https://portalkairos.org/wp-content/uploads/2016/05/novena_de_pentecostes_2016_01.jpg
250
250
Portal kairós
https://portalkairos.org/wp-content/uploads/2019/09/portalkairos-site.png
Portal kairós2020-05-20 11:00:432020-05-25 15:11:21Novena de Pentecostes (cantos)Liturgia
Em 2026
Epifania do Senhor (Domingo) – 4 de janeiro
Batismo do Senhor – 11 de janeiro
Quarta-feira de Cinzas – 18 de fevereiro
Páscoa da Ressurreição – 05 abril
Ascensão do Senhor (Domingo) – 17 de maio
Pentecostes – 24 de maio
Santíssima Trindade – 31 de maio
SS. Corpo e Sangue de Cristo – 4 de junho
Sagrado Coração de Jesus – 12 de junho
São Pedro e São Paulo (Domingo) – 28 de junho
Assunção da BVM (Domingo) – 16 de agosto
Todos os Santos – 1º de novembro
Solenidade de Cristo-Rei – 22 de novembro
1º Domingo do Advento ANO B – 29 de novembro
Sagrada Família – 27 de dezembro






Reflexão e sugestão para a Missa do 23° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A
/em Liturgia Católica23° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A
Ez 33,7-9; SI 94; Rm 13,8-10; Mt 18,15-20
Cada um por si e Deus por todos?
Abrimos o mês da Bíblia no 23° Domingo do Tempo Comum 2020, meditando um de seus mais preciosos temas: a correção fraterna. A Palavra de Deus gera vida no seio da comunidade, na medida em que seus membros são capazes de dialogar e buscar juntos a reconciliação. Não se trata de uma ação fácil, porque nos desafia a sermos sinceros no dizer a verdade, mas sempre segundo a misericórdia divina que é libertadora.
A profecia de Ezequiel enfatiza que é preciso comprometer-se com a vida do outro. Se ele está em mal caminho, precisa ser advertido. Disso depende a fidelidade do profeta que fala em nome de Deus. Se hoje ouvimos muito a expressão “cada um por si e Deus por todos”, a Palavra de Deus pede de nós uma revisão séria para vencer esse individualismo, que não cria laços de fraternidade que salvam o outro. Não exortar é gesto de omissão, do qual Deus nos pedirá contas.
Como exortar um irmão ou uma irmã que erra? O evangelho nos mostra sua pedagogia redentora, que não expõem a pessoa indevidamente, mas busca salvaguardar sua dignidade. A fraternidade também demonstra que aquele que erra é amado e que faz parte de uma rede de relações amplas, permeada pelo respeito. A Igreja, ou seja, a grande comunidade, é o último recurso para que a pessoa que se desviou veja que Deus não a chamou para a segregação, mas para viver a fraternidade, que redime dos erros e mostra o bom caminho. Se depois de tudo a pessoa relutar, seja considerado um pecador público, isto é, destinatário do primeiro anúncio que precisa ser refeito, a fim de resgatar o que errou.
Fofoca destrói, correção fraterna salva!
Nas palavras de Papa Francisco, a fofoca é um ato terrorista, porque destrói vidas e relações. Infelizmente, “falar dos outros” é muito mais fácil do que ir até esses tais outros e encará-los face a face. Enquanto o “disse que me disse” espalha o ódio e a inimizade, a correção fraterna busca curar a ferida do outro e, ainda que doa, sempre visa ao bem.
Esse gesto é fruto da prática do mandamento maior. É o amor que une verdadeiramente a comunidade para ser espaço de salvação. A união nos liga diretamente com Deus, ou melhor, abre espaço para que Deus mesmo se faça presente entre nós. “Pedir e receber” não atende jamais os desejos egoístas, mas sempre parte da fraternidade, para o bem comum dos filhos e das filhas de Deus.
Que nossas comunidades abracem cada vez mais a missão de serem espaços de redenção, onde as pessoas possam encontrar o caminho de volta de seus pecados e retomar a fraternidade. E lembre-se de que você tem uma parcela de responsabilidade pela salvação de seu irmão e de sua irmã!
Sugestões litúrgicas para a Missa do 23° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A
– Entrada da Palavra: neste mês da Bíblia, é propício iniciar um caminho espiritual partindo da temática de cada domingo. Neste domingo, a pastoral do batismo pode participar da entronização da Palavra, colocando-a em um ambão especial. A primeira frase a ser introduzida é “Correção fraterna: força libertadora na vida da comunidade”.
– Profissão de fé: um representante de cada pastoral pode acender a vela no Círio Pascal e distribuir aos demais, enquanto se canta um mantra, cuja mensagem seja a unidade. Mostrar que somos Um em Cristo. A profissão de fé pode ser feita em dois coros.
– Preces dos fiéis: elaborar uma prece especial pelas famílias, ressaltando sua importância no anúncio e na vivência da Palavra.
Sugestões de repertório para a Missa do 23° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A (O Domingo)
Abertura: Deus, nosso Pai
Aclamação: Aleluia! Jesus Cristo
Oferendas: As mesmas mãos
Comunhão: Vá e mostre
Cifras e partituras das sugestões CNBB
Semanário litúrgico – catequético – Cantos para a Celebração – 23° Domingo do Tempo Comum 2020
Áudios para a Missa do 23° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A CNBB:
Padre Anísio Tavares, C.Ss.R. / Portal Kairós
06 de setembro – Missa do 23° Domingo do Tempo Comum 2020
/em Liturgia CatólicaMissa do 23° Domingo do Tempo Comum 2020
A CORREÇÃO FRATERNA
Pensemos quantas vezes, ao nos sentirmos ofendidos, tivemos a humildade de ir à pessoa que nos ofendeu para uma conversa desarmada. Bem mais fácil é guardar a ofensa recebida e nos fecharmos, com ressentimento e mágoa – algo que vai no caminho contrário ao de um relacionamento verdadeiramente cristão e fraterno. Pior ainda é quando alguém sente a necessidade de publicar aos quatro ventos que foi vítima de ofensa, quase sempre julgando e expondo o suposto ofensor.
Dizem que o melhor modo de perdoar é não nos deixarmos ofender. Em todo caso, o caminho proposto por Jesus para a correção fraterna traz como desafio “ganhar o irmão” que nos ofende, corrigindo-o fraternalmente, a sós, expondo-lhe nossas razões para também ouvir as razões dele. No entendimento entre irmãos que dialogam, o ofendido terá ganho ou reconquistado o ofensor, trazendo-o de volta à dinâmica fraterna da comunidade dos seguidores de Jesus.
Se essa primeira tentativa não der certo – e ela é fundamental -, é preciso pedir ajuda a outras pessoas, que, pelo testemunho, procurarão reintegrar o pecador no seio da comunidade. E assim também na terceira tentativa, quando toda a comunidade fará de tudo para trazer de volta quem se recusa a ouvir e seguir os ensinamentos deixados pelo Mestre.
Deixar alguém de fora não foi a prática de Jesus. Ele sempre procurou as pessoas, sobretudo as consideradas pecadoras. Mas, no desejo de incluir, não é que a comunidade cristã deva aceitar tudo, tal como atitudes que trazem divisão e traem os valores essenciais do Evangelho. O desafio, portanto, é rejeitar o pecado, sem se fechar ao pecador.
É no Senhor ressuscitado, vivo em meio a nós, que nos reunimos. É ele que alimenta nossa união, fortalece nossos passos e dá sentido à nossa oração. A comunidade é nosso lar de cristãos, lugar onde aprendemos a seguir o Mestre, onde superamos os erros, corrigindo os irmãos e nos deixando corrigir também. Pois, ao final, não se trata de ganhar “do” irmão, e sim ganhar “o” irmão, para a comunidade e para Deus.
Pe. Paulo Bazaglia, ssp / Portal Kairós
A liturgia do mês de setembro de 2020
/em Liturgia CatólicaVoltar à palavra
Em setembro de 1971, por iniciativa da Arquidiocese de Belo Horizonte que comemorava 50 anos, teve início, no Brasil, o mês da Bíblia. Por que setembro? Porque no dia 30 de setembro se celebra São Jerônimo, o santo que traduziu a Bíblia dos originais para o latim. Trata-se da tradução intitulada “Vulgata”, edição acessível ao povo. A tradução de São Jerônimo permaneceu intocável até 1979, quando foi editada sua revisão – a “Neovulgata”-, apresentada pelo papa São João Paulo II.
O objetivo do mês dedicado à Bíblia é contribuir para o desenvolvimento das diversas formas de presença da Bíblia na ação evangelizadora da Igreja no Brasil, colocando-a mais perto do povo de Deus.
O papa Francisco, orientando a Igreja para o caminho da santidade, afirma: “Sobre a essência da santidade, pode haver muitas teorias, abundantes explicações e distinções […], mas não há nada de mais esclarecedor do que voltar ás palavras de Jesus e recolher o seu modo de transmitir a verdade” (GE 63; destaque nosso). E o papa faz esse caminho com as bem-aventuranças, presentes no Evangelho de Mateus 5,3-12 (cf. GE 67-94).
Não há palavra mais eficaz, mais fecunda, mais iluminadora, mais libertadora do que a Palavra de Deus. Jesus á a Palavra que se fez carne (cf. Jo 1,14). O povo de Deus, desde o início da sua caminhada, foi orientado pela Palavra de Deus. O apóstolo Tiago nos pede: “recebei com mansidão a Palavra que em vós foi implantada e que é capaz de salvar-vos. Todavia, sede praticantes da Palavra, e não meros ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” (Tg 1,21-22).
E São Paulo, escrevendo a Timóteo, seu filho espiritual, pede com ternura paterna: Quanto a ti, permanece firme naquilo que aprendeste e aceitaste como verdade. E sabes de quem o aprendeste. Desde criança conheces as Escrituras Sagradas. Elas têm o poder de te comunicar a sabedoria que conduz à salvação pela fé em Cristo Jesus” (2Tm 3,14-15).
Os subsídios põem nas mãos dos católicos do Brasil, diariamente, a Palavra proclamada na liturgia da celebração da Eucaristia. Acolha, meu irmão/minha irmã, com alegria e gratidão, o que Deus fala a você!
Comemorações do mês de Setembro de 2020
01° – Dia de oração pelo cuidado da criação
03 – São Gregório Magno
04 – 1ª sexta-feira
05 – Santa Teresa de Calcutá
06 – 23° Domingo do Tempo Comum
07 – Dia da Pátria / Grito dos Excluídos 2020
08 – Natividade de Nossa Senhora
09 – São Pedro Claver
12 – Santíssimo nome de Maria
13 – 24° domingo do Tempo Comum (S. João Crisóstomo)
14 – Exaltação da Santa Cruz
15 – Nossa Senhora das Dores
16 – Santos Cornélio e Cipriano
17 – São Roberto Belarmino
19 – São Januário
20 – 25° domingo do Tempo Comum (Ss. André Kim Taegon, Paulo Chong Hasang e comps.)
21 – São Mateus
23 – São Pio de Pietrelcina
26 – Santos Cosme e Damião
27 – 26° domingo do Tempo Comum / Dia da Bíblia (S.Vicente de Paulo)
28 – Santos Venceslau; Lourenço Ruiz e comps.
29 – Santos arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael (Fim da Quaresma de São Miguel Arcanjo)
30 – São Jerônimo
D. Geraldo Majella Agnelo – Cardeal Arcebispo Emérito de Salvador / Portal Kairós
30 de agosto – Missa do 22° Domingo do Tempo Comum 2020
/em Liturgia CatólicaMissa do 22° Domingo do Tempo Comum 2020
RENUNCIAR E ASSUMIR A CRUZ
Ir a Jerusalém significava, para Jesus, encarar a perseguição por parte das autoridades: anciãos (grandes latifundiários), sumos sacerdotes (homens da alta hierarquia religiosa) e
mestres da lei (letrados e intelectuais). Pedro mostra-se corajoso e reage, querendo interferir no projeto de Deus a respeito do Mestre. Repreendendo-o, Jesus pede-lhe que se ponha na condição de discípulo e o chama de satanás, porque se revela um obstáculo e não encarna “as coisas de Deus, mas das pessoas”.
As palavras de Pedro podem exprimir a revolta contra a perseguição e contra o sofrimento de justos e inocentes, mas provavelmente sua intenção fosse impedir que o Mestre levasse à frente a própria missão. Assim como foi duro com Pedro, Jesus é duro com todos os que se dizem seus discípulos, quando querem pôr obstáculos ao seu projeto de vida e liberdade; quando pensam servir a Deus, mas acabam satisfazendo aos próprios caprichos; quando lutam pela
justiça e, ao mesmo tempo, se beneficiam da injustiça.
O alerta contra Pedro é ocasião para mostrar como será o caminho do discipulado. A fidelidade total no seguimento de Jesus pode trazer consequências desagradáveis: incompreensões, perseguições e até morte. Seus discípulos podem ter a mesma sorte do Mestre.
Para ser seu fiel seguidor, Jesus propõe duas condições: renunciar a si mesmo e tomar a cruz.
Renunciar a si mesmo significa abandonar toda ambição pessoal, não querer ser a referência de si próprio, exaltando-se, mas abrir-se para o projeto de Jesus.
Tomar a cruz significa aceitar o discipulado cristão com todas as consequências que isso possa implicar. Os seguidores do Mestre não podem pretender ser mais que ele, precisam estar dispostos a enfrentar seu mesmo destino. Ignorar o Jesus da cruz pode revelar que não estamos dispostos a assumir a nossa.
Somos chamados a segui-lo na condição de discípulos. Sendo ele nosso Mestre, é fundamental aprender seu jeito de ser, de pensar e de agir. O autêntico discípulo segue o Mestre, e não se coloca no lugar dele.
Pe. Nilo Luza, ssp / Portal Kairós
Reflexão e sugestão para a Missa do 22° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A
/em Liturgia Católica22° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A
Jr 20,7-9; SI 62; Rm 12,1-2; Mt 16,21-27
Tome sua cruz e me siga
Cada um de nós traz dentro de si uma dose de egoísmo. Não é fácil assumir o ponto de vista do outro, compreender a situação do outro, em uma palavra, doar-se pelo outro. Corremos o risco de nos fechar em nós mesmos ou nos abrir ao outro só por conveniência, porque isso pode me trazer um certo benefício. Quanta ação boa traz em suas raízes atitudes egoístas e interesseiras…
Cada um de nós traz dentro de si uma dose de amor. É por isso que tantas vezes somos surpreendidos por momentos de verdadeiro perdão, de verdadeira doação pela causa da justiça e da paz. E aí passamos a perceber que nem tudo está perdido, que há esperança no mundo e que tudo pode ser transformado a partir do amor. Pedro é a figura paradigmática do discípulo de todos os tempos. Tem dentro de si a abertura para reconhecer Cristo como Filho do Deus vivo. Por outro lado, não é capaz de compreender as consequências de tal profissão de fé. É difícil para ele- e para nós – entender a dinâmica do Dom que está presente no agir do Filho de Deus. Ainda mais difícil é entender que nós também somos chamados a entrar nessa mesma dinâmica do Dom, fazendo de nossa vida um sacrifício vivo, como nos diz Paulo.
A postura de Jesus é firme: “Vai para longe, satanás!” Com essa repreensão, Cristo revela a Pedro que todo discípulo deve estar atendo a presença da pedra de tropeço da acomodação e do egoísmo interesseiro. Jesus propõe a cruz a todo discípulo que livremente quer ser um sinal do dom de Deus ao mundo. E a cruz, enquanto sinal do amor total, é a medida referencial de nossa resposta.
Não vos conformeis com o mundo
O seguimento de Jesus passa pela transformação profunda de mentalidade. Vocação não é um verniz que embeleza a vida cristã, mas é sua própria essência. Quando lemos a realidade a partir da vocação que Deus colocou em nosso coração, pouco a pouco nos damos conta de que precisamos ter posturas firmes e proféticas para fazer a diferença e, assim, promover a vida. É nadar contra a corrente, é sentir o peso das chacotas, como sentiu Jeremias. Mas, quando vemos as sementes do amor brotarem e florescerem, vamos nos dando conta de que o fogo ardente do Espírito aquece nosso coração e nos impele a fazer do Reino de Deus uma presença cada vez mais viva.
A vocação do Catequista, que hoje celebramos, é prova de que o Espírito Santo é força viva no coração pulsante da Igreja. Rezemos por todos os homens e todas as mulheres que se deixam conduzir por esse chamado do Senhor a plantar a semente do evangelho no coração das crianças, dos adolescentes e jovens e de todos os que querem livremente abraçar a vida cristã.
Sugestões litúrgicas para a Missa do 22° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A
– Após a procissão de entrada: imediatamente após a procissão de entrada, receber os catequistas da comunidade, chamando-os pelo nome, os quais responderão: Eis-me aqui! Quando estiverem todos, cantar um cântico vocacional, enquanto o Presidente da Celebração os saúda.
– Entrada da Palavra: catequizandos podem entrar com a Bíblia e proclamar as leituras. Pode-se dinamizar esse momento com velas que ladeiam a Palavra, ou com danças e coreografias que manifestem a alegria dos catequizandos em acolher a palavra de Deus.
– Oferendas: os pais e mães podem entrar com seus filhos catequizandos, trazendo pão e vinho, galhetas, patena, cálice e âmbulas. Enfatizar o agradecimento dos pais pelos catequistas enquanto colaboradores na educação da fé de seus filhos.
– Antes da bênção final: um pai, uma mãe e alguns catequizandos podem ler uma mensagem de agradecimento aos catequistas (cada um pode ler um parágrafo). Em seguida, juntamente com o Presidente da celebração e todo o povo de Deus, podem empunhar as mãos sobre os catequistas e rezar por eles. Ao fim desse momento, entregar lembrancinhas aos catequistas.
Sugestões de repertório para a Missa do 22° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A (O Domingo)
Abertura: Deus, nosso Pai
Aclamação: Aleluia, Jesus Cristo
Oferendas: As mesmas mãos
Comunhão: É bom estarmos
Cifras e partituras das sugestões CNBB
Semanário litúrgico – catequético – Cantos para a Celebração – 22° Domingo do Tempo Comum 2020
Áudios para a Missa do 22° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A CNBB:
Padre Anísio Tavares, C.Ss.R. / Portal Kairós