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Portal kairós2020-05-20 11:00:432020-05-25 15:11:21Novena de Pentecostes (cantos)Liturgia
Em 2026
Epifania do Senhor (Domingo) – 4 de janeiro
Batismo do Senhor – 11 de janeiro
Quarta-feira de Cinzas – 18 de fevereiro
Páscoa da Ressurreição – 05 abril
Ascensão do Senhor (Domingo) – 17 de maio
Pentecostes – 24 de maio
Santíssima Trindade – 31 de maio
SS. Corpo e Sangue de Cristo – 4 de junho
Sagrado Coração de Jesus – 12 de junho
São Pedro e São Paulo (Domingo) – 28 de junho
Assunção da BVM (Domingo) – 16 de agosto
Todos os Santos – 1º de novembro
Solenidade de Cristo-Rei – 22 de novembro
1º Domingo do Advento ANO B – 29 de novembro
Sagrada Família – 27 de dezembro






Dicas para o retiro de Natal e Advento 2021
/em Liturgia Católica“Constituir grupos de no máximo 10 pessoas por animador(a), para que os encontros do Natal e Advento 2021 não sejam demorados (no máximo 1 hora) e haja tempo para que todos(as) falem.”
Formados os grupos de pessoas unidas pelo desejo de viver esses tempos litúrgicos do Natal e Advento 2021 com mais intensidade, o(a) animador(a) espiritual pode:
a. Combinar local e data em uma primeira reunião para:
– detalhar mais o sentido desses Tempos Litúrgicos;
– ler o objetivo do Retiro, em especial as instruções do material;
– agendar os encontros semanais para a partilha;
– verificar se todos adquiriram o material do Retiro de Natal e Advento 2021;
– recomendar que cada participante tenha um caderno de vida;
– esclarecer dúvidas sobre a metodologia inaciana.
b. Preparar o ambiente para a partilha: lugar propício, velas, a Palavra de Deus no centro, flores, cadeiras, estampas etc., de acordo com a criatividade de cada um ou do grupo. Pode-se sugerir que cada encontro seja preparado por algum participante.
c. Escolher alguma música instrumental, mantra ou canto para iniciar o encontro. Depois fazer uma oração vocal ao Espírito Santo e talvez a leitura de um texto bíblico (pode ser algum texto rezado durante a semana). Enfim, criar um momento de recolhimento.
d. Explicar que a partilha é também oração: cada um(a) escuta e acolhe no coração a fala do outro, sem comentar, com respeito e sigilo, pois não se trata de debate, nem resolução de dúvidas, muito menos réplica ao que o outro falou.
e. Motivar cada um a partilhar, num clima de acolhida amorosa da oração, cuidando para que algumas pessoas não monopolizem a partilha, a fim de garantir a plena liberdade de cada um na experiência espiritual.
Leia mais
Reflexão e sugestão para a Solenidade de Todos os Santos e Santas 2021 do Ano B
/em Liturgia Católica, Preparação para a Santa Missa07/11/2021 – Novembro
Solenidade de Todos os Santos e Santas 2021 – Ano B
Ap 7,2-4.9-14; SL 23; lJo 3,1-3; Mt 5,1-12a
Ao nos fazer esse convite, que soa como um verdadeiro mandato, Jesus nos coloca diante do único e absoluto sentido para a vida humana: a santidade. Essa é a vontade de Deus quando cria a pessoa humana: “Façamos o Homem à nossa imagem e semelhança” (Gn 1,26). Ao descrever a beleza e a harmonia de tudo que brota das mãos criadoras de Deus, o autor sagrado, inspiradamente, descreve não um passado perdido, mas o futuro, isto é, aquilo que Deus deseja e sonha para a pessoa humana e para toda a Criação. Em outra passagem do Antigo Testamento, Deus reafirma sua vontade sobre a pessoa humana: “Sede santos, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo” (Lv 19,2). Por isso o apóstolo Paulo conclui acertadamente: “Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação” (1Ts 4,3).
E santidade é isto: tornar-se, todos os dias, sempre mais imagem e semelhança de Deus. Então, não resta dúvida alguma: ser santo é o único e absoluto sentido da vida humana, e devemos fazer desse objetivo o centro de todas as nossas atenções e todos os nossos esforços. A festa de Todos os Santos vem nos lembrar isto: somos todos chamados à santidade. Conforta-nos e nos enche de alegria e coragem a visão do apóstolo João, relatada na primeira leitura: “Eis que vi uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas. Estavam de pé diante do Cordeiro, trajados com vestes brancas e com palmas na mão”. Santos não são somente os “canonizados”, isto é, aqueles que a Igreja oficialmente reconheceu, aprovando seu culto e sua veneração. Além desses, alegra-nos saber que uma imensa multidão, que ninguém pode contar, vive a realidade definitiva na glória do Céu.
Você sabe realmente o que é Advento?
No meio dessa multidão, poderemos certamente ver pessoas queridas de nossa família e Comunidade, que foram fiéis no testemunho de sua fé, perseverantes na prática do bem, solidários no sofrimento do próximo, misericordiosos no amor e fraternos no serviço aos irmãos.
Vivendo assim, podemos ter a certeza de nos juntar um dia àquela multidão celeste para cantar a glória e a santidade de Deus: “Amém. O louvor, a glória, a sabedoria, a ação de graças, a honra, o poder e a força pertencem a nosso Deus pelos séculos dos séculos. Amém” (Ap 7,12).
Sugestões litúrgicas para a Solenidade de Todos os Santos e Santas 2021 – Ano B
– Antes da procissão de entrada: lembrar nossos santos, mesmo que não formalmente canonizados, que muito próximos de nós deram sua vida aos outros. Pode-se dar algum exemplo da própria Comunidade local.
– Glória: destacar a beleza que deve ser o louvor na eternidade, lembrando ainda a celebração de finados e unindo-se a alguém que fez parte de nossa vida e que agora está lá vibrando com a beleza de Deus.
– Ação de graças: pode-se rezar, mesmo em uma fórmula mais resumida, a ladainha de todos os santos.
– Após a bênção final: cantar “Eu louvarei, eu louvarei…” ou “Hoje é tempo de louvar a Deus…”, ou algum salmo de louvor.
Padre Anísio Tavares, C.Ss.R. / Portal Kairós
Reflexão e sugestão para a Celebração de Todos os Fiéis Falecidos 2021 – Ano B
/em Liturgia Católica, Preparação para a Santa Missa02/11/2021
Celebração de Todos os Fiéis Falecidos 2021 – Ano B
Jó 19,1.23-27a; SI 24; Fl 3,20-21; Mc 15,33-39;16,1-6
A Igreja celebra a esperança da vida, ao recordar todos os Fiéis Falecidos 2021, vivendo em comunhão com todos os que já se foram. Desde o século XI, ela celebra esse dia, iniciado no mosteiro Benedito de Cluny, na França. Fiquemos com a bela meditação de Leão Dehon: “O amor ultrapassa o temor e a esperança. O amor não destrói o temor nem a esperança, mas retira-lhes o que o amor-próprio lhe pode misturar de visões mercenárias. O amor não conhece habitualmente outro temor senão o temor filiar, isto é, o medo de desagradar a um Pai bem-amado. Sendo filho do amor, esse temor é de uma atenção e delicadeza totalmente diferentes do medo da justiça divina e de seus castigos.
Leva a evitar as mínimas faltas, as mais pequenas imperfeições voluntárias. Em vez de comprimir e de gelar o coração, alarga-o e aquece-o. Não causa nenhuma perturbação, nenhum alarme; e, mesmo quando escapa alguma falta, reconduz docemente a alma a seu Deus por meio de um arrependimento tranquilo e sincero. Procura acalmar-se e reparar abundantemente da mágoa que se lhe pôde causar. De resto, não se inquieta nem perde a confiança. O amor tira também da esperança o que ela tem de demasiado pessoal. Aquele que ama não sabe outra coisa senão contar com Deus, nem fazer boas obras, principalmente com o objetivo de acumular méritos; e por este nobre desinteresse, merece incomparavelmente mais.
Esquecendo tudo o que fez por Deus, não pensa em outra coisa senão em fazer ainda mais. Não se apoia sobre si mesmo; visa à recompensa celeste, menos sob o título de recompensa do que como uma garantia de amar seu Deus com todas as suas forças e de ser por Ele amado durante a eternidade. Sem excluir a esperança, que lhe é natural, considera a felicidade mais do lado do bom agrado de seu Deus e de sua glória que lhe pertence do que do lado de seu próprio interesse. E, quando o amor está em seu ponto mais elevado de perfeição, estaria disposto a sacrificar sua felicidade própria à vontade divina, se exigisse dele esse sacrifício. Coloca sua felicidade no cumprimento dessa vontade. O coração dos Santos atingiu, mesmo sobre a terra, esse grau de pureza. É a disposição dos bem-aventurados no céu.
É preciso, portanto, que o amor seja purificado a esse grau neste mundo ou no outro pelas penas do purgatório. Há, portanto, que deliberar sobre essa escolha? E quando a via do amor não tivesse outra vantagem senão a de nos isentar do purgatório ou de lhe abreviar consideravelmente a duração, poderíeis hesitar em abraçá-la?” (João Leão Dehon, OSP 2, p. 16s.).
Sugestões litúrgicas para a Celebração de Todos os Fiéis Falecidos 2021 – Ano B
– A celebração nos confronta com uma realidade inerente a todo o ser vivo: a realidade da morte. Essa realidade, presente em nossa existência, não pode nos amedrontar, pois a morte é o caminho que nos leva à eternidade, a estar na presença de Deus; isso nos ensina a liturgia de hoje.
– Ambientação: preparar no local, onde for realizada a celebração, seja na igreja ou no cemitério, um ornamento com uma cruz, com um pano branco, tendo a seus pés flores com um cartaz com o seguinte dizeres: “Se, pois, morremos com Cristo, cremos que também viveremos com ele”.
– Preparar também uma mesa, com papel e caneta, para que as pessoas possam anotar as intenções das almas que desejam colocar na celebração. Essas intenções poderão ser colocadas em um cesto, ou em um outro recipiente, e em um local próprio no presbitério. O animador da celebração ou o presidente poderá, em um momento, dizer que a missa será rezada por essas intenções.
– Para este dia seria interessante organizar uma equipe para acolher as pessoas que participarão da celebração, dando especial atenção para aquelas que estão mais sensibilizadas.
– Durante a oração eucarística: pode-se guardar um instante de silêncio, na parte em que se reza pelos falecidos, para que a assembleia possa lembrar de seus entes queridos já falecidos.
Padre Anísio Tavares, C.Ss.R. / Portal Kairós
Reflexão e sugestão para a Missa do 31° Domingo do Tempo Comum 2021 do Ano B
/em Liturgia Católica, Preparação para a Santa MissaPara o dia: 31/10/2021 – Outubro
Missa do 31° Domingo do Tempo Comum 2021 – Ano B
Dt 6,2-6; SI 17; Hb 7,23-28; Mc 12,28b-34
SAN GIMIGNANO, ITÁLIA – 11 de julho de 2017: Afresco da Renascença representando Jesus Cristo, como um menino entre os doutores no Templo de Jerusalém, na Collegiata de San Gimignano, Itália.
O fio condutor das leituras deste domingo é a vivência da Aliança. Esse pacto entre Deus e o povo pode ser entendido assim: Deus é o único do povo, e o povo será de Deus. Isso implica construir uma sociedade justa e igualitária, em que predomine a vontade de Deus, manifestada nos mandamentos. Essa é a profissão de fé narrada na primeira leitura. Ao longo da caminhada do povo de Israel, essa Aliança foi se firmando. Cada vez mais o povo percebia a presença de Deus, caminhando com eles. Deus sempre foi fiel a seu Nome.
Por outro lado, o povo nem sempre foi fiel a Deus. Muito cedo abandonou o compromisso de construir relações fraternas e igualitárias. E Deus, na tentativa de uma renovação total e definitiva, enviou seu próprio Filho para estabelecer uma Nova Aliança. É o que nos diz a leitura da carta aos Hebreus. Jesus é o único e verdadeiro sacerdote dessa nova Aliança. É o mediador perfeito por ser o Filho de Deus.
O Evangelho de hoje traz a proposta religiosa de Jesus. Ele retoma o antigo mandamento da Aliança, lembrando a passagem do Deuteronômio. Dessa forma, renova o antigo compromisso assumido pelo povo ainda no deserto: amar a Deus com todo o coração, com toda a alma e com todo o entendimento. Jesus também alerta que apenas essa parte do compromisso não é a totalidade da Aliança. O amor a Deus se revela nas relações fraternas. Não adianta amar, louvar e obedecer a Deus, se se abandonarem os irmãos de caminhada. Jesus ressalta a importância do segundo mandamento.
Isso implica construir relações fraternas, sem o desejo de dominação e de opressão. O compromisso cristão, assumido no dia do batismo, está em construir relações firmes com Deus e com pessoas, que são bem reais. Gente com quem convivemos e trabalhamos. Essas relações amorosas são mais importantes do que qualquer ritual litúrgico, como notou o doutor da Lei que dialogava com Jesus.
Ao perceber que tinha compreendido sua proposta, Jesus o elogia e confirma que ele entrou na dinâmica do Reino. A única porta para se chegar até Deus é o próximo e não há outra.
Sugestões litúrgicas para a Missa do 31° Domingo do Tempo Comum 2021 – Ano B
– Ato penitencial: ressaltar a necessidade de se ter um coração aberto à misericórdia divina e de sermos misericordiosos com os outros.
– Ofertório: pedir para um grupo de jovens levar as oferendas para o altar e permanecer junto dele até o início da Oração Eucarística. Essa procissão pode ser feita em silêncio. O comentarista pode dar o sentido do silêncio, para que, juntamente com as ofertas, façamos a oferta de nosso coração.
– Ação de graças: fazer um momento de louvor, com uma música cantada sem instrumento. Pode ser, por exemplo, a canção “É bom estar aqui mais uma vez, pra louvar e agradecer ao nosso Deus”.
Padre Anísio Tavares, C.Ss.R. / Portal Kairós
Reflexão e sugestão para a Missa do 30° Domingo do Tempo Comum 2021 do Ano B
/em Liturgia Católica, Preparação para a Santa MissaPara o dia: 24/10/2021 – Outubro
Missa do 30° Domingo do Tempo Comum 2021 – Ano B
Jr 31,7-9; SI 125; Hb 5,1-6; Mc 10,46-52
Dia das Missões 2021 e da Infância Missionária
As leituras de hoje querem reforçar em nós a esperança. Na caminhada da vida, não podemos perder a esperança, nem desanimar diante das dificuldades e dos desafios. Deus atende o grito dos pobres. Não podemos parar de gritar, mesmo se as lágrimas do desânimo e do desespero estiverem caindo. É isso que nos diz, na primeira leitura, o profeta Jeremias. Nossos gritos de angústia se transformam em gritos de alegria, porque Deus acolhe nossas dores e nos promete a salvação.
A presença de Deus, segundo Jeremias, manifesta-se na acolhida aos excluídos e marginalizados, como os cegos e aleijados, nas pessoas que são portadores de esperança, como a mulher grávida. Os pobres não perdem a esperança e, teimosamente, continuam a esperar um gesto salvador da parte de Deus. Essa mensagem é rezada no Salmo de meditação, que canta a alegria e a esperança do povo, que, ao retornar do exílio, no caminho de volta, supera todas as dificuldades e vence grandes desafios. Na procissão do retorno, o povo canta a fidelidade de Deus e a grandeza de seu nome.
Toda essa mistura de sentimentos de abandono e dor, de esperança e alegria está presente no episódio narrado pelo evangelho de hoje. É o último milagre de Jesus no evangelho de Marcos. Bartimeu é o símbolo da exclusão. Ele é um mendigo cego, vivendo fora do caminho. Naquela época, qualquer pessoa com algum defeito físico era excluída pela religião oficial. Mas Bartimeu não se entrega. Quando escuta que Jesus está passando, ele grita forte, pedindo atenção e salvação. As pessoas que seguem Jesus cometem um grave pecado: tentam abafar o grito do pobre que suplica. Mas Bartimeu grita mais forte, e seu grito chega até Jesus, que o chama.
As pessoas então mudam de opinião e o incentivam a entrar no caminho e chegar até Cristo. Ao responder ao chamado, Bartimeu “deixa de lado seu manto”. Jesus pergunta: “O que você quer que eu faça por você?” Não basta gritar; tem de saber por que grita! Diante de Jesus, Bartimeu pede para ver de novo. Ele se torna o exemplo do verdadeiro discípulo, porque rompe com suas seguranças, pede para recuperar a visão. Uma vez atendido, Bartimeu entra no seguimento de Jesus, em direção a Jerusalém. Jesus não disse: “eu te curei”. Mas disse: “a tua fé te curou!”
Sugestões litúrgicas para a Missa do 30° Domingo do Tempo Comum 2021 – Ano B
– Antes da procissão de entrada: pode-se ler a mensagem do Papa para este dia. Assim, encerrando-se o Mês das Missões , reafirma-se o envio da Comunidade cristã como missionária no mundo.
– Ofertório: podem-se destacar as várias equipes de pastoral na comunidade, salientando que esse trabalho é nosso grande oferecimento.
– Após a comunhão: rezar a oração para o dia das missões e cantar um cântico que fale de missão.
-Antes da bênção final: lembrando a devoção popular a São Judas, como protetor em causas difíceis, pode-se rezar a oração própria do Santo, destacando a figura do cego Bartimeu, indicando que a fé salva.
Padre Anísio Tavares, C.Ss.R. / Portal Kairós