Vídeo: Hino da Campanha da Fraternidade 2018 – Vítimas de Violência

Tudo sobre a CF 2018

Campanha da Fraternidade 2018 - Vítimas de ViolênciaVersão especial – Vítimas da violência – do Hino da CF 2018

01 – Violência racial – (negros, índios, migrantes e imigrantes)
02 – Violência contra os jovens
03 – Violência contra mulheres e homens
04 – Violência doméstica
05 – Exploração sexual e tráfico humano
06 – Violência contra os trabalhadores rurais e contra os povos tradicionais
07 – Violência e o narcotráfico
08 – Ineficiência do aparato judicial
09 – Polícia e violência
10 – Violência e direito à informação
11 – Religião e violência
12 – Violência no trânsito

01 – Racial violence – (blacks, Indians, migrants and immigrants)
02 – Violence against young people
03 – Violence against women and men
04 – Domestic violence
05 – Sexual exploitation and human trafficking
06 – Violence against rural workers and against traditional peoples
07 – Violence and drug trafficking
08 – Inefficiency of the judicial apparatus
09 – Police and violence
10 – Violence and the right to information
11 – Religion and violence
12 – Traffic Violence

Materiais que você precisa conhecer sobre a Campanha da Fraternidade 2018

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Vídeo: Hino da CF 2018 com letra em Alta Definicão (HD)

Hino da CF 2018 com letra

Baixe a cifra e partitura do Hino e os outros cânticos da CF 2018

As equipes de Música e Liturgia das comunidades e paróquias da Igreja no Brasil já podem ter acesso ao Caderno de Partituras e Cifras do hino da Campanha da Fraternidade (CF) 2018 e cantos para o período da Quaresma – Ano B. O material foi elaborado pela Equipe de Reflexão de Música Litúrgica vinculada à Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

No tempo da Quaresma, o canto litúrgico se reveste de luto, da ausência do ‘Glória’ e do ‘Aleluia’, um canto sem flores e sem as vestes da alegria. O assessor da Música Litúrgica, irmão Fernando Vieira, SJ, explicou que o material tem um caráter bem didático. Além dos cantos da CF 2018, o material apresenta uma série de sugestões que podem contribuir com a criatividade das equipes de música locais.

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Todos os anos, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil apresenta a Campanha da Fraternidade como caminho de conversão quaresmal. Um caminho pessoal, comunitário e social que visibilize a salvação paterna de Deus. Para 2018, o objetivo geral da CF é construir a fraternidade, promovendo a cultura da paz, da reconciliação e da justiça, à luz da Palavra de Deus, como caminho de superação da violência.

“Todos nós esperamos muito de um ano novo, até sonhamos com um novo ano. Até, às vezes, dizemos: Ano Novo, vida nova. Mas o dia a dia da nossa vida não muda, o que pode mudar é, justamente, nós sermos pessoas transformadas em Cristo, sermos homens e mulheres que atuam mais ativamente na sociedade, que nós sejamos homens e mulheres que ajudem a superar a violência porque no primeiro dia do ano, nós celebramos o Dia Mundial da Paz e nós todos somos necessitados da paz e não apenas na paz que não existe violência, mas a paz como harmonia, a paz como compreensão, a paz como perdão, a paz como fraternidade. Que o ano de 2018 nos ajude a sermos melhores. Deus nos ajude durante o ano de 2018 a sermos homens e mulheres que querem o Brasil melhor e ajude a construir um Brasil melhor. Que o ano de 2018, onde nós teremos eleições, seja um momento em que nós marquemos a nossa presença e escolhamos homens e mulheres que ajudem a construir um Brasil melhor, um Brasil menos corrupto, um Brasil mais ético, um Brasil que realmente cuide de todos os cidadãos. Que Deus abençoe a todos. Um feliz e abençoado Ano de 2018”. Dom Leonardo Steiner

Vídeos: Formação para a Campanha da Fraternidade 2018

Tudo sobre a CF 2018

Formação para a Campanha da Fraternidade 2018Mais formação para a Campanha da Fraternidade 2018

Em comunhão com toda a Igreja no Brasil, a Arquidiocese de Belo Horizonte disponibiliza o subsídio com os Encontros Bíblicos para o tempo da Quaresma e Via-Sacra, com reflexões sobre o tema da Campanha da Fraternidade 2018, Fraternidade e superação da Violência, e lema: Vós sois todos irmãos (Mt 23,8).

O subsídio tem como objetivo promover a espiritualidade quaresmal, mediante o encontro com a Palavra de Deus e a realidade social para os cinco encontros bíblicos e a Via-Sacra. Um resgate da centralidade da Palavra de Deus, como compromisso do Projeto de Evangelização “Proclamar a Palavra”.

“Quando a fé cristã é refletida nas ações cotidianas, a violência perde espaço, pois a fraternidade torna-se parâmetro que orienta nossas relações, nosso caminhar. Nesse sentido, acolhendo a convocação da CF-2018, sejamos fiéis discípulos de Jesus – o Salvador. Unidos pela fraternidade, cultivemos sempre, na interioridade, um coração da paz.” – Dom Walmor Oliveira de Azevedo

 

Adquira o seu exemplar: 31 3269-3105 | 3273-8618 | 3422-3441 | 3249-7434 ou 7413
pelo e-mail: secpastoral@arquidiocesebh.org.br
ou no site: www.lojacristorei.com.br

Apresentamos a Campanha da Fraternidade 2018

“Vós sois todos irmãos”. (Mt 23,8)

Apresentamos a Campanha da Fraternidade 2018

Outros vídeos

Somos seguidores de Jesus. Mulheres e homens que renasceram em Cristo. Dele, recebemos a boa notícia de que somos filhos e filhas de Deus. Somos todos irmãos (Mt 23,8). Nascer, renascer em Cristo, maturar nele; chegar à plenitude como Ele! Somos seus discípulos, aprendizes. Uma vida inteira com os olhos fixos em Jesus (Hb 12,2). Voltados para Ele, vivendo dele, partilhamos “a sua própria santidade” (Hb 12,12). Por Ele atraídos, somos enviados como anunciadores de sua presença inaudita. Missionários como Ele, o Missionário do Pai. Discípulos e discípulas da vida plena, missionários e missionárias do Reino da verdade e da graça, da justiça, do amor e da paz. Um Reino de irmãos!

A Quaresma nos provoca e convoca à conversão, mudança de vida: cultivar o caminho do seguimento de Jesus Cristo. Os exercícios quaresmais que a Igreja propõe aos católicos são: jejum, esmola e oração. Três tentativas para nos abrirmos à graça da filiação divina. Jejum: esvaziamento, expropriação, libertação. Tudo para que sejamos um só em Cristo (G1 3,28) e Cristo seja formado em nós (G1 4,19). O jejum abre nossa pessoa para a receptividade, para a liberdade da vida em Cristo. Esmola: vida, fé partilhada. A esmola nasce da alegria de ter encontrado o tesouro escondido, a pérola preciosa (Mt 13,44-46). O amor, a misericórdia busca o outro. Tem necessidade de partilha e nos aproxima da irmandade. Oração: tocados pelo dom do anúncio, apercebidos da valiosa experiência do cuidado amoroso e misericordioso de Deus em Jesus Cristo, necessitamos de palavras e silêncio para agradecer e suplicar. Uma espécie de exposição ao dom recebido na tentativa ser atingidos com maior intensidade pelo amor e pela misericórdia.

Todos os anos, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) apresenta a Campanha da Fraternidade como caminho de conversão quaresmal. Um caminho pessoal, comunitário e social que visibilize a salvação paterna de Deus. “Fraternidade e superação da violência” é o tema da Campanha para a Quaresma, em 2018. O Evangelho de Mateus inspira o lema: “ Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8). A Campanha tem como objetivo geral: “Construir a fraternidade, promovendo a cultura da paz, da reconciliação e da justiça, à luz da Palavra de Deus, como caminho de superação da violência”. Sofremos e estamos quase estarrecidos com a violência. Não apenas com as mortes que aumentam, mas também por ela perpassar quase todos os âmbitos da nossa sociedade. A ética que norteava as relações sociais está esquecida. Hoje, temos corrupção, morte e agressividade nos gestos e nas palavras. Assim, quase aumenta a crença em nossa incapacidade de vivermos como irmãos.

Apresentamos a Campanha da Fraternidade 2018

“Por ‘Violência cultural’ entendem-se as condições em razão das quais uma determinada sociedade reconhece como violência atos ou situações em que determinadas pessoas são agredidas. Criam-se processos que fazem aparecer como legítimas certas ações violentas. Elaboram-se discursos para apresentar razões e justificativas como se uma ação violenta fosse devida, uma consequência de determinadas condutas da própria pessoa que sofreu a violência. Portanto, a violência cultural não é, necessariamente, uma causa da violência direta, mas cria as condições em meio às quais chega a tornar-se difícil, para a sociedade, reconhecer um sistema como violento”.

Se partirmos do texto sagrado que indica o caminho das origens de todo o universo, ficamos admirados com a harmonia das relações: “E Deus viu que tudo era bom” (Gn 1,25). A origem do homem e da mulher são ainda mais admiráveis: “Façamos o ser humano à nossa imagem e semelhança (…). Deus criou o ser humano à sua imagem, à imagem de Deus o criou. Homem e mulher ele os criou” (Gn 1,26-27). Confiou ao homem e à mulher o cuidado e o cultivo da obra criada. E, assim, nos diz o texto que “Deus viu tudo quanto havia feito, e era muito bom” (Gn 1,31).

Há, no desabrochar e no cintilar de tudo, uma relação de amor e de cuidado. Na origem da bondade de Deus, está o sentido da obra criada e o sentido de ser pessoa. Jesus mesmo, ao ser confrontado com a separação entre o homem e a mulher, dirá: “Moisés permitiu despedir a mulher, por causa da dureza do vosso coração. Mas não foi assim desde o princípio” (Mt 19,8). No princípio, no eclodir, no dar-se, no manifestar-se, não existe divisão, desamor, violência, mas acolhimento, reverência, pertença fraterna. A violência vem depois. Nasce do esquecimento das origens, da vocação do ser humano: o amor. O esquecimento do mandamento do amor e da ética gestam e despertam violência. Os descaminhos, no entanto, podem ser superados com a volta às origens, com a reconciliação e a misericórdia. Somos chamados à superação da violência, pois somos filhos e filhas de Deus.

A Campanha da Fraternidade acontece no Ano Nacional do Laicato, que tem como tema: “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino”, e como lema: “Sal da terra e luz do mundo” (Mt 5,13-14). Uma Igreja que anuncia o Reino de Deus, o Reino da paz e da fraternidade. Os leigos e leigas, iluminados e fortificados pela Palavra e pela Eucaristia, serão luz para superar a violência e sal para temperar a fraternidade.

Maria, Mãe do Príncipe da Paz, nos acompanhe no caminho de conversão quaresmal! Jesus Cristo crucificado-ressuscitado, que transformou todas as coisas, nos ajude no caminho da superação da violência, pois somos todos irmãos.
A todos os irmãos e irmãs, todas as famílias e Comunidades, uma abençoada Páscoa!

 

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB
Portal Kairós

Dicas para viver melhor a Campanha da Fraternidade 2018

Durante o ano litúrgico, a Igreja nos convida, por meio da Campanha da Fraternidade (CF), a refletir sobre um problema da sociedade. Em 2018, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que coordena as campanhas, põe em evidência o assunto violência e nos convida a refletir maneiras de combatê-la. O tema da CF 2018 é “Fraternidade e superação da violência”, e o lema: “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8).

São muitas as formas de violência que enfrentamos dentro de casa, na rua, na sociedade. Mas o cristão não pode se acostumar com elas.

O que podemos fazer para mudar esse cenário caótico de desamor? De que maneira as comunidades podem viver melhor a Campanha da Fraternidade neste ano de 2018?

Confira as dicas para viver melhor a Campanha da Fraternidade 2018:

01 – Conversão pessoal: Para mudar os que estão à minha volta, primeiramente eu devo me mudar, ou seja, se vivo em um ambiente de violência doméstica (agressividade, impaciência etc.) devo combatê-la com amabilidade e paciência por amor e por misericórdia.

02 – A comunidade precisa promover a cultura da empatia, onde os paroquianos em suas diversas funções pastorais não se tenham como adversários, mas como irmãos que juntos lutam pelo bem daquela paróquia.

03 – Fortalecer a Pastoral Familiar para que identifique os principais problemas de violência que assolam a comunidade local e buscar exemplos de outras localidades que conseguiram superar os mesmos problemas.

04 – Reunir a comunidade, as pastorais e os movimentos para discutir os problemas identificados e traçar um plano de ação para combater os problemas da violência.

05 – Promover palestras para os paroquianos sobre a temática da violência em suas diversas formas (violência doméstica, psicológica, física, no trânsito, racial, religiosa, no campo, sexual etc.) e como combatê-la.

06 – Estimular a espiritualidade como o antídoto para nos fortalecer contra o mal e para promover a cultura da paz.

07 – Discutir o tema da superação da violência dentro da catequese com as crianças e os jovens. É possível ainda estimular a prática esportiva entre os jovens a fim de afastá-los da violência física e das drogas.

08 – Visitar as famílias que estão afastadas da Igreja a fim de acolhê-las na comunidade, ajudando-as a superarem seus problemas.

09 – A comunidade deve utilizar de todos os momentos oportunos, como homilia, encontros, cursos etc., para falar sobre a superação da violência e a promoção da paz.

 

Portal Kairós / CNBB