Liturgia católica – Anos A, B e C

Liturgia

Dezembro 2019 a Novembro de 2020 – Liturgia católica: ANO A

30 de agosto – Missa do 22° Domingo do Tempo Comum 2020

Missa do 22° Domingo do Tempo Comum 2020

Saciemos nesta liturgia nossa sede de fé e de amor, necessários para seguir Jesus e enfrentar as dificuldades que podemos encontrar no caminho. O Senhor está sempre conosco para nos ajudar a fazer a vontade de Deus e nos conduzir para a salvação e a vida plena e feliz. Neste dia dos catequistas, nosso reconhecimento e gratidão aos que exercem essa tão bela missão a serviço da comunidade.

Quem segue Jesus encontra a vida, a felicidade e a salvação.

RENUNCIAR E ASSUMIR A CRUZ

Ir a Jerusalém significava, para Jesus, encarar a perseguição por parte das autoridades: anciãos (grandes latifundiários), sumos sacerdotes (homens da alta hierarquia religiosa) e
mestres da lei (letrados e intelectuais). Pedro mostra-se corajoso e reage, querendo interferir no projeto de Deus a respeito do Mestre. Repreendendo-o, Jesus pede-lhe que se ponha na condição de discípulo e o chama de satanás, porque se revela um obstáculo e não encarna “as coisas de Deus, mas das pessoas”.

As palavras de Pedro podem exprimir a revolta contra a perseguição e contra o sofrimento de justos e inocentes, mas provavelmen­te sua intenção fosse impedir que o Mestre levasse à frente a própria missão. Assim como foi duro com Pedro, Jesus é duro com todos os que se dizem seus discípulos, quando querem pôr obs­táculos ao seu projeto de vida e liberdade; quando pensam servir a Deus, mas acabam satisfazendo aos próprios caprichos; quando lutam pela
justiça e, ao mesmo tempo, se beneficiam da injustiça.

O alerta contra Pedro é ocasião para mostrar como será o caminho do discipulado. A fidelidade total no seguimento de Jesus pode trazer consequências desagradáveis: incompreensões, perseguições e até morte. Seus discípulos podem ter a mesma sorte do Mestre.

Para ser seu fiel seguidor, Jesus propõe duas condições: renunciar a si mesmo e tomar a cruz.

Renunciar a si mesmo significa abandonar toda ambição pessoal, não querer ser a referência de si próprio, exaltando-se, mas abrir-se para o projeto de Jesus.

Tomar a cruz significa aceitar o discipulado cristão com todas as consequências que isso possa implicar. Os seguidores do Mestre não podem pretender ser mais que ele, precisam estar dispostos a enfrentar seu mesmo destino. Ignorar o Jesus da cruz pode revelar que não estamos dispostos a assumir a nossa.

Somos chamados a segui-lo na condição de discípulos. Sendo ele nosso Mestre, é fundamental aprender seu jeito de ser, de pensar e de agir. O autêntico discípulo segue o Mestre, e não se coloca no lugar dele.

Pe. Nilo Luza, ssp  / Portal Kairós

Reflexão e sugestão para a Missa do 22° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A

22° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A

Jr 20,7-9; SI 62; Rm 12,1-2; Mt 16,21-27

22° Domingo do Tempo Comum 2020 - Ano A

Tome sua cruz e me siga

Cada um de nós traz dentro de si uma dose de egoísmo. Não é fácil assumir o ponto de vista do outro, compreender a situação do outro, em uma palavra, doar-se pelo outro. Corremos o risco de nos fechar em nós mesmos ou nos abrir ao outro só por conveniência, porque isso pode me trazer um certo benefício. Quanta ação boa traz em suas raízes atitudes egoístas e interesseiras…

Cada um de nós traz dentro de si uma dose de amor. É por isso que tantas vezes somos surpreendidos por momentos de verdadeiro perdão, de verdadeira doação pela causa da justiça e da paz. E aí passamos a perceber que nem tudo está perdido, que há esperança no mundo e que tudo pode ser transformado a partir do amor. Pedro é a figura paradigmática do discípulo de todos os tempos. Tem dentro de si a abertura para reconhecer Cristo como Filho do Deus vivo. Por outro lado, não é capaz de compreender as consequências de tal profissão de fé. É difícil para ele- e para nós – entender a dinâmica do Dom que está presente no agir do Filho de Deus. Ainda mais difícil é entender que nós também somos chamados a entrar nessa mesma dinâmica do Dom, fazendo de nossa vida um sacrifício vivo, como nos diz Paulo.

A postura de Jesus é firme: “Vai para longe, satanás!” Com essa repreensão, Cristo revela a Pedro que todo discípulo deve estar atendo a presença da pedra de tropeço da acomodação e do egoísmo interesseiro. Jesus propõe a cruz a todo discípulo que livremente quer ser um sinal do dom de Deus ao mundo. E a cruz, enquanto sinal do amor total, é a medida referencial de nossa resposta.

Não vos conformeis com o mundo

O seguimento de Jesus passa pela transformação profunda de mentalidade. Vocação não é um verniz que embeleza a vida cristã, mas é sua própria essência. Quando lemos a realidade a partir da vocação que Deus colocou em nosso coração, pouco a pouco nos damos conta de que precisamos ter posturas firmes e proféticas para fazer a diferença e, assim, promover a vida. É nadar contra a corrente, é sentir o peso das chacotas, como sentiu Jeremias. Mas, quando vemos as sementes do amor brotarem e florescerem, vamos nos dando conta de que o fogo ardente do Espírito aquece nosso coração e nos impele a fazer do Reino de Deus uma presença cada vez mais viva.

A vocação do Catequista, que hoje celebramos, é prova de que o Espírito Santo é força viva no coração pulsante da Igreja. Rezemos por todos os homens e todas as mulheres que se deixam conduzir por esse chamado do Senhor a plantar a semente do evangelho no coração das crianças, dos adolescentes e jovens e de todos os que querem livremente abraçar a vida cristã.

Sugestões litúrgicas para a Missa do 22° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A

– Após a procissão de entrada: imediatamente após a procissão de entrada, receber os catequistas da comunidade, chamando-os pelo nome, os quais responderão: Eis-me aqui! Quando estiverem todos, cantar um cântico vocacional, enquanto o Presidente da Celebração os saúda.
– Entrada da Palavra: catequizandos podem entrar com a Bíblia e proclamar as leituras. Pode-se dinamizar esse momento com velas que ladeiam a Palavra, ou com danças e coreografias que manifestem a alegria dos catequizandos em acolher a palavra de Deus.
– Oferendas: os pais e mães podem entrar com seus filhos catequizandos, trazendo pão e vinho, galhetas, patena, cálice e âmbulas. Enfatizar o agradecimento dos pais pelos catequistas enquanto colaboradores na educação da fé de seus filhos.
– Antes da bênção final: um pai, uma mãe e alguns catequizandos podem ler uma mensagem de agradecimento aos catequistas (cada um pode ler um parágrafo). Em seguida, juntamente com o Presidente da celebração e todo o povo de Deus, podem empunhar as mãos sobre os catequistas e rezar por eles. Ao fim desse momento, entregar lembrancinhas aos catequistas.

Sugestões de repertório para a Missa do 22° Domingo do Tempo Comum 2020 –  Ano A (O Domingo)

Abertura: Deus, nosso Pai
Aclamação: Aleluia, Jesus Cristo
Oferendas: As mesmas mãos
Comunhão: É bom estarmos

Cifras e partituras das sugestões CNBB

Semanário litúrgico – catequético – Cantos para a Celebração – 22° Domingo do Tempo Comum 2020

Áudios para a Missa do 22° Domingo do Tempo Comum 2020 – Ano A CNBB:

Padre Anísio Tavares, C.Ss.R. / Portal Kairós

Leituras de Domingo: 22° Domingo do Tempo Comum 2020

22° Domingo do Tempo Comum 2020

(Verde, glória, creio – 2ª semana do saltério)

Tende compaixão de mim, Senhor, clamo por vós o dia inteiro; Senhor, sois bom e clemente, cheio de misericórdia para aqueles que vos invocam (Sl 85,3.5).

Atraídos por Jesus, somos convidados por ele a assumir a missão a nós confiada e renunciar a tudo o que nos impede de segui-lo com fidelidade. Ele transforma nosso pensar e agir e nos revela que ganhamos a vida quando a pomos a serviço do seu Evangelho. Dirijamos nossa prece carinhosa a todos os catequistas, neste dia a eles dedicado.

Primeira Leitura: Jeremias 20,7-9

Leitura do livro do profeta Jeremias – 7Seduziste-me, Senhor, e deixei-me seduzir; foste mais forte, tiveste mais poder. Tornei-me alvo de irrisão o dia inteiro, todos zombam de mim. 8Todas as vezes que falo, levanto a voz, clamando contra a maldade e invocando calamidades; a palavra do Senhor tornou-se para mim fonte de vergonha e de chacota o dia inteiro. 9Disse comigo: “Não quero mais lembrar-me disso nem falar mais em nome dele”. Senti, então, dentro de mim um fogo ardente a penetrar-me o corpo todo: desfaleci, sem forças para suportar. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 62(63)

A minha alma tem sede de vós / como a terra sedenta, ó meu Deus!

1. Sois vós, ó Senhor, o meu Deus! / Desde a aurora, ansioso vos busco! / A minha alma tem sede de vós, † minha carne também vos deseja, / como terra sedenta e sem água! – R.

2. Venho, assim, contemplar-vos no templo, / para ver vossa glória e poder. / Vosso amor vale mais do que a vida: / e por isso meus lábios vos louvam. – R.

3. Quero, pois, vos louvar pela vida / e elevar para vós minhas mãos! / A minha alma será saciada, / como em grande banquete de festa; / cantará a alegria em meus lábios / ao cantar para vós meu louvor! – R.

4. Para mim fostes sempre um socorro; / de vossas asas à sombra eu exulto! / Minha alma se agarra em vós; / com poder vossa mão me sustenta. – R.

Segunda Leitura: Romanos 12,1-2

Leitura da carta de São Paulo aos Romanos – 1Pela misericórdia de Deus, eu vos exorto, irmãos, a vos oferecerdes em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus: este é o vosso culto espiritual. 2Não vos conformeis com o mundo, mas transformai-vos, renovando vossa maneira de pensar e de julgar, para que possais distinguir o que é da vontade de Deus, isto é, o que é bom, o que lhe agrada, o que é perfeito. – Palavra do Senhor.

Evangelho: Mateus 16,21-27

Aleluia, aleluia, aleluia.

Que o Pai do Senhor Jesus Cristo / nos dê do saber o espírito; / conheçamos, assim, a esperança / à qual nos chamou, como herança! (Ef 1,17s) – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, 21Jesus começou a mostrar a seus discípulos que devia ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos mestres da Lei e que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia. 22Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo, dizendo: “Deus não permita tal coisa, Senhor! Que isso nunca te aconteça!” 23Jesus, porém, voltou-se para Pedro e disse: “Vai para longe, satanás! Tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não pensas as coisas de Deus, mas sim as coisas dos homens!” 24Então Jesus disse aos discípulos: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. 25Pois quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim vai encontrá-la. 26De fato, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua vida? O que poderá alguém dar em troca de sua vida? 27Porque o Filho do Homem virá na glória do seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá a cada um de acordo com a sua conduta”. – Palavra da salvação.

Reflexão

Jesus nunca procurou esconder de seus seguidores a realidade a respeito de sua vida, nem tentou adocicar suas propostas para angariar mais seguidores. Ele não quer iludir ninguém. Assim também nesse texto, em que fala de seu destino trágico em Jerusalém e convida quem tiver coragem para segui-lo. Diante das revelações nada alvissareiras, Pedro, todo “corajoso”, chama a atenção do Mestre, dizendo que isso não pode acontecer. Jesus o convida a se colocar em seu lugar: ser discípulo aprendiz (“vá para trás de mim”); além disso, chama-o de “Satanás”. Em suas boas intenções, Pedro quer livrar Jesus da morte trágica em Jerusalém. Provavelmente pensou também em salvar a própria pele, pois, se isso acontece com o Mestre, os discípulos caminham para ter a mesma sorte. Pedro, portanto, procura desviar Jesus do seu projeto. O Mestre não deseja sacrifício a ninguém, mas também não promete “mar de rosas”, e quem quiser segui-lo terá de renunciar a regalias ou pretensões egoístas. Nada de pensar só na própria vida, ele diz.

Ó Jesus, incansável caminheiro, revelas a teus discípulos que terás um trágico fim em Jerusalém. Sem entender, Pedro tenta desviar-te desse doloroso final. Tu lhes explicas o valor infinito de tua morte redentora. E nos convidas a seguir-te, renunciando aos nossos projetos pessoais. Amém.

Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp / Pe. Nilo Luza, ssp / Portal Kairós

Leituras de Domingo: 21° Domingo do Tempo Comum 2020

Leituras de Domingo

21° Domingo do Tempo Comum 2020

(Verde, glória, creio – 1ª semana do saltério)

Inclinai, Senhor, o vosso ouvido e escutai-me; salvai, meu Deus, o servo que confia em vós. Tende compaixão de mim, clamo por vós o dia inteiro (Sl 85,1ss).

Dispostos a deixar que o Senhor realize sua obra em nossa vida, somos questionados nesta liturgia sobre quem é Jesus. A resposta de Pedro nos compromete com o Reino de Deus e nos impele a dar também uma resposta pessoal, inspirada pela sabedoria divina. Celebremos dando graças ao Pai por todos os que se põem a serviço da comunidade.

Primeira Leitura: Isaías 22,19-23

Leitura do livro do profeta Isaías – Assim diz o Senhor a Sobna, o administrador do palácio: 19“Eu vou te destituir do posto que ocupas e demitir-te do teu cargo. 20Acontecerá que nesse dia chamarei meu servo Eliacim, filho de Helcias, 21e o vestirei com a tua túnica e colocarei nele a tua faixa, porei em suas mãos a tua autoridade; ele será um pai para os habitantes de Jerusalém e para a casa de Judá. 22Eu o farei levar aos ombros a chave da casa de Davi; ele abrirá, e ninguém poderá fechar; ele fechará, e ninguém poderá abrir. 23Hei de fixá-lo como estaca em lugar seguro, e aí ele terá o trono de glória na casa de seu pai”. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 137(138)

Ó Senhor, vossa bondade é para sempre! / Completai em mim a obra começada!

1. Ó Senhor, de coração eu vos dou graças, / porque ouvistes as palavras dos meus lábios! / Perante os vossos anjos vou cantar-vos / e ante o vosso templo vou prostrar-me. – R.

2. Eu agradeço vosso amor, vossa verdade, / porque fizestes muito mais que prometestes; / naquele dia em que gritei, vós me escutastes / e aumentastes o vigor da minha alma. – R.

3. Altíssimo é o Senhor, mas olha os pobres / e de longe reconhece os orgulhosos. / Ó Senhor, vossa bondade é para sempre! † Eu vos peço: não deixeis inacabada, / esta obra que fizeram vossas mãos! – R.

Segunda Leitura: Romanos 11,33-36

Leitura da carta de São Paulo aos Romanos – 33Ó profundidade da riqueza, da sabedoria e da ciência de Deus! Como são inescrutáveis os seus juízos e impenetráveis os seus caminhos! 34De fato, quem conheceu o pensamento do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro? 35Ou quem se antecipou em dar-lhe alguma coisa, de maneira a ter direito a uma retribuição? 36Na verdade, tudo é dele, por ele e para ele. A ele a glória para sempre. Amém! – Palavra do Senhor.

Evangelho: Mateus 16,13-20

Aleluia, aleluia, aleluia.

Tu és Pedro, e sobre esta pedra / edificarei minha Igreja; / e os poderes do reino das trevas / jamais poderão contra ela! (Mt 16,18) – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, 13Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e aí perguntou a seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” 14Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros, que é Elias; outros, ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”. 15Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” 16Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. 17Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”. 20Jesus, então, ordenou aos discípulos que não dissessem a ninguém que ele era o Messias. – Palavra da salvação.

Reflexão

O texto constitui um marco importante no Evangelho de Mateus. Pode ser dividido em duas partes: a profissão de fé no messianismo de Jesus feita por Pedro; a confirmação deste apóstolo como porta-voz da comunidade. Jesus quer saber o que seus seguidores mais próximos pensam dele, de sua pessoa. Pedro, em nome do grupo, intervém e reconhece que Jesus, mais do que simples profeta, é a revelação verdadeira do Pai (“quem me vê, vê o Pai”). A resposta do apóstolo traz a essência da fé cristológica: Jesus é o Messias, o Filho de Deus. Pela sua resposta, revelada pelo Pai, Pedro é proclamado feliz, pois testemunha a fé da comunidade, e recebe as chaves para abrir as portas do Reino de Deus a todos os que desejarem ter acesso a ele. A pergunta de Jesus continua soando em nossos dias: “E vocês, quem vocês dizem que eu sou?” O Mestre não quer saber nossa opinião, mas nossa atitude de vida, a opção que fazemos. Nesse sentido, a pergunta se inverte: Quem sou eu? Que opções faço na vida?

Oração

Ó Jesus, “Filho do Homem”, o povo não tem clareza sobre a tua identidade. Pedro, porém, por revelação divina, afirma que “és o Messias, o Filho do Deus vivo”. Em contrapartida, tu lhe confias o governo da tua Igreja. Queremos te conhecer cada vez mais e fazer parte da tua comunidade. Amém.

Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp / Pe. Nilo Luza, ssp / Portal Kairós

Conheça a oração final da Novena de Natal 2020

Oração final (Para todos os dias)

D. Com gratidão louvemos a Deus pelas bênçãos deste nosso encontro feliz e fraterno:

T. Senhor Jesus, o nosso coração exulta de alegria porque sempre vemos brilhar nos nossos dias as maravilhas da salvação presentes na trama os acontecimentos de nossa história. Admiramo-nos com a fidelidade invencível do Pai, que nos amou tanto, que nos enviou a vós, Verbo Encarnado, cheio do Espírito, para nos salvar eternamente, pelo Mistério de vossa morte e Ressurreição. Pela esperança fomos salvos.

Por isso, fazei que vossa Igreja, lar dos cristãos, viva na certeza de que habitará na tenda divina, casa da Trindade, em uma Aliança eterna e definitiva com Deus.

Amém.

(Se for oportuno, fazer a aspersão da casa e das pessoas com água benta, em recordação do Batismo.)

(Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai.)

(Canto final)

D. – Dirigente
T. – Todos

CNBB / Portal Kairós

Palavra oficial do Papa