nela a abertura à sua palavra, chamando ao encontro pessoal, ao diálogo, que é a única forma de as pessoas se conhecerem verdadeiramente. E assim faz a samaritana reconhecer-se necessitada também, não de uma água de poço, mas de algo que sacie a sede de Deus, a sede de vida eterna.

No encontro com Jesus, a samaritana é levada a rever a própria vida revendo as relações, pois a Deus não se alcança num intimismo egoísta. Dá pena ver cristãos dizer que encontraram Jesus apenas quando começaram a frequentar outras denominações cristãs. O que faltou para que tais pessoas tivessem um encontro pessoal e transformador com o Mestre? Como é que, para além de doutrinas e regras, não puderam encontrar a pessoa concreta do Filho de Deus nos irmãos de comunidade?

Um compromisso sério com Jesus é exigente e implica a construção de relações fraternas na comunidade. Exige revisão de vida, para tomarmos consciência dos nossos anseios mais profundos. Afinal, além da sede de água, que tipo de sede buscamos saciar na vida?

Jesus é a Água Viva que mata a nossa sede de Deus. E a água que ele nos dá se torna em nós fonte de água que jorra pela eternidade. Na comunidade dos que celebram fisicamente em templos de pedra e que adoram espiritualmente na fidelidade ao Espírito Santo, somos chamados a dar ao mundo o testemunho de nossa fé, a exemplo da samaritana, para que o próprio Espírito continue se derramando pela vida do mundo, por meio de nosso encontro com Jesus. Um encontro que constrói comunidade.

Pe. Paulo Bazaglia, ssp / Portal Kairós

Reflexão e sugestão para a missa do 2° Domingo da Quaresma 2020

2° Domingo da Quaresma 2020

Gn 12,1-4a; Sl 32; 2Tm 1,8b-10; Mt 17,1-9

Parma, Itália – 16 de abril de 2018: O afresco da Transfiguração no Monte Tabor no Duomo por Lattanzio Gambara (1567-1573).

Deus acompanha nosso caminhar

A caminhada quaresmal é árdua, pois exige de nós muita sinceridade para conosco e muita confiança em Deus. A desinstalação que o Senhor pede a Abrão é radical. Não é fácil deixar tudo para seguir uma proposta incerta, humanamente falando. Abrão coloca-se a caminho em virtude da escuta obediente da voz de Deus. Só assim ele será pai de uma grande nação, um sinal de Deus. Também os discípulos são convidados por Jesus para se abrirem à escuta de seus ensinamentos e, assim, colocarem-se a caminho com Ele até a cruz. Ao transfigurar-se, Jesus se revela como Palavra viva do Pai, dirigida a toda a humanidade. Por isso o pedido: “Escutai-o”. É preciso escutar aquele que sintetiza em si todo a Lei de Moisés e toda a força profética de Elias para, no amor, selar a nova e eterna aliança entre o divino e o humano. Diante da tentação de construir ali três tendas, Jesus mostra a Pedro que é preciso ainda caminhar para cumprir o plano amoroso do Pai: dar a vida pela humanidade e ressurgir glorioso sobre o pecado e a morte. Ainda que seja bom estar no alto do monte, ainda melhor, afirma Jesus, é fazer a vontade do Pai.

Desçamos o monte!

Se Deus nos acompanha, não podemos pensar em propósitos quaresmais medíocres, que, em vez de nos levar à conversão, levamos a um comodismo ainda maior. Precisamos viver bem esse tempo de mudança profunda de vida, tempo de silenciar nosso interior agitado para poder escutar a Palavra de Deus. A escuta do evangelho leva-nos à abertura ao outro que está diante de nós, tantas vezes invisível por causa de nosso fechamento. Não está na hora de descermos do monte, de onde vemos tudo de cima, e tocarmos a realidade de nós mesmos e dos que caminham conosco?

Paulo convida Timóteo e a todos nós a um exercício de compaixão, ou seja, a sofrer com ele pelo evangelho, pela boa notícia que tantas vezes é ignorada ou silenciada. Está aí um sentimento nobre para ser cultivado nesta quaresma: a compaixão. Nossa conversão não pode restringir-se a momentos litúrgicos, confissão sacramental e a procissões penitenciais. Todas essas práticas de nossa religião só ganham sentido e valor quando manifestamos o real desejo de caminhar com Jesus, de mudar de vida verdadeiramente. Rito não é mágica! É experiência de Deus, que se estende na vida para fazer acontecer o Reino de Deus anunciado por Jesus. Com Cristo podemos fazer com que nossa fé se enraíze no chão de nossa história e na de nossa comunidade e, assim, fazer com que nossa conversão dê frutos de justiça, como o senhor nos pede.

SUGESTÕES LITÚRGICA

– Oração da coleta: pode-se enfatizar a importância da Oração neste tempo quaresmal, oferecendo as intenções em modo dinâmico e participativo.
– Liturgia da Palavra: introduzir a proclamação das leituras com um mantra, enfatizando a importância da escuta orante da Palavra de Deus.
– Oferendas: continuar motivando a doação de alimentos durante o momento das oferendas, em favor das famílias carentes da comunidade.
– Envio da comunidade: antes da bênção final, preparar um momento de compromisso da comunidade com a oração pelos doentes e necessitados.

Sugestões de repertório

Abertura: Senhor, eis aqui
Aclamação: Louvor e glória
Oferendas: O Vosso coração
Comunhão: Então, da nuvem

Cifras e partituras das sugestões CNBB

Semanário litúrgico – catequético – Cantos para a Celebração  – 2° Domingo da Quaresma 2020

Áudios para o 2° Domingo da Quaresma 2020 (Salmo e refrão orante):

Padre Anísio Tavares, C.Ss.R. / Portal Kairós

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