REPAM: “Como nos reconciliar com a Criação?”

Leticia (RV) – A reconciliação com o meio ambiente em território amazônico foi o principal tema debatido no III Encontro da Rede Eclesial Pan-amazônica, REPAM, realizado em Letícia, nas margens do Rio Amazonas, na tríplice fronteira entre Colômbia, Peru e Brasil, de 19 a 23 de junho.

O impacto da

O Encontro reuniu mais de 100 participantes entre bispos colombianos, convidados do Peru e do Brasil, e povos indígenas e camponeses. “A política extrativista que tem sido aplicada no território afeta a soberania alimentar dos povos indígenas, afros e campesinos e aumenta os efeito negativos das mudanças climáticas”, denunciou Armando Valbuena, indígena Wayú e assessor da Organização Nacional Indígena da Colômbia-ONIC.

Reconciliação não é opcional, mas prioritária

A respeito da relação com a Criação a partir da Encíclica do Papa Laudato Si, Dom Joselito Carreño, bispo de Puerto Inírida, recordou que “a reconciliação é a conversão ecológica com o mundo que nos circunda: isto não é opcional ou secundário… o ser humano tem que mudar esta relação”. Na Encíclica, ainda segundo o bispo, o Papa demonstra que a deterioração do meio ambiente tem conexão direta com o sofrimento e o abandono dos pobres, que são quase sempre os primeiros a sofrer as consequências da deterioração ambiental. ”O clamor da terra é o mesmo clamor dos pobres”.

Para Cesar Baratto (teólogo e representante da família Franciscana, docente na Universidade Santo Tomas), a reflexão proposta na Encíclica retoma a imagem de Deus e ilumina as chaves para sair da atual crise ecológica: “A teologia da Criação nasce para reconstruir e reconciliar”.

Jovens: REPAM é uma porta aberta para o conhecimento

Foi destacado também o papel dos jovens no futuro da sociedade colombiana. Representantes das pastorais juvenis, presentes no Encontro, ressaltaram que sob a liderança dos jovens é possível defender e proteger os recursos naturais, mas para isso, é preciso avançar nos conhecimentos. Para eles, a REPAM é um instrumento que vai favorecer uma nova articulação em prol do bem comum dentro do território amazônico.

O Encontro foi uma ocasião para insistir num trabalho em comunhão que obtenha ações mais efetivas como rede, a partir de planos de ação conjuntos para enfrentar os maiores desafios da realidade amazônica colombiana.

(CM)

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Festa Joanina ou Junina

Dom Remídio José Bohn – Bispo de Cachoeira do Sul 
Junho é o mês de São João, Santo Antônio, São Pedro e São Paulo.  A devoção popular, por isso, celebra as festas juninas, antes conhecidas como “Festas Joaninas”, especialmente em homenagem a São João. O nome “joanina” teve origem, segundo alguns historiadores, nos países europeus católicos no século IV. Quando chegou ao Brasil, trazida pelos portugueses, foi modificado para “junina”.
Nestesábado, pois, celebramos a festa do nascimento de JOÃO BATISTA.  É o único santo, junto com Nossa Senhora, que a Liturgia comemora no dia do nascimento (nos outros santos é o dia da morte).  Foi um nascimento testemunhado nos primeiros tempos da Igreja e conservado pela história nos escritos da Sagrada Escritura (Lc1, 57-66). Assemelha-se às festas da infância de Jesus e de Nossa Senhora.
João é o seu nome, anuncia Zacarias. O próprio nome João significa “Deus se mostrou misericordioso”. João é um dom gratuito de Deus. Isto se mostra de diversas maneiras. Primeiro, pela idade avançada de seus pais. Segundo, pelo fato de ninguém na família de Zacarias e Isabel se chamar João. Terceiro pelo fato de Deus “soltar a língua” de Zacarias para que ele possa dizer: “João é o seu nome”.  O acréscimo “batista”, ao nome de João, significa aquele que batiza, isto é, que batizou Jesus Cristo nas águas do Rio Jordão.
Com João iniciou uma nova era: Terminou o tempo das promessas, da expectativa e iniciou o tempo da realização. Deus cumpriu a sua palavra. É festa de alegria para a Igreja, pois, Deus cumpre com sua promessa e envia o precursor, aquele que prepara os caminhos do Messias (Jesus) que nos vai salvar! Com profunda humildade, ele aceita ser relegado a segundo planopara que Jesus apareça melhor: “Agora convém que ele cresça e que eu diminua…”
A presença de João Batista, pela sua fidelidade e coerência, tornou-se um perigo para as “falsas” autoridades do tempo. João foi um crítico contundente do poder vigente. Foi esse o real motivo de sua condenação e martírio. Isto significa que as falsas autoridades têm medo das palavras do profeta, de quem age defendendo a vida do povo e seus verdadeiros direitos.
Ainda hoje, o Messias continua chegando e se oferecendo como Salvador. Daí a gente se pergunta: quem são os precursores que o anunciam para nós? Ecomo é que nós acolhemos a salvação hoje, oferecida por Deus?
Você, também, é convidado a ser um “precursor de Deus”, um “João Batista” que prepara os caminhos de Deus. “Não tenhais medo” é o chamado incisivo de Jesus no Evangelho deste domingo.

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Divulgado programa da viagem do Papa à Colômbia

Cidade do Vaticano (RV) – Foi divulgado esta sexta-feira o programa da Viagem Apostólica do Papa Francisco à Colômbia, de 6 a 11 de setembro, naquela que será sua quinta viagem ao continente americano.

O Pontífice partirá do Aeroporto Fiumicino, em Roma, na quarta-feira, 6 de setembro, às 11 da manhã, devendo chegar à área militar do Aeroporto de Bogotá às 16h30, onde haverá uma cerimônia de boas-vindas.

Quinta-feira, 7 de setembro

O primeiro compromisso do Papa na quinta-feira, será o encontro às 9 da manhã com as autoridades na Praça das Armas da “Casa de Nariño” – onde o Papa fará seu primeiro pronunciamento em terras colombianas – seguido pela visita de cortesia ao Presidente da República, no Salão Protocolar da Casa de Nariño.

Às 10h20min o Papa visita a Catedral de Bogotá e às 10h50 abençoa os fiéis da sacada do Palácio Cardinalício. Às 11 horas mantém um encontro com os bispos colombianos no local, onde fará um discurso.

Na parte da tarde, às 15 horas, encontro com o Comitê Diretivo do CELAM, na Nunciatura Apostólica, quando pronunciará outro discurso.

Às 16h30min Francisco presidirá uma Santa Missa no Parque Simon Bolivar.

Sexta-feira, 8 de setembro

Às 7h50min o Pontífice parte do Aeroporto de Bogotá para Villacencio, onde deverá aterrissar na Base Aérea de Apiay às 8h30min.

Às 9h30min preside uma Santa Missa no terreno CATAMA.

Na parte da tarde, às 15h40min, o grande Encontro de Oração pela Reconciliação Nacional, no Parque Las Malocas, onde deverá proferir um discurso.

Às 17h20 uma parada na Cruz da Reconciliação, no Parque de los Fundadores

Às 18 horas, o retorno para Bogotá, onde deverá chegar às 18h45min.

Sábado, 9 de setembro

Às 8h20min, partida do Aeroporto de Bogotá para Rio Negro, onde deverá aterrissar às 9h10min na Base Aérea local.

Às 9h15min, transferência em helicóptero ao Aeroporto de Medellin.

Às 10h15min Santa Missa no Aeroporto Enrique Olaya Herrea de Medellin,

Na parte da tarde, às 15 horas, encontro na Casa San José.

Às 16 horas, encontro com sacerdotes, religiosos, religiosas, consagrados e consagradas, seminaristas e suas famílias, no Estádio coberto La Macarena.

Terminado o encontro, o Papa se transfere em helicóptero até a Base Aérea de Rio Negro, de onde parte às 17h30 para Bogotá, onde deverá chegar às 18h25min.

Domingo, 10 de setembro

Às 8h30min o Papa parte para Cartagena, onde deverá chegar às 10 horas.

Às 10h30min abençoa a pedra fundamental das casas para os sem-teto e da Obra Talitha Kim, na Praça de São Francisco de Assis.

Às 12 horas, o Papa reza o Angelus com os fiéis reunidos na Igreja de San Pedro Claver

Às 12h15, visita à Casa Santuário de San Pedro Claver

Às 15h45, o Papa se transfere em helicóptero da Base Naval à área portuária de Contecar, onde às 16h30min preside à Santa Missa.

Às 18h30min se transfere em helicóptero para Cartagena.

Às 18h45min as cerimônias de despedida da Colômbia, partindo então para o Aeroporto de Ciampino, em Roma, aonde deverá chegar na segunda-feira, 11 de setembro, às 12h40min. (JE)

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Quem não obteve gratuidade deve apresentar recurso até o dia 25

Termina ao meio-dia deste domingo, 25, o prazo para a apresentação de recurso administrativo por candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), edição 2017, que tiveram o pedido de gratuidade na inscrição indeferido. A possibilidade de enviar documentos que comprovem esse direito é exclusiva daqueles que se equivocaram na escolha do ato legal que embasa a sua situação socioeconômica e, consequentemente, tiveram a Guia de Recolhimento da União (GRU) gerada.
Essa nova oportunidade é resultado de um acordo entre o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação responsável pela realização anual do exame, e o Ministério Público Federal (MPF). O participante deve decidir entre a Lei 12.799/2013, que dispõe sobre a desobrigação das taxas em processos seletivos de ingresso nos cursos das instituições federais de educação superior, e o Decreto 6.135/2007, que trata do Cadastro Único para Programas Sociais.
O Inep esclarece que não foi registrado qualquer erro no Sistema de Inscrição do Enem de 2017 em relação à concessão de isenções. Muito menos houve alterações nas regras. A única mudança foi a introdução do cruzamento de alguns dados com a base do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e também do Censo Escolar, além do fim da concessão de gratuidade por meio de autodeclaração.
Ainda segundo o Inep, todos os participantes que de fato se enquadram nos critérios de gratuidade das inscrições foram atendidos. Os que se sentirem prejudicados podem encaminhar os documentos comprobatórios por mensagem eletrônica. O benefício de corrigir a opção, no entanto, não se estende aos que já efetuaram o pagamento da GRU.
Fonte: MEC
O post Quem não obteve gratuidade deve apresentar recurso até o dia 25 apareceu primeiro em ANEC – Associação Nacional de Educação Católica do Brasil.

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Lituânia vai beatificar bispo mártir: “Para um cristão, odiar seria trair o sangue dos mártires”, diz Card. Amato

Cidade do Vaticano (RV) – No próximo domingo, 25 de junho, será beatificado na Lituânia, o Arcebispo de Kaisliadorys, Dom Teofilius Matulionis, em concomitância com a celebração da Jornada da Juventude em nível diocesano. A cerimônia será presidida pelo Cardeal Angelo Amato, Prefeito da Congregação das Causas dos Santos.

Nascido em 22 de junho de 1873, entrou para o Seminário de São Petersburgo, na Rússia, em 1892, sendo ordenado sacerdote em 7 de março de 1900. Em 1943 foi nomeado Bispo de Kaigiadorys e em fevereiro de 1962 Arcebispo. Poucos meses mais tarde, aos 89 anos, faleceu em Seduva, em 20 de agosto de 1962.

Quem explica o significado de sua morte – considerada como Martirium propter aerumnas carceris – é o Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato:

“Martirium propter aerumnas carceris significa que a sua morte foi provocada pelos sofrimentos do cárcere. Os longos e penosos períodos nas prisões, nos campos de concentração, domicílios forçados, debilitaram a vida do Beato, desgastando pouco a pouco a sua forte fibra de sacerdote e de pastor. Mas as privações e as torturas, não dobraram a sua vontade pelo bem. Naquele período de escuridão da reta consciência, a hostilidade dos nazistas e dos comunistas não tinha nenhuma justificativa racional. Era somente fruto do ódio pelo Evangelho de Jesus e pela Igreja”.

RV: Hoje se fala muito de mártires e martírio, algumas vezes talvez mesmo de forma inapropriada, visto ser uma expressão claramente de origem cristã. O que seria então o martírio cristão?

“Pela tradição cristã, o martírio constitui a imitação por excelência de Jesus, morto inocente sobre a cruz. Cristo está presente no mártir de forma toda especial, infundindo nele força e coragem. Os mártires são conscientes das palavras que Jesus dirigiu aos seus discípulos: “Não temais aqueles que matam o corpo, mas não tem o poder de matar a alma (…). Quem der testemunho de mim diante dos homens, também eu darei testemunho dele diante de meu Pai que está nos céus (Mt 10, 28.32). Como já dissemos, em nosso Beato o martírio se arrastou por anos e anos, sob ditaduras cruéis, como a nazista e a comunista, que se propunham a aniquilar a Igreja. Foram reduzidos e fechados os seminários, se tentou criar uma Igreja nacionalista, foram dispersas as Ordens religiosas masculinas e femininas, se proibiu todo contato com Roma, foi sufocada a imprensa católica. A Igreja foi reduzida ao silêncio. A Igreja do silêncio”.

RV: Onde Teofilius Matulionis encontrou força para suportar as humilhações e o desconforto de uma longa prisão, injusta e desumana?

“Foi graças a Cristo que lhe deu a força e a coragem de perseverar firme na fé. Esta lealdade ao Evangelho é testemunhada por muitos que viram nele um “verdadeiro homem de Deus” e um “santo”. No Campo de Concentração se comportava como sacerdote pio e sereno, totalmente entregue à Divina Providência. Os perseguidores deram-se conta de seu heroísmo. Por exemplo, quando o comandante russo soube da notícia de sua morte, exclamou: “Era realmente um homem!”. Também o responsável pelo sistema repressivo soviético disse preocupado: “Não se exclui que no futuro o Vaticano o declare “santo” e neste caso o seu túmulo se transformará num local de peregrinação”. Uma previsão totalmente verdadeira”.

RV: Por que um homem, que passou a maior parte da sua vida na prisão e nos campos de concentração, nunca alimentou rancor pelos inimigos?

“A resposta está toda na realidade de seu “ser cristão”, que enobrecia a sua alma. Como Jesus, o mártir Matulionis conseguia ver a bondade de Deus e a sua Providência, também naquelas pessoas nas quais os outros viam somente mal e maldade. Ele procurava honrar o selo divino de cada pessoa, mesmo a mais malvada, e era compassivo em relação ao ser humano, frágil mas precioso, porque criado à imagem e semelhança de Deus”.

RV: O que o mártir Teofilius Matulionis ensina hoje à Igreja e qual a sua mensagem?

“Ainda hoje na Igreja existem mártires. Ainda hoje eles são os nossos mestres cotidianos de ressurreição. Em abril passado, diante da tragédia dos inocentes cristãos egípcios, a Igreja, olhando para o rosto de Cristo ressuscitado, respondeu manifestando em alta voz o seu perdão e a sua oração pela conversão dos assassinos. Para um cristão, odiar seria trair o sangue dos mártires. O Mártir Teofilius Matulionis ensinava a todos como é preciso viver, rezar, sofrer e trabalhar para a maior glória de Deus e a salvação das almas. Não existiam muros de divisões na sua alma. O seu coração era habitado por uma caridade sem limites, por uma serenidade contagiosa, por uma bondade misericordiosa. O novo mártir nos convida, enfim, a imitá-lo”. (JE/GA)

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Papa: “Serra Clube, onde os leigos são amigos dos padres”

Cidade do Vaticano (RV) – No quadro das atividades do Papa Francisco nesta sexta-feira (23/06), constou também uma audiência a uma delegação da associação leiga Serra Internacional, que estão reunidos em congresso com o tema “Sempre adiante. A coragem da vocação”.

A Fundação financia programas de promoção e formação para o sacerdócio e a vida consagrada, ou seja, ‘são amigos’ dos sacerdotes.

O significado de ‘ser amigos’

Francisco, em seu discurso ao grupo, retomou precisamente a expressão ‘ser amigos’: um ‘serrano’ – disse ele, é antes de tudo um amigo ‘especial’ que o Senhor colocou ao lado de alguns seminaristas e padres.

“Amigo”, uma palavra um pouco ‘desgastada’ hoje em dia – disse o Papa – pois um conhecimento superficial não é suficiente para acender uma experiência de encontro e proximidade como a que sentimos quando o encontro é com Jesus.

“Somos amigos somente quando o encontro se torna compartilha de um mesmo destino, compaixão, envolvimento… que conduz até a doação de si pelo outro”, explicou, citando algumas características de um bom amigo:

“Um amigo me ouve profundamente, sabe ir além das palavras, é misericordioso com meus defeitos, é livre de preconceitos, não concorda sempre comigo, mas justamente por me querer bem, me diz sinceramente aonde discorda; está pronto a ajudar-me cada vez que caio”.

Serra Clube, onde leigos são amigos dos padres

O Serra Clube é um lugar em que esta bela vocação cresce: ser leigos amigos dos padres, acompanhando-os e apoiando-os nas alegrias e fadigas do ministério.

Dissertando sobre o termo ‘Sempre adiante’, usado para o Congresso, Francisco a definiu uma ‘palavra-chave’ da vocação cristã.

“Não pode caminhar quem não se coloca em discussão. O cristão sabe que pode descobrir as surpreendentes iniciativas de Deus quando tem a coragem de ousar”, mencionou o Pontífice. Citando São Junípero, o Papa afirmou que é melhor caminhar claudicante do que ser ‘cristãos de museu’, que temem mudanças.

Renunciar às vaidades e aprender a delegar

“A vocação é ser chamados por um Outro, é sair de si mesmos e colocar-se a serviço de um projeto maior. Com humildade, nos tornamos colaboradores da vinha do Senhor, renunciando a todo espírito de posse e vanglória. Como é trise ver que às vezes, nós homens de Igreja não sabemos ceder nosso lugar, não conseguimos delegar tarefas com tranquilidade, nos é difícil deixarmos em mãos de outros as obras que o Senhor nos confiou!”.

No final do encontro, o Papa exortou o grupo a prosseguir, ‘sempre avante’, manifestando seu amor pelos seminaristas e sacerdotes na promoção das vocações, na oração e na colaboração pastoral.

“Avante na esperança, avante com sua missão, olhando além, abrindo horizontes, preparando o futuro. A Igreja e as vocações sacerdotais precisam de vocês”.

(CM)

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Oblatos de São Francisco de Sales: viver com mansidão o Evangelho no mundo

Cidade do Vaticano (RV) – Os Oblatos e Oblatas de São Francisco de Sales comemoram em 2017 os 200 anos de nascimento de seu fundador, o Beato Louis Brisson, beatificado pelo Papa Bento XVI em 2012.

Padre Louis Brisson nasceu em Plancy, na França, em 23 de junho de 1817, filho único de um casal de comerciantes ambulantes. Foi ordenado sacerdote em 19 de dezembro de 1840. Fundou a Congregação dos Oblatos de São Francisco de Sales em 1875.

A Congregação – presente em 15 países – chegou ao Brasil em 1885, mais especificamente no Pará, tendo sido obrigada mais tarde a se retirar. A volta ao país se deu em 1906, por Dom Pedrito-RS. Atualmente, a Congregação está presente também na Diocese de Frederico Westphalen, na Arquidiocese de Porto Alegre e na Prelazia de Itaituba, no Pará.

Mas para conhecer um pouco sobre o carisma dos Oblatos e Oblatas de São Francisco de Sales, nós conversamos com o Padre Nildo Moura de Mello, Vigário paroquial em Palmeira das Missões (RS), responsável pelas vocações na Congregação e pelas comunicações do que acontece na Província:

“O carisma dos Oblatos de São Francisco de Sales é viver o Evangelho no meio do mundo, do jeito que viveu São Francisco de Sales. São Francisco de Sales que viveu entre 1567 e 1622 na França, deixou um jeito muito específico de viver o Evangelho, pela mansidão, e Luís Brisson concedeu este carisma a nós Oblatos de São Francisco de Sales”.

Mas como é viver o Evangelho na sociedade com este aspecto da mansidão…

“Se dá por uma postura não bélica, por uma postura não agressiva, por uma postura de diálogo. O Papa Francisco hoje traduz isto como “revolução da ternura e cultura do encontro”. São Francisco de Sales, ele deixou este tesouro para a nossa Congregação e para a Igreja. Diante de todos os acontecimenntos da vida e de todas as pessoas, por mais que nos sejam difíceis, ter uma atitude de mansidão. Quando Jesus no Evangelho quer ensinar alguma coisa, ele diz: “aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração”. Então esta mansidão perante o próximo e perante todas as pessoas, revela o Cristo que habita em nós e a força do nossa Evangelho. Como dizia São Francisco de Sales: “Se é para fazermos alguma coisa, que façamos pelo amor, pela mansidão, porque esta é a força de Deus”. Não à guerra, não à violência, não ao proselitismo, nem à imposição, mas a mansidão e um profundo respeito pela dignidade do outro”.

“Como Oblato de São Francisco de Sales, difundimos este carisma, sempre em sintonia com a Igreja, especialmente no trabalho com a juventude, com a catequese, abrangendo então crianças e famílias, na visita de doentes, na celebração dos Sacramentos e de forma geral, animando a vida das comunidades.

O Papa Francisco fala muito na “revolução da ternura”. Que ligação poderíamos fazer entre o atual Pontificado e o carisma dos Oblatos de São Francisco de Sales?

“Existe uma ligação muito próxima e profunda, porque o pontificado do Papa Francisco tem trazido prá nós este Evangelho da alegria, esta disposição missionária e esta ternura como grande baluarte do nosso testemunho atual. Então, a tradição dos Oblatos de São Francisco de Sales sempre primou por isto. Estar no mundo, do jeito que o mundo é, sair pelo mundo – como ensina o Papa Francisco – que prefere uma Igreja acidentada, enlameada, do que uma Igreja fechada em si mesma, anunciando o Evangelho que é alegre, que leva a alegria às pessoas, que desperta a alegria no meio, às vezes aonde existem tantas dificuldades, então os Oblatos de São Francisco de Sales sentem-se muito unidos ao Papa por este jeito sereno, corajoso e que se mistura no meio do mundo, não para negar o mundo, mas para transformá-lo. Vemos no Pontificado do Santo Padre, o Papa Francisco, quase que como uma atualização muito próxima da perfeita de São Francisco de Sales, porque não só o nome de Francisco de Sales e Francico de Roma se aproximam, mas também no jeito de ser, o jeito que São Francisco de Sales foi bispo na sua Diocese de Annecy é o jeito que Francisco é Bispo na Diocese de Roma e também as características de um Evangelho alegre, com ternura, que sai pelas ruas, que vai ao encontro do próximo, que com muita mansidão anuncia o amor do Salvador Jesus Cristo”.

Como os paroquianos em Palmeira das Missões acolhem a mensagem do Papa Francisco…

“Os paroquianos acolhem a mensagem do Papa Francisco como uma mensagem que os chega diretamente. O Papa não precisa de explicações intermediárias de nós padres. O povo entende o Papa e tem um carinho muito imenso pelo Papa Francisco. Na visão do nosso povo, o Papa é aquele que Deus enviou para o nosso momento atual. Ele responde às indagações mais profundas do povo, ele consegue chegar com uma linguagem e com posturas muito próximas do povo e ele é para o povo o sinal de esperança e de autoridade no momento atual do nosso país, mas também do mundo inteiro. Então, quando se fala no Papa Francisco, o povo vê um sinal de esperança e de autoridade de alguém que de fato cumpre o papel de Sucessor de Pedro e Vigário de Jesus Cristo para nós”.

A mensagem do Padre Brisson para o mundo atual

“A mensagem do Padre Brisson é que devemos ser operários. Ele fundou os Oblatos quando a França passava pela Revolução Industrial e pediu que fossemos operários no meio do mundo, com os dois pés no meio do mundo. Então, se queremos ajudar o mundo a ser melhor, se queremos ajudar a nossa comunidade a dar passos para se tornar uma sociedade mais justa e fraterna, é preciso misturar-se com o povo, levando sempre esta confiança em Jesus Cristo e vivendo unidos a Deus. A grande contribuição de Padre Brisson é esta: no trabalho estar sempre unidos a Deus e o fazer de cada momento da nossa vida um ato de louvor a Nosso Senhor e amar ao próximo significa estar com ele naquilo que lhe é mais urgente e necessário. Então a mensagem do Padre Brisson é esta, uma profunda confiança em Deus, não ter medo de trabalhar e agir para com o próximo e o bem da sociedade, fazer com alegria e criatividade”.

“Gostaria de convidar a todos os que nos estão ouvindo, para que nesta sexta-feira, 23 de junho, elevarmos uma prece a Deus pela canonização do Beato Luis Brisson, fundador dos Oblatos e Oblatas de São Francisco de Sales, mas também pedir a Deus, através dele, por cada necessidade ou por cada gratidão que temos. Quem gostaria de conhecer a vida do Padre Bresson é só procurá-lo nas redes sociais. Nós estamos trabalhando com um vasto material. É um homem que tem uma palavra muito positiva e um testemunho que nos ajuda no seguimento de Jesus Cristo. Agradeço muito a atenção e o espaço que a Rádio Vaticano nos dá e que por intercessão do Beato Luis Bresson sejam todos vós abençoados”. (JE)

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Papa aos acadêmicos: diálogo favorece encontro entre culturas

Cidade do Vaticano (RV) – “Refletir sobre o papel fundamental das instituições acadêmicas na educação humana e cultural das jovens gerações, em um âmbito social profundamente transformado”.

Com estas palavras o Papa Francisco através de um telegrama quis saudar os muitos participantes no XIV Simpósio Internacional de Professores Universitários, promovido pelo Setor da Pastoral Universitária da Diocese de Roma, que teve início na tarde desta quinta-feira (22) e se encerra neste sábado (24), na Pontifícia Universidade Lateranense. O tema central é: “A Terceira missão das Universidades, dos Centros de Pesquisa e das Instituições de Formação Artística, Musical e Dança na Europa. Para um desenvolvimento humano e global”.

O Papa, partindo da presença de representantes de diferentes culturas e tradições, fez votos de que possa ser encorajado, durante este encontro, um diálogo construtivo sobre a contribuição fundamental desses “valores cristãos que, – escreve o Papa -, moldaram o pensamento e a arte em diferentes países, promovendo incessantemente solidariedade, respeito pela dignidade humana, e dando prioridade ao diálogo como uma forma de encontro”. (SP)

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Portugal: incêndio, mensagem de solidariedade dos bispos

Fátima (RV) – Os bispos portugueses expressaram, numa mensagem, a dor pelas vítimas dos incêndios que nos últimos dias provocaram a morte de pelo menos 64 pessoas.

Além de manifestar preocupação pela grande devastação causada pelas chamas, os prelados acompanham, com orações, as famílias das vítimas. A Conferência Episcopal Portuguesa está reunida, em Fátima, nas Jornadas Pastorais e em Assembleia Plenária extraordinária.

“Partilhamos, primeiramente, a dor dos que choram os seus familiares e amigos que perderam a vida, pedindo a Deus que os acolha junto de Si. Manifestamos igualmente o nosso reconhecimento e apoio aos bombeiros, às organizações de socorro e aos numerosos voluntários, nacionais e estrangeiros, que fazem todos os esforços para salvar vidas, minorar danos e evitar a perda de pessoas e de bens, mesmo às custas do cansaço e riscos pessoais”, destacam os bispos portugueses na mensagem.

“Na sequência do que afirmamos na Nota Pastoral de 27 de abril de 2017 «Cuidar da casa comum – prevenir e evitar os incêndios», estamos conscientes da necessidade de medidas mais preventivas, concretas e concertadas sobre esta calamidade que todos os anos atinge o nosso país. Neste momento, porém, em cada uma das nossas Igrejas diocesanas, sentimo-nos próximos e comprometidos com a situação dramática dos que sofrem. A partir das nossas comunidades cristãs, das Caritas Diocesanas e da Caritas Portuguesa, e de outras instituições eclesiais, participamos no esforço de acudir às vítimas, providenciar meios de primeira necessidade e colaborar no ressurgir da esperança, da solidariedade e do alento para reconstruir a vida e o futuro.”

Os bispos pedem a todas as comunidades cristãs e a quem deseja associar-se para que, além de outras iniciativas solidárias, se dediquem à oração, sufrágio e oferta do primeiro domingo de julho a esta finalidade, enviando o produto dessa coleta fraterna para a Caritas Portuguesa a fim de ser encaminhado para aqueles que necessitam.

Mais informações no site da Conferência Episcopal Portuguesa.

(MJ)

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Papa: um padre deve ter paixão, discernimento e denúncia

Cidade do Vaticano (RV) – Um pastor deve ser apaixonado, deve saber discernir e deve saber também denunciar o mal. Foi o que disse o Papa Francisco na missa celebrada na manhã de quinta-feira (22/06) na Casa Santa Marta.

Em sua homilia, o Pontífice se inspirou na Primeira Leitura, extraída da Carta de São Paulo aos Coríntios, para falar de três características de um pastor.

A primeira qualidade, indicou ele, é ser um pastor “apaixonado”, a ponto de dizer à sua gente, ao seu povo: ‘Sinto por vós um amor ciumento semelhante ao amor divino”. É “divinamente ciumento”, comentou o Papa.

Uma paixão, portanto, que se torna quase “loucura”, “insensatez” pelo seu povo. “E isso – acrescentou – é aquela característica que nós chamamos de zelo apostólico: não se pode ser um verdadeiro pastor sem este fogo por dentro”. Já a segunda característica do sacerdote é “um homem que sabe discernir”:

“Sabe que na vida tem a sedução. O pai da mentira é um sedutor. O pastor, não. O pastor ama. Ama. Ao invés, a serpente, o pai da mentira, é um sedutor. É um sedutor que tenta afastar da fidelidade, porque aquele ciúme divino de Paulo era para levar o povo a um único esposo, para manter o povo na fidelidade ao seu esposo. Na história da salvação, nas Escrituras muitas vezes encontramos o afastamento de Deus, as infidelidades ao Senhor, a idolatria, como se fossem uma infidelidade matrimonial”.

A segunda característica, portanto, é que saiba discernir: “discernir onde existem perigos, onde estão as graças… onde está a verdadeira estrada”. Isso “significa que o pastor sempre acompanha as ovelhas: momentos belos e também nos momentos difíceis, inclusive nos momentos da sedução, com a paciência os leva ao redil”. Já a terceira característica é a “capacidade de denunciar”:

“Um apóstolo não pode ser um ingênuo: ‘Ah, está tudo bem, vamos para frente, ok?, está tudo bem … Façamos uma festa, todos … tudo se pode …’. Porque há a fidelidade ao único esposo, a Jesus Cristo, a defender. E ele sabe condenar: aquela concretude, dizer ‘isso não’, como os pais dizem ao filho quando começa a engatinhar e vai na tomada para colocar o dedo: ‘Não, isso não! É perigoso!’. Mas me veem à mente tantas vezes aquele ‘tuca nen’ (não toque em nada) que os meus pais e avós me diziam naqueles momentos em que havia um perigo”.

O Bom Pastor – disse ainda o Papa – sabe denunciar, “com nome e sobrenome”, como fazia São Paulo. Francisco então recordou sua recente visita às cidades italianas de Bozzolo e Barbiana, aos túmulos dos sacerdotes Pe. Milani e Pe. Mazzolari. De modo especial, recordou o que dizia Pe. Milani quando ensinava os jovens:

“I care. Mas o que significa? Explicaram-me que, com isso, ele queria dizer ‘eu me importo’. [Pe. Milani] ensina que as coisas deveriam ser levadas a sério, contra o slogan daquele tempo que [era] ‘eu não me importo’, mas disse em outra linguagem, que eu não ouso dizer aqui. E assim ensinava os jovens a irem avante. Cuide: cuide de sua vida e ‘isso não’!’”

Portanto, saber denunciar “o que vai contra a sua vida”. E muitas vezes, disse, “perdemos esta capacidade de condenar e queremos levar avante as ovelhas um pouco com aquela ‘bondade’ que não é ingênua”, mas faz mal. Aquela “bondade” para atrair a admiração ou o amor dos fiéis “deixando que façam”.

Resumindo: “O zelo apostólico de Paulo, apaixonado, zeloso, é a primeira característica. O homem que sabe discernir porque conhece a sedução e sabe que o diabo seduz é a segunda característica. E um homem com capacidade de condenar as coisas que fazem mal às suas ovelhas é a terceira caraterística”. O Papa então concluiu com uma oração “por todos os pastores da Igreja, para que São Paulo interceda diante do Senhor, para que todos nós pastores possamos ter essas três característica para servir o Senhor”.

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Caritas Luxemburgo envia ajudas a Portugal, atingido por incêndios

Luxemburgo (RV) – A Caritas Luxemburgo lança uma mensagem de solidariedade e se mobiliza pela Caritas lusitana em auxílio às pessoas atingidas pelo incêndio de Pedrógrão Grande, em Portugal, que causou 64 mortos, deixando 157 feridos e mais de 150 famílias deslocadas.

Coleta de fundos

“Nestes momentos dramáticos trata-se sobretudo de cobrir as necessidades básicas das pessoas que perderam tudo, alimento, tendas e roupas”, escreve num apelo a Caritas luxemburguesa que abriu a uma coleta de fundos para Portugal.

“Num segundo tempo será necessário ajudar as vítimas a reconstruir as casas destruídas, a retomar as atividades profissionais e a voltar para a escola”, lê-se no apelo reportado pela agência Sir.

Ativada a corrente da solidariedade

A solidariedade já está ativa em Portugal: a União das Misericórdias portuguesas, a Santa Casa de Misericórdia de Lisboa e a Caritas diocesana mobilizaram-se estes dias com os escoteiros predispondo e distribuindo pacotes de primeira necessidade.

Numa entrevista à agência Ecclesia o pároco de Pedrógrão Grande, Pe. Júlio dos Santos disse que “todo gesto é importante”, mas o que o preocupa é “o estado de ânimo das pessoas”.

Permanecer ao lado das pessoas atingidas

O sacerdote acompanhou o bispo de Coimbra, Dom Virgílio do Nascimento Antunes, na visita aos vilarejos mais atingidos: “Nosso dever é estar com o povo, com a nossa gente”, ressaltou o sacerdote, acrescentando que “a organização dos funerais é outra preocupação, um momento delicado para a população”. (RL/Sir)

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Líbano: Sínodo maronita centrado no Ano do martírio

Bkerké (RV) – Reforma litúrgica e Ano do martírio e dos mártires maronitas que se concluirá em 2 de março de 2018. Estes foram alguns dos temas que estiveram no centro dos trabalhos da assembleia do Sínodo da Igreja Maronita, que se concluiu no último sábado (17/06), na sede do Patriarcado, em Bkerké, Líbano.

Participaram da assembleia os bispos do Líbano e da diáspora maronita, dentre os quais os prelados do Oriente Médio, Terra Santa, Europa e Estados Unidos. Durante a reunião, dedicada às próximas Jornadas mundiais da Juventude maronita que se realizarão no Líbano de 15 a 25 de julho deste ano, foram ouvidos os testemunhos dos bispos maronitas da Síria e Iraque.

Os bispos contaram e recordaram os sofrimentos e destruições sofridas pelas comunidades maronitas por causa dos conflitos em andamento na região. Em particular, foram ouvidas com grande emoção as palavras dos bispos maronitas da Síria, das Dioceses de Damasco, Aleppo e Lattakia.

“O Ano do martírio é uma ocasião única para renovar o compromisso de testemunhar Cristo e fazer triunfar o amor sobre o ódio, a paz sobre a guerra”, lê-se na mensagem divulgada no final do Sínodo.

“É um ano que deve eliminar o medo de nossos corações, não obstante as agressões e perseguições contra os cristãos no Oriente Médio, obrigados a abandonar suas casas”, conclui o texto.

(MJ)

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Em Napoles, à luz do Papa Francisco, a Teologia do Mediterrâneo

Nápoles (RV) – À luz do Pontificado do Papa Francisco, “oferecer uma formação teológica que possibilite a compreensão e o anúncio da fé cristã em diálogo com as culturas, os povos e as religiões. Desse modo queremos oferecer um serviço às Igrejas locais para preparar padres e leigos competentes no campo do diálogo inter-religioso e na mediação cultural da tradição cristã”.

Com essas palavras o decano da seção São Luiz da Pontifícia Faculdade teológica da Itália meridional, em Nápoles, Pe. Pino Luccio, explica o objetivo do biênio de Teologia fundamental, com o curso “Teologia da experiência religiosa no contexto do Mediterrâneo” para o ano acadêmico 2017-2018.

Mediterrâneo multirreligioso e multicultural

Trata-se de uma escolha inovadora elaborada à luz do Pontificado do Papa Francisco: “São as palavras do Papa que nos impelem nesta direção no contexto do Mediterrâneo multirreligioso e multicultural, mas também secularizado”.

“E Nápoles, cidade do encontro, é um lugar que favorece o diálogo: mais do que outras cidades do Mediterrâneo, tem a capacidade de acolher quase naturalmente pessoas que vêm de outras culturas. Aqui cada um encontra seu espaço de expressão”, evidencia Pe. Luccio em entrevista concedida à agência Sir.

Mediterrâneo, berço da civilização e túmulo dos desesperados

“Para nós, fazer Teologia fundamental neste tempo particular, na Igreja do Papa Francisco, significa abrir-se às provocações que vêm do presente que é tão contraditório e que tem uma sua conotação particular no Mediterrâneo. A dramática situação de um Mediterrâneo que, de berço de civilização e de religiões, se torna o túmulo de uma multidão de desesperados, se traduz num apelo forte a reencontrar o sentido profundo do humano”, explica por sua vez a coordenadora do biênio de Teologia fundamental, Giuseppina De Simone, ilustrando o projeto.

A Igreja, única voz em favor de uma cultura do encontro

Mesmo porque, ressalta ainda De Simone, “muitas vezes a Igreja é a única voz que se desdobra por uma cultura que saiba abrir-se ao encontro de quem vem de longe e busca possibilidade de vida e de esperança. Hoje, porém, somos chamados a dar razão da fé não nos trancando em fortificações, não assumindo uma postura de defesa, mas colocando-nos a caminho, aprendendo a estar dentro da complexidade do presente, na qual a fé pode oferecer uma chave de leitura”, observa.

Isso, porém, “não significa encontrar soluções fáceis, mas colher também um direção de sentido em relação à qual assumir nossas responsabilidades: podemos caminhar rumo à guerra de civilização e de religião ou rumo à construção de uma fraternidade humana, nova, possível”, pondera. (RL/Sir)

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CNBB lança documento sobre iniciação à vida cristã, aprovado na última AG

Está disponível o novo documento da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) “Iniciação à vida cristã: itinerário para formar discípulos missionários”. O texto foi aprovado pela 55ª Assembleia Geral da CNBB e recebe o número de 107 da coleção azul da Conferência. Aos catequistas e responsáveis pela animação pastoral das dioceses e comunidades está disponível um material com slides para trabalhar o texto.
Já no primeiro capítulo o texto apresenta o itinerário a partir do “ícone bíblico” representado pelo encontro de Jesus com a Samaritana retratado no capítulo quatro do Evangelho de São João. Em seis passos o documento apresenta os processos de iniciação ao discipulado de Jesus.
O documento oferece novas disposições pastorais para a iniciação à vida cristã, presente nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora desde 2011. Para os bispos, a dedicação em torno da temática revela o propósito de “buscar novos caminhos pastorais e reconhecer que a inspiração catecumenal é uma exigência atual”. Ela permitirá formar discípulos conscientes, atuantes e missionários.
“A vida cristã é um novo viver que requer um processo de passos de aproximação, mediante os quais a pessoa aprende e se deixa envolver pelo mistério amoroso do Pai, pelo Filho, no Santo Espírito. Ela desperta para novas relações e ações, transformando a vida no campo pessoal, comunitário e social. Essa verdadeira transformação se expressa através de símbolos, ritos, celebrações, tempos e etapas”, escreveu o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, na apresentação do documento.
Para dom Leonardo, o texto “expressa o caminho que a Igreja no Brasil percorre, iluminada pela Palavra de Deus e pelo Documento de Aparecida, aprovado pela V Conferência Geral do Episcopado Latino Americano, realizada há 10 anos. “Assumindo sempre mais as orientações de Aparecida e do papa Francisco, nossas igrejas particulares, nossas comunidades, nossas famílias e todas as pessoas batizadas serão testemunhas da alegria do Evangelho”, acredita dom Leonardo.
Material de apoio
A Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB disponibilizou uma coleção de slides para auxiliar as formações. São cinco apresentações relacionadas à introdução e a cada capítulo do texto. O material possui citações de parágrafos do texto e ilustrações que facilitam a compreensão e a didática de exposição por parte dos assessores de encontros formativos.
As cinco apresentações, em formato PowerPoint, estão disponíveis para download aqui.

cnbbsul3.org.br

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Plano Nacional de Educação completa três anos com apenas 20% das metas cumpridas

Após três anos de vigência do Plano Nacional de Educação (PNE), apenas seis das 30 metas e estratégias que deveriam ter sido cumpridas até 2017 foram alcançadas total ou parcialmente. O número representa 20% do total, o que significa que quatro em cada cinco metas não foram atingidas. O balanço é do Observatório do PNE (OPNE), uma plataforma formada por 24 organizações parceiras, coordenada pelo movimento Todos Pela Educação.
O PNE é uma lei federal, sancionada em 2014, que prevê metas para melhorar a qualidade do ensino brasileiro em um prazo de dez anos, desde a educação infantil até a pós-graduação. As estratégias preveem aumento do investimento, melhorias em infraestrutura e valorização do professor. O texto estabelece 20 metas para serem cumpridas até 2024, das quais oito têm prazos intermediários, que já venceram. A lei também aponta 254 estratégias relacionadas a cada uma das metas e 14 artigos que definem ações a serem realizadas no país.
Na avaliação da presidente executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, o principal entrave para o cumprimento do PNE é a falta de um plano estratégico que estabeleça uma ordem de execução das metas. Para ela, os governos federal, estaduais e municipais deveriam ter traçado uma estratégia de execução para definir o que deve ser feito primeiro.
“O plano não coloca as metas e as estratégias em uma ordem para que a gente consiga fazer com que ele seja realmente executado e cumprido. Algumas metas são gargalos para outras, é preciso definir quais deveriam ser cumpridas antes para que outras avancem e quais metas vão impedir que as demais sejam cumpridas”, aponta.
Para a pedagoga Anna Helena Altenfelder, superintendente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), o balanço dos três anos do PNE é preocupante. “Ainda mais se levarmos em consideração que as metas são articuladas e o sucesso de uma depende da execução da outra. Temos que pensar no plano como um todo”, diz.
O MEC diz que está trabalhando na implantação de políticas estruturantes e na melhoria da gestão dos programas para alcançar melhores resultados. Uma das principais ações é implantação da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) que deverá promover a melhoria das aprendizagens em todas as etapas da educação básica. As ações envolvem também investimento na melhoria das escolas, na formação dos professores, na educação infantil, além da garantia da alfabetização e da mudança da estrutura curricular do Ensino Médio.
Fonte: EBC
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Bastão de Guilherme I de Orange entregue ao Rei da Holanda

Cidade do Vaticano (RV) – Por ocasião da visita ao Vaticano esta quinta-feira, o Rei da Holanda Willem-Alexander recebeu o Bastão pertencente à Guilherme I de Orange-Nassau (Willem van d’Orange, em holandês).

O gesto representa um testemunho de reconciliação e da atual união existente entre os dois Estados e as religiões. É também um símbolo do longo caminho que a Igreja Católica romana, mas também o Reino dos Países Baixos, percorreram do passado de rivalidade, guerra e repressão a um presente de respeito recíproco e de promoção de paz e dos direitos humanos.

Isto é particularmente relevante em um momento de crescentes desafios para a paz, o clima, a pobreza e a migração. Agora a colaboração diplomática está se tornando sempre mais importante.

Católicos espanhóis

O bastão ficou esquecido nos arquivos catalães dos jesuítas, até que a Embaixada do Reino dos Países Baixos e o Museu Militar Holandês, após exaustiva pesquisa, chegassem ao seu paradeiro.

O objeto representa um valor único na história do Estado holandês e da nação. Os católicos espanhóis se apropriaram do bastão após a sua vitória contra os revoltosos holandeses protestantes na Batalha de Mookerheide, em 1574.

O bastão, que traz impresso o brasão de Guilherme I, foi oferecido em comodato de uso pelo Convento catalão dos jesuítas de Sant Cugat e entregue ao Superior Geral dos Jesuítas, Padre Arturo Sosa Abascal.

Ele estará exposto no Museu Nacional Militar Holandês, em Soesterberg, de abril a outubro de 2017, no âmbito de uma mostra sobre Guilherme.

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CDBLESTE realiza ação solidária do rei ou rainha caipira

O Colégio Dom Bosco Leste, em Manaus, realizou durante a Festa Junina, que aconteceu no sábado passado (17), uma ação social que envolveu a comunidade educativa intitulada “Rei e Rainha Caipira Solidários” com o objetivo de incentivar os alunos a terem um espírito mais solidário e participativo na sociedade. 
A ação começou no inicio do mês de junho quando os alunos do Ensino Fundamental e Médio arrecadaram donativos em uma campanha interna na própria escola. Essas doações irão beneficia o Lar Batista Janell Doyle que acolhe crianças de 0 a 12 anos em situação de risco. Dentre as doações arrecadadas estão alimentos não perecíveis, e materiais de higiene e limpeza.
Seguindo a pedagogia Salesiana que trabalha os valores cristãos e tem como modelo de educar o amor, o projeto contou com a participação da equipe pedagógica e diretamente dos professores  Lissandra de Freitas de Língua Portuguesa, Clauderlane Monteiro Lima de Geografia , Sérgio Roberto de Biologia e do diretor da escola padre Alberto Rypelque  incentivaram os alunos a terem um espírito mais solidário e participativo  na sociedade. 
Para a Diretora Pedagógica Juliana Nascimento o projeto incentivou os alunos e colaboradores a olharem mais para o próximo necessitado “Todos os envolvidos puderam doar-se ao outro em um ato de amor e solidariedade, um modelo que deve ser seguido por todos nós”, disse. Através dessa atividade foi possível estabelecer um clima de união e integração entre alunos e professores desenvolvendo o espírito de equipe, solidariedade, respeito e a capacidade de iniciativa de toda Comunidade Educativa.
Sobre o Lar Batista Janell Doyle
Fundada em 12 de outubro de 1996, a instituição, sem fins lucrativos, acolhe meninos e meninas de 0 a 12 anos, vítimas das mais diversas formas de violência. O local oferece creche, reforço escolar e apoio psicossocial. E essas crianças são reinseridas na família de origem, ou encaminhadas para o Juizado da Infância e Juventude e Casa Mamãe Margarida na Zona Leste.
Fonte: Comunicação / CDBLeste Manaus –
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Igreja Caldeia deplora destruição de mesquita em Mosul

Mosul (RV) – Amargura pela destruição da Mesquita Al-Nuri de Mosul, no Iraque, célebre pelo minarete pendente de al Habda. Assim expressou-se esta quinta-feira, 22, a Igreja Caldeia, ao deplorar a destruição do conhecido templo sagrado para os muçulmanos.

Acusações pelo ato recaem sobre o autoproclamado Estado islâmico, que por sua vez, acusa os Estados Unidos.

Trata-se, sem sombra de dúvida, de um gesto que adquire grande significado, visto que precisamente nesta mesquita, após a tomada de Mosul pelos jihadistas, Abu Bakr al Baghdadi proclamou o nascimento do Califado.

Dor pelas vítimas civis. Falta alimento, água, remédios

Por meio de um comunicado oficial, o Patriarcado expressar sua dor pelas vítimas civis dos bombardeios e por todos os habitantes que no conflito em andamento na cidade, estão privados de água, alimento e remédios.

A Igreja Caldeia manifesta ainda esperança, de que diante dos tantos sofrimentos a que são submetidos hoje, os iraquianos possam ver nascer em seus corações propósitos de reconciliação pela construção de uma convivência pacífica e fecunda.

UNESCO condena destruição

A UNESCO considerou a destruição da mesquita uma “tragédia cultural e humana”. Por meio de um tweet, a organização da ONU para a cultura lançou um apelo à comunidade internacional para não medir esforços “em proteger o patrimônio cultural para proteger as pessoas”.

(JE)

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Papa recebe soberanos da Holanda: tutela do ambiente e combate à pobreza

Cidade do Vaticano (RV) – O Santo Padre recebeu em audiência esta quinta-feira (22/06) o Rei da Holanda Willem-Alexander, acompanhado de sua consorte, a Rainha Máxima. Em seguida, os soberanos encontraram o secretário de Estado vaticano, Cardeal Pietro Parolin, acompanhado do secretário das Relações com os Estados, Dom Paul Richard Gallagher.

Os cordiais colóquios permitiram uma troca de avaliações sobre algumas temáticas de interesse comum, como a tutela do ambiente e o combate à pobreza, bem como acerca da contribuição específica da Santa Sé e da Igreja católica nesses campos, afirma um comunicado da Sala de Imprensa vaticana.

Foi dada particular atenção ao fenômeno migratório, ressaltando a importância da convivência pacífica entre diferentes culturas, e ao compromisso comum para promover a paz e a segurança global, com referência especial a algumas áreas de conflito.

Por fim, foi feita uma reflexão conjunta acerca das perspectivas do projeto europeu, lê-se ainda no comunicado.

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MEC atualiza regulamentação de EaD e amplia a oferta de cursos

Para ampliar a oferta de cursos de ensino superior no país, o Ministério da Educação (MEC) publicou nesta quarta-feira, 21, portaria que regulamenta o Decreto nº 9057, de 25 de maio de 2017, com o objetivo de ampliar a oferta de cursos superiores na modalidade a distância, melhorar a qualidade da atuação regulatória do MEC na área, aperfeiçoando procedimentos, desburocratizando fluxos e reduzindo o tempo de análise e o estoque de processos.
A portaria possibilita o credenciamento de instituições de ensino superior (IES) para cursos de educação a distância (EaD) sem o credenciamento para cursos presenciais. Com isso, as instituições poderão oferecer exclusivamente cursos EaD, na graduação e na pós-graduação lato sensu, ou atuar também na modalidade presencial. O intuito é ajudar o país a atingir a Meta 12 do Plano Nacional de Educação (PNE), que determina a elevação da taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida em 33% da população de 18 a 24 anos. Na mesma linha, as IES públicas ficam automaticamente credenciadas para oferta EaD, devendo ser recredenciadas pelo MEC em até 5 anos após a oferta do primeiro curso EaD.
Para garantir segurança e qualidade, a portaria reitera que a oferta de cursos EaD requer autorização prévia do MEC para seu funcionamento, exceto para as instituições de ensino superior que possuem autonomia, e que todas as instituições devem manter cursos de graduação em funcionamento, não sendo permitida a oferta somente de pós-graduação lato sensu.
Outra inovação que a portaria traz é a criação de polos de educação a distância pelas próprias instituições já credenciadas para esta modalidade de ensino. O documento detalha ainda a quantidade de polos que as instituições poderão criar, baseado no conceito institucional (CI) mais recente da instituição.
As instituições de ensino superior que possuem CI 3 poderão criar até 50 polos por ano, as com CI 4 poderão criar 150 e as com CI 5 poderão criar até 250 polos por ano. Elas também podem optar por continuar atuando somente na sede. Essa medida permitirá a ampliação da oferta por meio de polos EaD pelas IES já credenciadas, já que antes do Decreto recentemente publicado os processos de credenciamento de polos eram analisados pelo MEC, com tempo de análise bastante prolongado. Para o Secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Henrique Sartori, “esses quantitativos levam em consideração a preocupação que o Ministério da Educação tem em relação à qualidade das instituições, já que elas poderão criar mais polos conforme a qualidade que a instituição possuir e apresentar para a educação a distância. Então a criação dos polos fica condicionada à gradação da qualidade que as instituições do sistema possuem”.
Visitas in loco – As avaliações in loco realizadas pelo MEC passarão a se concentrar na sede das instituições e não mais nos polos. Entretanto, na visita, os avaliadores irão verificar se a estrutura da IES atende aos cursos propostos, bem como à quantidade de estudantes a serem atendidos na sede da instituição e nos polos. Para os cursos, as Diretrizes Curriculares Nacionais continuam sendo referência, inclusive para verificar os momentos presenciais obrigatórios e outras especificidades de cada área.
Cursos sem atividades presenciais, por sua vez, passam a ser permitidos, mas exigem autorização prévia do MEC e visita de avaliação in loco, mesmo para as IES com autonomia.
A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC (Seres) pretende, ainda, implementar ações de monitoramento dos polos EaD, a fim de garantir que os requisitos de funcionamento sejam cumpridos.
Regras de transição – Para os processos que estão em trâmite na data de publicação da portaria, são previstas disposições transitórias que adequam a análise dos processos à nova legislação. Não haverá necessidade de continuidade das visitas em polos ainda não visitados. As sedes e polos já visitados terão portaria de credenciamento publicada pelo MEC e as IES poderão criar os polos por ato próprio, com arquivamento dos processos pela SERES. Somente as IES que optarem por aguardar visita e não se utilizar da nova legislação é que devem comunicar ao MEC a sua opção. As que optarem por seguir a nova legislação terão a análise dos processos concluída pelo MEC.
O Secretário Henrique Sartori ainda relembra que até a edição do Decreto nº 9.057 estava vigente um Decreto do ano de 2005, em uma área com tantas mudanças tecnológicas como a EaD. Na época, não haviam sido inventadas as muitas das tecnologias de comunicação e informação disponíveis atualmente, incluindo simuladores de realidade aumentada e realidade virtual, materiais didáticos e outras inovações. Com o Decreto recentemente publicado e a portaria, o país caminha na direção dessas inovações e, além disso, aumenta a concorrência no setor, incentivando a ampliação da oferta e a qualidade.
Fonte: MEC
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