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Portal kairós2020-05-20 11:00:432020-05-25 15:11:21Novena de Pentecostes (cantos)Liturgia
Em 2026
Epifania do Senhor (Domingo) – 4 de janeiro
Batismo do Senhor – 11 de janeiro
Quarta-feira de Cinzas – 18 de fevereiro
Páscoa da Ressurreição – 05 abril
Ascensão do Senhor (Domingo) – 17 de maio
Pentecostes – 24 de maio
Santíssima Trindade – 31 de maio
SS. Corpo e Sangue de Cristo – 4 de junho
Sagrado Coração de Jesus – 12 de junho
São Pedro e São Paulo (Domingo) – 28 de junho
Assunção da BVM (Domingo) – 16 de agosto
Todos os Santos – 1º de novembro
Solenidade de Cristo-Rei – 22 de novembro
1º Domingo do Advento ANO B – 29 de novembro
Sagrada Família – 27 de dezembro






Reflexão e sugestão para a missa do 5º Domingo do Tempo Comum 2020
/em Liturgia Católica5º Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A
Is 58,7-10; SI 111; ICor 2,1-5; Mt 5,13-16
A luz da vocação resplandece no serviço aos necessitados
O tema da luz retorna na liturgia da palavra deste domingo. A metáfora da luz está relacionada com a manifestação da fé por meio do testemunho concreto da comunidade como um todo e de cada fiel em particular. A primeira leitura atesta claramente que a fé se torna luz e se irradia quando é traduzida em solidariedade com os famintos e desabrigados, com os que estão despidos de sua dignidade humana e se veem desamparados quando mais carecem de ajuda. É preciso destacar que, neste caminho de atenção aos necessitados, está a via direta de chegar ao Senhor. Com isso, o profeta quer dizer que a fé não pode jamais estar desvinculada das realidades concretas da vida, pois são nelas que se encontra Deus. E vice-versa: a busca sincera de Deus levará, necessariamente, a abrir os olhos à realidade sofrida dos irmãos.
Jesus, além de usar a metáfora da luz, usa também a do sal. Naquela época, o sal era usado para preservar os alimentos da corrupção natural, o que dá força à metáfora. A fé cristã, enquanto sal da terra, precisa conservar o frescor do evangelho na vida das pessoas, evitando que o egoísmo corrompa os relacionamentos e os leve a “apodrecer”. A missão do cristão, enquanto sal e luz, é indispensável para a vida do mundo, não podendo dela fugir. Sal que não dá sabor e não preserva trai sua missão. Luz que fica escondida igualmente tem sua finalidade frustrada. A conclusão é óbvia: ser discípulo sem se comprometer com os sofrimentos dos irmãos é trair a si mesmo, caindo em uma total frustração vocacional.
Ser sal e luz: uma questão de fidelidade vocacional
Constata-se, em nosso tempo, a crise do sentido, que acaba comprometendo todo o projeto de vida das comunidades e de seus membros. Se a falta de bens materiais manifesta a pobreza das periferias, a falta de sentido atinge todas as classes sociais, manifestando uma pobreza muito mais crítica e preocupante. Qual o sentido da vida? Qual o sentido de se fazer o bem? Qual o sentido da fé para a vida concreta? Essas perguntas não serão respondidas sem que se reconheça que todos nós e toda a criação temos um fundamento vocacional profundo e comum: temos todos a origem no sumo bem, que nos chama para o bem. Viver fora dessa dinâmica é fugir do essencial de nós mesmos, é perder o norte de sentido existencial. Para nós, cristãos, o fundamento está em Jesus Cristo Crucificado, o qual nos deu o dom maior de sua vida para que tivéssemos vida nele. Compreendendo essa dinâmica do dom de Cristo por nós, certamente seremos fiéis a nossa vocação de ser sal e luz para as realidades concretas que encontramos em nossa vida. Há muita treva e muita falta de sabor no mundo que pode muito bem ser revertida com uma porção de fidelidade vocacional.
SUGESTÕES LITÚRGICAS
– Dia propício para destacar as pastorais sociais da comunidade.
– Ato Penitenciai: durante o Ato penitenciai, promover um momento mais intenso de revisão de consciência, levando os fiéis a perceberem as implicações sociais do evangelho.
– Hino de louvor: no hino de louvor, agradecer a Deus as pastorais sociais, obras sociais realizadas pela comunidade, convidando as pessoas a se engajarem.
– Oferendas: Sal e Luz podem ser dois símbolos fortes nesse momento, acompanhados do gesto de oferecer a Deusa própria vida, para que seja transformada em missão.
– Envio da comunidade: um pouco de sal, juntamente com uma vela pequena, pode ser entregue às famílias, convidando-as ao compromisso de viver a vocação cristã com fidelidade, bem como de rezar pelas vocações. Uma oração vocacional pode acompanhar o sal e a vela que serão entregues.
SUGESTÕES DE REPERTÓRIO
Abertura: Toda a terra
Aclamação: Aleluia! Pois o verbo
Oferendas: De Mãos estendidas
Comunhão: Felizes os pobres
Padre Anísio Tavares, C.Ss.R. / Portal Kairós
09 de fevereiro: Missa do 5º Domingo do Tempo Comum 2020
/em Liturgia Católica5º Domingo do Tempo Comum 2020
SER CRISTÃO É SER SAL E LUZ
No evangelho de hoje, Jesus fala de sal e luz para traduzir o que significam as bem-aventuranças que havia acabado de apresentar. Os discípulos que aprendem do Mestre o espírito da felicidade do Reino são sal da terra, luz do mundo. Pois ser sal e luz é ser para os outros, não para si mesmos.
O sal tempera e, desaparecendo, dá gosto aos alimentos. Assim os cristãos, buscando a justiça, agindo com misericórdia, promovendo a paz, transformando as relações e, mesmo perseguidos e com a dor das injustiças, mantendo-se firmes no seguimento de Jesus, fazem a diferença no mundo.
Mas, afinal, o quanto nós, cristãos, estamos fazendo a diferença? Como estamos encontrando sentido para o sofrimento, vivendo a alegria cristã de nos doar pela mesma causa de Jesus e testemunhando ao mundo que isso dá sentido à nossa vida? Ao final das contas, como estamos deixando este mundo melhor para viver?
Os cristãos são também luz do mundo. No tempo de Jesus, não existia a comodidade da luz elétrica. A luz era proveniente do óleo consumindo-se no pavio. Os cristãos são luz não porque buscam aparecer, mas porque, com a prática das bem-aventuranças, iluminam as realidades escuras, ajudando as pessoas a orientar os próprios passos. Luz que brilha, portanto, é a doação concreta de cada dia, as boas obras que clareiam caminhos e mentes e levam as pessoas a glorificar a Deus, a Luz infinita.
Não se trata, portanto, de fazer o bem e fazer propaganda do bem feito. Trata-se, sim, de consumir-nos dia a dia para que a justiça do Reino continue brilhando e vencendo as trevas.
Todos juntos somos sal da terra, luz do mundo. Individualmente, somos apenas uma pitada de sal para uma situação concreta, somos apenas uma pequena lamparina ajudando o Mestre a iluminar a vida de alguém. O que já é bastante. Mas, juntos, todos nós que seguimos a Jesus podemos transformar o mundo todo para melhor, podemos ser um verdadeiro clarão do amor de Deus pela humanidade.
Pe. Paulo Bazaglia, ssp / Portal Kairós
02 de fevereiro: Festa da Apresentação do Senhor 2020
/em Liturgia CatólicaFesta da Apresentação do Senhor 2020
JESUS: LUZ DA HUMANIDADE
Seguindo a lei mosaica, José e Maria levam Jesus a Jerusalém para apresentá-lo ao Senhor no templo e, ao mesmo tempo, oferecer o sacrifício de purificação da mãe. A oferta de dois pombinhos representa o que os pobres podiam oferecer quando nascia o primogênito. Com isso, vemos que a Família de Nazaré não foge de seus compromissos religiosos e civis – como se esperava de toda família judia fiel às leis de Deus.
No templo encontram Simeão, que entoa um hino de louvor pelo cumprimento da promessa e proclama a futura sorte do menino. A profetisa Ana, por sua vez, também louva a Deus e anuncia o menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém.
Apresentando Simeão como homem movido pelo Espírito, justo e piedoso, o evangelho dá a conhecer sua esperança em viver esse momento. O ancião reconhece que o menino marcará a história da humanidade, conferindo-lhe novo sentido, e vê nele a luz que ilumina os povos. Assim como clareou a mente de Simeão, o Espírito ilumina nossa mente para identificarmos e acolhermos o Messias no menino frágil de Nazaré. Sem o Espírito, não é possível discernir a presença de Deus nessa criança.
Ana, profetisa e mulher piedosa, alegra-se ao encontrar o recém-nascido e se torna grande mensageira, falando a todos sobre ele. As mulheres, em geral, têm maior sensibilidade aos acontecimentos pelos quais Deus se revela à humanidade. A maior parte delas está sempre pronta em colaborar com o projeto divino, servindo a comunidade.
Simeão e Ana, modelos dos que se alegram com a chegada do Messias, deixam-se mover pelo Espírito e louvam a Deus pelo que seus olhos veem. Representantes das esperanças dos que aguardam a consolação, ambos revelam a missão de Jesus. Essas personagens são exemplo para todos os que esperam a vinda do Senhor. Ele se manifesta continuamente à humanidade, mas é percebido apenas por quem se abre à ação do Espírito.
A Apresentação do Senhor, conhecida também como festa das luzes, teve origem no Oriente e se estendeu ao Ocidente no 6º século. Essa festa encerra as celebrações natalinas e abre o caminho para a Páscoa.
Pe. Nilo Luza, ssp / Portal Kairós
Reflexão e sugestão para a festa da Apresentação do Senhor 2020
/em Liturgia CatólicaFesta da Apresentação do Senhor – Ano A
Ml 3,1-4; SI 23; Hb 2,14-18; Lc 2,22-40
Presença que transforma
Na festa da Apresentação de Jesus no Templo, continuamos a professar: o Senhor está no meio de nós! A narração evangélica de Lucas mostra que a festa de Deus é celebrada pelos pobres, que esperam a consolação divina. Nas palavras do idoso Simeão, estão duas realidades. A primeira se refere ao cumprimento de todas as promessas em Cristo. Jesus Menino é o Messias esperado.
A segunda realidade apresentada é a missão de Jesus. A salvação preparada por Deus é Jesus mesmo. Naquela criança humilde, está o gesto supremo do amor de Deus por toda a humanidade. Deus nunca esteve tão perto de nós, tão solidário com nossa condição humana. Ana, já anciã, alegra-se com tão grande acontecimento e começa a anunciar a todos a presença do Menino Salvador. Em Cristo, pela força do Espírito, Deus é humano como nós e pode, mais do que nunca, falar-nos ao coração.
A extrema solidariedade divina em Jesus é apresentada na segunda leitura de hoje com grande alegria, pois Jesus é Sumo Sacerdote em tudo semelhante a nós. Em sua solidariedade extrema com a humanidade, embasa sua misericórdia. Ao assumir o ser humano inteiro, Jesus pode restar cada um de nós na totalidade de nosso ser.
Não fiquemos indiferentes à presença do Salvador
O profeta Malaquias faz duas comparações para se referir ao enviado de Deus: a primeira é a do fundidor, e a segunda é a do sabão. A primeira se refere à transformação que acontece por meio da purificação. Do mesmo modo, a segunda faz referência ao sabão, que limpa e faz voltar à pureza original. Não faz sentido nossa fé, portanto, se permanecermos indiferentes à presença de Jesus, a seu amor libertador. Sua presença só pede de nós um coração humilde, que o acolha e se disponha a segui-lo no amor.
Na apresentação de Jesus, somos nós hoje convidados a nos apresentar diante dele com o coração sincero, consagrando-nos totalmente a seu projeto de vida e salvação. Celebrando Nossa Senhora das Candeias, festejemos, com ela, o Cristo Luz do mundo. Que ela também nos ajude a sermos fiéis à palavra do Evangelho e, confiando somente no amor misericordioso de Deus, possamos também nós sermos solidários com as dores de nossos irmãos, levando sempre a alegria da Boa Notícia da graça, da paz e da libertação!
SUGESTÕES LITÚRGICAS
– A temática da luz se relaciona com a apresentação de Jesus e a alegria da salvação divina, portanto o dia é propício para apresentar crianças e adultos que estão começando sua participação na comunidade. A procissão inicial das luzes pode ser o momento ideal para dinamizar essa acolhida.
– Oferendas: durante a apresentação das oferendas, pode-se representar Jesus, Maria e Jesus, que vão ao Templo. As pessoas mais idosas da comunidade podem participar representando Simeão e Ana. Enfatizar que a apresentação no templo é um gesto de gratidão a Deus pela vida e pelos dons. Aqui, especialmente as mães, podem trazer crianças para serem apresentadas.
– Antes da bênção final: uma mensagem final, cujo conteúdo expresse a alegria da salvação, que chegue aos corações por meio da presença redentora do Menino Deus, pode ser lida em forma de jogral pelo grupo da pastoral da acolhida. A mensagem pode ser entregue aos fiéis ao final da celebração.
SUGESTÕES DE REPERTÓRIO
Abertura: O que o coro
Aclamação: Aleluia! Sois a luz
Oferendas: Brilhe a vossa luz
Comunhão: Agora Senhor / Maria, mãe
Padre Anísio Tavares, C.Ss.R. / Portal Kairós
Que dia começa a Semana Santa 2020?
/em Liturgia CatólicaSemana Santa 2020
De domingo, 5 de abril até sábado, 11 de abril
Páscoa, 12 de abril
Confira as datas
Dia 05/04/2020 – Domingo de Ramos
Dia 06/04/2020 – Segunda-feira Santa
Dia 07/04/2020 – Terça-feira Santa
Dia 08/04/2020 – Quarta-feira Santa
Dia 09/04/2020 – Quinta-feira Santa / Missa do Crisma / Missa da Ceia do Senhor / Vigília eucarística
Dia 10/04/2020 – Sexta-feira Santa (Celebração da Paixão)
Dia 11/04/2020 – Sábado Santo (Vigília Pascal)
Dia 12/04/2020 – Domingo da Páscoa da ressurreição
Cartaz para a Semana Santa 2020:
Na Área Especial
E-book Meditações para a Semana Santa:
Os mais lindos e melhores Cantos para Semana Santa e Páscoa 2020
Mais músicas
Imagens para a catequese
Confira a cobertura da Campanha da Fraternidade 2020
Tema e lema da CF 2020
Lema: “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele” (Lc 10,33-34)
Tema: “Fraternidade e vida: dom e compromisso”
Confira em breve a cobertura da Campanha da Fraternidade 2021
Tema e lema da CF 2021
Tema: “Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor”
Lema: “Cristo é a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade” (Ef. 2.14)
QUINTA-FEIRA
Jesus vence a desobediência
“Não a minha vontade, mas a Tua seja feita”
Com o cair do sol da Quinta-feira Santa, a Igreja inicia o Tríduo Pascal: síntese dos principais eventos que marcam a fé cristã e ápice da missão de Cristo entre nós. Nele revivemos a Paixão, Morte e Ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo. Diz o Catecismo da Igreja Católica que “o mistério pascal da Cruz e da Ressurreição de Cristo está no centro da Boa Nova que os apóstolos e a Igreja, na esteira deles, devem anunciar ao mundo” (CIC 571). Acompanharemos, assim, nesses dias, os últimos passos de Jesus entre nós, e o faremos com um olhar atento e piedoso, sem querer perdê-Lo de vista por um momento sequer.
SEXTA-FEIRA
Jesus vence o orgulho
“Victor quia victima”: vitorioso enquanto vítima
Entregue por Judas nas mãos das autoridades judaicas, Jesus entra na Sexta-feira Santa, dia mais doloroso e sangrento de sua Paixão, dia também em que ela encontra o seu clímax, o seu ponto mais alto: a morte na Cruz. Esta, contudo, não é derrota, mas exatamente o contrário: a vitória de Cristo, o meio pelo qual a salvação alcança todos os homens e toda a criação. O ato litúrgico é marcado pelo silêncio e pela penitência. A Palavra de Deus ocupa boa parte dele, ensinando-nos a contemplar o acontecimento que rememoramos. Não há missa: o sacramento que atualiza a Cruz cede neste dia espaço para o evento em si. Reflitamos um pouco sobre esse evento neste segundo dia do nosso Tríduo Pascal.
SÁBADO SANTO
Jesus vence as aparências
“No repouso e na esperança reside a vossa força” (Cf. Is 30,15)
“Que está acontecendo hoje? Um grande silêncio reina sobre a terra. Um grande silêncio e uma grande solidão.” Luzes e velas estão apagadas, os altares despojados, sem flores nem paramentos, os sinos, mudos. As igrejas estão escuras, vazias e silenciosas. É o único dia do ano em que não se pode receber a Eucaristia, salvo caso de viático para um moribundo. Neste dia, celebramos o mistério terrível, escandaloso e paradoxal de Deus, que desce dentro do seio da morte. Na Sexta-feira Santa podíamos ainda olhar para o Transpassado. Hoje deparamo-nos com a solidão e o silêncio. Mesmo as igrejas testemunham uma ausência de Deus. Com efeito, os próprios discípulos de Jesus neste dia viveram o vazio opressor da solidão e da desilusão e se preparavam, cheios de angústia e vergonha, para voltar para Emaús (Cf. Lc 24,13-35).
DOMINGO DE PÁSCOA
Jesus vence o mundo
A vitória como transfiguração do mundo a partir dos filhos
Nasce um novo dia, dia que marcou profundamente a história dos discípulos de Cristo e que mudou o destino da humanidade. É o dia da vitória definitiva de Cristo! Hoje Cristo venceu o mundo, vencendo a morte que o assolava, recriando-o segundo os eternos desígnios do Pai.
Sim, Jesus Ressuscitado, nosso Esposo, Tu venceste o mundo, fora e dentro de nós! Não porque exterminaste toda forma de mal, mas porque assumiste sobre Ti todo mal que nos oprimia, percorreste até o mais recôndito e escuro ângulo da nossa alma, até os nossos sepulcros, anunciando o Teu Evangelho. Nós, então, experimentamos a força da Tua Ressurreição que, devolvendo-nos a comunhão com o Pai, renova-nos e faz com que possamos enxergar no mundo a potência e a providência de Deus. Neste mundo contemplamos os sinais da Tua obra de transfiguração: mesmo o mal concorre em bem maior para aqueles que foram ressuscitados Contigo. Nós, Tuas almas esposas, a quem Tu escolheste manifestar o Teu amor, queremos Contigo percorrer as estradas do mundo proclamando a Tua vitória.
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