Liturgia católica – Anos A, B e C

Liturgia

Dezembro 2019 a Novembro de 2020 – Liturgia católica: ANO A

Reflexão e sugestão para a missa do 5° Domingo da Quaresma 2020

5° Domingo da Quaresma 2020

Ez 37,12-14; SI 129; Rm 8,8-11; Jo 11,1-45

Reflexão e sugestão para a missa do 5° Domingo da Quaresma 2020

Milão – ressurreição de Lázaro da igreja de San Giorgio / Milan – resurrection of Lazarus from San Giorgio church

Cristo é fonte de vida. Seu Espírito nos renova!

Chegamos ao 5° domingo da Quaresma, que nos convida a vivenciar o grande mistério redentor que Deus realiza em favor de toda a humanidade.

O Espírito Santo é fonte de vida nova, plena e feliz, como profetizado por Ezequiel. Os ossos ressequidos não ganham apenas nervos, carne, mas é insuflado neles a vida nova. A meta é, de novo, levá-los de volta à Terra Prometida. A imagem dos ossos ressequidos se refere ao povo exilado e sem futuro juntos aos rios da Babilônia. A profecia os convida a levantar-se da situação de morte, pois é o Senhor que novamente os conduz da morte para a vida.

O evangelho, composto de diversas cenas ricas de significados, apresenta o sétimo sinal de Jesus. A ressurreição de Lázaro emana da missão redentora do próprio Cristo, que se define como sendo ele mesmo a Ressurreição e a Vida. Para isso, convida Marta a uma experiência de fé: “Você acredita nisso?” A Maria, que chamava a atenção do Mestre para o mal cheiro do irmão já morto há quatro dias, Jesus afirma: “Eu não lhe disse que, se acreditar, você verá a glória de Deus?” Para Jesus, como se vê, não é tanto o fato de trazer Lázaro de novo à vida que interessa, mas que acreditemos que nele se encontra a plenitude da redenção (cf. SI 129). Definitivamente, Jesus não se apresenta como um milagreiro, mas como portador da salvação definitiva para todos os homens e todas as mulheres.

Guiados pelo Espírito, promovamos a libertação da vida!

A temática da morte está estampada nos jornais de todos os dias: o terrorismo, a violência nas grandes e pequenas cidades, as mortes violentas nas filas dos hospitais por falta de atendimento, a morte das esperanças de uma juventude sem horizontes e sem educação digna que os prepare para a vida… A lista pode continuar, certamente. Porém, não podemos nos prender nos fatos. É preciso ir às causas, para encontrar ali o ser humano carente e sedento de sentido para sua existência. A vida na carne em oposição à vida no Espírito, que Paulo nos apresenta na segunda leitura, está longe de ser um dualismo que descarta a vida terrena. Ao contrário, o Apóstolo mostra que a vida no Espírito permeia nosso existir e nos abre horizontes de vida. As situações de morte, acima mencionadas, mostram que a origem dessas violências está no egoísmo exacerbado, que se ramifica na política, dando origem à corrupção; nas facções, dando origem à busca do poder do crime organizado; em nossas comunidades, gerando descompromisso com a situação de sofrimento e morte de nossos irmãos. Se queremos ser anunciadores da vida nova em Cristo, devemos ter a coragem que Ele teve de provocar a rolagem da pedra e chamar os que estão amarrados pelas inúmeras situações que degradam a dignidade humana. A Páscoa se aproxima! Despertemos também nós para a vida e lutemos para promovê-la.

Sugestões litúrgicas

– A liturgia convida-nos a enfatizar a força da vida em Cristo diante das situações de morte. É momento oportuno para refletir sobre a ação missionária da comunidade.
– Ato Penitencial: notícias atuais podem ser introduzidas para motivar o ato penitenciai, evidenciando a importância do testemunho cristão diante das injustiças presentes na sociedade.
– Liturgia da Palavra: invocar o Espírito Santo, antes da proclamação da Palavra, ressaltando sua força vivificante e renovadora.
– Oferendas: durante o momento das oferendas, apresentar atividades pastorais-missionárias da comunidade, que gerem vida nova e esperança. Destacar ações internas e externas de cunho social.
– Envio da comunidade: antes da bênção, entregar ao povo uma oração curta, que sintetize o caminho quaresmal e os frutos dele provenientes, cuja ênfase seja o compromisso de fé à luz da Ressurreição de Jesus.

Sugestões de repertório

Abertura: Alegres vamos
Aclamação: Louvor e glória
Oferendas: O Vosso coração
Comunhão: Eu vim

Cifras e partituras das sugestões CNBB

Semanário litúrgico – catequético – Cantos para a Celebração  – 5° Domingo da Quaresma 2020

Áudios para o 5° Domingo da Quaresma 2020 (Salmo e refrão orante) CNBB:

Padre Anísio Tavares, C.Ss.R. / Portal Kairós

29 de março: missa do 5° Domingo da Quaresma 2020

Missa do 5° Domingo da Quaresma 2020

Jesus nunca abandona seus amigos e é sempre solidário com as pessoas que sofrem e passam por momentos difíceis. Sua presença em nossa vida nos faz trilhar caminhos de alegria, esperança e felicidade. Esta Eucaristia nos fortaleça na fé para sabermos como agradar a Deus e sentirmos seu amor, sua bondade e seu carinho por todos nós.

A presença de Jesus em nossa vida é sinal de esperança, alegria e consolação.

CRISTO, RESSURREIÇÃO E VIDA

O sétimo e último dos sinais narrados no Evangelho de João é a ressurreição de Lázaro. A cena mostra uma família ou comunidade (Betânia = “casa do pobre”) muito querida e amada por Jesus: Lázaro (= “Deus ajuda”) – que está doente e acaba morrendo – e duas irmãs, Maria (a discípula atenta e amada) e Marta (servidora). Esta faz uma profissão de fé importante (“Eu creio que tu és o Messias, o Filho de Deus”), papel que, para as comunidades apostólicas, cabia a Pedro desempenhar. Isso significa que, provavelmente, Marta era líder da comunidade de Betânia.

O fato é que Jesus devolve vida e esperança à comunidade dos pobres. Como podemos notar, trata-se de relato rico em simbolismo. Esse sétimo sinal é o auge de todos os outros: Jesus se apresenta como a “ressurreição e a vida”. Nesse sinal, Jesus revela o poder eficaz da fé, que é a posse da vida eterna já no presente, sem necessidade de esperar pelo “último dia”, como pensava Marta.

Percebemos, portanto, que a proposta de Jesus – a “vida eterna” – não é algo a ser esperado somente para após a morte física, mas deve se concretizar no agora. Em outras palavras: “vida eterna” é vida digna para todos e para sempre, aqui e além.

A ressurreição de Lázaro provoca a ira dos adversários do Mestre. Enquanto Jesus promove a vida de quem está morto, seus adversários preocupam-se em eliminar a das pessoas que não se coadunam com a mentalidade deles. Está do lado de Jesus quem age da mesma forma que ele!

A presença de Jesus é sinal de vida: “Se estivesses aqui, meu irmão não teria morrido”. A comunidade joanina reconhece que ele é e nele está a vida. Jesus transforma os corações e os acontecimentos; basta ter fé nele e seguir suas propostas. Seu choro é interpretado como sinal de amor compassivo pelo amigo falecido. É justamente o amor que pode e consegue transformar os sinais de morte em vida, transformar a cultura da morte em cultura da vida.

Pe. Nilo Luza, ssp / Portal Kairós

Reflexão e sugestão para a missa do 4° Domingo da Quaresma 2020

4° Domingo da Quaresma 2020

ISm 16,1b.6-7.10-13a; SI 22; Ef 5,8-14; Jo 9,1-41 

A escuta que salva e liberta

O quarto domingo da quaresma nos convida a alegrar-nos com a salvação de Deus, revelada plenamente em Jesus Cristo. À luz de sua presença redentora, toda cegueira se dissipa, e a vida ganha novo vigor. Para manter-se na escuridão, diante de luz tão radiosa, é preciso fechar os olhos e o coração e declarar que não o aceita.

Baixe materiais especiais para seu grupo e formação pessoal
Liturgia completa pra a Semana Santa 2020

As leituras podem ser compreendidas a partir do tema profundo da escuta de Deus. Samuel ouviu Deus no momento em que disse: é este, ungi-o. Eis que inaugura mais um momento da história do povo de Deus, sob a égide do pequeno e grande Davi. Paulo conclama os cristãos de Éfeso para uma escuta da voz de Deus, que fala em seus corações, chamando-os a viverem na luz! Bondade, justiça e verdade agora precisam resplandecer na comunidade cristã. Aquele que ouve a voz do Filho amado de Deus e assume sua própria vocação torna-se criatura nova, uma fonte de luz.

O evangelho de João apresenta-nos o sexto sinal realizado por Jesus ao dar a vista ao cego de nascença. É nítido o confronto entre a atitude de escuta do cego e a surdez proposital dos fariseus. Eles não querem admitir, primeiramente, que o tempo da graça chegou. Continuam a ver tudo na perspectiva do pecado. Assim, Jesus é um pecador porque desrespeita o sábado; o homem que agora vê é expulso da sinagoga. Perguntam, insistentemente, como foi que Jesus abriu seus olhos, mas não estão dispostos a ouvir e a assumir a simplicidade com a qual Jesus traz o Reino de Deus: “O homem chamado Jesus fez barro, passou em meus olhos e me disse: ‘Vá lavar-se em Siloé’. Eu fui, lavei-me e comecei a enxergar”.

A escuta que transforma nosso olhar

O caminho quaresmal convida-nos a ouvir a voz de Deus, a lançar-nos com confiança nos braços de Jesus, Luz do Mundo. Para isso, precisamos reconhecer que sua luz irradia em nosso coração, pois somos filhos livres e amados do Pai misericordioso. Não deixemos que a surdez espiritual tome conta de nós, impedindo-nos de ouvir a Palavra de Salvação. Há muitas vozes que privilegiam o pecado, a negatividade e o desespero. Eis nossa missão enquanto filhos e filhas da luz: mostrar que o Cristo nos oferece um outro ponto de vista, um outro modo de ver o mundo.

O cego fez um percurso: começando a enxergar, foi além, até o ponto mais importante de ver Jesus como o Filho do Homem, o Salvador. Abramos, pois, nossos ouvidos, nossos olhos e nosso coração ao Salvador. Eis que se aproxima o momento litúrgico de contemplar Jesus no alto da Cruz, em que será glorificado. Seremos capazes de reconhecer e assumir sua salvação em nossa vida? Que a quaresma nos abra os ouvidos para ouvir o irmão necessitado; abra-nos também o coração para não sermos profetas de desgraças, mas profetas da vida nova, que resplandece por meio da bondade, da justiça e da verdade.

Sugestões litúrgicas

– Enfatizar o sentido e a importância da caridade-esmola como prática evangélica neste tempo penitencial.
– Ato penitencial: no ato penitenciai, pode-se entrar cartazes, frases ou fazer uma pequena encenação, mostrando as “cegueiras” dos que não querem ver a ação de Deus: violência, corrupção, preconceito religioso e etc.
– Liturgia da Palavra: a proclamação da palavra pode ser precedida por um mantra, durante o qual se pode motivar a assembleia à frutuosa escuta no espírito quaresmal.
– Oferendas: durante as oferendas, apresentar nomes de pessoas que viveram em prol da caridade. Podem ser nomes  conhecidos no mundo e, sobretudo, na realidade local da comunidade. O santo padroeiro pode ser envolvido nessa dinâmica, a fim de motivar a comunidade à prática da caridade.

Sugestões de repertório (O Domingo)

Abertura: Alegres vamos
Aclamação: Louvor e glória
Oferendas: O Vosso coração
Comunhão: Dizei aos cativos

Cifras e partituras das sugestões CNBB

Semanário litúrgico – catequético – Cantos para a Celebração  – 4° Domingo da Quaresma 2020

Áudios para o 4° Domingo da Quaresma 2020 (Salmo 22 e refrão orante) CNBB:

Padre Anísio Tavares, C.Ss.R. / Portal Kairós

22 de março: missa do 4° Domingo da Quaresma 2020

4° Domingo da Quaresma 2020 – Ano A

Jesus é a luz que ilumina nossa existência e abre nossos olhos para enxergar as necessidades dos nossos irmãos e irmãs – particularmente das crianças que sofrem. Esta Eucaristia nos anime a buscar sempre o que agrada ao Senhor, vencendo as trevas do egoísmo e da indiferença e ajudando todos a ter uma vida digna e feliz.

Jesus abre nossos olhos e nosso coração para enxergarmos com amor as necessidades e os sofrimentos dos nossos irmãos e irmãs. Entre os próximos dias 26 e 28, o papa Francisco se encontrará (em Assis, na Itália) com economistas jovens para repensar a economia global. Que esta convocação do papa encontre acolhida em nosso coração, em favor de uma “economia que faz viver, humaniza e cuida da criação”.

Baixe materiais especiais para seu grupo e formação pessoal
Reflexão e sugestão para a missa do 4° Domingo da Quaresma 2020
Liturgia completa pra a Semana Santa 2020

JESUS, LUZ DA HUMANIDADE

Na passagem do cego de nascença está o sexto sinal narrado pelo Evangelho de João. Para o autor, o relato não é um milagre, mas um sinal que aponta para além do fato em si. Esse episódio ocorre por ocasião da festa dos Tabernáculos, evento em que a iluminação desempenhava importante papel e que, portanto, contrastava com a situação de alguém cego, mergulhado na escuridão. O texto ressalta o contraste entre trevas (fariseus) e luz (Jesus).

O evangelho de hoje mostra o conflito existente entre os cristãos e a sinagoga no tempo da comunidade joanina. Confessar a messianidade de Jesus significava ser expulso da sinagoga. Foi o que aconteceu com o que era cego. O medo dos pais de se envolver no caso também demonstra isso. A fé autêntica em Jesus é sinal de risco e perseguição.

Na época, havia a mentalidade de que a doença seria castigo de Deus. Eis a razão da pergunta dos discípulos. Jesus esclarece que a cegueira do homem não é consequência de algum pecado dele ou dos pais, mas é meio para revelar as obras divinas. Atualmente ainda vemos, com frequência, pessoas que concebem Deus como alguém castigador e vingador, ao passo que Jesus nos mostra que ele é Pai e amigo.

O relato, assim como tantos outros no Evangelho de João, é rico em simbolismo. O cego pode representar a comunidade joanina em seu processo de descoberta de Deus na pessoa de Jesus, enviado (“Siloé”) para realizar as obras do Pai. As várias etapas do reconhecimento de Jesus por parte do homem que recuperou a vista podem simbolizar a caminhada da comunidade que, aos poucos, vai descobrindo e assumindo o projeto de vida do Mestre.

O cego recupera a visão, enquanto os fariseus se tornam sempre mais cegos, fechados em suas ideias fixas, incapazes de enxergar e reconhecer a diversidade e o diferente. A busca e a recuperação da fé constituem um processo em que pessoas e comunidades vão se inserindo à medida que se abrem aos “sinais dos tempos”. A ausência dos olhos da fé é grande entrave que não permite ver as pessoas, as coisas e o mundo com o olhar dado por Jesus.

Pe. Nilo Luza, ssp / Portal Kairós

Reflexão e sugestão para a missa do 3° Domingo da Quaresma 2020

3° Domingo da Quaresma 2020

Êx 17,3-7; SI 94; Rm 5,l-2.5-8; Jo 4,5-42

Reflexão e sugestão para a missa do 3° Domingo da Quaresma 2020

Milagrosa conversão de uma mulher samaritana

A liturgia de hoje nos convida a fazer uma avaliação do caminho quaresmal realizado até aqui. Estamos enfrentando os desafios da caminhada com esperança ou estamos olhando para trás, com saudades dos vícios e da escravidão do pecado?

A primeira leitura ajuda-nos nessa reflexão importante sobre a caminhada de fé. Em Massa e Meriba, afetados pela sede, o povo coloca em questão a presença de Deus. A falta de fé leva os caminhantes ao desânimo e à revolta contra Moisés. A falta de fé não permite que os filhos de Israel tomem consciência de que a presença de Deus não exime da responsabilidade e liberdade de cada um para empreender um caminho de vida nova. Bastou vir a sede, para se esquecerem dos prodígios que Deus tinha realizado ao abrir o Mar Vermelho e fazer com que todos o passassem a pé enxuto.

Baixe materiais especiais para seu grupo e formação pessoal
Liturgia completa pra a Semana Santa 2020

O salmista louva a Deus por seus prodígios e exorta o povo a nunca mais fechar o coração às ações divinas. O coração endurecido só consegue ver as próprias necessidades e é incapaz de ver mais longe, para onde o amor de Deus os conduz. Muito mais grave que a secura do deserto é a secura do coração, que leva o povo a questionar o ponto essencial da fé: a presença de Deus a todo momento.

Um poço de água viva a saciar nossa sede

Hoje, somos nós o povo de Deus em caminho. Somos também tentados a saciar a sede sem enfrentar o caminho da verdadeira liberdade. Com a Samaritana do evangelho, Jesus nos convida a fazer uma parada de reflexão profunda para descobrirmos nossas sedes existenciais. Diante da crise de sentido presente em nossa sociedade, é preciso fazer a experiência do amor total de Deus, manifestado em Cristo. Ele morreu por nós quando éramos pecadores, afirma São Paulo. Hoje, ele continua a nos saciar para lembrar-nos que já somos novas criaturas em seu amor.

Somente após a escuta atenta, a Samaritana foi capaz de tornar-se fonte de água viva também para seus concidadãos. Ela deixa o balde (seus antigos projetos e objetivos) e se lança toda inteira no anúncio daquele que deu total sentido a sua vida. Que este tempo forte de oração nos ajude a revitalizar nosso encontro pessoal com Cristo. Quando formos capazes de ouvir sua voz em meio às provações, encontraremos força para superar os obstáculos, que nos impedem de anunciá-lo com todo o nosso ser.

SUGESTÕES LITÚRGICAS

Calendário do ano litúrgico 2020 Ano A – São Mateus

– A liturgia de hoje propicia enfatizar a importância do jejum na caminhada do cristão, mostrando a necessidade de se buscar o sentido mais profundo da vida em Deus.
– Entrada da Palavra: dinamizar a entrada da Palavra com a cena de Jesus e a Samaritana. Podem-se entrar jarros, dos quais saiam frases bíblicas, que motivem a caminhada penitenciai da comunidade.
– Preces dos fiéis: no momento das preces, podem-se destacar algumas necessidades que desafiam a caminhada perseverante da comunidade.
– Oferendas: motivar a doação de alimentos como resultado do jejum orante, que abre o coração às necessidades dos irmãos.

Sugestões de repertório (O Domingo)

Abertura: Senhor, eis aqui
Aclamação: Louvor e glória
Oferendas: O Vosso coração
Comunhão: Se conhecesses

Cifras e partituras das sugestões CNBB

Semanário litúrgico – catequético – Cantos para a Celebração  – 3° Domingo da Quaresma 2020

Áudios para o 3° Domingo da Quaresma 2020 (Salmo 94 e refrão orante) CNBB:

Padre Anísio Tavares, C.Ss.R. / Portal Kairós

Palavra oficial do Papa