A Igreja no Brasil inicia, neste 13 de Maio a Semana Nacional da Família, que chegou à sua 26ª edição. O tema escolhido para este ano é “Família, uma luz para a vida em sociedade”.
O Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, Dom João Bosco Barbosa de Sousa, Bispo de Osasco , reflete que o tema da Semana Nacional da Família, deste ano de 2017 está em plena sintonia com a visão do Papa Francisco que pede uma Igreja em saída missionária, não voltada para si mesma, mas olhando para a família humana, a apresentando ao mundo a sua luz. “Luz é a palavra que lembra o testemunho cristão: Jesus nos pede que sejamos sal da terra e luz do mundo”, diz.
A Semana Nacional da família é um tempo forte de evangelização que acontece a cada ano, no mês de agosto, mês dedicado às vocações. E a vocação familiar é preciosa não só para a Igreja, que é uma “família de famílias”, mas é valiosa também para toda a humanidade. Nesta semana todos os membros da Pastoral Familiar, os movimentos ligados à família, os jovens, os idosos, toda a Igreja deve se mobilizar.
De acordo com Dom João Bosco, a primeira mobilização pode ser interna na Igreja. “Está semana não é só da Pastoral Familiar, nem só dos movimentos de casais. É a Igreja inteira que é chamada a estudar, aprofundar os temas, celebrar, criar momentos de encontro, vigílias e orações pela família”, aponta.
Ele também comenta que a segunda mobilização é sair do ambiente da igreja, ou seja, ir às escolas, as associações, às câmaras municipais, aos órgãos públicos, e mesmo às ruas, com mensagens que despertem amor e proteção à Família, já que ela sofre agressões de todo tipo na cultura atual, marcada pelo egoísmo, a competição e a perda dos valores da convivência.
A Semana Nacional da Família pede sobretudo gestos práticos: visitar famílias que estão em situação de conflito, carência, e outras dificuldades; acolher famílias incompletas ou em situações ditas irregulares, prestando-lhes os serviços básicos para superar, na medida do possível essas irregularidades; orientar os jovens e adolescentes, de modo especial aqueles que encontram problemas na convivência familiar; olhar com carinho os idosos, oferecendo-lhes momentos de atenção e cuidado. “São muitas as ações propostas para viver bem esta Semana da Família. Procure então a sua paróquia, veja se há uma programação para viver esta semana especial ou, caso não tenha, convide o seu movimento, o seu grupo ou a vizinhança e procurem juntos rezar e atuar em benefício da Família, para que todos sejamos enriquecidos com a nossa participação neste tempo especial de evangelização”, aborda o Bispo.
Saiba mais
A Semana Nacional da Família teve origem em 1992 como resposta à necessidade de defesa e promoção da família, cujos valores, são agredidos na sociedade.
A Semana Nacional realiza-se sempre a partir do segundo domingo de agosto, em sintonia com o Dia dos Pais. Trata-se de um momento forte no qual a Pastoral Familiar se articula com as demais pastorais da Igreja para evangelizar a família na globalidade dos seus aspectos e realidades.
https://portalkairos.org/wp-content/uploads/2017/05/hora-da-familia-2017-01.jpg850850Portal kairóshttps://portalkairos.org/wp-content/uploads/2019/09/portalkairos-site.pngPortal kairós2017-08-14 22:29:072018-11-08 01:06:03A Semana Nacional da Família tem início em todo o Brasil
Em junho, foi feito o convite para que neste ano fosse realizada a maior de todas as Semanas Nacionais da Família já acontecidas. E paróquias, dioceses e grupos de todo o Brasil atenderam ao chamado feito pelo bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), dom João Bosco Barbosa de Sousa. De 13 a 19 de agosto serão promovidos, de Norte a Sul do país, encontros, retiros, vigílias, carreatas e momentos de oração e celebração, por ocasião da Semana Nacional da Família, que neste ano tem como tema “Família, uma luz para a vida em sociedade”. A distribuição do subsídio Hora da Família bateu novo recorde neste ano.
“A Semana da Família é uma ocasião muito importante para que todas as famílias do Brasil possam refletir sobre a dignidade, a importância, a beleza que é a família, dom de Deus”, disse dom Bosco. Este é um tempo, de acordo com o bispo, de testemunho e serviço dos cristãos para com a humanidade, “para desenvolver este senso da beleza da grandeza, da alegria que é ser família”. Ou seja, ser luz para a sociedade!
Em seu convite, o que mais foi relevante foi o destaque relacionado à exortação apostólica Amoris Laetitia, do papa Francisco. Para dom Bosco, o documento pontifício quer envolver toda a Igreja no cuidado pastoral das famílias. “Nada melhor que a gente, com as estruturas todas da Pastoral Familiar, os grupos e movimentos, trabalhar juntos nessa missão.
Na página do Facebook da Pastoral Familiar, foi possível acompanhar a mobilização de grupos e paróquias de todo o Brasil para celebrar a família e promover alguma atividade em favor dos menos favorecidos, como arrecadações e outros gestos concretos.
https://portalkairos.org/wp-content/uploads/2017/08/a-igreja-no-brasil-se-prepara-para-celebrar-a-semana-nacional-da-familia.jpg499750Portal kairóshttps://portalkairos.org/wp-content/uploads/2019/09/portalkairos-site.pngPortal kairós2017-08-14 14:45:032024-04-09 09:01:23A igreja no Brasil se prepara para celebrar a Semana Nacional da Família
Políticas públicas são conjuntos de programas, ações e atividades desenvolvidas pelo Estado diretamente ou indiretamente, com a participação de entes públicos ou privados, que visam assegurar determinado direito de cidadania, de forma difusa ou para determinado seguimento social, cultural, étnico ou econômico.
Bispos do Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil escolheram, na quarta-feira, 09 de agosto, o tema da Campanha da Fraternidade 2019. Após empate com outra proposta, foi escolhido – por seis votos a quatro – o tema “Fraternidade e políticas públicas”.
A partir de 98 sugestões, enviadas por dioceses, regionais e órgãos governamentais, entre eles a Polícia Rodoviária Federal, os bispos chegaram a sete eixos temáticos postos em votação: políticas públicas, trânsito, comunicação, família, educação, direitos humanos e fraternidade.
Após debate de elementos importantes relacionados a cada temática, além da pertinência da reflexão no contexto social do Brasil, os bispos propuseram o título completo do tema para votação. Receberam votos as seguintes indicações: “Fraternidade e política públicas”, “Fraternidade: políticas públicas e direitos humanos” e “Trânsito: respeito à vida”.
A proposta vencedora ganhou peso com argumentos que destacavam que “políticas públicas” é um tema mais abrangente e envolve todas outras propostas apreciadas pelos membros do conselho, como direitos humanos e sociais, família, educação, trânsito e comunicação.
CNBB
https://portalkairos.org/wp-content/uploads/2017/08/cnbb-define-tema-da-campanha-da-fraternidade-2019.jpg500750Portal kairóshttps://portalkairos.org/wp-content/uploads/2019/09/portalkairos-site.pngPortal kairós2017-08-10 20:00:202018-11-08 01:06:04CNBB define tema da Campanha da Fraternidade 2019
O arcebispo de Salvador, Dom Murilo Krieger, vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abriu os trabalhos da segunda seção do primeiro dia (8 agosto) de reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da entidade. Esta sessão, analisou os cartazes e músicas enviadas à CNBB a partir da divulgação dos editais para a Campanha da Fraternidade 2018, cujo tema é “Fraternidade e Violência”.
O diretor editorial das Edições CNBB, padre Luís Fernando da Silva disse que foram enviados 12 cartazes no prazo previsto no edital, divulgado no portal da CNBB. Deste total, apenas 7, segundo ele, respondem às exigências técnicas e as propostas do edital. A análise dos cartazes oi feita previamente pela Equipe de Marketing da CNBB que levou em conta os critérios estabelecidos pelo edital.
Analisando as propostas, o arcebispo de Porto Alegre (RS), Dom Jaime Spengler, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, disse que o cartaz tem que falar por si só e que quando precisa de muita explicação significa que a linguagem visual não é muito clara.
O bispo auxiliar de Brasilia, Dom Leonardo Steiner, secretário-geral da CNBB, disse que nenhum cartaz conseguiu traduzir a convocação à fraternidade e a superação da violência proposta pelo edital e pela campanha. “Eles não dialogam suficientemente com a realidade que desejamos abordar”, disse. Dom Murilo Krieger chamou a atenção para a necessidade de qualificar mais a propostas dos cartazes, abrindo para a participação de agências.
Depois da apresentação dos cartazes, fez-se um debate em torno das propostas, enalteceu-se o aspecto do estímulo à participação na Campanha da Fraternidade, mas não se chegou à aprovação de nenhuma dela dada a incapacidade de traduzirem o que foi proposto no edital, remetendo para a necessidade de buscar a assessoria de trabalho de agências de criação.
Dom Leonardo ressaltou ainda que a CNBB sempre tem a prerrogativa de fazer alterações nas propostas junto a seus criadores, casos previstos no edital e também de não optar por nenhuma dela, caso não contemplem as exigências prevista pelo edital.
Quanto ao hino da Campanha da Fraternidade 2018, a CNBB recebeu 30 propostas de músicas que foram previamente analisadas pelo Setor de Música da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da entidade. Destas, quatro foram escolhidas para apreciação dos bispos do Conselho Episcopal Pastoral da CNBB.
Os religiosos chegaram ao consenso quanto à música escolhida, havendo ainda a necessidade de ajustes em palavras e trechos, o que será feito em colaboração com seu autor, para só então ser divulgada.
https://portalkairos.org/wp-content/uploads/2017/08/cartazes-e-musicas-da-campanha-da-fraternidade-2018-sao-apreciados-pela-cnbb.jpg500750Portal kairóshttps://portalkairos.org/wp-content/uploads/2019/09/portalkairos-site.pngPortal kairós2017-08-09 11:31:072020-02-26 08:16:38Cartazes e músicas da Campanha da Fraternidade 2018 são apreciados pela CNBB
Consep da CNBB volta a se reunir nesta semana e terá na pauta a apreciação e aprovação do texto-base da Campanha da Fraternidade 2018
O tema do próximo ano: “Fraternidade e superação da violência”
O Conselho Pastoral da CNBB (Consep) volta a se reunir nesta terça e quarta-feira, 8 e 9, no auditório Dom Helder Câmara, na sede da Conferência. Os bispos têm uma pauta ampla de assuntos, mas o destaque fica por conta da apreciação e aprovação do texto-base da Campanha da Fraternidade de 2018 que tem como tema: “Fraternidade e superação da violência” e a definição da realidade social e eclesial que se tornará tema da Campanha em 2019. Além disso, como de costume, os bispos terão uma sessão especial para o estudo e o aprofundamento da conjuntura sócio-política do Brasil.
Quem participa
A reunião é coordenada pela presidência da CNBB e conta ainda com a participação dos 12 bispos que presidem as comissões pastorais da Conferência, representantes das principais áreas da ação evangelizadora no Brasil. O encontro acolhe também assessores das comissões, os coordenadores dos Organismos do Povo de Deus: Comissão Nacional dos Presbíteros (CNP), Conferência de Religiosos do Brasil (CRB), Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB), Comissão Nacional dos Diáconos (CND) e a Conferência Nacional dos Institutos Seculares (CNIS).
Além deles, estão presentes na reunião os representes de outros organismos como Cáritas Brasileira, Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), Centro Cultural Missionário (CCM), Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara (CEFEP) e Conselho Indigenista Missionário (CIMI).
Método de trabalho
Os bispos, membros do Consep, adotam como dinâmica de trabalho a apresentação das temáticas inscritas por meio de pedido feito à secretaria-geral da Conferência e, no início da reunião, acrescentam assuntos novos que são submetidos à aprovação dos bispos presentes. As sessões são presididas pelo Cardeal Sergio da Rocha, presidente da CNBB, e as discussões são mediadas por Dom Leonardo Steiner, secretário-geral. Os assessores das comissões assumem as atividades que visam facilitar o encontro dos bispos: cuidam das atas, da organização dos suportes técnicos e distribuição de material.
Nas reuniões do Consep, também costumam receber convidados especiais da presidência da entidade para exposição de assuntos específicos de acordo com as necessidades do momento nacional na vida da sociedade e da Igreja. Outra tarefa que os bispos realizam durante as reuniões ordinárias do Consep é a de trazer informações atualizadas sobre o andamento dos trabalhos nas comissões específicas. E, o encontro também tem parte do seu tempo dedicado ao encontro dos bispos presidentes das comissões e suas assessorias.
Visita especial
No programa da reunião do Consep desta semana ainda está uma visita coletiva às novas instalações das Edições CNBB que estão sendo construídas no Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (SAAN), em Brasília (DF).
Reunião do Consep – 8 e 9 de outubro Sede da CNBB, em Brasília (DF)
Membros do Conselho:
Cardeal Dom Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília (DF) – presidente da CNBB
Dom Murilo Krieger, arcebispo de Salvador (BA) – vice-presidente da CNBB
Dom Leonardo Steiner, bispo auxiliar de Brasília (DF) – secretário-geral da CNBB
Dom Armando Bucciol, bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia
Dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre (RS) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada
Dom João Bosco Barbosa de Sousa, bispo de Osasco (SP) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Vida e Família
Dom Guilherme Werlang, bispo de Ipameri (GO) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora
Dom Esmeraldo Barreto, bispo-auxiliar de São Luís (MA) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial
Dom João Justino de Medeiros, arcebispo coadjutor de Montes Claros (MG) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e Educação
Dom Darci José Nicioli, arcebispo de Diamantina (MG) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação
Dom Pedro Carlos Cipollini, bispo de Santo André (SP) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé
Dom Severino Clasen, diocese de Caçador (SC) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato
Dom Francisco Biasin, bispo de Barra do Piraí-Volta Redonda (RJ) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso
Dom Vilson Basso, bispo de Imperatriz (MA) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude
Dom José Antônio Peruzzo, arcebispo de Curitiba (PA) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética
CNBB
https://portalkairos.org/wp-content/uploads/2017/08/campanha-da-fraternidade-2018-sera-tema-de-destaque-na-reuniao-do-consep.jpg500750Portal kairóshttps://portalkairos.org/wp-content/uploads/2019/09/portalkairos-site.pngPortal kairós2017-08-07 16:57:192018-11-08 01:06:07Campanha da fraternidade 2018 será tema de destaque na reunião do Consep
A Semana Nacional da Família tem início em todo o Brasil
/em Hora da Família 2017, Notícias SNF 2017O Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, Dom João Bosco Barbosa de Sousa, Bispo de Osasco , reflete que o tema da Semana Nacional da Família, deste ano de 2017 está em plena sintonia com a visão do Papa Francisco que pede uma Igreja em saída missionária, não voltada para si mesma, mas olhando para a família humana, a apresentando ao mundo a sua luz. “Luz é a palavra que lembra o testemunho cristão: Jesus nos pede que sejamos sal da terra e luz do mundo”, diz.
A Semana Nacional da família é um tempo forte de evangelização que acontece a cada ano, no mês de agosto, mês dedicado às vocações. E a vocação familiar é preciosa não só para a Igreja, que é uma “família de famílias”, mas é valiosa também para toda a humanidade. Nesta semana todos os membros da Pastoral Familiar, os movimentos ligados à família, os jovens, os idosos, toda a Igreja deve se mobilizar.
De acordo com Dom João Bosco, a primeira mobilização pode ser interna na Igreja. “Está semana não é só da Pastoral Familiar, nem só dos movimentos de casais. É a Igreja inteira que é chamada a estudar, aprofundar os temas, celebrar, criar momentos de encontro, vigílias e orações pela família”, aponta.
Ele também comenta que a segunda mobilização é sair do ambiente da igreja, ou seja, ir às escolas, as associações, às câmaras municipais, aos órgãos públicos, e mesmo às ruas, com mensagens que despertem amor e proteção à Família, já que ela sofre agressões de todo tipo na cultura atual, marcada pelo egoísmo, a competição e a perda dos valores da convivência.
A Semana Nacional da Família pede sobretudo gestos práticos: visitar famílias que estão em situação de conflito, carência, e outras dificuldades; acolher famílias incompletas ou em situações ditas irregulares, prestando-lhes os serviços básicos para superar, na medida do possível essas irregularidades; orientar os jovens e adolescentes, de modo especial aqueles que encontram problemas na convivência familiar; olhar com carinho os idosos, oferecendo-lhes momentos de atenção e cuidado. “São muitas as ações propostas para viver bem esta Semana da Família. Procure então a sua paróquia, veja se há uma programação para viver esta semana especial ou, caso não tenha, convide o seu movimento, o seu grupo ou a vizinhança e procurem juntos rezar e atuar em benefício da Família, para que todos sejamos enriquecidos com a nossa participação neste tempo especial de evangelização”, aborda o Bispo.
Saiba mais
A Semana Nacional da Família teve origem em 1992 como resposta à necessidade de defesa e promoção da família, cujos valores, são agredidos na sociedade.
A Semana Nacional realiza-se sempre a partir do segundo domingo de agosto, em sintonia com o Dia dos Pais. Trata-se de um momento forte no qual a Pastoral Familiar se articula com as demais pastorais da Igreja para evangelizar a família na globalidade dos seus aspectos e realidades.
Baixe todas as músicas da Hora da Família 2017
A12
Baixe materiais especiais para seu grupo
A igreja no Brasil se prepara para celebrar a Semana Nacional da Família
/em Hora da Família 2017, Notícias SNF 2017Em junho, foi feito o convite para que neste ano fosse realizada a maior de todas as Semanas Nacionais da Família já acontecidas. E paróquias, dioceses e grupos de todo o Brasil atenderam ao chamado feito pelo bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), dom João Bosco Barbosa de Sousa. De 13 a 19 de agosto serão promovidos, de Norte a Sul do país, encontros, retiros, vigílias, carreatas e momentos de oração e celebração, por ocasião da Semana Nacional da Família, que neste ano tem como tema “Família, uma luz para a vida em sociedade”. A distribuição do subsídio Hora da Família bateu novo recorde neste ano.
“A Semana da Família é uma ocasião muito importante para que todas as famílias do Brasil possam refletir sobre a dignidade, a importância, a beleza que é a família, dom de Deus”, disse dom Bosco. Este é um tempo, de acordo com o bispo, de testemunho e serviço dos cristãos para com a humanidade, “para desenvolver este senso da beleza da grandeza, da alegria que é ser família”. Ou seja, ser luz para a sociedade!
Em seu convite, o que mais foi relevante foi o destaque relacionado à exortação apostólica Amoris Laetitia, do papa Francisco. Para dom Bosco, o documento pontifício quer envolver toda a Igreja no cuidado pastoral das famílias. “Nada melhor que a gente, com as estruturas todas da Pastoral Familiar, os grupos e movimentos, trabalhar juntos nessa missão.
Na página do Facebook da Pastoral Familiar, foi possível acompanhar a mobilização de grupos e paróquias de todo o Brasil para celebrar a família e promover alguma atividade em favor dos menos favorecidos, como arrecadações e outros gestos concretos.
Baixe todas as músicas da Hora da Família 2017
www.cnpf.org.br
CNBB define tema da Campanha da Fraternidade 2019
/em Campanha da Fraternidade, Campanhas da Igreja, CF 2019, Notícias CF 2019Políticas públicas são conjuntos de programas, ações e atividades desenvolvidas pelo Estado diretamente ou indiretamente, com a participação de entes públicos ou privados, que visam assegurar determinado direito de cidadania, de forma difusa ou para determinado seguimento social, cultural, étnico ou econômico.
Bispos do Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil escolheram, na quarta-feira, 09 de agosto, o tema da Campanha da Fraternidade 2019. Após empate com outra proposta, foi escolhido – por seis votos a quatro – o tema “Fraternidade e políticas públicas”.
A partir de 98 sugestões, enviadas por dioceses, regionais e órgãos governamentais, entre eles a Polícia Rodoviária Federal, os bispos chegaram a sete eixos temáticos postos em votação: políticas públicas, trânsito, comunicação, família, educação, direitos humanos e fraternidade.
Após debate de elementos importantes relacionados a cada temática, além da pertinência da reflexão no contexto social do Brasil, os bispos propuseram o título completo do tema para votação. Receberam votos as seguintes indicações: “Fraternidade e política públicas”, “Fraternidade: políticas públicas e direitos humanos” e “Trânsito: respeito à vida”.
A proposta vencedora ganhou peso com argumentos que destacavam que “políticas públicas” é um tema mais abrangente e envolve todas outras propostas apreciadas pelos membros do conselho, como direitos humanos e sociais, família, educação, trânsito e comunicação.
CNBB
Cartazes e músicas da Campanha da Fraternidade 2018 são apreciados pela CNBB
/em Campanha da Fraternidade, Campanhas da Igreja, CF 2018, Notícias CF 2018O arcebispo de Salvador, Dom Murilo Krieger, vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abriu os trabalhos da segunda seção do primeiro dia (8 agosto) de reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da entidade. Esta sessão, analisou os cartazes e músicas enviadas à CNBB a partir da divulgação dos editais para a Campanha da Fraternidade 2018, cujo tema é “Fraternidade e Violência”.
O diretor editorial das Edições CNBB, padre Luís Fernando da Silva disse que foram enviados 12 cartazes no prazo previsto no edital, divulgado no portal da CNBB. Deste total, apenas 7, segundo ele, respondem às exigências técnicas e as propostas do edital. A análise dos cartazes oi feita previamente pela Equipe de Marketing da CNBB que levou em conta os critérios estabelecidos pelo edital.
Analisando as propostas, o arcebispo de Porto Alegre (RS), Dom Jaime Spengler, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, disse que o cartaz tem que falar por si só e que quando precisa de muita explicação significa que a linguagem visual não é muito clara.
O bispo auxiliar de Brasilia, Dom Leonardo Steiner, secretário-geral da CNBB, disse que nenhum cartaz conseguiu traduzir a convocação à fraternidade e a superação da violência proposta pelo edital e pela campanha. “Eles não dialogam suficientemente com a realidade que desejamos abordar”, disse. Dom Murilo Krieger chamou a atenção para a necessidade de qualificar mais a propostas dos cartazes, abrindo para a participação de agências.
Depois da apresentação dos cartazes, fez-se um debate em torno das propostas, enalteceu-se o aspecto do estímulo à participação na Campanha da Fraternidade, mas não se chegou à aprovação de nenhuma dela dada a incapacidade de traduzirem o que foi proposto no edital, remetendo para a necessidade de buscar a assessoria de trabalho de agências de criação.
Dom Leonardo ressaltou ainda que a CNBB sempre tem a prerrogativa de fazer alterações nas propostas junto a seus criadores, casos previstos no edital e também de não optar por nenhuma dela, caso não contemplem as exigências prevista pelo edital.
Quanto ao hino da Campanha da Fraternidade 2018, a CNBB recebeu 30 propostas de músicas que foram previamente analisadas pelo Setor de Música da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da entidade. Destas, quatro foram escolhidas para apreciação dos bispos do Conselho Episcopal Pastoral da CNBB.
Os religiosos chegaram ao consenso quanto à música escolhida, havendo ainda a necessidade de ajustes em palavras e trechos, o que será feito em colaboração com seu autor, para só então ser divulgada.
CNBB
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Campanha da fraternidade 2018 será tema de destaque na reunião do Consep
/em Campanha da Fraternidade, Campanhas da Igreja, CF 2018, Notícias CF 2018O tema do próximo ano: “Fraternidade e superação da violência”
O Conselho Pastoral da CNBB (Consep) volta a se reunir nesta terça e quarta-feira, 8 e 9, no auditório Dom Helder Câmara, na sede da Conferência. Os bispos têm uma pauta ampla de assuntos, mas o destaque fica por conta da apreciação e aprovação do texto-base da Campanha da Fraternidade de 2018 que tem como tema: “Fraternidade e superação da violência” e a definição da realidade social e eclesial que se tornará tema da Campanha em 2019. Além disso, como de costume, os bispos terão uma sessão especial para o estudo e o aprofundamento da conjuntura sócio-política do Brasil.
Quem participa
A reunião é coordenada pela presidência da CNBB e conta ainda com a participação dos 12 bispos que presidem as comissões pastorais da Conferência, representantes das principais áreas da ação evangelizadora no Brasil. O encontro acolhe também assessores das comissões, os coordenadores dos Organismos do Povo de Deus: Comissão Nacional dos Presbíteros (CNP), Conferência de Religiosos do Brasil (CRB), Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB), Comissão Nacional dos Diáconos (CND) e a Conferência Nacional dos Institutos Seculares (CNIS).
Além deles, estão presentes na reunião os representes de outros organismos como Cáritas Brasileira, Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), Centro Cultural Missionário (CCM), Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara (CEFEP) e Conselho Indigenista Missionário (CIMI).
Método de trabalho
Os bispos, membros do Consep, adotam como dinâmica de trabalho a apresentação das temáticas inscritas por meio de pedido feito à secretaria-geral da Conferência e, no início da reunião, acrescentam assuntos novos que são submetidos à aprovação dos bispos presentes. As sessões são presididas pelo Cardeal Sergio da Rocha, presidente da CNBB, e as discussões são mediadas por Dom Leonardo Steiner, secretário-geral. Os assessores das comissões assumem as atividades que visam facilitar o encontro dos bispos: cuidam das atas, da organização dos suportes técnicos e distribuição de material.
Nas reuniões do Consep, também costumam receber convidados especiais da presidência da entidade para exposição de assuntos específicos de acordo com as necessidades do momento nacional na vida da sociedade e da Igreja. Outra tarefa que os bispos realizam durante as reuniões ordinárias do Consep é a de trazer informações atualizadas sobre o andamento dos trabalhos nas comissões específicas. E, o encontro também tem parte do seu tempo dedicado ao encontro dos bispos presidentes das comissões e suas assessorias.
Visita especial
No programa da reunião do Consep desta semana ainda está uma visita coletiva às novas instalações das Edições CNBB que estão sendo construídas no Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (SAAN), em Brasília (DF).
Reunião do Consep – 8 e 9 de outubro
Sede da CNBB, em Brasília (DF)
Membros do Conselho:
Cardeal Dom Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília (DF) – presidente da CNBB
Dom Murilo Krieger, arcebispo de Salvador (BA) – vice-presidente da CNBB
Dom Leonardo Steiner, bispo auxiliar de Brasília (DF) – secretário-geral da CNBB
Dom Armando Bucciol, bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia
Dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre (RS) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada
Dom João Bosco Barbosa de Sousa, bispo de Osasco (SP) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Vida e Família
Dom Guilherme Werlang, bispo de Ipameri (GO) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora
Dom Esmeraldo Barreto, bispo-auxiliar de São Luís (MA) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial
Dom João Justino de Medeiros, arcebispo coadjutor de Montes Claros (MG) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e Educação
Dom Darci José Nicioli, arcebispo de Diamantina (MG) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação
Dom Pedro Carlos Cipollini, bispo de Santo André (SP) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé
Dom Severino Clasen, diocese de Caçador (SC) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato
Dom Francisco Biasin, bispo de Barra do Piraí-Volta Redonda (RJ) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso
Dom Vilson Basso, bispo de Imperatriz (MA) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude
Dom José Antônio Peruzzo, arcebispo de Curitiba (PA) – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética
CNBB